Questões de Vestibular Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 5.386 questões

Ano: 2019 Banca: Instituto Consulplan Órgão: UNIFACIG Prova: Instituto Consulplan - 2019 - UNIFACIG - Vestibular de Medicina |
Q1370108 Português
Texto para responder às questão

A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

    A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

    Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

    Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

    O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

    Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

(Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
A sugestão de substituição para o trecho selecionado que manteria a correção gramatical e o sentido original do texto pode ser observada em:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369791 Português
Leia o Poema:

Lá vem o acendedor de lampiões da rua! Este mesmo que vem infatigavelmente, Parodiar o sol e associar-se à lua Quando a sombra da noite enegrece o poente!

Um, dois, três lampiões, acende e continua Outros mais a acender imperturbavelmente, À medida que a noite aos poucos se acentua E a palidez da lua apenas se pressente.

Triste ironia atroz que o senso humano irrita: Ele que doira à noite e ilumina a cidade, Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

Tanta gente também nos outros insinua Crenças, religiões, amor, felicidade, Como este acendedor de lampiões da rua
(Jorge de Lima)


Sobre a figura do acendedor de lampiões, o eu lírico manifesta sentimentos de:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369788 Português
Texto 3


O vício da tecnologia


    Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
    Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
    A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
    Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
    Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
    O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
    O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
    No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369787 Português
Texto 3


O vício da tecnologia


    Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
    Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
    A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
    Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
    Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
    O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
    O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
    No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369786 Português
Texto 2


Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

    Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
    Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
    Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
    A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369785 Português
Texto 2


Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

    Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
    Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
    Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
    A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369783 Português
Text 1


Put Working Memory to Work in Learning


    Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
    There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
    Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
    Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
    Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
    Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369782 Português
Text 1


Put Working Memory to Work in Learning


    Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
    There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
    Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
    Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
    Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
    Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
De acordo com o texto 1, a imigração pode solucionar os problemas gerados pelo envelhecimento da população porque:
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Ano: 2019 Banca: Inatel Órgão: Inatel Prova: Inatel - 2019 - Inatel - Vestibular - Junho |
Q1369365 Português
Vasco repudia "exposição constrangedora" de Sidão e elogia Casagrande

Após clubes e personalidades se manifestarem, foi a vez do Vasco comentar sobre a entrega do prêmio Craque do Jogo ao goleiro Sidão, após a derrota do cruzmaltino por 3 a 0 para o Santos. Em nota oficial, o clube carioca repudiou a "exposição constrangedora" de Sidão por parte da TV Globo, responsável pela entrega do prêmio de votação popular ao melhor jogador da partida. (uol.com.br)

Com base na leitura do texto, a entrega do prêmio após o resultado da partida configura:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Inatel Órgão: Inatel Prova: Inatel - 2019 - Inatel - Vestibular - Junho |
Q1369363 Português

As crianças andavam pelas calçadas, despreocupadas, como se não existisse perigo algum, mas os vigilantes continuavam tomando tranquilamente seus cafés.


A alternativa que apresenta o elemento de coesão que corrige o texto acima é:

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Ano: 2019 Banca: Instituto Consulplan Órgão: FMO Prova: Instituto Consulplan - 2019 - FMO - Vestibular - 2º DIA DE PROVA - TIPO 04 - AZUL |
Q1368557 Português
Observe as imagens a seguir, considere as afirmativas e indique V para as verdadeiras e F para as falsas.
Imagem associada para resolução da questão




( ) A imagem I recorre ao recurso da intertextualidade para identificar uma questão social problemática enfrentada pela sociedade atual.
( ) Pode-se afirmar que entre as imagens I e II há uma relação intertextual, havendo uma referência em uma delas a elementos existentes na outra.
( ) As duas imagens apresentadas têm a intertextualidade estabelecida entre si por uma oposição de ideias representada pelos elementos que as diferenciam.

A sequência está correta em
Alternativas
Q1368553 Português
Verão agrava consumo excessivo de álcool


    As bebidas alcoólicas caracterizam-se por conter etanol, uma substância psicoativa que afeta a função e neurotransmissão cerebral, e que possui propriedades intrínsecas capazes de levar à dependência. De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 3,3 milhões de pessoas morrem anualmente devido ao consumo desmedido de álcool, sendo este a quarta maior causa de morte em todo o mundo.
    Com a chegada do bom tempo e do período de férias, chegam também as atividades ao ar livre, as festas regionais e os festivais de música, circunstâncias que apelam ao consumo de bebidas alcoólicas, tradicionalmente associado ao relaxamento e à diversão. O efeito de desinibição social intrínseco ao álcool pode também ser motivo de procura em pessoas com maiores limitações na interação social, sobretudo jovens, como os que sofrem de fobia social, grupo de risco para desenvolver problemas relacionados com o álcool.
     O consumo excessivo de álcool constitui atualmente um sério problema de saúde pública, aumentando exponencialmente o risco de acidentes em meio aquático, de acidentes de viação, de consumo de outras substâncias estupefacientes, de comportamentos sexuais de risco e de comportamentos violentos.
     O abuso de bebidas alcoólicas no período de férias de verão é sobretudo preocupante nas faixas etárias mais jovens por múltiplas razões, das quais se deve realçar o potencial para precipitar um padrão de consumo regular e problemático que se perpetua após este período.

(Dra. Mônica Almeida – Psiquiatra da Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra. Disponível em: https://www.atlasdasaude.pt/publico/content/veraoagrava-consumo-excessivo-de-alcool.)
Assinale a alternativa que corresponde corretamente às informações e ideias presentes no texto.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2019 - Unimontes - MG - Vestibular - PAES - Segunda Etapa |
Q1352803 Português
Sabemos que, nas normas do português padrão, há critérios sintáticos, mais especificamente, para a escolha da pontuação. Entretanto, observamos, na atualidade, uma “pressa” que tem banido, sem perda da manutenção do sentido, as vírgulas de alguns enunciados em que elas eram bastante usadas. Pensando nisso, leia os trechos a seguir, retirados do texto, e aponte a alternativa em que o novo trecho, à direita, altera, pelo uso da vírgula, as características semânticas e/ou sintáticas do enunciado, se avaliamos o contexto em que este se insere.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2019 - Unimontes - MG - Vestibular - PAES - Segunda Etapa |
Q1352802 Português
Apresenta alteração sintático-semântica o trecho que se encontra à direita, na alternativa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2019 - Unimontes - MG - Vestibular - PAES - Segunda Etapa |
Q1352801 Português
Considerando o trecho “Ao longo da história, a noção de cultura teve distintos significados e matizes.” (linha 1), esse operador verbal em destaque
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2019 - Unimontes - MG - Vestibular - PAES - Segunda Etapa |
Q1352800 Português
Leia este trecho: “Em todas as épocas históricas e até a nossa, em qualquer sociedade concreta havia pessoas cultas e incultas e, entre esses dois extremos, pessoas mais ou menos cultas ou mais ou menos incultas. Ao mesmo tempo, essa classificação estava bastante clara para todo o mundo [...]” (Linhas 12-15)
Nesse trecho, para que haja uma produção de sentido efetiva, é necessário acionar recursos linguístico-cognitivos
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2019 - Unimontes - MG - Vestibular - PAES - Segunda Etapa |
Q1352799 Português
Esse texto retrata as fases e as alterações da noção de cultura ao longo da história. Também as palavras passam por mudanças, e itens lexicais outrora produtivos deixaram de sê-lo no português brasileiro atual. Sobre isso, tem-se que
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Instituto Consulplan Órgão: FMO Prova: Instituto Consulplan - 2019 - FMO - Vestibular - 2º DIA DE PROVA - MEDICINA - TIPO 04 - AZUL |
Q1351812 Português
Após a leitura do poema a seguir, analise as assertivas que estão corretamente relacionadas a ele de acordo com as características apresentadas.
Canção amiga
Eu preparo uma canção, em que minha mãe se reconheça todas as mães se reconheçam e que fale como dois olhos. [...] Aprendi novas palavras E tornei outras mais belas. Eu preparo uma canção que faça acordar os homens e adormecer as crianças.
(ANDRADE, C. D. Novos Poemas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948. Fragmento.)

I. É possível identificar que o texto tem como objetivo central a transmissão de uma orientação relevante ao leitor.
II. O exclusivo emprego de linguagem conotativa é elemento suficiente para a caracterização do texto como literário.
III. Sendo um texto literário, “Canção amiga” demonstra a exploração da capacidade significativa da língua para provocar determinada reação no leitor.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Instituto Consulplan Órgão: FMO Prova: Instituto Consulplan - 2019 - FMO - Vestibular - 2º DIA DE PROVA - MEDICINA - TIPO 04 - AZUL |
Q1351811 Português
Observe as imagens a seguir, considere as afirmativas e indique V para as verdadeiras e F para as falsas.
Imagem I
Imagem associada para resolução da questão


Imagem II
Imagem associada para resolução da questão


( ) A imagem I recorre ao recurso da intertextualidade para identificar uma questão social problemática enfrentada pela sociedade atual.
( ) Pode-se afirmar que entre as imagens I e II há uma relação intertextual, havendo uma referência em uma delas a elementos existentes na outra.
( ) As duas imagens apresentadas têm a intertextualidade estabelecida entre si por uma oposição de ideias representada pelos elementos que as diferenciam.

A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Instituto Consulplan Órgão: FMO Prova: Instituto Consulplan - 2019 - FMO - Vestibular - 2º DIA DE PROVA - MEDICINA - TIPO 04 - AZUL |
Q1351808 Português
Texto para responder à questão.

Verão agrava consumo excessivo de álcool

    As bebidas alcoólicas caracterizam-se por conter etanol, uma substância psicoativa que afeta a função e neurotransmissão cerebral, e que possui propriedades intrínsecas capazes de levar à dependência. De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 3,3 milhões de pessoas morrem anualmente devido ao consumo desmedido de álcool, sendo este a quarta maior causa de morte em todo o mundo.
    Com a chegada do bom tempo e do período de férias, chegam também as atividades ao ar livre, as festas regionais e os festivais de música, circunstâncias que apelam ao consumo de bebidas alcoólicas, tradicionalmente associado ao relaxamento e à diversão. O efeito de desinibição social intrínseco ao álcool pode também ser motivo de procura em pessoas com maiores limitações na interação social, sobretudo jovens, como os que sofrem de fobia social, grupo de risco para desenvolver problemas relacionados com o álcool.
     O consumo excessivo de álcool constitui atualmente um sério problema de saúde pública, aumentando exponencialmente o risco de acidentes em meio aquático, de acidentes de viação, de consumo de outras substâncias estupefacientes, de comportamentos sexuais de risco e de comportamentos violentos.
    O abuso de bebidas alcoólicas no período de férias de verão é sobretudo preocupante nas faixas etárias mais jovens por múltiplas razões, das quais se deve realçar o potencial para precipitar um padrão de consumo regular e problemático que se perpetua após este período. (Dra. Mônica Almeida – Psiquiatra da Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra.

Disponível em: https://www.atlasdasaude.pt/publico/content/veraoagrava-consumo-excessivo-de-alcool.)
Dentre os trechos destacados a seguir, é possível identificar a expressão de um ponto de vista em:
Alternativas
Respostas
1121: C
1122: C
1123: A
1124: E
1125: B
1126: D
1127: A
1128: C
1129: C
1130: A
1131: A
1132: B
1133: D
1134: B
1135: D
1136: A
1137: C
1138: C
1139: A
1140: B