Questões de Vestibular Sobre português
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Adaptado de: SILVA, Gislene. O imaginário rural do leitor
urbano: o sonho mítico da casa no campo. UFSC, Brasil.
Disponível em: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/200.

Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o
espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003.
Disponível em:<http://seer.bce.unb.br/index.php/estudos/article/viewfile/2200/1757>



Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
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Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
As conversas entre os dois meninos – personagens de Edgar Vasques – permitem inferir que
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Preencha as lacunas da citação abaixo, em que um crítico, ao analisar o romance Dois irmãos, apresenta aspectos possíveis de serem identificados no excerto literário selecionado.
“A ênfase _________ do romance proporciona um conjunto de imagens orientais que, embora não se prendam ao aspecto da materialidade direta, se coadunam e se colam a imagens inerentes a múltiplas _________. São conjuntos imagéticos que desenham uma espécie de mosaico _________ capaz de surpreender não somente a condição diaspórica dos povos oriundos do Oriente Médio, radicados em Manaus (...), mas a trajetória humana em busca da sobrevivência.”
Adaptado de: ASSIS, Rodirlei Silva Dois irmãos ou um ‘eu’ dividido.Revista Alĕre. Tangará da Serra, v. 6, p. 151-172, 2012. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/ index.php/alere/article/view/511/441
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Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o
espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003.
Disponível em:http://seer.bce.unb.br/index.php/article/viewFile/2200/1757>
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Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o
espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003.
Disponível em:http://seer.bce.unb.br/index.php/article/viewFile/2200/1757>
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Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o
espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003.
Disponível em:http://seer.bce.unb.br/index.php/article/viewFile/2200/1757>
[...] Ao lidar com a voz passiva sintética (também chamada de pronominal, por causa do se, que é um pronome apassivador), nosso maior problema é reconhecer o sujeito da frase. Em estruturas do tipo aceitam-se cheques ou compram-se garrafas, o elemento que vem posposto ao verbo é considerado o sujeito (o paciente da ação). Ocorre, no entanto, que a passiva sintética não é sentida como voz passiva pela maioria dos falantes, os quais, vendo em cheques e garrafas um simples objeto direto, deixam de concordar o verbo com eles. Nasce aqui o que um antigo gramático chamava de “erro da tabuleta”: *aceita-se cheques, *compra-se garrafas, *vende-se terrenos, *aluga-se barcos. Para quem tem uma formação mínima em sintaxe, não é tão difícil reconhecê-la: verbos transitivos diretos seguidos de se (não reflexivo) constituem casos inequívocos dessa estrutura. Se ainda assim persistirem dúvidas, lembre que a frase na passiva sintética tem forma equivalente na passiva analítica.
Aceitam-se cheques. = Cheques são aceitos. Compram-se garrafas. = Garrafas são compradas.
Se o verbo for transitivo indireto, é evidente que não pode haver passiva — tanto a sintética quanto a analítica. A construção com verbo transitivo indireto + se é uma das formas do sujeito indeterminado no Português, ficando o verbo sempre na 3.ª pessoa do singular.
Precisa-se de serventes. Falava-se dos últimos acontecimentos. Disponível em: <http://sualingua.com.br/2010/07/09/concordancia-com-a-passiva-sintetica/>. Acesso em: 27 jan. 2016.
Com base na leitura desse trecho e nos seus conhecimentos prévios sobre a estrutura gramatical da nossa língua, assinale a alternativa que traz um período escrito em conformidade com o que a norma culta prescreve.
Observe a charge.

Disponível em:<http://eraverdade.blogspot.com.br/2014/02/imagens-atuais-de-um-mundo-moderno.html> . Acesso em: 04/05/2016.
A linguagem não verbal usada pelo chargista nessa ilustração deixa clara certa atitude dos personagens que
se soma às palavras da vassoura. Assim, cria-se o efeito de humor, centrado no fato de
Leia as duas manchetes a seguir:
I. Zika faz turistas reverem planos de viagem ao Brasil Disponível em: . Acesso em: 28 jan. 2016.
II. Obama reage ao Zika e Europa orienta grávidas a evitar Brasil
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/01/1734395-obama-reage-ao-zika-e-europa-orienta-gravidas-a-evitar-brasil.shtml>. Acesso em: 28 jan. 2016.
Considere a palavra Zika, que aparece em ambas as manchetes. Sobre a função sintática exercida por ela, é
CORRETO afirmar que:
Pesquisado por Robert Rosenthal e Lenore Jacobson na década de 1960, o Efeito Pigmaleão refere-se ao fenômeno da relação entre a expectativa depositada numa pessoa e os resultados decorrentes de seu trabalho. O nome faz referência a Pigmaleão, um escultor mítico grego que se apaixonou pela estátua ______ construía e pediu à deusa Afrodite ______ a tornasse uma mulher real. O Efeito Pigmaleão prescreve que, quanto maior a confiança depositada em alguém, maior é a probabilidade de essa pessoa ter bons resultados. No estudo de Jacobson e Rosenthal, professores foram avisados, no início do semestre, que havia em suas salas de aula alguns alunos excepcionais, que provavelmente se desenvolveriam mais depressa que seus colegas. Ao final do ano, foi constatado que esses alunos realmente haviam tido melhores conceitos. A conclusão foi ______ diversos fatores poderiam ter influenciado o sucesso dos alunos, entre eles o fato ______ professores provavelmente haviam prestado mais atenção a essas crianças e lhes dado tratamento diferenciado durante o semestre. Isso, é claro, ocorreu subconscientemente, de acordo com Rosenthal, crendo que professores muitas vezes têm atitudes que facilitam o desempenho de alunos ______ esperam mais. FURTADO, Júlio. A mediação relacional da aprendizagem. Língua Portuguesa. Escala, n. 53, p. 25.
Marque com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas.
( ) Na peça de teatro original, escrita por Ariano Suassuna, o romance da história é vivido por Rosinha e Chicó, cujo casamento foi realizado pelo Padre João, logo após o enterro do cachorro.
( ) A mendiga Duzu-Querença é uma personagem da obra Olhos d’Água que teima em "enfeitar a vida", alegrando-se em visões e sonhos que ficaram perdidos no meio do caminho. Isso pode ser observado no fragmento a seguir: “Ela, ali no meio, se sentia como um pássaro que ia por cima de tudo e de todos. Sobrevoava o morro, o mar, a cidade. As pernas doíam, mas possuía asas para voar. Duzu voava no alto do morro. Voava quando perambulava pela cidade. Voava quando estava ali sentada à porta da igreja. Duzu estava feliz. Havia se agarrado aos delírios, entorpecendo a dor. E foi se misturando às roupas do varal que ela ganhara asas e assim viajava, voava, distanciando-se o mais possível do real”.
( ) O conselheiro Aires é uma espécie de alter ego de Machado de Assis mesmo, não só pelo fato de ser o “autor” de Esaú e Jacó, mas também por encarnar em si, como narrador, todos os pensamentos acerca da literatura do escritor carioca nos vários trechos e capítulos mínimos.
( ) Na obra Quarenta Dias, de Maria Valéria Rezende, a protagonista descreve em um caderno os diálogos com sua filha recém-nascida, como em: “Oi, boneca, bom dia. Acabo de folhear seu caderno e dar uma lida em diagonal nas últimas páginas. Reparou que muitas folhas atrás parei de falar com minha filha? É bom ou mau sinal?”
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Leia o texto e seguir.
“[...] Depois de um gesto lento e cuidadoso abriu as palmas das mãos, contemplando-as. Sim, lá estava o vestígio do carinho. [...] Ela estava prendendo um novo amor. Um amor que vivia e se fortalecia na espera do amanhã, que se fazia inesperadamente nas frinchas de um momento qualquer, que se revelava por um simples piscar de olhos, por um sorriso ensaiado na metade das bordas de um lábio, por um repetir constante do eu te amo, declaração feita, muitas vezes, em voz silenciosa, audível somente para dentro, fazendo com que o eco dessa fala se expandisse no interior mesmo do próprio declarante.”
Considerando o conteúdo, a linguagem e as personagens da obra Olhos d’Água, de Conceição Evaristo, é correto afirmar que o texto:
Correlacione as colunas a seguir.
( 1 ) Jacá é um balaio feito de taboca ou de cipó. Aqui nós temos o cipó do índio, de iscara, usa muito o cipó titica, que serve pra fazê remanchim, pra fazê jacá, dá pra fazê cesto, pra fazê cofa.
( 2 ) Chega lá, tira as caxa, aí cada um começa imbalá os mamão, joga por riba do caminhão, aí tem um que vai fazeno a carga, colocano uma caxa em riba da ôta, aí depois que imbala tudinho, joga uma lona, vem marrano o caminhão.
( 3 ) O balcão do bolicho é a mesa de comunhão do povo gaudério; é o rude confessionário onde o guasca solitário chora as mágoas tomando um gole de canha.
( 4 ) Recorde-se que o Correio da Manhã divulgou esta quarta-feira imagens da alegada violação de uma rapariga dentro do autocarro enquanto vários outros jovens assistiam.
( 5 ) Chegando em casa se empiriquitou de vez e rebolou no mato todas as catrevagens da letreca: uma alpercata, um gigolé amarelo manga, um califon com reforço di levantá e uns pés de planta que ela tinha trazido quando iam se amancebar.
( ) Uso de palavras e expressões típicas do Nordeste do Brasil.
( ) Presença de traços do português falado no Norte do Brasil e que faz referência a práticas culturais indígenas.
( ) Uso de palavras e de estruturas sintáticas características do português europeu (de Portugal).
( ) Emprego de itens lexicais característicos do português de contato com a língua espanhola, em áreas de fronteira, no Rio Grande do Sul.
( ) Texto que reproduz traços do português falado em certas regiões do Sudeste do Brasil, tais como o interior de São Paulo e de Minas Gerais.
A sequência correta, de cima para baixo, é: