Questões de Vestibular Sobre romantismo em literatura

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Ano: 2010 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2010 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 2 - Inglês |
Q1346551 Literatura
Assinale a alternativa correta.
Nos estudos sobre o Romantismo no Brasil, a prosa romântica não pode ser dividida em gerações, como na poesia. A prosa romântica pode ser estudada em quatro “vertentes”: a prosa social-urbana, a prosa indianista, a prosa regionalista e a prosa histórica. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2010 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 2 - Inglês |
Q1346550 Literatura
Assinale a alternativa correta.
Nos estudos sobre o Romantismo no Brasil, o romance é considerado uma narrativa marcada por grandes conflitos humanos. O primeiro romancista popular brasileiro foi Joaquim Manuel de Macedo. 
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Q1336871 Literatura
Leia o poema de Gonçalves Dias e responda o que for correto.

Sobre o túmulo de um menino

O invólucro de um anjo aqui descansa,
Alma do céu nascida entre amargores,
Como flor entre espinhos! – tu, que passas,
Não perguntes quem foi. – Nuvem risonha
Que um instante correu no mar da vida;
Romper da aurora que não teve ocaso,
Realidade no céu, na terra um sonho!
Fresca rosa nas ondas da existência,
Levada à plaga eterna do infinito,
Como of´renda de amor ao Deus que o rege;
Não perguntes quem foi, não chores: passa. 
O verso “Romper da aurora que não teve ocaso” contextualiza, no tempo, o horário em que o eu lírico se encontra no cemitério atento ao túmulo do menino. Afetado internamente pela dor da morte do menino, o eu lírico transfere para a natureza (“aurora”, “ocaso”) o próprio sentimento de pesar.
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Q1336870 Literatura
Leia o poema de Gonçalves Dias e responda o que for correto.

Sobre o túmulo de um menino

O invólucro de um anjo aqui descansa,
Alma do céu nascida entre amargores,
Como flor entre espinhos! – tu, que passas,
Não perguntes quem foi. – Nuvem risonha
Que um instante correu no mar da vida;
Romper da aurora que não teve ocaso,
Realidade no céu, na terra um sonho!
Fresca rosa nas ondas da existência,
Levada à plaga eterna do infinito,
Como of´renda de amor ao Deus que o rege;
Não perguntes quem foi, não chores: passa. 
Na expressão “plaga eterna do infinito”, as palavras “eterna” e “infinito” evocam a ideia da morte. De fato, quando se pensa a morte como evento biológico, inevitável e irreversível, a única certeza inabalável é a de que a condição de estar morto é eterna e infinita.
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Q1336869 Literatura
Leia o poema de Gonçalves Dias e responda o que for correto.

Sobre o túmulo de um menino

O invólucro de um anjo aqui descansa,
Alma do céu nascida entre amargores,
Como flor entre espinhos! – tu, que passas,
Não perguntes quem foi. – Nuvem risonha
Que um instante correu no mar da vida;
Romper da aurora que não teve ocaso,
Realidade no céu, na terra um sonho!
Fresca rosa nas ondas da existência,
Levada à plaga eterna do infinito,
Como of´renda de amor ao Deus que o rege;
Não perguntes quem foi, não chores: passa. 
A estética romântica foi baseada na função utilitária e prática da Literatura, princípio herdado do Classicismo. Embora tivessem fascinação pela morte, os românticos também valorizavam a vida. Por isso, o eu lírico, diante do túmulo, lamenta a morte, mas pede ao interlocutor que não se demore em sua tristeza, como indica o verso “Não perguntes quem foi, não chores: passa.” O conselho ao interlocutor revela a necessidade de dominar a emoção e a subjetividade para aproveitar a vida, pois esta passa rápido. O Racionalismo clássico e a ideia de viver os prazeres da vida (carpe diem) são partes do ideário romântico.
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Q1336868 Literatura
Leia o poema de Gonçalves Dias e responda o que for correto.

Sobre o túmulo de um menino

O invólucro de um anjo aqui descansa,
Alma do céu nascida entre amargores,
Como flor entre espinhos! – tu, que passas,
Não perguntes quem foi. – Nuvem risonha
Que um instante correu no mar da vida;
Romper da aurora que não teve ocaso,
Realidade no céu, na terra um sonho!
Fresca rosa nas ondas da existência,
Levada à plaga eterna do infinito,
Como of´renda de amor ao Deus que o rege;
Não perguntes quem foi, não chores: passa. 
As palavras que descrevem o menino se referem à brevidade da existência: “nuvem”, “aurora”, “fresca rosa”, “ondas”. O uso de tais palavras é uma forma de mostrar como foi curta a vida daquele que está enterrado ali.
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Q1336867 Literatura
Leia o poema de Gonçalves Dias e responda o que for correto.

Sobre o túmulo de um menino

O invólucro de um anjo aqui descansa,
Alma do céu nascida entre amargores,
Como flor entre espinhos! – tu, que passas,
Não perguntes quem foi. – Nuvem risonha
Que um instante correu no mar da vida;
Romper da aurora que não teve ocaso,
Realidade no céu, na terra um sonho!
Fresca rosa nas ondas da existência,
Levada à plaga eterna do infinito,
Como of´renda de amor ao Deus que o rege;
Não perguntes quem foi, não chores: passa. 
O verso “O invólucro de um anjo aqui descansa” carrega duas metáforas (“invólucro” e “anjo”) e um eufemismo (“descansa”). As metáforas propõem uma comparação implícita, e o eufemismo supõe uma suavização de sentido. Assim sendo, a palavra “invólucro” remete tanto a caixão como a corpo do menino, a palavra “anjo” remete à criança, e a palavra “descansa” remete a está enterrado
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Q1336866 Literatura
Assinale o que for correto sobre o romance Senhora, de José de Alencar. 
O texto pertence à estética romântica e põe em evidência os encontros e desencontros entre Aurélia Camargo e Fernando Seixas. Embora casados, o casal vive muitos conflitos, pois Aurélia acusa Fernando de ser um interesseiro, uma vez que ele aceitou casar-se pelo dote, sem saber que ela era a noiva. Meses depois, Fernando consegue restituir a Aurélia o valor do dote e, assim, alcança sua redenção moral. No final do romance, o casal assume seus sentimentos, e o casamento é consumado na plenitude.
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Q1336865 Literatura
Assinale o que for correto sobre o romance Senhora, de José de Alencar. 
Após a cerimônia de casamento, Aurélia explica a Fernando Seixas: “Sou rica, muito rica, sou milionária; precisava de um marido, traste indispensável às mulheres honestas. O senhor estava no mercado; comprei-o”. Essas palavras de Aurélia mostram raiva, arrogância, baixam Fernando à categoria de “coisa”. A verdade, porém, é que a agressividade de Aurélia não é senão a vingança pela humilhação de ter sido trocada pelo dote de outra mulher. A raiva de Aurélia é uma máscara momentânea para esconder o amor que sente por Fernando, amor que será revelado no final do texto.
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Q1336864 Literatura
Assinale o que for correto sobre o romance Senhora, de José de Alencar. 
Senhora é narrado em terceira pessoa por um narrador intruso que, a todo momento, manifesta-se solidário ao comportamento de Fernando Seixas, quando este decide se casar com uma moça rica e, assim, garantir o futuro de sua família, empobrecida com a morte do pai. Em alguns momentos, o narrador chega a se colocar em primeira pessoa para explicar e justificar as atitudes de Fernando. Os constantes comentários e as defesas do narrador com relação a Fernando mostram uma postura machista que vê como legítimo o fato de o homem se envolver com várias moças até escolher a melhor pretendente.
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Q1336863 Literatura
Assinale o que for correto sobre o romance Senhora, de José de Alencar. 
O título do romance indica o tratamento cerimonioso concedido a Aurélia depois que recebe a herança do avô e se torna uma poderosa aristocrata e dona de engenhos. No entanto, o puritanismo aristocrata do século XIX não aceitava uma mulher solteira nos círculos sociais, o que faz Aurélia propor casamento a Fernando Seixas. Senhora é uma crítica ao conservadorismo moral da época.
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Q1336862 Literatura
Assinale o que for correto sobre o romance Senhora, de José de Alencar. 
Há situações que não se explicam segundo as leis lógicas e causais do mundo exterior ao texto. Essas situações tornam o romance uma expressão do “realismo mágico”, ou seja, a realidade lógica tal qual se apresenta no mundo físico é quebrada com o surgimento de seres sobrenaturais. Um dos exemplos desse realismo mágico no romance de Alencar é quando aparece o fantasma do avô para indicar o lugar onde escondeu, quando vivo, o seu tesouro.
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Q1336857 Literatura
Assinale o que for correto sobre estilos de época na literatura. 
A temática da morte associada ao amor consiste em um dos principais pilares do Romantismo. Trata-se de tomar a morte como promessa de descanso, refúgio para as dores nascidas como consequência do amor não correspondido. Os versos ultrarromânticos de Álvares de Azevedo, como os que seguem, são, nesse sentido, exemplares: “Não te rias de mim, meu anjo lindo!/ Por ti – as noites eu velei chorando,/ Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!”
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Ano: 2010 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1 |
Q1271925 Literatura
Sobre Iracema, também se pode afirmar o seguinte.  
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1 |
Q1271924 Literatura
Ainda sobre Iracema, de José de Alencar, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1 |
Q1271923 Literatura
Após a independência econômica e política faltava ao Brasil a independência cultural. Foi com essa vontade de construir uma literatura autenticamente brasileira e absolutamente diversa da portuguesa e europeia, que o nosso Romantismo estabeleceu seus parâmetros estéticos e ideológicos. Sobre o romance Iracema, de José de Alencar, aponte a alternativa correta:
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Ano: 2010 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2010 - UNICENTRO - Vestibular - Literatura |
Q1264718 Literatura
A questão refere-se ao fragmento abaixo.

Sou um guardador de rebanhos.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos
sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.
Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei a verdade e sou feliz.

O Guardador de Rebanhos. Alberto Caeiro IX.
Leia as assertivas abaixo e, em seguida, assinale a(s) correta(s).
I. Em “saber-lhe o sentido”, o pronome oblíquo tem a ideia de posse.
II. No texto, predomina a figura de linguagem denominada sinestesia.
III. As expressões sensoriais caracterizam a fase do Romantismo português.
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Ano: 2010 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2010 - UNICENTRO - Vestibular - Literatura 1 |
Q1263903 Literatura
      Tornou-se Pereira pálido, franzindo os sobrolhos e olhando de esguelha para quem tão imprudentemente elogiava assim, cara a cara, a beleza de sua filha; Inocência enrubesceu que nem uma romã; Cirino sentiu um movimento impetuoso, misturado de estranheza e desespero, e, lá da sua pele de tamanduá-bandeira, ergueu-se meio apavorado o anão.        Nem reparou Meyer e com a habitual ingenuidade prosseguiu:    –– Aqui, no sertão do Brasil, há o mau costume de esconder as mulheres.       Viajante não sabe de todo se são bonitas, se feias, e nada pode contar nos livros para o conhecimento dos que leem. Mas, palavra de honra, senhor Pereira, se todas se parecem com esta sua filha, é coisa muito e muito digna de ser vista e escrita! Eu...    –– O senhor não quer retirar-se? Interrompeu Pereira com modo áspero.    –– Pois não! Replicou o alemão.
TAUNAY, Visconde de. Inocência. Disponível em: <www.nead.unama.br> . Acesso em: 19 jun. 2010.

O diálogo entre as personagens Meyer, que representa a ideologia europeia, e Pereira, que traduz os valores sertanejos, evidencia
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Q1262417 Literatura

Leia o texto I e responda a questão.

 Texto I 

   Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.

    A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo

    Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças. 

    Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.

    Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse

(LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)

Contos gauchescos é uma obra representativa
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Ano: 2010 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2010 - PUC - RS - Vestibular - Prova 02 |
Q1262264 Literatura
INSTRUÇÃO: Para responder a questão, ler o trecho de Noite na taverna, de Álvares de Azevedo.
“– Quem eu sou? na verdade fora difícil dizê-lo: corri muito mundo, a cada instante mudando de nome e de vida. Fui poeta e como poeta cantei. Fui soldado e banhei minha fronte juvenil nos últimos raios de sol da águia de Waterloo. Apertei ao fogo da batalha a mão do homem do século. Bebi numa taverna com Bocage – o português, ajoelhei-me na Itália sobre o túmulo de Dante e fui à Grécia para sonhar como Byron naquele túmulo das glórias do passado. – Quem eu sou? Fui um poeta aos vinte anos, um libertino aos trinta, sou um vagabundo sem pátria e sem crenças aos quarenta. Sentei-me à sombra de todos os sóis, beijei lábios de mulheres de todos os países; e de todo esse peregrinar, só trouxe duas lembranças – um amor de mulher que morreu nos meus braços na primeira noite de embriaguez e de febre – e uma agonia de poeta... Dela tenho uma rosa murcha e a fita que prendia seus cabelos. Dele olhai... O velho tirou de um bolso um embrulho: era um lenço vermelho o invólucro; desataram-no: dentro estava uma caveira.”
O trecho selecionado recupera a fala de um velho que interrompe a história, contada pelo jovem Bertram, um dos rapazes presentes na Taverna. As palavras dessa personagem expressam, nas entrelinhas,
Alternativas
Respostas
241: C
242: E
243: E
244: C
245: E
246: C
247: C
248: C
249: C
250: E
251: E
252: E
253: C
254: B
255: D
256: D
257: D
258: E
259: C
260: E