Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 9.960 questões
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218788
Português
Os Bruzundangas, obra pré-modernista de Lima Barreto, é uma criação ficcional de caráter satírico.
Assinale, entre as opções abaixo, a que corresponde a uma leitura correta da obra.
Assinale, entre as opções abaixo, a que corresponde a uma leitura correta da obra.
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218787
Português
Nos poemas de O arado, Zila Mamede aborda sua infância no sertão do Rio Grande do Norte. Para representar esse universo, o eu-lírico vale-se
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218786
Português
Texto associado
As questões 10, 11 e 12 referem-se a O Ateneu, de Raul Pompéia.
Na perspectiva do narrador, o ambiente do colégio interno é concebido como
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218785
Português
Texto associado
As questões 10, 11 e 12 referem-se a O Ateneu, de Raul Pompéia.
Sérgio, narrador-personagem do romance,
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218783
Português
Texto associado
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.


No trecho abaixo, as formas verbais em destaque estão no tempo presente.

Observando-se o registro culto da língua e a coerência temporal, a conversão desse presente em passado levaria as formas verbais, respectivamente, às seguintes flexões:

Observando-se o registro culto da língua e a coerência temporal, a conversão desse presente em passado levaria as formas verbais, respectivamente, às seguintes flexões:
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218782
Português
Texto associado
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.


Ocorre uma relação semântica de causa–conseqüência entre as orações que compõem o seguinte período:
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218778
Português
Texto associado
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.


As obras editadas pela República
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218777
Português
Texto associado
Com base no fragmento textual que segue, responda às questões 01, 02 e 03.


O sentido original do fragmento é mantido na seguinte reestruturação:
Ano: 2006
Banca:
COMPERVE - UFRN
Órgão:
UFRN
Provas:
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Francês
|
COMPERVE - 2006 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura e Inglês |
Q218775
Português
Texto associado
Com base no fragmento textual que segue, responda às questões 01, 02 e 03.


De acordo com o fragmento, o ser humano
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342236
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Sobre Manuel Bandeira, é correto afirmar que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342235
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, o poeta contesta o senso comum, isto é, a idéia de que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342234
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
O fato de o poeta reconhecer em si a existência do menino indica que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342233
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342232
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Para o poeta, o espelho é um amigo verdadeiro porque
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342231
Português
Texto associado
No último quadrinho, observando- se a expressão de Liberdade e o que ela diz — seja pela pontuação (???), seja pela reiteração do verbo (sabe) —, sua atitude revela
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342230
Português
Texto associado
Considerando- se o texto de Walcyr Carrasco e observando- se o comentário que a personagem Liberdade faz na tirinha, é certo afirmar que ela se revoltará contra uma velhice que seja
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342228
Português
Diante de mim estava uma senhora cheia de vida, disposta a aprender, apesar dos cabelos grisalhos.
Na frase, apesar dos cabelos grisalhos significa que
Na frase, apesar dos cabelos grisalhos significa que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342227
Português
Pode- se afirmar que, com a ida à exposição dos czares russos, o narrador teve a oportunidade de
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342226
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia os versos de Almeida Garrett para responder às questões
Este inferno de amar
Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há- de ela apagar?
Este inferno de amar
Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há- de ela apagar?
Nos versos de Garrett, predomina a função
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342225
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Assinale a alternativa correta.