Questões de Vestibular Sobre história

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Ano: 2022 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2022 - UFGD - Vestibular |
Q3249431 História
Ao regressar de Minas, D. Pedro I tentou entrar no Rio como nas festas anteriores, que referendavam sua soberania. Contudo, as tropas não enfileiraram, não houve parada militar, o imperador não se pôde alinhar com seu povo em armas. No decorrer de março, os tumultos estendiam-se da noite para o dia, espalhando o medo pela cidade e a impressão de um iminente tumulto.
Souza, I. L. C. Pátria coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831). São Paulo: UNESP, 1999, p. 343 (fragmento).

O texto demonstra instabilidades que antecederam à abdicação de D. Pedro I ao trono, em 1831. Ao longo do Primeiro Reinado, incluem-se como principais motivos do desgaste político do imperador: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2022 - UFGD - Vestibular |
Q3249430 História
A campanha das Diretas Já tinha dimensão cívica, natureza republicana e jeito de festa. [...] O palanque dos comícios reunia as principais lideranças da frente suprapartidária – Ulysses Guimarães, Leonel Brizola, Lula, Tancredo Neves, Fernando Henrique Cardoso, Franco Montoro –, e os discursos eram acompanhados por uma multidão eufórica e comovida. Por outro lado, o engajamento de intelectuais do porte de Antônio Cândido, Lygia Fagundes Telles e Celso Furtado, de jogadores de futebol, como Sócrates e Reinaldo, e de artistas, como Chico Buarque, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, Juca de Oliveira, Fernanda Montenegro e Fafá de Belém, foi decisivo para difundir as representações e os ideais de um projeto democrático. A campanha era tão grandiosa que acendeu na população a esperança de vitória.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 484 (fragmento).

Nos anos iniciais da década de 1980, o processo de redemocratização do Brasil marcou-se pela campanha das Diretas Já. Sobre esse movimento popular, assinale a alternativa correta. 
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Q2093131 História
(URCA/2022.2) "Mas enquanto encantava os naturalistas, a floresta também oferecia as razões econômicas para a exploração e ocupação do Brasil. O bloqueio das rotas comerciais para o Oriente após a tomada de Constantinopla pelos Mouros, em 1453, tornou as fontes alternativas de especiarias e de outros produtos extremamente lucrativas, e os europeus logo perceberam o potencial econômico do pau-brasil (Caesalpina echinata)" (TONHASCA JR, 2005, p.2).
O texto acima faz referência ao processo de ocupação dos portugueses:
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Q2093127 História
(URCA/2022.2) Acerca das concepções ideológicas que orientam a vida em sociedade nos aspectos economicistas, políticos e culturais, após observar as duas charges abaixo, marque a alternativa CORRETA:
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Alternativas
Q2093126 História
(URCA/2022.2) Leia a letra da música Pra não dizer que não falei de flores, do músico compositor brasileiro, Geraldo Vandré: 
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não Nas escolas, nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não 

Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora... 

( Compositores: Dias Geraldo Pedrosa de Araujo © Editora E Imp. Musical Fermata Do Brasil)

O historiador brasileiro Marcos Napolitano, escreveu que "Na segunda metade dos anos 1960, Millôr Fernandes cunhou uma frase que expressa a estranha situação da cultura e das artes no Brasil entre 1964 e 1968: ´Se continuarem permitindo peças como Liberdade, Liberdade, vamos acabar caindo em uma democracia’. O artista se referia à peça teatral de sua autoria, junto com Flávio Rangel, grande sucesso de 1965, que era uma grande colagem de falas sobre a democracia e a liberdade, dos gregos antigos aos contemporâneos." (Marcos Napolitano, No entanto é preciso cantar, in. 1964: História do Regime Militar no Brasil, 2015, p. 97). 

Depois de estabelecer relação com a letra da música e o fragmento do texto de Marcos Napolitano, marque a alternativa correta: 

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Q2093125 História
(URCA/2022.2) Leia a matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo:
Recife proíbe homenagens a torturadores e violadores de direitos humanos - Lei vale para denominação de ruas, prédios, monumentos e totens públicos: Uma nova lei proíbe homenagens a violadores de direitos humanos, torturadores e escravocratas no Recife. A sanção foi feita pelo prefeito João Campos (PSB) na terça-feira (26). O projeto é de autoria da vereadora Dani Portela (PSOL) e tinha sido aprovado pela Câmara Municipal em junho. De acordo com a nova lei, estão proibidas homenagens a agentes sociais individuais ou coletivos que possuem ligação direta com a ordem escravista, as práticas de tortura e a ditadura militar, cujos nomes estejam presentes no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, e agentes do Estado condenados por violações aos direitos humanos. A regra vale para denominação de ruas, prédios, monumentos, bustos, estátuas e totens públicos. "Essa lei é importante para que não possamos seguir reproduzindo violências daqui para frente. Entender o que aconteceu no nosso passado é fundamental para não termos que revivê-lo no futuro", afirma a vereadora Dani Portela. A nova lei já está em vigor desde a publicação no Diário Oficial do Município, na terça (26).     (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/recife-proibe-homenagens-a-torturadores-e-violadores-de-direitos-humanos.shtml).
Segundo o cientista político brasileiro, Jairo Marconi Nicolau, em 1º de abril de 1964, um golpe de Estado, promovido por uma coalizão de militares e setores da elite política, afastou o presidente João Goulart e assumiu o poder no país. Chegava ao fim o regime iniciado em fins de 1945 e que, pela primeira vez na história brasileira, havia combinado a realização de eleições regulares e competitivas com alta taxa de incorporação de adultos ao processo eleitoral. Dentre todos os 17 Atos Institucionais baixados durante a vigência do Regime Civil Militar destaca-se a ampliação do número de vagas em escolas públicas no Brasil. 
I. A memória coletiva de uma sociedade não pode exaltar indivíduos ou práticas responsáveis por ações equivocadas no passado, especialmente quando essas ações feriram o direito de liberdade dos cidadãos. II. O número ampliado de vagas ofertadas durante o Regime Civil Militar estava relacionado ao cumprimento de metas políticas sem acompanhar o padrão de qualidade, resultando em uma grande massa de analfabetismo funcional. III. A proibição do uso de nomes de torturadores e violadores de direitos humanos do passado no tempo presente representa o cerceamento do direito da liberdade de expressão, condiciona o coletivo a uma perspectiva única da história. IV. O Ato Institucional número 5, AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais branda da ditadura militar brasileira.
Marque a alternativa CORRETA:

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Q2093124 História
(URCA/2022.2) "O fator mais negativo para a cidadania foi a escravidão. Os escravos começaram a ser importados na segunda metade do século XVI. A importação continuou ininterrupta até 1850, 28 anos após a independência. Calcula-se que até 1822 tenham sido introduzidos na colônia cerca de 3 milhões de escravos. Na época da independência, numa população de cerca de 5 milhões, incluindo 800 mil índios, havia mais de 1 milhão de escravos. Embora concentrados nas áreas de grande agricultura exportadora e de mineração, havia escravos em todas as atividades, inclusive urbanas." (CARVALHO, Cidadania no Brasil: o longo caminho, 2014, p. 25-26). 
Ainda segundo as características da escravidão da colônia ao Império no Brasil:
I. O escravo era aquele que, juridicamente, estava vinculado a um proprietário, seja de terras, minas ou qualquer outro meio de produção. II. O escravo era aquele ser incapaz de produzir uma cultura elevada, sendo potencialmente perigoso, responsável pela criminalidade e o temor dos senhores. III. O escravo era aquele destituído de propriedade, inclusive sobre si mesmo, era a força de trabalho fundamental na monocultura em grande escala destinada ao mercado externo. IV. O escravo era aquele cuja etnia poderia ser indígena, negra, mestiça ou branca, cujos direitos civis lhe propiciava amparo jurídico na lei do Império.
Marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2093123 História

(URCA/2022.2) Observe atentamente cada uma das pinturas:


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I. Segundo o historiador Boris Fausto o território brasileiro já era uma terra habitada quando da chegada dos primeiros portugueses, no início do século XVI. E a história do contato dos indígenas com os portugueses foi importante, pois os indígenas foram inseridos no modo de vida português, foram civilizados nos primórdios da Colônia, e milhares se integram constituindo a população brasileira.

II. De acordo com o historiador Boris Fausto as pinturas e desenhos feitos retratando a chegada dos portugueses, apresentam apenas um modo de ver do que a historiografia tradicional chamou por "descoberta". Esses documentos visuais só foram criados no século XIX e são bastante diferentes da experiência vivida que tentam retratar.

III. Esse conjunto de imagens faz parte de iniciativas dos governos Colonial e Imperial no Brasil, quando desde a colônia portuguesa, D. João VI contratou professores e pintores europeus para construir uma Escola Real das Ciências, Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, com o fim de criar uma história e uma feição social para a sua principal colônia.

IV. Segundo o historiador Caio Prado Junior o território brasileiro já era uma terra habitada quando da chegada dos primeiros portugueses, no início do século XVI. E a história do contato dos indígenas com os portugueses foi trágica, pois os indígenas foram expulsos das terras que ocupavam, foram escravizados nos primórdios da Colônia, e milhares morreram vítimas de doenças trazidas pelos portugueses.


Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q2093122 História
(URCA/2022.2) Em relação a História do Brasil colonial, o historiador brasileiro Caio Prado Junior (1907-1990), considerava que a colonização do Brasil constituiu para Portugal um problema de difícil solução, porque:
I. Os portugueses possuíam pouco mais de um milhão de habitantes e esses se ocupavam no século XV das conquistas ultramarinas da África e Ásia.
II. O interesse português no território que seria o Brasil existia desde os trânsitos comerciais com os árabes no século VII, o novo território era pensado como estratégia de fortalecimento humano e econômico aos ibéricos, todavia seria preciso estratégia para a retirada dos franceses.
III. Franceses e holandeses exploravam economicamente a costa do território que seria o Brasil quando da chegada das primeiras embarcações lusitanas, para a expulsão desses estrangeiros, os portugueses dependiam da aliança com os povos indígenas, que depois seriam traídos. IV. Indígenas de diversas etnias resistiram contra a invasão portuguesa e conseguiram, com a ajuda dos holandeses, expulsar os lusitanos que encontraram abrigo na região do Cariri cearense.
Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2093121 História
(URCA/2022.2) A África é um continente com mais de 30 milhões de km², aproximadamente 3,5 vezes o território brasileiro atual. Abrange uma população superior a 1 bilhão de habitantes, distribuídos por 54 países até o ano de 2015. É o segundo continente mais populoso, superado apenas pela Ásia. No entanto, a produção de bens e serviços da África contemporânea corresponde a apenas 2,5% do PIB mundial. O continente africano nunca foi homogêneo. Ao contrário, sempre se caracterizou pela pluralidade de paisagens, povos, sociedades e culturas. Para conhecê-lo, estudiosos costumam adotar a seguinte divisão: África setentrional, corresponde a todo o norte do continente, região quase inteiramente dominada pelo deserto do Saara, cuja área, que abrange 9065000 km², é maior que a do Brasil. Ao longo da história, essa região foi ocupada por sociedades como a dos antigos egípcios, dos cartagineses e dos muçulmanos; África subsaariana, corresponde ao território africano situado ao sul do Saara. Nessa região estabeleceram-se reinos e impérios como os de Songai, Ifê, Benin, Kano, Zaria, Zimbábue, entre:
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Q2093119 História
(URCA/2022.2) Observe a reprodução da obra Mona Lisa (A Gioconda), 1503-5, do pintor italiano renascentista, Leonardo da Vinci:
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A partir do século XV, um clima de inquietação intelectual e existencial pairava sobre diversas regiões da Europa. Nesse período, ocorreram dois movimentos expressivos: o Renascimento Cultural e a Reforma Protestante. Um renovou as artes e a ciência. O outro abalou a hegemonia da Igreja Católica:

I. Intelectuais humanistas desprezaram o estudo da natureza e se voltaram de forma exclusivista para as representações aperfeiçoadas do corpo humano, voltando-se para os escritos da Antiguidade greco-romana. II. A expressão humanista ganhou sentido amplo, aplicada aos escritores, pintores, arquitetos, professores, estudantes e cientistas que discutiam e questionavam as concepções de sociedade e da natureza desenvolvidas, em grande parte, por antigos filósofos e teólogos medievais. III. O humanismo, desenvolvido entre os séculos XV e XVI, caracterizava-se pela concepção de que o ser humano é criatura e criador do mundo em que vive. E, assim, pode ser arquiteto de si mesmo.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q2093118 História
(URCA/2022.2) O cristianismo se caracteriza por ser uma religião monoteísta e abraâmica. Por volta do ano 313 da nossa era, Constantino Magno (306 - 337) promulgou o Edito de Milão, e o cristianismo passou a ser permitido em todo o Império Romano. No século IV d.C., no ano 384 em função do Edito da Tessalônica, de Teodósio Magno, o cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano, e enquanto os cristãos tentavam dominar o mundo, consolidando-se no mundo bizantino, no Oriente Médio, na Arábia, diversos povos se uniram em torno de uma nova religião, o islamismo. A cultura árabe-islâmica, expandia-se por diferentes localidades, entre elas o norte do continente africano e na península Ibérica. A civilização árabe-islâmica surgiu e irradiouse a partir da Península Arábica, situada no sudoeste da Ásia. A região apresenta clima quente e seco, com cerca de 80% de seu território construído por desertos. Acerca da Arábia é CORRETO afirmar: 
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Q2093117 História
(URCA/2022.2) O processo histórico ao longo do tempo é marcado por inúmeras transformações sociopolíticas, econômicas, geo-histórias, geopolíticas, territoriais e ideológicas etc. As práticas do trabalho criaram modos de produção que marcaram épocas e regimes de historicidade. Algumas das experiências humanas encerram seus ciclos juntamente com o seu contexto histórico, outras dessas experiências são ressignificadas ou permanecem na longa duração. Acerca dos meios de produção, aquele que foi caracterizado pela terra e por uma economia natural, em que nem o trabalho nem os produtos do trabalho eram mercadorias, e que, o produtor imediato estava ligado ao meio de produção por uma relação social específica na definição legal de servidão, é:
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Q2093116 História
(URCA/2022.2) Ao considerar o modo de vida e a organização sociopolítica das principais cidades-estados na Grécia do século V a.C., observa-se que assembleias de cidadãos para decidirem leis, a presença de magistrados enquanto poder de garantia das leis votadas representavam uma face do modelo político ateniense. Por outro lado, a presença de uma forte aristocracia, e de anciãos pertencentes às famílias mais ricas, responsáveis pela tomada de decisões políticas, assim como a presença de magistrados com poder para garantir e executar as decisões dos anciãos, representa o modo de vida político espartano.
Leia as afirmativas abaixo, em seguida, marque a alternativa INCORRETA:
I. O modo de vida político ateniense era marcado pela democracia, em que o poder era exercido por assembleia de cidadãos, enquanto o modo de vida político espartano era oligárquico, de modo que apenas os membros da gerúsia, conselho formado pelos anciãos das famílias mais ricas, governavam a cidade. II. A democracia ateniense se caracterizava por ser um modo de política direta e inclusiva, em que mulheres, escravos e estrangeiros podiam exercer o voto. Esse modelo de democracia influenciou as democracias atuais em países das Américas. III. Na democracia ateniense, o poder era exercido por assembleias de cidadãos, portanto se caracterizava por um regime democrático indireto, as decisões dos cidadãos atenienses eram tomadas por representantes eleitos para exercer as funções executivas e legislativas. É, portanto, reconhecida como democracia representativa. IV. A democracia ateniense se caracterizava por ser um modo de política direta, em que os cidadãos, reunidos em assembleia, decidiam pessoalmente sobre as questões mais importantes relativas à sua cidade. 
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Q2093115 História
(URCA/2022.2) Segundo o historiador inglês Perry Anderson, "o surgimento das cidades-estados helênicas na zona do Mar Egeu é anterior à época clássica propriamente dita, e o que se pode ver nas fontes não escritas disponíveis são apenas leves traços dessa aparição. Depois do colapso da civilização micênica, por volta de 1200 a.C., a Grécia vivenciou uma longa Idade das Trevas, durante a qual a escrita desapareceu e a vida econômica e política regrediu para um estágio rudimentar: o mundo rural e primitivo relatado nos épicos homéricos". (Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo, 2016, p. 35).
Leia as afirmativas abaixo, em seguida, marque a alternativa CORRETA:  
I. Antes do aparecimento das cidades-estados na Grécia, predominavam palácios em torno dos quais se organizava a vida política e econômica. II. Em algum momento antes do advento dos registros históricos, aristocracias tribais derrubaram reinados locais, e cidades foram fundadas ou desenvolvidas sob o domínio dessas nobrezas. III. O governo aristocrático na Grécia Arcaica coincidiu com o reaparecimento do comércio de longa distância, especialmente com a Síria e o Oriente, com o prenúncio da cunhagem de moedas e com a criação de uma escrita alfabética. IV. A ruína dos palácios provocou o fortalecimento do poder dos reis. A aristocracia guerreira não conseguiu sustentar o controle sobre os camponeses, e, portanto, se renderam aos reis helênicos.
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Q2093114 História

(URCA/2022.2) Leia: 


"No decorrer do 4º milênio a.C., o vale do Nilo foi o cenário de um desenvolvimento multiforme e prodigioso das populações que elaboram a primeira civilização histórica: a do Egito dos faraós. Por que em África? Isto explicase muito facilmente quando se pensa no papel de primeira grandeza desempenhado por este continente no decorrer do período paleolítico e neolítico. Longe de ser um ´milagre‘, a civilização egípcia foi apenas, sem dúvida, o coroamento da liderança que a África manteve quase sem interrupção aproximadamente durante os 3000 mil primeiros séculos da humanidade. Mas por que o Egito? Basta ainda olhar para um mapa da África e considerar certas leis sociológicas para ver esclarecerem-se as origens do progresso alcançado pelo Egito". (Joseph Ki-Zerbo, História da África Negra, 2009, p. 79).


Também conhecida por civilização fluvial, o Egito se desenvolveu entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho, dentro do continente Africano, e se caracterizou pela: 

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Q2093113 História

(URCA/2022.2) Leia:


"A história das civilizações do Antigo Oriente Próximo é muito longa; seu escopo temporal, do fim do quarto até o fim do primeiro milênio a.C., é igual ou mesmo maior do que o resto da história do colapso das culturas do Oriente Próximo até nosso próprio tempo. É correto usar o rótulo ´a primeira metade da nossa história‘. Nós podemos mesmo dizer ´da nossa história‘, porque esta longa trajetória é hoje considerada parte e mesmo a verdadeira fundação da nossa história ´ocidental‘ - não com outras civilizações mais remotas, como na Índia, na China ou qualquer outro lugar [...] Nossa civilização ocidental reconhece um papel privilegiado da civilização grega na geração dos valores fundamentais da liberdade, democracia, personalidade individual, empreendimento econômico, pensamento e ciência racionais e estética das artes visuais e poesia. Mas nossa dívida para com as civilizações do Antigo Oriente Próximo permanece importante em relação às fundações materiais da cultura (vida urbana, organização política, administração, escrita) e no campo da religião". (Mario Liverani - Historical Overvie, in. A companion to the Ancient Near East - Editora Blackwell).


As primeiras grandes civilizações antigas a surgirem no Oriente Próximo possuem registros históricos que datam do IV milênio a. C. No que se refere à essas sociedades se destacam:

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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular 2023 |
Q2076571 História

O texto trata da relação do homem com o poder e suas consequências.

Quando o poder dirige o homem à arrogância, a poesia lembra-o das suas limitações. Quando o poder limita a área das preocupações do homem, a poesia lembra-o da riqueza e da diversidade da existência. Quando o poder corrompe, a poesia limpa.

(Discurso de John Fitzgerald Kennedy, 1963)


Entre os tipos de poderes, existe o poder político que, nas democracias, é essencialmente a vontade da maioria por meio do governante. Existe poder político nas ditaduras, visto que a força em si é, apenas, uma das condições e não a causa essencial. Portanto, num governo totalitário, o ato de coação é aplicado sem visar ao bem público. Com relação ao governo totalitário e ao uso do poder, esse tipo de governo tem com a população o objetivo de

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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular 2023 |
Q2076563 História
Leia o texto abaixo sobre a Guerra do Vietnã.
“No Vietnã, o Exército dos EUA travou duas guerras: uma contra o VietCong e outra contra a natureza. Nesta, os militares americanos usaram milhões de litros de herbicidas contra a selva onde se escondiam os comunistas e as plantações de arroz que os alimentavam. O herbicida mais usado foi o agente laranja. Uma revisão de diversos estudos mostra que, 50 anos depois que as forças dos EUA pararam de pulverizá-lo, ainda há restos altamente tóxicos desse desfolhante no solo e em sedimentos, de onde entram na cadeia alimentar”.
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/03/16/ciencia/1552710887_506061.html
Na Guerra do Vietnã (c.1961-1976), foi feito o uso do napalm e do agente laranja contra os civis, o que prejudicou as plantações e a saúde da população. Essa guerra teve como consequência a
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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular 2023 |
Q2076562 História

Analise a imagem em cujo centro aparece a figura de Mao Tsé-Tung, governante da China.


Imagem associada para resolução da questão

https://www.gettyimages.com.br/fotos/mao-tse-tung


A Revolução Chinesa, a partir de 1949, é marcada por dois momentos: a época de Mao Tsé-Tung (1949- 1976) e o período posterior a seu governo, com as mudanças implementadas por Den Xiaoping (1978) e os seus sucessores. São características do governo de Mao: 

Alternativas
Respostas
421: D
422: B
423: C
424: D
425: C
426: A
427: D
428: A
429: E
430: A
431: C
432: A
433: B
434: C
435: E
436: A
437: D
438: D
439: D
440: B