Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Texto
Gente diferenciada
Fernando de Barros e Silva

Vocabulário
gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.
(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião
A2)
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo.
“...no meio das pessoas que gritavam ‘é a elite
mais porca do Brasil’”.
Texto
Gente diferenciada
Fernando de Barros e Silva

Vocabulário
gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.
(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião
A2)
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo.
“A PM estava claramente orientada a não
contrariar os jovens”.
Leia atentamente o soneto a seguir.
Grinaldas e véus brancos, véus de neve,
Véus e grinaldas purificadores,
Vão as Flores carnais, as alvas Flores
Do sentimento delicado e leve.
Um luar de pudor, sereno e breve,
De ignotos e de prônubos pudores,
Erra nos pulcros, virginais brancores
Por onde o amor parábolas descreve...
Luzes claras e augustas, luzes claras
Douram dos templos as sagradas aras,
Na comunhão das níveas hóstias frias...
Quando seios pubentes estremecem,
Silfos de sonhos de volúpia crescem,
Ondulantes, em formas alvadias...
(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)
Vocabulário
prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.
pulcros: belos; formosos.
parábolas: narrações alegóricas.
aras: pedras de altar.
pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.
silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.
alvadias: brancas; alvas.
Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e
Sousa e nele se encontram as principais
características da poesia simbolista brasileira. Com
relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto,
assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o soneto a seguir.
Grinaldas e véus brancos, véus de neve,
Véus e grinaldas purificadores,
Vão as Flores carnais, as alvas Flores
Do sentimento delicado e leve.
Um luar de pudor, sereno e breve,
De ignotos e de prônubos pudores,
Erra nos pulcros, virginais brancores
Por onde o amor parábolas descreve...
Luzes claras e augustas, luzes claras
Douram dos templos as sagradas aras,
Na comunhão das níveas hóstias frias...
Quando seios pubentes estremecem,
Silfos de sonhos de volúpia crescem,
Ondulantes, em formas alvadias...
(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)
Vocabulário
prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.
pulcros: belos; formosos.
parábolas: narrações alegóricas.
aras: pedras de altar.
pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.
silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.
alvadias: brancas; alvas.
Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e
Sousa e nele se encontram as principais
características da poesia simbolista brasileira. Com
relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto,
assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o soneto a seguir.
Grinaldas e véus brancos, véus de neve,
Véus e grinaldas purificadores,
Vão as Flores carnais, as alvas Flores
Do sentimento delicado e leve.
Um luar de pudor, sereno e breve,
De ignotos e de prônubos pudores,
Erra nos pulcros, virginais brancores
Por onde o amor parábolas descreve...
Luzes claras e augustas, luzes claras
Douram dos templos as sagradas aras,
Na comunhão das níveas hóstias frias...
Quando seios pubentes estremecem,
Silfos de sonhos de volúpia crescem,
Ondulantes, em formas alvadias...
(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)
Vocabulário
prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.
pulcros: belos; formosos.
parábolas: narrações alegóricas.
aras: pedras de altar.
pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.
silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.
alvadias: brancas; alvas.
Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e
Sousa e nele se encontram as principais
características da poesia simbolista brasileira. Com
relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto,
assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o soneto a seguir.
Grinaldas e véus brancos, véus de neve,
Véus e grinaldas purificadores,
Vão as Flores carnais, as alvas Flores
Do sentimento delicado e leve.
Um luar de pudor, sereno e breve,
De ignotos e de prônubos pudores,
Erra nos pulcros, virginais brancores
Por onde o amor parábolas descreve...
Luzes claras e augustas, luzes claras
Douram dos templos as sagradas aras,
Na comunhão das níveas hóstias frias...
Quando seios pubentes estremecem,
Silfos de sonhos de volúpia crescem,
Ondulantes, em formas alvadias...
(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)
Vocabulário
prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.
pulcros: belos; formosos.
parábolas: narrações alegóricas.
aras: pedras de altar.
pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.
silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.
alvadias: brancas; alvas.
Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e
Sousa e nele se encontram as principais
características da poesia simbolista brasileira. Com
relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto,
assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o soneto a seguir.
Grinaldas e véus brancos, véus de neve,
Véus e grinaldas purificadores,
Vão as Flores carnais, as alvas Flores
Do sentimento delicado e leve.
Um luar de pudor, sereno e breve,
De ignotos e de prônubos pudores,
Erra nos pulcros, virginais brancores
Por onde o amor parábolas descreve...
Luzes claras e augustas, luzes claras
Douram dos templos as sagradas aras,
Na comunhão das níveas hóstias frias...
Quando seios pubentes estremecem,
Silfos de sonhos de volúpia crescem,
Ondulantes, em formas alvadias...
(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)
Vocabulário
prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.
pulcros: belos; formosos.
parábolas: narrações alegóricas.
aras: pedras de altar.
pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.
silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.
alvadias: brancas; alvas.
Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e
Sousa e nele se encontram as principais
características da poesia simbolista brasileira. Com
relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto,
assinale a alternativa correta.
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Como eu te amo
(...)
Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.
(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Como eu te amo
(...)
Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.
(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Como eu te amo
(...)
Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.
(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Como eu te amo
(...)
Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.
(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Como eu te amo
(...)
Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.
(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)
Desafio da Economia Verde
Ricardo Abromovay
Não está afastado o desafio de repensar nossos padrões de consumo, os estilos de vida e o próprio lugar do crescimento econômico nas sociedades


(Texto extraído de http://www.abramovay.pro.br/


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Ricardo Abromovay
Não está afastado o desafio de repensar nossos padrões de consumo, os estilos de vida e o próprio lugar do crescimento econômico nas sociedades


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