Questões de Vestibular Sobre português

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Ano: 2017 Banca: IF Sudeste - MG Órgão: IF Sudeste - MG Prova: IF Sudeste - MG - 2017 - IF Sudeste - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1395619 Português
Leia o conto Peter Pan decide que só vai crescer depois que economia se estabilizar para responder às questão.




Disponível em:<https://catracalivre.com.br/geral/inusitado/indicacao/contos-de-fadas-modernos-ganham-versoes-comicas-nainternet/> . Acesso em: 30 ago. 2017. Adaptado. 
Com a leitura do texto acima, é CORRETO inferir que o segundo parágrafo em relação ao primeiro:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF Sudeste - MG Órgão: IF Sudeste - MG Prova: IF Sudeste - MG - 2017 - IF Sudeste - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1395618 Português
Leia o conto Peter Pan decide que só vai crescer depois que economia se estabilizar para responder às questão.




Disponível em:<https://catracalivre.com.br/geral/inusitado/indicacao/contos-de-fadas-modernos-ganham-versoes-comicas-nainternet/> . Acesso em: 30 ago. 2017. Adaptado. 
Ao analisar a frase ―Tudo ficou mais caro‖ [linha 8], percebe-se que o conteúdo exposto indica um(a):
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF Sudeste - MG Órgão: IF Sudeste - MG Prova: IF Sudeste - MG - 2017 - IF Sudeste - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1395617 Português

Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.



DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.

No excerto "A mãe pediu paciência, no dia seguinte viriam os técnicos para instalar o aparelho" [linhas 6 e 7], a estrutura oracional em destaque se apresenta reescrita na sua forma desenvolvida em:
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Ano: 2017 Banca: IF Sudeste - MG Órgão: IF Sudeste - MG Prova: IF Sudeste - MG - 2017 - IF Sudeste - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1395616 Português

Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.



DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.

A crônica é um texto ligeiro, de interpretação imediatista, com flagrantes do cotidiano, que teve sua explosão editorial no chamado pós-modernismo. A partir dessa interpretação e a respeito da crônica de Lourenço Diaféria, é CORRETO afirmar:
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Ano: 2017 Banca: IF Sudeste - MG Órgão: IF Sudeste - MG Prova: IF Sudeste - MG - 2017 - IF Sudeste - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1395615 Português

Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.



DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.

Com a leitura do texto de Lourenço Diaféria, analise as afirmativas:
I. A analogia existente entre o título do texto e o desenrolar da narrativa ratifica a ironia presente. II. A figura paterna precisa ser remodelada para que os filhos não se sintam tão sozinhos. III. É nítida a inferência da dual carência da figura masculina na família apresentada pelo texto. IV. É perceptível na crônica a figurativização do tema da falta da figura paterna na família.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395584 Português


FRANCO, Siron. O aliado (1978), Óleo sobre tela. Disponível em:

<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra12757/o-aliado>.

Acesso em: 24 ago. 2017. 



Um galo sozinho não tece uma manhã:

 ele precisará sempre de outros galos.   

De um que apanhe esse grito que ele  

e o lance a outro; de um outro galo      

 que apanhe o grito de um galo antes    

 e o lance a outro; e de outros galos      

  que com muitos outros galos se cruzem

os fios de sol de seus gritos de galo,    

     para que a manhã, desde uma teia tênue,

se vá tecendo, entre todos os galos.    


E se encorpando em tela, entre todos,

  se erguendo tenda, onde entrem todos,

se entretendendo para todos, no toldo

 (a manhã) que plana livre de armação.

 A manhã, toldo de um tecido tão aéreo

que, tecido, se eleva por si: luz balão.


MELO NETO, João Cabral de. Tecendo a manhã. Disponível em:

<http://www.jornaldepoesia.jor.br/joao02.html>. Acesso em: 24 ago.

2017. 

O poema apresenta uma linguagem permeada de aliterações e assonâncias, o que lhe confere mais musicalidade, ao passo que a pintura apresenta traços de uma estética
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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395583 Português

Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.


YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998

Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.

Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.



PEREIRA, C. Disponível em:

<http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6

8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.

A leitura, tanto da imagem quanto do poema apresentados, metaforiza o caráter
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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395582 Português

Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.


YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998

Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.

Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.



PEREIRA, C. Disponível em:

<http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6

8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.

A imagem possui elementos visuais que dialogam com o poema por apresentarem aspectos constitutivos com formato de
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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395580 Português

O mundo como pode ser: uma outra globalização


    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

    É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

Considere o seguinte parágrafo:


“É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual”.


A oração reduzida de gerúndio “abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual” retoma como sujeito o seguinte sintagma:

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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395579 Português

O mundo como pode ser: uma outra globalização


    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

    É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

Considere o seguinte recorte:


“As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.


O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Língua Inglesa |
Q1395577 Português

O mundo como pode ser: uma outra globalização


    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

    É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
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Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390006 Português
Todos os vocábulos se encontram com a grafia correta, conforme as Normas da Língua Portuguesa Culta, na alternativa
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Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390005 Português
Em “Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Ele prefere games on-line.” Há um problema de ambiguidade. Dessa forma, abaixo, foram escritas diversas paráfrases, com o intuito de eliminação da ambiguidade.

I. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Estes dois últimos preferem games on-line. II. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Os outros dois não preferem games on-line. III. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Ricardo e o outro preferem games on-line. IV. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Este prefere games on-line.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390004 Português

Leia o texto e vocabulário abaixo, para responder à questão.


Torce, aprimora, alteia, lima

A frase; e, enfim,

No verso de ouro engasta a rima,

Como um rubim,

Quero que a estrofe cristalina,

Dobradas ao jeito

Do ourives, saia da oficina

Sem um defeito.

Olavo Bilac, "Profissão de Fé", Poesias.

Disponível em: http://www.biblio.com.br/defaultz. asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/OlavoBilac/ profissaodefe.htm Acesso em: 21/09/2016. Fragmento.


Vocabulário

• Altear – v.i. e v.pr. Aumentar a altura de. Crescer, avultar, elevar-se: alteia-se o nobre perfil.

• Ourives – s.m. e s.f., sing. e pl. O que executa ou vende objetos de ouro e de prata.

• Rubim – s.m. O mesmo que “rubi”. Pedra preciosa de um vermelho vivo, com matizes rosadas ou púrpura, constituída por uma variedade de corindo

(pedra preciosa, alumínio cristalizado).

De acordo com a interpretação do poema, a atividade poética é comparada ao ofício do ourives, porque para o eu-lírico
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Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390003 Português
Em relação ao emprego da crase, as lacunas que constam na frase “Dirigiu-se ______ escola e, na biblioteca, começou ______ estudar _____ páginas da lição do dia em que teve de faltar ______ aulas.” são, corretamente, preenchidas por
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Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390002 Português
Em relação à regência nominal, encontra-se correta a frase contida na alternativa
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390001 Português
Num jogo de palavras muito criativo, o texto abaixo trata sobre a velhice. Vejamos:
“Síndrome de Velhice é quando as pessoas acreditam que é tarde para aprender. É preciso infundir nas pessoas a Síndrome da Juventude, ou seja, quando acreditam que nunca é tarde para aprender.” MARTINS, L. “Tenha a atitude de aprender sempre”. In: Superdicas para ensinar a aprender. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 135. Série Superdicas.

A alternativa que apresenta o correto entendimento do emprego do advérbio nunca, no texto acima, é
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1390000 Português

O texto, a seguir, "Boas Práticas de Dados na Web" refere-se à questao.


O Data on the Web Best Practices Working Group do W3C anuncia a publicação de três documentos: Boas Práticas para Publicação de Dados na Web (Data on the Web Best Practices), Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados (Dataset Usage Vocabulary) e Vocabulário de Qualidade de Dados (Data Quality Vocabulary).

Esses documentos são o resultado de dois anos de esforço colaborativo do grupo de trabalho, que conta com uma fundamental participação de um grupo expressivo de pesquisadores brasileiros. O documento de Boas Práticas e os Vocabulários estão abertos para os comentários finais, antes que eles se tornem "Candidatos à Recomendação" do W3C (Boas Práticas) e Notas de Trabalho do W3C (Vocabulários). Os publicadores de dados na Web também podem comentar como estão implementando, ou planejam implementar, essas Boas Práticas.

O documento sobre "Boas Práticas de Dados na Web" oferece recomendações sobre como dados de todos os tipos – governo, pesquisa, comercial etc. – podem ser compartilhados na Web, de forma aberta ou não. O objetivo é tornar os dados disponíveis de forma a maximizar as chances de sua descoberta e reutilização. [...].

O Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados oferece um arcabouço onde citações, comentários e a utilização dos dados dentro de aplicações podem ser estruturados. [...]

Disponível em: Acesso em: <http://ceweb.br/noticia/notas/chamada-para-comentarios-no-documento-de-boas-praticas-do-w3c/> 07 /09/2016. Adaptado.

Na expressão “O documento sobre Boas Práticas de Dados na Web oferece recomendações sobre como dados de todos os tipos – governo, pesquisa, comercial etc. – podem ser compartilhados na Web [...]”, o uso das vírgulas se justifica por
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Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1389999 Português

O texto, a seguir, "Boas Práticas de Dados na Web" refere-se à questao.


O Data on the Web Best Practices Working Group do W3C anuncia a publicação de três documentos: Boas Práticas para Publicação de Dados na Web (Data on the Web Best Practices), Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados (Dataset Usage Vocabulary) e Vocabulário de Qualidade de Dados (Data Quality Vocabulary).

Esses documentos são o resultado de dois anos de esforço colaborativo do grupo de trabalho, que conta com uma fundamental participação de um grupo expressivo de pesquisadores brasileiros. O documento de Boas Práticas e os Vocabulários estão abertos para os comentários finais, antes que eles se tornem "Candidatos à Recomendação" do W3C (Boas Práticas) e Notas de Trabalho do W3C (Vocabulários). Os publicadores de dados na Web também podem comentar como estão implementando, ou planejam implementar, essas Boas Práticas.

O documento sobre "Boas Práticas de Dados na Web" oferece recomendações sobre como dados de todos os tipos – governo, pesquisa, comercial etc. – podem ser compartilhados na Web, de forma aberta ou não. O objetivo é tornar os dados disponíveis de forma a maximizar as chances de sua descoberta e reutilização. [...].

O Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados oferece um arcabouço onde citações, comentários e a utilização dos dados dentro de aplicações podem ser estruturados. [...]

Disponível em: Acesso em: <http://ceweb.br/noticia/notas/chamada-para-comentarios-no-documento-de-boas-praticas-do-w3c/> 07 /09/2016. Adaptado.

A alternativa que apresenta a regra de concordância verbal presente na expressão “Esses documentos são o resultado de dois anos de esforço colaborativo do grupo de trabalho [...]” é
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Univap Órgão: Univap Prova: Univap - 2017 - Univap - Vestibular - Processo Seletivo 2 |
Q1389998 Português

O texto, a seguir, "Boas Práticas de Dados na Web" refere-se à questao.


O Data on the Web Best Practices Working Group do W3C anuncia a publicação de três documentos: Boas Práticas para Publicação de Dados na Web (Data on the Web Best Practices), Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados (Dataset Usage Vocabulary) e Vocabulário de Qualidade de Dados (Data Quality Vocabulary).

Esses documentos são o resultado de dois anos de esforço colaborativo do grupo de trabalho, que conta com uma fundamental participação de um grupo expressivo de pesquisadores brasileiros. O documento de Boas Práticas e os Vocabulários estão abertos para os comentários finais, antes que eles se tornem "Candidatos à Recomendação" do W3C (Boas Práticas) e Notas de Trabalho do W3C (Vocabulários). Os publicadores de dados na Web também podem comentar como estão implementando, ou planejam implementar, essas Boas Práticas.

O documento sobre "Boas Práticas de Dados na Web" oferece recomendações sobre como dados de todos os tipos – governo, pesquisa, comercial etc. – podem ser compartilhados na Web, de forma aberta ou não. O objetivo é tornar os dados disponíveis de forma a maximizar as chances de sua descoberta e reutilização. [...].

O Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados oferece um arcabouço onde citações, comentários e a utilização dos dados dentro de aplicações podem ser estruturados. [...]

Disponível em: Acesso em: <http://ceweb.br/noticia/notas/chamada-para-comentarios-no-documento-de-boas-praticas-do-w3c/> 07 /09/2016. Adaptado.

Na frase “O Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados oferece um arcabouço onde citações, comentários e a utilização dos dados dentro de aplicações podem ser estruturados.”, o termo “onde” refere-se ao
Alternativas
Respostas
4141: C
4142: C
4143: A
4144: D
4145: B
4146: C
4147: D
4148: A
4149: B
4150: B
4151: E
4152: D
4153: C
4154: E
4155: A
4156: C
4157: D
4158: B
4159: E
4160: D