Questões de Vestibular Sobre história
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Na década de 1920, a sociedade brasileira viveu um período de grande efervescência e profundas transformações. Mergulhado numa crise cujos sintomas se manifestaram nos mais variados planos, o país experimentou uma fase de transição cujas rupturas mais drásticas se concretizaram a partir do movimento de 1930.
FERREIRA, Marieta de Moraes e PINTO, Surama Conde Sá.
“A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930”.
In: FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília. O Brasil republicano.
Vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
Duas das transformações socioeconômicas que contribuíram para a ruptura mais drástica indicada foram:
Portugueses: Toda a força é insuficiente contra a vontade de um Povo, que não quer virar escravo: a História do Mundo confirma esta verdade, confirmam-na ainda os rápidos acontecimentos que tiveram lugar neste vasto Império embaído, a princípio, pelas lisonjeiras promessas do Congresso de Lisboa, convencido logo depois das falsidades delas, traído em seus direitos mais sagrados, em seus interesses mais claros não lhe apresentando o futuro outra perspectiva, senão a da recolonização e a do despotismo legal (…) o grande e generoso Povo Brasileiro (…) foi unanime em escolher-me para seu defensor Perpétuo, honroso encargo que com ufania aceitei e que saberei desempenhar à custa de todo meu sangue.
Proclamação do imperador D. Pedro I aos portugueses, 21/10/1822.
Disponível no Arquivo Nacional.
A partir do documento, o processo descrito na carta e uma de suas causas foram, respectivamente:
Polêmica antiga ressurge nas redes sociais
A reportagem acessou o Maps e verificou os nomes dos territórios da Cisjordânia e Gaza, ambos demarcados com uma linha tracejada, usada pela plataforma para indicar limites territoriais em disputa. Quando se trata de áreas não disputadas, a linha é cinza e sólida. Ao aproximar a imagem, aparece no contorno da linha a frase “1950 – linha do acordo de armistício”.
(www.uol.com.br, 16.07.2020.)
A representação espacial questionada no título da reportagem reflete
(Marcos Silva. Ditadura relativa e negacionismos, 2021.)
O excerto compreende o processo de redemocratização brasileiro nos anos 1980 como
A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial.
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)
A contradição entre os dois parágrafos do excerto justifica-se, pois havia
Deixando de lado as características peculiares dessa sociedade urbana em expansão, a razão para a crescente debilidade de qualquer expressão política especificamente urbana era a posição peculiar da cidade no sistema econômico e fiscal, consolidado pelo contínuo progresso do setor com base na exportação de produtos agrícolas e pecuários.
(Tulio Halperín Donghi. “A economia e a sociedade na América espanhola do pós-independência”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina, v. 3, 2004.)
O excerto apresenta uma experiência histórica vivida por alguns países hispano-americanos, e também pelo Brasil, entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do XX. Tal situação
(José Bonifácio de Andrada e Silva, 1825. Apud: Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017. Adaptado.)
A manifestação de uma das principais lideranças do país, logo após a independência política, revela a
(Apud: Peter Burke. A fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV, 2009.)
A imagem associa a França do século XVII à Roma Antiga,
Paradoxalmente, os negros utilizaram as irmandades para resguardar valores culturais, em especial suas crenças religiosas. [...] Tudo leva a crer que, a partir da realidade vivida naquela época, bem como considerando as dificuldades, o negro recriou e reinterpretou a cultura dominante, adequando-a à sua maneira de ser.
(Ana Lúcia Valente. “As irmandades de negros: resistência e repressão”. In: Horizonte, v. 9, no 21, 2011.)
Segundo o excerto, as irmandades religiosas de negros, no Brasil colonial, eram
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
Além do motivo apresentado no excerto, contribuíram para que Portugal se lançasse à expansão marítima
(Mary Beard. SPQR: uma história da Roma antiga. São Paulo, 2017. Adaptado.)
O excerto critica os estereótipos de Roma e Grécia antigas. Essa crítica justifica-se, pois
O papel do Estado foi fundamental para transformar a estrutura produtiva do país em direção ao modelo de desenvolvimento econômico alicerçado no setor industrial, na produção para o mercado interno de bens de consumo não duráveis, no controle do movimento sindical e na elaboração de legislação trabalhista.
O trecho se refere
( ) Os regimes ditatoriais do Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Brasil participaram da Operação Condor, organizada para combater seus oponentes internos.
( ) O governo socialista em Cuba recebeu apoio militar e financeiro da União Soviética, sofrendo o embargo econômico imposto pelos Estados Unidos.
( ) No Brasil, Argentina e Uruguai, os regimes autoritários foram instalados por meio de golpes militares que, em seguida, foram legitimados por consulta eleitoral.
As afirmativas são, respectivamente,
Sobre o comércio atlântico de escravos, assinale a afirmativa correta.
Após a derrota da França napoleônica, o Congresso de Viena criou um novo "concerto europeu", que estabeleceu um equilíbrio entre as grandes potências europeias. Por outro lado, esse equilíbrio tornou-se um motor de expansionismo, ao longo do século XIX, pois a guerra foi exportada para fora do Europa: a corrida imperialista levou as nações europeias ao confronto entre si, na disputa por mercados e territórios. Essa dinâmica de paz e guerra é retratada nos principais tratados internacionais firmados entre Viena e Versalhes.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente o tratado citado e seus impactos para a política internacional.
A respeito da globalização das doenças nos últimos cinco séculos, assinale a afirmativa correta.
Sobre o uso da religião como fonte da autoridade política nas grandes civilizações antigas, analise as afirmativas a seguir.
I. No caso babilônico, o poder real era exercido no terreno religioso e nele encontrava sua legitimidade, que se materializava no estabelecimento de códigos.
II. No Egito Antigo, o faraó, considerado a encarnação de um deus vivo na Terra, monopolizava as relações entre o mundo dos homens e o dos deuses, por meio do culto e dos sacrifícios.
III. No mundo greco-romano, a figura do rei-sacerdote permanece viva com Augusto, que se tornou chefe supremo da Igreja Romana, e se fez adorar como deus na parte oriental do Império.
Está correto o que se afirma em