Questões de Vestibular Sobre república autoritária : 1964- 1984 em história

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Ano: 2022 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2022 - UFGD - Vestibular |
Q3249432 História
[...] a história está no governo de Miguel Arraes em Pernambuco e as lutas dos camponeses, liderada por Januário, ganha força. Nando resolve ajudar o movimento. Com o golpe militar de 1964, o presidente João Goulart é deposto e Arraes afastado. Os líderes dos movimentos são perseguidos e diversas prisões feitas, inclusive a de Nando. Na cadeia, Nando passa por interrogatórios e sofre diversas torturas, principalmente torturas morais.
[...]
No décimo aniversário da morte de Levindo, Nando resolve comemorar a data com uma espécie de “quarup”. Ele reúne, então, seus antigos companheiros de lutas políticas, pescadores, prostitutas e amigos para o grande jantar. Este ritual acontece simultaneamente à grande Marcha da Família com Deus pela Liberdade (nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas por setores da sociedade, contra os protestos da população que era contra a ditadura militar). Muitos são presos, outros fogem e Nando é espancado quase até a morte. [...].
Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/quarup-resumo-da-obra-de-antonio-callado/. Acesso em: 31 jan. 2021 (fragmento/adaptado).

A obra Quarup, de Antônio Callado, publicada em 1967, retrata um país em conflito e oferece um contexto propício para leituras importantes sobre a história do Brasil, em especial, as relacionadas às tensões e aos conflitos sociais registrados nas décadas de 1950 e 1960. Em 1964, dias antes do Golpe Militar e da deposição do presidente João Goulart, ocorreu primeiramente em São Paulo a denominada Marcha da Família com Deus pela Liberdade, articulada pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES). Sobre essa marcha, assinale a alternativa correta. 
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Q2093126 História
(URCA/2022.2) Leia a letra da música Pra não dizer que não falei de flores, do músico compositor brasileiro, Geraldo Vandré: 
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não Nas escolas, nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não 

Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora... 

( Compositores: Dias Geraldo Pedrosa de Araujo © Editora E Imp. Musical Fermata Do Brasil)

O historiador brasileiro Marcos Napolitano, escreveu que "Na segunda metade dos anos 1960, Millôr Fernandes cunhou uma frase que expressa a estranha situação da cultura e das artes no Brasil entre 1964 e 1968: ´Se continuarem permitindo peças como Liberdade, Liberdade, vamos acabar caindo em uma democracia’. O artista se referia à peça teatral de sua autoria, junto com Flávio Rangel, grande sucesso de 1965, que era uma grande colagem de falas sobre a democracia e a liberdade, dos gregos antigos aos contemporâneos." (Marcos Napolitano, No entanto é preciso cantar, in. 1964: História do Regime Militar no Brasil, 2015, p. 97). 

Depois de estabelecer relação com a letra da música e o fragmento do texto de Marcos Napolitano, marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q2093125 História
(URCA/2022.2) Leia a matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo:
Recife proíbe homenagens a torturadores e violadores de direitos humanos - Lei vale para denominação de ruas, prédios, monumentos e totens públicos: Uma nova lei proíbe homenagens a violadores de direitos humanos, torturadores e escravocratas no Recife. A sanção foi feita pelo prefeito João Campos (PSB) na terça-feira (26). O projeto é de autoria da vereadora Dani Portela (PSOL) e tinha sido aprovado pela Câmara Municipal em junho. De acordo com a nova lei, estão proibidas homenagens a agentes sociais individuais ou coletivos que possuem ligação direta com a ordem escravista, as práticas de tortura e a ditadura militar, cujos nomes estejam presentes no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, e agentes do Estado condenados por violações aos direitos humanos. A regra vale para denominação de ruas, prédios, monumentos, bustos, estátuas e totens públicos. "Essa lei é importante para que não possamos seguir reproduzindo violências daqui para frente. Entender o que aconteceu no nosso passado é fundamental para não termos que revivê-lo no futuro", afirma a vereadora Dani Portela. A nova lei já está em vigor desde a publicação no Diário Oficial do Município, na terça (26).     (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/recife-proibe-homenagens-a-torturadores-e-violadores-de-direitos-humanos.shtml).
Segundo o cientista político brasileiro, Jairo Marconi Nicolau, em 1º de abril de 1964, um golpe de Estado, promovido por uma coalizão de militares e setores da elite política, afastou o presidente João Goulart e assumiu o poder no país. Chegava ao fim o regime iniciado em fins de 1945 e que, pela primeira vez na história brasileira, havia combinado a realização de eleições regulares e competitivas com alta taxa de incorporação de adultos ao processo eleitoral. Dentre todos os 17 Atos Institucionais baixados durante a vigência do Regime Civil Militar destaca-se a ampliação do número de vagas em escolas públicas no Brasil. 
I. A memória coletiva de uma sociedade não pode exaltar indivíduos ou práticas responsáveis por ações equivocadas no passado, especialmente quando essas ações feriram o direito de liberdade dos cidadãos. II. O número ampliado de vagas ofertadas durante o Regime Civil Militar estava relacionado ao cumprimento de metas políticas sem acompanhar o padrão de qualidade, resultando em uma grande massa de analfabetismo funcional. III. A proibição do uso de nomes de torturadores e violadores de direitos humanos do passado no tempo presente representa o cerceamento do direito da liberdade de expressão, condiciona o coletivo a uma perspectiva única da história. IV. O Ato Institucional número 5, AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais branda da ditadura militar brasileira.
Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UEMG Órgão: UEMG Prova: UEMG - 2022 - UEMG - Vestibular |
Q2054697 História
O golpe civil-militar de 1964 foi arquitetado e realizado por um conjunto de forças e interesses, composto por militares das Forças Armadas, empresários brasileiros, latifundiários (proprietários de grandes parcelas de terras) e por empresas estrangeiras instaladas no país, principalmente aquelas pertencentes ao setor automobilístico, além da Embaixada dos Estados Unidos. A deposição arbitrária de João Goulart (1961-1964) foi a expressão do início de uma ditadura que durou 21 anos sob o domínio do arbítrio e do terrorismo de Estado. O longo período da ditadura brasileira (1964-1985) foi caracterizado pelo endividamento externo; pela concentração de renda e pelo caráter repressivo. Caráter este marcado por sequestros de opositores; torturas; execução extrajudicial que, em muitos casos, era decorrência da própria tortura; ocultação de cadáver com o apoio de diversos elementos da sociedade civil (empresários e banqueiros) e dos núcleos do sistema repressivo. A partir do exposto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q2021195 História
       Fogo na história.

      Livros lançados no bicentenário da Independência reforçam onda de releitura do Brasil e destacam novos aspectos, como economia e contribuições de grupos periféricos no processo de emancipação.

Folha de S.Paulo, Ilustrada/Ilustríssima, 28/8/2022, capa (com adaptações).


       Império do golpismo.

      Os 200 anos do Brasil como nação independente foram marcados por constantes golpes, estados de sítio, disputa entre Poderes e projetos autoritários.


Folha de S.Paulo, Ilustrada/Ilustríssima, 4/9/2022, capa (com adaptações). 

Tendo os fragmentos de texto precedentes como referência inicial e considerando aspectos marcantes da República brasileira, julgue o item que se segue.


O golpe político de 1964 sepultou a experiência democrática liberal-conservadora inaugurada em 1946: à deposição do presidente João Goulart seguiu-se um regime militar autoritário que perdurou por duas décadas, cujo caráter ditatorial é emblematicamente expresso no Ato Institucional n.º 5 (AI 5). 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987257 História
O Ato Institucional n.º 5 (AI-5), de 1968, sacralizou o regime ditatorial militar brasileiro iniciado em 1964 com a concentração do poder no Executivo. A respeito da ditadura militar brasileira, ocorrida entre 1964 e 1985, julgue o item a seguir.
O AI-5 concedeu ao Executivo plenos poderes para prender qualquer cidadão brasileiro e para cassar-lhe os direitos políticos.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987256 História
O Ato Institucional n.º 5 (AI-5), de 1968, sacralizou o regime ditatorial militar brasileiro iniciado em 1964 com a concentração do poder no Executivo. A respeito da ditadura militar brasileira, ocorrida entre 1964 e 1985, julgue o item a seguir.
A Lei da Anistia permitiu a volta de exilados políticos, ao mesmo tempo em que impediu o julgamento de torturadores da ditadura militar brasileira.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987255 História
O Ato Institucional n.º 5 (AI-5), de 1968, sacralizou o regime ditatorial militar brasileiro iniciado em 1964 com a concentração do poder no Executivo. A respeito da ditadura militar brasileira, ocorrida entre 1964 e 1985, julgue o item a seguir.
O sistema pluripartidarista que havia sido extinto em 1964 foi restabelecido pelo AI-5. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987254 História
O Ato Institucional n.º 5 (AI-5), de 1968, sacralizou o regime ditatorial militar brasileiro iniciado em 1964 com a concentração do poder no Executivo. A respeito da ditadura militar brasileira, ocorrida entre 1964 e 1985, julgue o item a seguir.
Os direitos estabelecidos no AI-5 serviram como base para a formulação do art. 5.º da Constituição Federal de 1988.
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Ano: 2021 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2021 - UFGD - Vestibular |
Q3250665 História
Em 14 de dezembro de 1968, o Jornal do Brasil, um dos mais importantes matutinos da época, foi às bancas com uma edição cuidadosamente planejada para provocar estranheza. Entre as bizarrices, o jornal estampou o aviso “Ontem foi o dia dos Cegos” e a previsão meteorológica na primeira página. Não satisfeito, anunciou: “Tempo negro, Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos”. O dia era de sol forte e céu escandalosamente azul, mas a edição falava sério: tentava alertar o leitor da presença de censores na redação – naquela madrugada, entrara em funcionamento uma operação militar destinada a censurar toda a imprensa nacional.
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015, p. 455.

Em dezembro de 1968, a ditadura civil-militar brasileira impôs ao país o Ato Institucional nº 5 – o AI 5. Esse ato marcou o endurecimento do regime que governou o país entre 1964 e 1985. É correto afirmar que o AI 5
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Q1983780 História

Especialistas debatem influências do movimento estudantil atual. Para eles, o mais importante ato da sociedade brasileira contra a Ditadura Militar, que completou 50 anos, foi a chamada Passeata dos 100 mil, que ocorreu no Rio de Janeiro. Estudantes, políticos, intelectuais e trabalhadores enviaram sua mensagem ao governo militar. A manifestação foi pacífica, diferente de outras que aconteceram naquele ano de 1968. Para os professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, os frutos da Passeata reverberam até hoje entre os jovens.

Disponível em: www.jornaldausp.com.br.

Acesso em: 14 set. 2019 (adaptado).


Na atualidade, o movimento descrito no texto foi importante para a construção da ideia de

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Q1860426 História
Considerando os governos civis estabelecidos no Brasil após o fim do período ditatorial que durou de 1964 a 1985, assinale a afirmação verdadeira.
Alternativas
Q1803259 História
Responsável por ações que resultaram nos sequestros do cônsul-geral do Japão e dos embaixadores da Alemanha e da Suíça, o grupo que foi considerado um dos mais atuantes na luta armada durante a ditadura militar instaurada pós1964 no Brasil era denominado
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Q1803258 História
Durante o século XX, a história do Brasil foi marcada pela ocorrência de dois grandes períodos ditatoriais: o Estado Novo, de 10 de novembro de 1937 a 31 de janeiro de 1946, durante o governo de Getúlio Vargas, e a Ditadura Militar instaurada após o golpe de 31 de março de 1964. Considerando esses dois períodos, numere os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:
1. Estado Novo; 2. Ditadura Militar.
( ) Criação do Departamento de Imprensa e Propaganda — DIP — que implantou a censura à imprensa e à propaganda do regime. ( ) Instauração do Ato Institucional nº 5, que estabeleceu a censura prévia de música, cinema, teatro e televisão, e a proibição de reuniões não autorizadas pelas autoridades. ( ) Criação do DOI-CODI, com o objetivo de coordenar e integrar as ações dos órgãos de repressão a indivíduos ou organizações contrárias ao regime. ( ) Prisão e tortura de opositores do regime, como Pagu, Graciliano Ramos e Carlos Marighela pela polícia subordinada a Filinto Müller.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795877 História
“Art. 4- No interesse de preservar a Revolução, o Presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e sem as limitações previstas na Constituição, poderá suspender os direitos políticos de quaisquer cidadãos pelo prazo de 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.
Art 10. Fica suspensa a garantia de habeas corpus, nos casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem económica e social e a economia popular.
Art. 11. Excluem-se de qualquer apreciação judicial todos os atos praticados de acordo com este Ato Institucional Complementares, bem como os respectivos efeitos.”
Ato Institucional Nº 5 (AI-5), 13/12/1968
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ait/ait-05-68.htm Acesso em 29/05/2021.
O AI-5 foi responsável pelo endurecimento da ditadura militar brasileira, dando início a um período histórico comumente conhecido como “os anos de chumbo”.
Uma consequência das medidas criadas pelo AI-5 foi a
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Ano: 2021 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2021 - UERJ - Vestibular - Exame Único |
Q1770267 História
Cidade relembra cerco que a fez queimar livros de Paulo Freire
Maria Eneide Araújo, de 63 anos, escondeu seus cadernos embaixo do colchão. Não queria perder a recordação da alfabetização, mas não teve jeito. Os boatos de que aquelas anotações poderiam levar seu pai e sua mãe presos, após o golpe militar de 1964, fizeram com que Eneide as entregasse, e todas foram queimadas. Em Angicos, no sertão do Rio Grande do Norte, outras pessoas fizeram o mesmo naqueles meados dos anos 1960: quem não queimou enterrou cadernos e livros que os ligassem às aulas dos monitores orientados por Paulo Freire.
A cidade potiguar recebeu em 1963 o primeiro experimento do método criado pelo educador para alfabetização de adultos, e o objetivo era ambicioso: ensinar 300 pessoas a ler em 40 horas de aulas, em projeto que ficou conhecido como as 40 horas de Angicos. Passados 57 anos, Freire e seu método baseado no uso de palavras e vivências do cotidiano dos alunos são hoje o principal alvo da política educacional do governo federal.
Marcel Rizzo
Adaptado de Folha de São Paulo, 04/02/2020.
O episódio relatado na reportagem, assim como a prisão e o exílio do pesquisador Paulo Freire, estiveram associados às ações repressoras instituídas logo após a deposição do presidente João Goulart, em 1964. Naquela conjuntura política, os novos governantes justificaram ações dessa natureza alegando a necessidade de evitar um contexto de:
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 2º Dia |
Q1679931 História
A política externa do Governo João Batista Figueiredo (1979-1985) manteve-se próxima à do governo Geisel, tendo apenas uma pequena modificação no campo de atuação e linguagem.
Fonte: ALTEMANI, Henrique. Política externa brasileira. São Paulo: Saraiva, 2005. (Adaptado)

As principais características da política externa do governo citado no texto foram
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 2º Dia |
Q1679928 História
Imagem associada para resolução da questão

A cena do documentário retratado na imagem resgata a trajetória dos atores e bailarinos que se tornaram símbolo da contracultura no Brasil de 1970, ao confrontar a Ditadura Civil-Militar por meio da
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Ano: 2021 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2021 - UPE - Vestibular - 3º Fase - 2º Dia |
Q1679926 História
A imagem do Rio de Janeiro, em 1º de abril de 1964, retrata qual característica política do regime instalado no Brasil?
Imagem associada para resolução da questão
1964: que dizem os novos estudos históricos. Disponível em: https://outraspalavras.net/outrasmidias/golpe-de-1964-o-que-dizem-os-novos-estudos-historicos/ Acesso em: 08 ago. 2020.
Alternativas
Q1676016 História

“Mudar a vida e transformar o mundo. O ano de 1968 foi o da ousadia, da recusa dos partidos políticos tradicionais, com forte distanciamento da política oficial, recusa do mundo da mercadoria e dos valores burgueses e opressivos, e também recusa do marxismo burocratizado da União Soviética”. (CARMO, Paulo Sérgio do. 1950 - Culturas de Rebeldia: a juventude em questão. São Paulo. SENAC, 2001, p.80). A segunda metade do século XX foi marcada por tensões políticas, econômicas, sociais e culturais.


Nesse contexto alguns eventos se fizeram protagonistas:


I) Movimento estudantil com objetivos contraditórios ao modelo de sociedade burguês e a ditadura militar;

II) Movimento feminista questionando os costumes historicamente opressores e excludentes do sexo feminino. Luta por equidade de direitos, uso de pílula anticoncepcional, entre outros.

III) Decreto do Ato Institucional nº5 censurando os meios de comunicação e privando a sociedade de expressão. A fase mais tenebrosa da ditadura militar.
Entre estas afirmativas estão corretas:

Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: A
24: C
25: C
26: C
27: C
28: E
29: E
30: C
31: C
32: D
33: B
34: C
35: D
36: D
37: D
38: C
39: B
40: E