Questões de Vestibular Comentadas sobre português
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Quanto ao restante da frase, o trecho destacado expressa uma
Leia o cartum.

(Bob Thaves. Frank e Ernest. http://cultura.estadao.com.br. 05.07.2017)
Já vi tantos contratos de “termos de serviço” que agora eu clico direto, sem ler.
Com esse comentário, o personagem
"Mar, belo mar selvagem
das nossas praias solitárias. Tigre
a que as brisas da terra o sono embalam
a que o vento do largo eriça o pelo.”
(Vicente de Carvalho)
A palavra “Tigre”, em relação a ”mar selvagem”, representa uma imagem figurativa conhecida como
(AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 30ª ed. Editora Ática: São Paulo, 1997. p.15.)
Com base no texto inserido no contexto da obra, assinale com V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas.
( ) O mundo exposto em O cortiço é inexistente, e apenas idealizado na mente fértil do autor.
( ) O cortiço é a criação de uma realidade coletiva, por meio de uma visão objetiva da realidade vivida por seus personagens.
( ) O romance não fotografa uma realidade ambiental física, mas um compromisso com o mundo social e moral de seus personagens.
( ) O autor do romance não conhece os fatos narrados, eles vão-se revelando, pelo transcurso de seus personagens, na narrativa.
A alternativa que responde corretamente a questão, de cima para baixo, é
COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. 19ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
A leitura do texto permite inferir que, no Modernismo, a inteligência brasileira integrou-se, amadureceu, tomou posse de si mesma e do país, radicou-se na terra, passando a ter participação ativa na vida nacional, graças
COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. 19a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
A leitura do texto permite inferir que, para a literatura impressionista, sentimentos, emoções e sensações suplantam os aspectos intelectuais. Portanto, a razão
Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. José de Nicola; colaboração Lorena Mariel Menón, Lucas Santiago Rodrigues de Nicola. 18a ed. São Paulo: Scipione, 2011.
O crítico Wilson Martins, ao analisar a obra de Érico Veríssimo, fala em um ciclo de Clarissa. Devido a essa repetição ao longo de vários romances, o autor tem sido acusado de ser redundante e, mais do que isso, de ser superficial
Disponível em: <http://www.aprendebrasil.com.br/classicos/obras/ Os_bruzundangas.pdf>. Acesso em: 4 de ago. 2018.
Esse trecho foi retirado da obra Os Bruzundangas, de Lima Barreto. A leitura desse fragmento permite inferir que uma das características do autor é

Disponível em: <https://www.google.com/search?q=tirinha+ sobre+cegueira.&source>. Acesso em: 4 de ago. 2018.
Com relação à tirinha, infere-se que
Relacione as figuras de linguagem indicadas à direita com os seus respectivos exemplos, à esquerda, assinaladas com grifo.
1. Antítese
2. Antonomásia
3. Catacrese
4. Metáfora
5. Metonímia
6. Sinestesia
( ) Nascia o Sol, leão dourado, emoldurando a aurora.
( ) Vivemos um mundo de desencontros: uns caem, outros se levantam; uns creem em Deus, outros são ateus.
( ) O hóspede de Santa Helena se autonomeou Imperador da França.
( ) Ela, enfim, experimentou o doce e amargo de suas paixões.
( ) Só poderia estar muito alcoolizado para estacionar o carro na boca do Túnel Américo Simas.
( ) Os jovens devem ser orientados a ler Machado de Assis, um dos gênios da Literatura
Universal.
A alternativa correta, marcada de cima para baixo, é a
O utopista não aceita o mundo que encontra, não se satisfaz com as possibilidades atualmente existentes: sonha, antecipa, projeta, experimenta. É justamente este ato de desacordo que dá vida à utopia. Ela nasce quando na consciência surge uma ruptura entre o que é e o que deveria ser, entre o mundo que é e o mundo que pode ser pensado. Acredita que a humanidade pode recomeçar tudo desde o começo. Não se interessa pelo “um pouco melhor”, pergunta sempre pelo “bom”.
SZACHI, J. As utopias. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972 (adaptado).
Os ideais mencionados no texto são motivados pela busca de
TEXTO I
Meu chapéu do lado
Tamanco arrastando
Lenço no pescoço
Navalha no bolso
Eu passo gingando
Provoco e desafio
Eu tenho orgulho
Em ser tão vadio
Sei que eles falam
Deste meu proceder
Eu vejo quem trabalha
Andar no miserê.
BATISTA, W. Lenço no pescoço. São Paulo: RCA Victor, 1933 (fragmento).
TEXTO II
Deixa de arrastar o teu tamanco
Pois tamanco nunca foi sandália
E tira do pescoço o lenço branco
Compra sapato e gravata
Joga fora esta navalha
Que te atrapalha
Malandro é palavra derrotista
Que só serve pra tirar
Todo o valor do sambista
Proponho ao povo civilizado
Não te chamar de malandro
E sim de rapaz folgado.
ROSA, N. Rapaz folgado. São Paulo: RCA Victor, 1938 (fragmento).
Ao tratar da figura do malandro, as letras das canções apresentam uma divergência baseada na
Internet na escola da inclusão
O uso da internet na escola é exigência da cibercultura, isto é, do novo ambiente comunicacional-cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Novo espaço de sociabilidade, de organização, de informação, de conhecimento e de educação.
SILVA, M. Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em: 22 set. 2013.
Com o surgimento de novas tecnologias, as escolas das futuras gerações serão diferentes das atuais, sendo essa realidade uma preocupação de todos. No texto, argumenta-se que a escola deve
TEXTO I

TEXTO II
A segunda geração do Twingo não foi tão engraçadinha quanto a primeira, mas manteve o senso de humor. A pedaleira da versão esportiva RS é autoexplicativa: pause na embreagem, stop no freio e play no acelerador.
Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017.
Analisando os símbolos impressos nos pedais do automóvel, identifica-se a incorporação de
uma linguagem