Questões de Vestibular
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 472 questões
I - As formas ali (l. 06), Ali (l. 49) e ali (l. 57) fazem referência ao espaço onde morava e circulava a narradora-personagem com a sua mãe.
II - A repetição da palavra martelando (l. 07), seguida de reticências, expressa a ideia de que determinado pensamento comparecia repetidamente na mente da narradora-personagem.
III- As formas verbais no pretérito perfeito e no pretérito imperfeito marcam ações pontuais e ações contínuas, respectivamente.
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

I - Os empregos da forma hoje (l. 06 e 15) referem-se exclusivamente ao dia em que o autor escreveu o texto.
II - O uso de foi (l. 05), é (l. 05) e será (l. 05) são formas verbais vindas de infinitivos distintos para expressar passado, presente e futuro.
III- As formas admiravam (l. 08) e venciam (l. 08), pertencentes ao pretérito imperfeito, apresentam a ideia de ação passada habitual ou repetida.
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.




I - As formas vagava (l. 08) e conhecia (l. 09), pertencentes ao pretérito imperfeito, servem como descrição de espaços.
II - As formas verbais ocultara (l. 12), devo (l. 43) e virei (l. 54) são usadas para expressar passado, presente e futuro, respectivamente.
III- O emprego das formas hoje (l. 12) e agora (l. 29) referem-se ao dia e ao momento de escrita do texto, usos que têm o propósito de aproximar o narrador do leitor.
Quais estão corretas?
Nesse trecho, o narrador relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal:

Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão” (3o parágrafo)
Ao se transpor a oração centrada no verbo sublinhado para a voz passiva, esse verbo assume a forma:





Ao se transpor o trecho para o discurso indireto, a locução verbal sublinhada assume a seguinte forma:
Leia o texto para responder à questão.
Nascer
Era manhã nova, quando ele telefonou:
— Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?
— Quem?
— Aída Isabel.
Agora mesmo!
— E é forte, bonita?
— Não sei não senhor. Ainda não pude ver.
Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.
— Como é que você entrou?
— Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.
Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.
— Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.
(Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
Leia o texto para responder à questão.
A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Disponível em: https://astravessias.org/blog/a-incapacidade-deser-verdadeiro-carlos-drummond-de-andrade/ Acesso em: 30 set 2023.
As formas verbais sublinhadas no trecho acima, “tinha“ (Linha 1), “chegou” (Linha 1) e “vira” (Linha 2) estão, respectivamente, no pretérito imperfeito do indicativo, no pretérito perfeito do indicativo e no pretérito mais-queperfeito do indicativo e exprimem:
A forma verbal sublinhada no enunciado acima está na voz passiva analítica. De acordo com a norma culta, na voz ativa, o enunciado teria a seguinte estrutura:


Disponível em: https://www.facebook.com/Prometeus22/. Acesso em: 28 mar. 2025.
Dadas as afirmativas acerca das funções da linguagem,
I. Na imagem, a função apresentada é a conativa, pois se centra na mensagem e em como ela é transmitida, e em razão disso, o anúncio possui recursos não verbais.
II. A função apelativa ou conativa é bem própria do gênero textual que foi apresentado.
III. No cartaz, o verbo encontra-se no imperativo. Verbos no imperativo são frequentes nos anúncios e conferem mais brevidade e impacto à mensagem que se deseja transmitir ao receptor.
IV. O cartaz apresentado proporciona uma reflexão sobre o papel do cidadão em práticas cotidianas, junto a quem é endereçada a mensagem.
V. O verbo no imperativo, característico da função informativa, não interfere na leitura do cartaz, uma vez que o uso deles se trata de uma questão meramente estilística.
verifica-se que estão corretas apenas




