Questões de Vestibular
Sobre morfologia - pronomes em português
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Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal e à regência no texto.
Em “em que se pode publicar” (linha 41), a
próclise pronominal é obrigatória devido à
presença de expressão atrativa.
Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal e à regência no texto.
Em “A internet tornou-se” (linha 31), o pronome
“se” também pode ser anteposto à forma
verbal, pois a colocação pronominal é
facultativa.

Ainda considerando o texto 4, assinale a proposição CORRETA.
Nas linhas 4 e 8, o vocábulo que funciona como pronome relativo, pois retoma um termo
antecedente e, ao mesmo tempo, liga orações.

Ainda considerando o texto 4, assinale a proposição CORRETA.
Em “o português deles” (linhas 4-5), a palavra deles é uma contração da preposição de com o
pronome pessoal eles, sendo empregada como pronome possessivo correspondente à
terceira pessoa do discurso.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
O pronome eles (linha 8) refere-se a escritores, jornalistas, instituições oficiais e órgãos do
poder.
que rompiam-lhes o seio. (l. 11)
O vocábulo sublinhado faz referência a uma palavra já enunciada no texto.
ssa palavra a que se refere o vocábulo lhes é:


I. Indica uma referência ao passado distante, feita pela personagem. II. Sugere que o narrador acredita que aquela informação faz parte do conhecimento de mundo do leitor. III. Aponta para alguma coisa que já foi dita no texto ou ainda vai ser dita.
É correto o que se diz


Considerando o excerto acima, marque (V) ou (F), conforme seja VERDADEIRO ou FALSO o que se declara.
( ) O emprego de esta (mensagem) e esta (promessa) é uma marca da intromissão da voz do narrador (de terceira pessoa).
( ) O pronome esta é próprio do discurso direto – a fala da personagem –, por isso não deveria, em tese, aparecer no contexto em destaque.
( ) As duas últimas frases do excerto são exemplos clássicos de discurso indireto livre – confunde-se a fala do narrador com a fala da personagem.
( ) O pronome esta, pelas perspectivas da gramática tradicional, deveria ser substituído por aquela: Aquela mensagem e aquela promessa jamais tinham chegado a seu destino.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Leia o texto 04 e responda à questão.

Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.
I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos. II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência. III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal. IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Texto 01:
Não deixe sua cadela entrar na minha casa de novo. Ela está cheia de pulgas.
- Diana, não entre nessa casa de novo.Ela está cheia de pulgas.
( ) O termo “ela” nas duas falas dos interlocutores faz alusão aos mesmos referentes, considerando-se a comicidade na construção de sentido do texto. ( ) O humor da piada se efetiva, em razão da ambiguidade causada pelo pronome “ela”, o que ocasiona o desfecho do diálogo. ( ) A referenciação contida no texto, por meio do termo “ela”, estabelece um exemplo de coesão anafórica.
Marque a alternativa correta.
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
TEXTO I

TEXTO I

I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.
II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).
III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.
IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história.


I - O pronome “este”, que compõe a expressão referencial “este livro”, indica que o objeto, como ensina a gramática normativa, está, no texto, próximo do sujeito que fala. II - O pronome “este”, na expressão referencial “este livro”, indica um referente que, de forma repentina, se torna claro para o falante. III - O emprego do pronome “este”, na expressão em destaque, tem a função textual de pôr em relevo o referente.
Está correto o que se diz
TEXTO 1
O que é escrita?
Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).
Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.
Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).
Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.
Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.
Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.
(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)
Observe o seguinte fragmento: “Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos”. Nesse fragmento, o pronome sublinhado:
1) é adequado a um texto de nível formal.
2) funciona como um elemento de coesão.
3) retoma toda a afirmação anterior.
4) poderia também estar no plural.
Estão corretas:
LEIA o texto, abaixo, para responder à questão.

Veja, 7/1/2004
Quanto à construção da mensagem do texto publicitário, acima, verifica-se
Leia o texto III e responda a questão.
Texto III
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele,
que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver
com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo,
por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

