Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Considerando a leitura do texto 2 e do romance Vidas secas, bem como o contexto em que a obra foi produzida, assinale a proposição CORRETA.
Sinha Vitória era mais inteligente que Fabiano, mas enganava-se nas contas, por desconhecer
o conceito de juros; assim, a cada vez que Fabiano acertava as contas com o patrão, este
precisava explicar-lhe pacientemente porque os resultados diferiam.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
pelo exposto no texto, pode-se inferir acertadamente que é urgente reduzir a diversidade
linguística, mediante imposição da variedade padrão a todos os brasileiros.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
reconhecer a diversidade linguística implica defender que os falantes não precisam dominar a
norma culta da língua pátria.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
falantes do português “não-padrão” também podem mostrar-se preconceituosos com relação
às variedades “não-padrão” da língua.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
para que a linguagem utilizada na Constituição não constitua fator de exclusão social, Bagno
propõe que nossa Carta Magna seja reescrita em linguagem mais compreensível, não tão
formal.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
a crença no mito de uma língua única, uniforme, coincidente com a norma padrão, está
estreitamente ligada a manifestações de preconceito linguístico.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
A partir da leitura do texto 1, é CORRETO afirmar que:
o emprego da expressão sem-língua (linha 7), análoga a sem-teto, sem-terra, permite supor
que a exclusão pela língua está associada a outros tipos de exclusão social.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
No trecho “uma variedade de português não-padrão, com sua gramática particular”
(linhas 8-9), o termo gramática refere-se às regras de bom uso da língua, respeitando a
norma culta.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
O pronome eles (linha 8) refere-se a escritores, jornalistas, instituições oficiais e órgãos do
poder.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
A afirmação de que existem milhões de brasileiros sem-língua só é cabível se crermos no
mito de que no Brasil se fala uma língua única, a qual coincide com a norma padrão.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2000. p. 16-19.
Com base na leitura do texto 1, assinale a proposição CORRETA.
Milhões de brasileiros, os sem-língua, são incapazes de falar qualquer língua de forma clara e
padronizada e, portanto, não conseguem se comunicar eficientemente.
Falamos a todo momento em dois mundos, em sua possível guerra, esquecendo quase sempre que existe um terceiro. É o conjunto daqueles que são chamados, no estilo Nações Unidas, de países subdesenvolvidos. Pois esse Terceiro Mundo ignorado, explorado, desprezado como o Terceiro Estado, deseja também ser alguma coisa.
ALFRED SAUVY
Adaptado de France-Observateur, 14/08/1952
Com essas palavras, o demógrafo e economista francês Alfred Sauvy caracterizou, na década de 1950, a expressão Terceiro Mundo.
No contexto das relações internacionais a que se refere o texto, esse conceito foi utilizado para a
crítica da:
A figura da mão saindo do computador e oferecendo ao possível leitor um objeto característico de outro espaço de leitura sugere principalmente o sentido de:
Esse processo de mistura e combinação pode ser relacionado diretamente ao seguinte trecho do texto de Ana Maria Machado:
Esse ponto de vista se relaciona com a seguinte constatação:
Esse pressuposto está sintetizado em:
A reescritura que preserva o sentido original do fragmento é:
Essa relação entre a memória da infância e uma reflexão sobre o presente está mais claramente estabelecida em:
Este é um conhecido processo retórico, pelo qual o autor adota o procedimento indicado em:
A diferença entre a reação das senhoras e a do Padre Carlos é indicada pelo uso das seguintes palavras:



