Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Em 1970, chegam às lojas o G.I. Joe Action Team. Agora ele não era mais um militar, era um aventureiro, possibilitando uma gama quase infinita de equipamentos e acessórios. O seu visual também mudou. Agora ele tinha versões com barba e tanto ela quanto o cabelo eram flocados, criando uma aparência mais realista e máscula. Também com essa intenção o molde do corpo foi mudado por um mais musculoso (o Muscle Body) e que agora era “vestido” com uma sunga azul. Essa nova linha, que durou de 1970 a 1976, foi a que deu origem ao Falcon.

O texto e as imagens dos bonecos G. I. Joe e
Falcon traduzem as

A palavra soft, em inglês, pode significar macio.
Na propaganda do hotel, essa palavra foi
usada para expressar a ideia de que os hotéis
da rede Soft Inn são

Na tirinha, os questionamentos da personagem Mafalda evidenciam a

O texto aborda o incêndio no Museu
Nacional do Brasil. As imagens retratadas
representam os(as)

As informações contidas no texto reforçam a
ideia de que
Amendoim mais rico
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) acaba de apresentar uma nova variedade de amendoim. Ela sobressai em relação à original por contar com 40% a mais de ácido oleico, um tipo de gordura monoinsaturada. “Esse nutriente ajuda a reduzir as taxas de triglicérides e aumentar as do colesterol HDL, que é benéfico para a saúde”, conta Ignácio José de Godoy, pesquisador do IAC. Há outra vantagem: o prazo de validade é maior. Para ter ideia, enquanto a vida de prateleira do amendoim comum varia entre quatro e seis meses, a do amendoim cheio de ácido oleico chega a um ano. Só o sabor permanece igualzinho.
Disponível em: http://saude.abril.com.br. Acesso em: 18 set. 2013 (adaptado).
O propósito do texto é

Disponível em: www.metro.sp.gov.br. Acesso em: 25 set. 2013.
De acordo com as informações do texto, seu objetivo é
Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias
escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso
diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de
muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e
qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras,
são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as
merendas ocupam função importante no dia a dia de certos
alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a
fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma
realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias
escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso
diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de
muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e
qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras,
são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as
merendas ocupam função importante no dia a dia de certos
alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a
fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma
realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias
escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso
diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de
muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e
qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras,
são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as
merendas ocupam função importante no dia a dia de certos
alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a
fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma
realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias
escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso
diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de
muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e
qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras,
são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as
merendas ocupam função importante no dia a dia de certos
alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a
fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma
realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias
escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso
diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de
muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e
qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras,
são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as
merendas ocupam função importante no dia a dia de certos
alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a
fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma
realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Fonte: KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A Queda do Céu: palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Na citação, o xamã yanomami, Davi Kopenawa, expressa sua visão sobre as atitudes dos brancos perante a floresta Amazônica e os povos indígenas. Com base na sua argumentação, assinale a alternativa CORRETA.
Ao se transpor o trecho para o discurso indireto, os termos sublinhados assumem a seguinte redação: