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Questões de Vestibular Sobre coesão e coerência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 898 questões

Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1396366 Português

ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


Com base no texto 01, responda à questão.

Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere o termo sublinhado.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392519 Português
Assinale a alternativa em que o paralelismo sintático está corretamente estabelecido, como em “Qual a diferença entre os aprendizados da criança e do adulto quanto à língua?”. 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392518 Português
Sobre o enunciado “chegou-se a nós, providencialmente, outro brasileiro”, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392515 Português


Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


Com base no texto, responda à questão

Assinale a alternativa que apresenta expressão equivalente a “Por que” (texto 1, linha 05). 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392512 Português
Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a mesma relação de sentido presente em “Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam”.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392511 Português
Assinale a alternativa cuja reescrita do enunciado “Mesmo sendo um desafio, aprender uma segunda língua apresenta muitas vantagens” o mantém com o mesmo sentido do texto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392494 Português


Pá, pá, pá





VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201. 



Com base no texto, responda à questão

Nos enunciados a seguir, se retirarmos o termo destacado, a construção fica incoerente apenas em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392486 Português


Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


Com base no texto, responda à questão

Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere cada pronome destacado.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383506 Português
De um lado, ocorre que, hoje, cada vez mais intensamente, cresce o número de pessoas que, embora procurando trabalhar, não conseguem colocação e não contam com qualquer outra forma de sobrevivência. Assim, ainda que, objetivamente, haja condições para que disponham de mais tempo livre e possam preenchê-lo de forma mais independente, aumenta o número daqueles que, ao invés de tempo livre, vivem um tempo sem ocupação, sentem-se pressionados pela condição de nãotrabalho e, portanto, impedidos de crescerem enquanto indivíduos.” Fonte: Oliva-Augusto, Maria Helena. Tempo, indivíduo e vida social. Cienc. Cult. Out/dez 2002, vol 54, nº2, p.30-33.

As ideias do texto se mostram coerentes com a
Alternativas
Q1362879 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, considerando o texto.

Em “No fim, o círculo virtuoso se transforma num círculo infernal” (linhas 24-25), há um pleonasmo.
Alternativas
Q1362875 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Em “sair do círculo infernal da criação ilimitada de necessidade e de produtos e da frustração crescente que esta acarreta” (linhas 57-60), a palavra grifada é um pronome demonstrativo que se apresenta no feminino e no singular, porque retoma “criação ilimitada”, com que deve concordar em gênero e em número.
Alternativas
Q1362866 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

a palavra grifada, em “o Ocidente moderno o transformou em sua religião” (linhas 7-8), é um elemento coesivo que retoma a palavra “crescimento” (linha 7), cuja função morfossintática é de objeto direto.
Alternativas
Q1362619 Português
TEXTO 1
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari

(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao emprego de expressões linguísticas no texto.
Em “continuam dependentes deles” (linha 9), enquanto “continuam” remete a “jovens” (linha 1), “deles” retoma “pais” (linha 4).
Alternativas
Q1362617 Português
TEXTO 1
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari

(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao emprego de expressões linguísticas no texto.
“Além disso” (linha 28) trata-se de um mecanismo de coesão, ou de ligação, que, ao mesmo tempo em que remete à opinião expressa anteriormente, apresenta uma outra opinião mais enfática e aparentemente conclusiva.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2013 - Esamc - Vestibular |
Q1348050 Português

Texto para a questão.


    No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

    Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

[...]

    Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

    Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

(Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

“Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons...”. No trecho acima, o desejo de fraternidade do personagem 35 é amplificado pelo uso
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2013 - Esamc - Vestibular |
Q1348034 Português
Um olhar estrangeiro
Vanessa Jurgenfeld


    Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
    Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
    Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
    Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
    Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
(Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
O título do texto “Um olhar estrangeiro” se refere:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Universidade Presbiteriana Mackenzie Órgão: MACKENZIE Prova: Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2013 - MACKENZIE - vestibular |
Q1347195 Português

Texto para a questão

Texto I
Esses Moços
01 Esses moços, pobres moços
02 Ah! Se soubessem o que eu sei
03 Não amavam...
04 Não passavam aquilo que eu já passei
05 Por meus olhos
06 Por meus sonhos
07 Por meu sangue, tudo enfim
08 É que eu peço a esses moços
09 Que acreditem em mim
10 Se eles julgam
11 Que há um lindo futuro
12 Só o amor nesta vida conduz
13 Saibam que deixam o céu por ser escuro
14 E vão ao inferno
15 À procura de luz
16 Eu também tive nos meus belos dias
17 Essa mania que muito me custou
18 E só as mágoas eu trago hoje em dia
19 E essas rugas o amor me deixou!
Lupicínio Rodrigues (1948)

Texto II
Capítulo LXXIII / O contrarregra

Machado de Assis, Dom Casmurro (1899)

Obs.: dandy (dândi): homem elegante, que se traja com apuro
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: Universidade Presbiteriana Mackenzie Órgão: MACKENZIE Prova: Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2013 - MACKENZIE - vestibular |
Q1347190 Português
Texto para a questão
Diário de bordo

Carlos Heitor Cony
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: FGV Prova: FGV - 2013 - FGV - Vestibular em Administração |
Q1337016 Português
Capítulo um

     Antes de iniciar este livro, imaginei construí-lo pela divisão do trabalho.
    Dirigi-me a alguns amigos, e quase todos consentiram de boa vontade em contribuir para o desenvolvimento das letras nacionais. Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a pontuação, a ortografia e a sintaxe; prometi ao Arquimedes a composição tipográfica; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do Cruzeiro. Eu traçaria o plano, introduziria na história rudimentos de agricultura e pecuária, faria as despesas e poria o meu nome na capa.

                                                São Bernardo, Graciliano Ramos. 
Propõem-se, nas alternativas abaixo, reformulações para diferentes frases do texto. A única correta, do ponto de vista da norma-padrão, é:
Alternativas
Q1337010 Português
O pronome sublinhado no trecho “e o era em princípio” (último parágrafo) tem como referente o termo
Alternativas
Respostas
601: D
602: C
603: C
604: A
605: A
606: C
607: D
608: D
609: D
610: E
611: C
612: C
613: C
614: C
615: E
616: B
617: A
618: D
619: E
620: D