Questões de Vestibular Sobre português
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I. Tender é o verbo correlato de tendência. Indica ação-processo, o que sugere que esse movimento pode não chegar ao ponto previsto.
II. A tendência pode ser somente uma propensão, uma inclinação, uma vocação ou pendor.
III. Na introdução do texto de Guzzo, existe a sugestão de que a tendência mencionada pelo enunciador ultrapassa os limites da simples propensão ou vocação.
Ela se realizaria concretamente. Está correto o que se diz em





I. está, de algum modo, relacionada com as ideias principais do texto.
II. tem uma função textual.
III. atende a uma necessidade de coerência interna do texto.
Estão corretas as complementações contidas em


( ) O enunciado que vai da linha 2 (a partir da expressão “No dia”) à linha 5 (até “milênio”) constitui, na narrativa, uma digressão cuja função discursiva é comprovar o que se afirma nas linhas 1 e 2.
( ) A expressão “esses engraxates” (linha 8) justifica-se, no texto, pela relação indireta com o verbo “engraxar”: o ato de engraxar pressupõe um agente, no caso, um profissional — um engraxate — “esses engraxates”.
( ) Nas expressões “(n)aquela espécie de cadeira canônica [...]” (linhas 10-11) e “Pegou aquele paninho que dá brilho [...]” (linhas 22-23), ao usar o pronome aquele(a), o enunciador não aponta para nenhum elemento da superfície textual, mas aposta no conhecimento de mundo do enunciatário; em algo que acredita estar na memória dele.
( ) Nas palavras do cronista, “Uso-o pouco, em parte para poupá-lo, em parte porque quando posso estou sempre de tênis.” (linhas 17-19), o pronome o(lo) substitui a expressão o meu sapato, na linha 16, funcionando como elemento de coesão entre o enunciado em pauta e o enunciado anterior.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:




( ) Com o troco generoso deixado para o engraxate, o cronista quis disfarçar um preconceito que o dominava naquele momento.
( ) A culpa que o cronista experimenta é tão grande que extrapola aquele incidente pequeno da limpeza do sapato.
( ) O espanto do engraxate ao receber a gorjeta aceita a seguinte leitura: os fregueses habituais não eram tão generosos.
( ) O dinheiro estava para o sentimento de culpa do cronista assim como os votos de felicidade estavam para o sentimento de gratidão que o engraxate experimentava.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência.


I. A vergonha que o cronista tem, na verdade, não é propriamente do brilho do sapato, mas do esforço humano despendido para produzilo.
II. O brilho, que exigiu esforço humano, foi conseguido à custa do pranto do trabalhador.
III. O suor que o engraxate deixou cair sobre o sapato sugere o esforço despendido pelo trabalhador explorado.
Está correto o que se diz somente em




Na desfotografia é assim primeiro o flash depois o sorriso a revelação antes do clic você relembra então vive o passarinho é que te olha e você dizendo xixxxxxxxxxx
MELAMED, Michel. Regurgitofagia. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
Na sua composição poética, o autor seleciona léxicos pouco convencionais como “desfotografia”, “flash”, “xixxxxxxxxxx”. Respectivamente, tais vocábulos são oriundos dos seguintes processos de formação de palavras:
Em um país de tanta abundância e tão pouca oportunidade para tantos, há quem acredite que a nova classe C está destinada a ficar por cima da carne seca e tirar a barriga da miséria. Nem nos causa estranheza que nossos ministros sejam fritados ou a liberação de recursos para a saúde e a educação seja eternamente cozinhada em banho-maria. Aliás, quem é que não sabe que tudo aqui acaba em pizza?
No Brasil, fast-food e alopatia convivem na boa com a mamadeira, a canjica, os chás de erva-cidreira e erva-doce. Geleia global. Tudo bem que os americanos tenham o seu “piece of cake”, designativo das coisas fáceis de obter. Houve tempo em que eles só souberam da fartura e não sentiram na carne o que é ter de descascar um abacaxi, resolver um pepino, encarar uma batata quente e enfrentar o angu de caroço que é o nosso dia.
Afinal, mesmo em crise, eles ainda ganham em dólar. E comem como poucos...
OLIVEIRA, José Paulo. Revista Língua Portuguesa. Ano 7. Nº 78. Abril de 2012.
Do texto, infere-se que o autor José Paulo Oliveira

Disponível em: http://www.alienado.net. Acesso em: 17 nov. 2013.
A respeito da colocação do pronome pessoal oblíquo que se encontra no 1º quadrinho, infere-se que
Considerando os vocábulos sublinhados no período, assinale a alternativa em que a análise dos aspectos fonológicos está incorreta.
Pratique exercícios físicos e emagreça mais rápido! Conte com o suporte do nosso Personal Trainer. [...]
Disponível em: http://www.dietasaude.com.br. Acesso em: 19 nov. 2013 (fragmento).
O fragmento do texto é instrucional e apresenta elementos persuasivos. Isso se explica
I. em razão da linguagem, que visa influenciar e modificar o comportamento do público leitor.
II. pelo emprego dos verbos no imperativo, que soam como uma ordem.
III. porque qualquer problema de saúde acarretado pela má alimentação é mais combatido com dietas.
IV. porque todos devem preferir os alimentos crus aos cozidos.
Quais das explicações estão corretas?
será que a cabeça tem o mesmo tempo que a mão? o tempo do pensamento, o tempo da ação
será que o teto tem o mesmo tempo que o chão? o tempo de decompo tempo de decomposição
será que o filho tem o mesmo tempo que o pai? o tempo do nascimento, crescimento, envelhecimento,
um momento como matar o tempo
Disponível em: http://www.arnaldoantunes.com.br. Acesso em: 18 nov. 2013 (adaptado).
Considerando o gênero textual, pode-se inferir que
CAMENIETZKI, Carlos Ziller. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 7. Nº 75. Dez. 2012.
Os vocábulos preposicionados em destaque desempenham, respectivamente, as funções sintáticas de
Me deixe sim, mas só se for Pra ir ali e pra voltar Me deixe sim, meu grão de amor Mas nunca deixe de me amar.
Agora as noites são tão longas No escuro eu penso em te encontrar Me deixe só até a hora de voltar.
Disponível em: http://letras.mus.br. Acesso em: 10 dez. 2013 (fragmento).
“Grão de amor” é uma composição intimista de cunho coloquial. Levando em consideração que o interlocutor dirige-se a uma segunda pessoa, como ficaria os dois últimos versos da primeira estrofe, caso fossem reescritos na norma padrão?
PRADO, Adélia. Poesia Reunida, São Paulo, Siciliano, 1991 (fragmento).
De acordo com os versos de Adélia Prado, quando Deus lhe tira a poesia, resta-lhe a linguagem
Disponível em: http://errarparaacertar.blogspot.com.br. Acesso em: 10 dez. 2013.