Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Assinale a alternativa cujo sentido difere ao do fragmento em destaque.
Para obter efeitos de sentido, os autores costumam valerse de diferentes recursos semânticos. A expressão sublinhada no fragmento acima – “febre dos melhoramentos” – exemplifica um caso de:
“Era um homem pequeno, magro, com um reduzido cavaignac (...)” (linhas 2-3)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Ao contrário da poesia de Manuel Bandeira, a de Carlos Drummond de Andrade não expressa, em nenhum momento, a preocupação do poeta com conjunturas políticas.
II. A linguagem de Manuel Bandeira, em Libertinagem, tende a um registro mais simples e coloquial do que a linguagem explorada por Carlos Drummond de Andrade em Claro enigma.
III. Tanto Manuel Bandeira como Carlos Drummond de Andrade demonstraram, em suas obras, que eram poetas inteiramente avessos aos princípios estéticos do movimento de 22.
Está correto o que se afirma em
Considere os parágrafos 5 e 6 e as afirmações abaixo.
I. O paralelo estabelecido, no parágrafo 5, entre o executivo se embebeda em casa e o palhaço do circo pobre constitui argumento a favor da ideia de que o atendimento a uma vocação pode levar a vivência de momentos pouco sedutores.
II. Na sequência (linhas 77 a 82) em que as unidades são articuladas por meio da preposição entre e da conjunção e, em cada uma delas exprime-se o contraste entre a possibilidade oferecida pela vocação e o cumprimento das promessas do mercado.
III. Na construção há as vozes poderosas do “mercado", essa entidade que acaba por reger tantas vidas, tem-se exemplo do seguinte uso: "quando, expresso um nome, o autor quer tornar saliente um traço que o caracteriza, ele o introduz por meio do pronome esse".
Está correto o que se afirma em
... somos capazes de ouvir bem essa voz supostamente instalada dentro de nós?
A frase acima (linhas 71 e 72) retoma conceito sobre essa voz já expresso em passagem anterior do texto. Assinale o segmento que apresenta explicitamente esse conceito.
O que não se pode esquecer é que o atendimento a uma vocação − seja ela qual for − é praticamente uma garantia de realização pessoal. Descontadas as condições indignas em que um trabalho se dê − caso da escravatura, da exploração de mão de obra barata, das atividades insalubres etc. − toda atividade pode ser intrinsecamente gratificante.
Considerados o acima transcrito, em seu contexto, e a norma-padrão escrita, é apropriado afirmar:
Essa voz atua com muita força, mas muitos de nós acabam por se desviar dela.
Outra formulação para a frase acima, que seja clara e correta e que não prejudique o sentido original, é
Toda criança ouve essa pergunta dezenas de vezes. Quase sempre há uma resposta, dada por ela mesma (bombeiro! piloto de fórmula 1! mágico! cantor!) ou pelos zelosos paizinhos (médico! engenheiro! advogado!). Ao que parece ninguém dá muita importância ao que se designa por “vocação”, do latim vocare, isto é, chamar: somos levados a exercer uma profissão para a qual fomos chamados. Vinda de fora ou de dentro de nós, essa “voz” nos leva a ser professores, músicos, atores, malabaristas – e até médicos e engenheiros, por que não?
No fragmento acima,
( ) Tanto a canção quanto o excerto apresentam a ambiguidade da relação positiva e negativa do homem com o mar.
( ) De acordo com o excerto de Amado, entre as possibilidades de trabalho no mar, exercer a atividade num navio é sonho acalentado por quase todos os meninos que saem das escolas.
( ) O repouso junto a orixás africanos pode ser visto como uma forma de suavizar a morte no mar, de acordo com a canção.
( ) Dulce vê o mar de modo benéfico, como um espaço para a liberdade do homem confinado às agruras da vida nas cidades.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

