Questões de Vestibular Sobre português
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Ao descrever a obra de arte como resultado de um trabalho cultural, Marilena Chaui traz alguns importantes elementos para analisar a relação dessa obra com a sua exposição ao público interessado.
De acordo com a autora, é correto afirmar:
A obra de arte é elaborada para ser “consumida" através da recriação e reinterpretação dos seus receptores.
De acordo com esse texto, pode-se afirmar:
O sucesso do desenvolvimento da área extensionista das universidades está fortemente atrelado à cooperação intergovernamental.
De acordo com esse texto, pode-se afirmar:
A lógica das atividades extensionistas procura não obedecer à mesma lógica do capitalismo global.
De acordo com esse texto, pode-se afirmar:
A área de extensão vem crescendo em importância no escopo das atividades atribuídas às universidades.
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Poder ganhar dinheiro nessa situação, pois a própria condição de estudante já é uma profissão
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Levar mais anos do que o previsto na universidade.
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Encarar a universidade com a mesma seriedade e o mesmo respeito com que se encara uma profissão, entendendo e respeitando suas regras.
Com base nessas informações é correto afirmar:
O conhecimento pluriversitário só pode e deve ser produzido pelo discurso científico.
Com base nessas informações é correto afirmar:
Não compete às universidades o conhecimento pluriversitário.
Com base nessas informações é correto afirmar:
O conhecimento pluriversitário é descrito como aquele que estabelece a ponte entre a universidade e a sociedade, devido ao imbricamento necessário entre ambas.
A análise do texto permite concluir:
As universidades provocaram todas as revoluções sociais do século XX.
A análise do texto permite concluir:
A Educação e a Cultura passaram a ser concebidas como parte integrante da cidadania depois da revolução do século XX, e a universidade também se transformou em um espaço de democratização do saber.
A análise do texto permite concluir:
A universidade moderna não deve, em nenhuma hipótese, se separar do Estado e da religião.
Os falantes pertencentes a um determinado estrato social desenvolvem formas linguísticas pertencentes a esse grupo, o que nos permite identificar a sua origem social através dos elementos linguísticos que usam e leva a afirmar que os falantes de um estrato mais popular não conseguem mudar a sua forma linguística em função de pertencerem socialmente a esse grupo.
O preconceito linguístico é um processo historicamente construído de imposição de formas linguísticas escolhidas para serem representantes sociais de um grupo dominante, de acordo com a norma padrão e desse modo, construções do tipo a gente vamos ou nós vai, embora linguisticamente significativas e amplamente produtivas em alguns grupos, são socialmente estigmatizadas em função do preconceito linguístico.
Quando cheguei em casa pude perceber qui os minino estavam meio duente e não pudiam ir pra iscola. Acho qui foi o pobrema da dengue. De modo que estou escreveno pra pidir a profesora pra num botar falta nos minino. Eu garanto qui eles estam realmente duente.
As construções linguísticas presentes nesse texto evidenciam que nenhuma norma pode ser considerada isoladamente, em função do continuum que se estabelece entre elas.
De acordo com Faraco (2008), não há diferenças gramaticais entre a norma padrão e a culta, pois ambas seguem exatamente as regras da gramática tradicional, sendo que a primeira pertence à modalidade escrita e a segunda, à modalidade falada.

A análise do cartum permite afirmar:
Classificar algumas construções como erros, do tipo “num tamo achano manêro", implica uma avaliação valorativa, de acordo com os fatores sociais determinados pelas elites dominantes de uma sociedade.

A análise do cartum permite afirmar:
A partir do que o garoto diz, pode-se entender que há um choque linguístico entre o que é ensinado pela escola como norma padrão e a norma popular falada pelos alunos.

A análise do cartum permite afirmar:
As construções linguísticas usadas pelo garoto apontam para o fato de que a norma popular não consegue produzir um pensamento coerente, por isso a professora não entendeu o que o garoto disse.