Questões de Vestibular
Sobre morfologia - pronomes em português
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INSTRUÇÃO: Para responder a questão, considerar o que é solicitado e os itens numerados de 1 a 4.
Quanto ao emprego de pronomes no texto, afirma-se:
1. O “ela”, na linha 10, retoma “virtude” (linhas 08 e 09).
2. Quanto ao sentido, o “eu”, na linha 12, tem valor equivalente ao de “alguém”, na linha 20.
3. A palavra “algo”, na linha 17, poderia ser substituída pela expressão “um pouco”, sem prejuízo à coerência e à correção do texto.
4. O “os” da linha 27 retoma “desinteresses”, “altruísmo” e “generosidade” (linhas 24 e 25).
Estão corretas apenas as afirmativas

Nos dois versos acima, do exemplo de estrofes de um bumba-meu-boi recolhidas por Sívio Romero, as formas ver e lhe caracterizam um uso popular. Se se tratasse de um discurso obediente à construção formal em Língua Portuguesa, tais formas seriam substituídas, respectivamente, por:


I. Em =Se quiser, eu posso lhe levar em casa‘, o pronome lhe, principalmente na língua falada, não se refere a ele ou ela, mas sim a você. A mesma lógica pode ser aplicada ao uso que o escrevente fez ao escrever 'amo-lhe‘.
II. O uso dos pronomes na sentença 'Eu te vi ontem na rua, te chamei, mas você não escutou‘ está de acordo com o que gramática normativa prescreve.
III. De acordo com a variedade padrão, os pronomes oblíquos átonos de terceira pessoa lhe e lhes funcionam como complementos verbais e são próprios do objeto indireto.
IV. Nas variedades não-padrão, é comum encontrarem-se usos que diferem da variedade padrão. Um exemplo disso é o uso dos pronomes pessoais ele e ela na posição de complemento verbal, como em 'Eu conheci ele ontem‘.
Das afirmações acima

Considerando o texto acima, extraído da obra Discurso do
Método, de René Descartes, julgue o item subsequente.
Dimitria cursava a oitava série no colégio e desapareceu durante as férias de julho de 2008. Segundo a polícia, a garota avisou que iria viajar em companhia do caseiro, mas nunca mais foi vista. (...) De acordo com a polícia, [o caseiro] Silva disse que matou a menina porque era apaixonado
por ela, mas ela não o correspondia.
(Folha de S.Paulo, 16.08.2010.)
No texto, há um erro gramatical. O tipo de erro e a versão que o corrige estão, respectivamente, em
“[...] vi formar-se ali um bolo de gente [...]” (linha 5)
O segmento textual em destaque está reescrito corretamente, mantendo-se a informação original, na opção:
II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).
III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.
IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história.
As pequeninas, tristes criaturas ei-las, caminham por desertos vagos, sob o aguilhão de todas as torturas, na sede atroz de todos os afagos.
Vai, coração! Na imensa cordilheira da Dor, florindo como um loiro fruto, partindo toda a horrível gargalheira da chorosa falange cor do luto.
As crianças negras, vermes da matéria, colhidas do suplício à estranha rede, arranca-as do presídio da miséria e com teu sangue mata-lhes a sede!
Sobre o uso de pronomes e seu funcionamento sintático, nessas estrofes, é CORRETO afirmar:
“Para levar os dias a destilar ideias, ele tinha que passar as noites a pensar. Creio que dormia pouco: todo ele se encontrava em função de ter ideias. E era pródigo, e era generoso, e era desperdiçado: pensava, tinha ideias e dava aos outros.” (p. 63)
( ) A manifestação do eu-lírico objetiva explicar a origem das ideias do personagem.
( ) As duas ocorrências do uso dos dois pontos demarcam funções semelhantes: ambas servem para explicar o termo que os antecede.
( ) A ação rotineira da personagem é marcada por uma continuidade indefinida, justificada pela alternância do infinitivo e do pretérito imperfeito, presentes no texto.
( ) Os termos “pouco” e “todo” funcionam como pronomes e sugerem oposição de ações entre narrador e personagem.

Os espaços da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com




