Questões de Vestibular Sobre história
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“(...) Consta que a concubina de Péricles, Aspásia, ajudou-o a escrever seus discursos. E a todos surpreendia ver o grande estadista a cada manhã, ao sair de casa, despedir-se de Aspásia com beijos.”
A elevação do espírito: 600 a.C.- 400 a.C. Rio de Janeiro, 1998
O texto acima, referindo-se ao grande líder da cidade-estado de Atenas, Péricles, retrata as contradições sociais existentes, não apenas em Atenas, mas em toda a Grécia. Sobre a sociedade grega da época, podemos afirmar que
A respeito das cidades medievais, após o ano mil, é CORRETO afirmar:

Considere as afirmações abaixo.
I. As eleições do presidente Hugo Chávez na Venezuela, a de Evo Morales na Bolívia, o retorno do ex-líder sandinista Daniel Ortega para a presidência da Nicarágua, bem como a eleição de Rafael Correa no Equador, foram todas acompanhadas da retórica nacionalista e populista.
II. Dando continuação à cruzada de Bolívar contra a dominação estrangeira, o discurso de tais líderes locais é voltado contra a dominação imperialista, transmitindo a ideia de que tais governos estão se orientando para a adoção de um novo tipo de socialismo. No entanto, em cada um desses países, o domínio do capital permanece intacto.
III. Os partidos de direita na América Latina se especializaram em semear ilusões nacionalistas a partir de tais lideranças, e na perspectiva de um retorno continental do “socialismo Bolivariano”.
Assinale
Tucídides. História da Guerra do Peloponeso.
O regime de governo, referido por Tucídides, denominava-se, na Grécia antiga,

Tradução livre
Milu: Tintim, há dois, lá atrás, conversando.
Tintim: Meus queridos amigos, hoje vou falar sobre seu país: a Bélgica!....
O processo histórico que possibilitou a fala de Tintim
Citado em Marco Antonio Villa. A história das constituições brasileiras: 200 anos de luta contra o arbítrio. São Paulo: Leya, 2011, p.28
Pela análise dos feriados acima, estabelecidos logo após a proclamação da República em 1889, conclui-se que
JUNQUEIRA, Mary A. Ciência, técnica e as expedições da marinha de guerra norte-americana, U.S. Navy, em direção à América Latina (1838- 1901). In: Varia História. v.23 n.38. Belo Horizonte jul./dez. 2007. p. 334-349.
Segundo a autora, as viagens da Marinha Americana à América Latina
I. É um regime político não democrático, caracterizado pela ausência de pluralismo, em que o partido único tem papel proeminente e cujo poder é legitimado pela presença de uma ideologia rígida.
II. No Totalitarismo há frequentes mobilizações, com fundo ideológico contínuo da população, mantidas por organizações colaterais e subordinadas ao partido, como as associações de jovens, sindicatos, etc.
III. Aparece sempre em regimes autoritários e, segundo alguns críticos, tem uma fraqueza e uma incapacidade de adaptar-se às novas exigências de uma sociedade em transformação.
IV. É um partido ou movimento político que também pode ser uma ideologia com estrutura institucional; pode ser temporalmente delimitado a partir da história moderna, com fases diferentes nas modalidades de conteúdo ideológico.
Está correto o que se afirma somente em
HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções. Europa 1789-1848. Trad. Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1989. p. 17.
As revoluções referidas acima por Hobsbawm são:
GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. O cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. Trad. Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 38.
Para Ginzburg, Menocchio é definido pela ContraReforma como um
I. O Federalismo instituído com a Constituição de 1891 destinou aos estados as questões de segurança pública e cada estado, a seu modo, procurou organizar seus aparelhos de segurança.
II. Não seria errôneo afirmar que a prática política nas distantes reuniões do país, como era no período Imperial, continuou a ser uma questão de Estado, cujo guardião oficial era agora o exército, secundado pelos aparatos estaduais.
Com relação às afirmações acima, é correto dizer-se que
DEL PRIORI, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000. p. 17-27.
Observe as seguintes afirmações acerca desse personagem da história brasileira:
I. Misto de honraria riqueza e prestígio, a imagem do senhor de engenho correspondia exatamente à pomposa definição realizada no excerto acima. A abundância no modo de vida era a norma geral.
II. O senhor de engenho figurava no ápice da hierarquia social e controlava, em muitos casos, grande extensão de terras e grande número de escravos, bem como era a representação da erudição naquela sociedade.
III. Via de regra, vivia o senhor de engenho e seus agregados uma vida difícil: alimentavam-se muito mal, as enchentes e as secas dificultavam o suprimento de víveres frescos; a sífilis marcava-lhes o corpo; eram ainda constantemente ameaçados pelos nativos.
Está correto o que se afirma apenas em