Questões de Vestibular Sobre história
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Pedro de Magalhães Gandavo. Tratado da terra do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2008, p. 53 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, julgue o seguinte item, acerca da política indigenista na América portuguesa.
Apesar da violência do contato com os colonizadores e dos prejuízos culturais, os indígenas utilizaram os aldeamentos como espaços de reelaboração identitária, resistindo à colonização.
Pedro de Magalhães Gandavo. Tratado da terra do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2008, p. 53 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, julgue o seguinte item, acerca da política indigenista na América portuguesa.
A guerra justa legitimava a escravidão dos indígenas que permanecessem hostis aos portugueses em suas aldeias.
Svetlana Aleksiévtitch. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Cia das Letras, 2016, p.16.
Tendo como referência inicial o texto precedente, julgue o item que se segue.
A Guerra do Vietnã foi fruto da oposição entre o bloco socialista soviético e o capitalista americano, no período chamado de Guerra Fria.
Svetlana Aleksiévtitch. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Cia das Letras, 2016, p.16.
Tendo como referência inicial o texto precedente, julgue o item que se segue.
A entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial ocorreu após a revolução socialista em 1917.
Svetlana Aleksiévtitch. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Cia das Letras, 2016, p.16.
Tendo como referência inicial o texto precedente, julgue o item que se segue.
O extermínio das pessoas com deficiência integrava a ideologia nazista, que propunha a pureza e o aperfeiçoamento da raça ariana.
As grandes navegações da Era Moderna foram responsáveis pelo início da dizimação dos povos nativos da recém-nomeada América. Acerca desse período, julgue o item.
A antropofagia era praticada pelas sociedades incas e
astecas, e era considerada um costume abominável pelos
grupos tupi.
O sistema de encomienda usado pelos espanhóis permitia a exploração do trabalho forçado indígena em troca da evangelização cristã.
Os aldeamentos ou missões foram espaços criados pelas ordens missionárias para a manutenção da religiosidade ancestral tupi.
A prática da guerra justa levou ao extermínio e à escravização de diversos povos tupis que habitavam o litoral da América.
Os primeiros núcleos urbanos surgiram com a produção pastoril, que adentrou a oeste do país.
Na década de 1920, a sociedade brasileira viveu um período de grande efervescência e profundas transformações. Mergulhado numa crise cujos sintomas se manifestaram nos mais variados planos, o país experimentou uma fase de transição cujas rupturas mais drásticas se concretizaram a partir do movimento de 1930.
FERREIRA, Marieta de Moraes e PINTO, Surama Conde Sá.
“A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930”.
In: FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília. O Brasil republicano.
Vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
Duas das transformações socioeconômicas que contribuíram para a ruptura mais drástica indicada foram:
Portugueses: Toda a força é insuficiente contra a vontade de um Povo, que não quer virar escravo: a História do Mundo confirma esta verdade, confirmam-na ainda os rápidos acontecimentos que tiveram lugar neste vasto Império embaído, a princípio, pelas lisonjeiras promessas do Congresso de Lisboa, convencido logo depois das falsidades delas, traído em seus direitos mais sagrados, em seus interesses mais claros não lhe apresentando o futuro outra perspectiva, senão a da recolonização e a do despotismo legal (…) o grande e generoso Povo Brasileiro (…) foi unanime em escolher-me para seu defensor Perpétuo, honroso encargo que com ufania aceitei e que saberei desempenhar à custa de todo meu sangue.
Proclamação do imperador D. Pedro I aos portugueses, 21/10/1822.
Disponível no Arquivo Nacional.
A partir do documento, o processo descrito na carta e uma de suas causas foram, respectivamente:
Polêmica antiga ressurge nas redes sociais
A reportagem acessou o Maps e verificou os nomes dos territórios da Cisjordânia e Gaza, ambos demarcados com uma linha tracejada, usada pela plataforma para indicar limites territoriais em disputa. Quando se trata de áreas não disputadas, a linha é cinza e sólida. Ao aproximar a imagem, aparece no contorno da linha a frase “1950 – linha do acordo de armistício”.
(www.uol.com.br, 16.07.2020.)
A representação espacial questionada no título da reportagem reflete
(Marcos Silva. Ditadura relativa e negacionismos, 2021.)
O excerto compreende o processo de redemocratização brasileiro nos anos 1980 como
A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial.
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)
A contradição entre os dois parágrafos do excerto justifica-se, pois havia
Deixando de lado as características peculiares dessa sociedade urbana em expansão, a razão para a crescente debilidade de qualquer expressão política especificamente urbana era a posição peculiar da cidade no sistema econômico e fiscal, consolidado pelo contínuo progresso do setor com base na exportação de produtos agrícolas e pecuários.
(Tulio Halperín Donghi. “A economia e a sociedade na América espanhola do pós-independência”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina, v. 3, 2004.)
O excerto apresenta uma experiência histórica vivida por alguns países hispano-americanos, e também pelo Brasil, entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do XX. Tal situação
(José Bonifácio de Andrada e Silva, 1825. Apud: Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017. Adaptado.)
A manifestação de uma das principais lideranças do país, logo após a independência política, revela a
(Apud: Peter Burke. A fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV, 2009.)
A imagem associa a França do século XVII à Roma Antiga,
Paradoxalmente, os negros utilizaram as irmandades para resguardar valores culturais, em especial suas crenças religiosas. [...] Tudo leva a crer que, a partir da realidade vivida naquela época, bem como considerando as dificuldades, o negro recriou e reinterpretou a cultura dominante, adequando-a à sua maneira de ser.
(Ana Lúcia Valente. “As irmandades de negros: resistência e repressão”. In: Horizonte, v. 9, no 21, 2011.)
Segundo o excerto, as irmandades religiosas de negros, no Brasil colonial, eram