Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Memórias do cárcere, do romancista Graciliano Ramos, contam as desventuras do autor enquanto foi preso político no Presídio da Ilha Grande, em 1936.
Apesar de ser um livro autobiográfico, o autor expõe, logo na abertura, as dificuldades de reconstrução da memória.
A consciência de Graciliano Ramos em relação ao caráter parcialmente ficcional das suas memórias está evidenciada no seguinte trecho:
A partir do etanol da cana-de-açúcar, a petroquímica brasileira Braskem produz eteno e, a partir deste, fabrica o polietileno, que serve de insumo para filmes, embalagens de alimentos e bebidas. Quando comparado com as resinas obtidas de combustíveis fósseis como o petróleo, o “polietileno verde”, devido ao processo de fotossíntese, tem a vantagem de remover 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera por cada tonelada de resina produzida. Esse valor é resultado da diferença entre a quantidade que a cana absorve na fotossíntese (7,4 toneladas de CO2) e as emissões oriundas da produção do polietileno verde. O polietileno obtido a partir do petróleo emite CO2 ao longo de todo o seu ciclo de produção. Atualmente, a Braskem produz 200.000 toneladas dessa resina o que equivale a 7% da sua produção total de polietileno, atendendo mais da metade do mercado nacional de resinas termoplásticas (modeladas quando amolecidas e recicláveis) fabricadas a partir do petróleo. Em 2008, a plantação de cana-de-açúcar era de aproximadamente 7 milhões de hectares, bem abaixo da área de pastagem e pecuária, com 220 milhões de hectares, sendo que 50% são de áreas degradadas que poderiam ser direcionadas para o cultivo da cana.
Disponível em: http://www.oeco.com.br/ana-claudianioac/18308-oeco (Adaptado). Acesso em: 06 de maio de 2011.
A partir das informações apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Leia os textos a seguir para responder a questão.
Texto 6

QUINO. Toda Mafalda. Editora Martins Fontes, 1999. p. 172.
Texto 7
Cidadezinha Qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Êta vida besta, meu Deus.
DRUMMOND, Carlos. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.
Leia os textos a seguir para responder a questão.
Texto 6

QUINO. Toda Mafalda. Editora Martins Fontes, 1999. p. 172.
Texto 7
Cidadezinha Qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Êta vida besta, meu Deus.
DRUMMOND, Carlos. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.
Texto 5
O Sertanejo Falando
1.
A fala a nível do sertanejo engana:
as palavras dele vêm, como rebuçadas
(palavras confeito, pílula), na glace
de uma entonação lisa, de adocicada.
Enquanto que sob ela, dura e endurece
o caroço de pedra, a amêndoa pétrea,
dessa árvore pedrenta (o sertanejo)
incapaz de não se expressar em pedra.
2
Daí porque o sertanejo fala pouco:
as palavras de pedra ulceram a boca
e no idioma pedra se fala doloroso;
o natural desse idioma fala à força.
Daí também porque ele fala devagar:
tem de pegar as palavras com cuidado,
confeitá-la na língua, rebuçá-las;
pois toma tempo todo esse trabalho.
NETO, João Cabral de Melo. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008.
Sobre o poema, assinale a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta:

Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.
Texto 4
Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.
Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.
BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas
Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado).
Estão corretas:

Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.
Texto 4
Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.
Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.
BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas
Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado).
I. Os textos têm em comum a ideia de que um mundo melhor se faz coletivamente, como resultado da responsabilidade e da participação de todos. II. No texto 3, a expressão “extremo ambiente” estabelece um diálogo com a imagem apresentada. Por isso, é necessária a interação entre a linguagem verbal e a nãoverbal para as ideias se completarem. III. A declaração sobre o código florestal defendido pelo IBAMA, no texto 3, antagoniza-se com a problematização sobre os limites da tolerância diante da devastação da natureza. IV. A utilização de expressões e verbos na 3ª pessoa, no texto 4, evidencia que o autor deixa de lado sua subjetividade na discussão do tema.
Estão corretas:
Leia os textos a seguir e responda a questão.
Texto 1

Leia os textos a seguir e responda a questão.
Texto 1

Ao apresentar informações sobre a
premiação do filme Tropa de Elite, no Festival
de Berlim, o texto 1:
TEXTO II

Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).
Comparando-se o comportamento dos grupos pesquisados: “pessoas que se queixam de uma vida reclusa...” e “Os sociáveis...”, é CORRETO afirmar que entre eles constata-se uma relação de:
TEXTO II

TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

( ) A epígrafe trazida pelo autor “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”, remete-nos à cegueira que o ser humano tem em somente olhar e não ver e reparar o interior, sair da zona de conforto, a superficialidade. ( ) A cegueira, que acomete a todos os indivíduos da fictícia cidade, pode ser encarada como um sintoma da alienação do homem em relação a ele próprio. ( ) Outra cegueira que é observada pela leitura, é a social, que pode ser notada através do poder do Governo que se isenta em buscar saber o motivo da epidemia, instalando todos em um manicômio desativado, no qual o mais forte se sobrepõe sobre os mais fracos. ( ) O velho da venda preta representa a superficialidade da aparência física, na qual se fecha em um mundo corrompido pelas máscaras sociais. ( ) A narrativa leva o leitor a repensar os seus valores morais e sociais que, de acordo com as palavras de Marx, com a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens, assim verificada pela não designação nominal dos personagens.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A tela denominada “Noite Estrelada”, de Vincent Van Gogh, nos remete ao livro “Noite na Taverna”, de Álvares de Azevedo.

Disponível em:<eternosaprendizes.com/2009/10/12/uma-noite-estrelada-por-vicent-van-gogh/> Acesso em abril de 2011.
I - Os textos não apresentam diálogos entre si, pois representam contextos diferentes. II - Tanto o nome da tela quanto o nome do livro, dialogam entre si, partindo da semelhança no título de ambos que têm como palavra central noite. III- Pode-se observar outra diferença entre a tela e o livro: enquanto em um o ambiente é natural, dinâmico, no outro é soturno, macabro, aflorando através da narrativa o lado destrutivo dos autores ultrarromânticos. IV- Vincent Van Gogh e Álvares de Azevedo experimentam, através de suas obras, a evasão para dar sentido aos sentimentos individuais e às visões idealizadas na infância.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Texto para a questão.

Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/>
Leia a charge para responder a questão.

Disponível em:< http://unebgeo.blogspot.com/2010_07_19_archive.html>
Acesso em abril de 2011.
Leia a charge para responder a questão.

Disponível em:< http://unebgeo.blogspot.com/2010_07_19_archive.html>
Acesso em abril de 2011.
