Questões de Vestibular Comentadas sobre história

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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 1 - Dia 2 |
Q3386667 História

Leia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.



Brasil



Que fao com a minha cara de índia?

E meus cabelos

E minhas rugas

E minha história

E meus segredos?

Que fao com a minha cara de índia?

E meus espíritos

E minha força

E meu tupã

E meus círculos?

(...)Que faço com a minha cara de índia?

E meu sangue

E minha consciência

E minha luta

E nossos filhos

Brasil, o que faço com a minha cara de índia?

Não sou violência

Ou estupro

Eu sou história

Eu sou cunhã

Barriga brasileira

(...) Ventre que gerou

O povo brasileiro

Hoje está só...

A barriga da mãe fecunda

E os cânticos que outrora cantavam

Hoje são gritos de guerra

Contra o massacre imundo.


Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.

Sobre as indagações propostas pela poesia de Eliane Potiguara, marque a alternativa CORRETA:
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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 1 - Dia 2 |
Q3386663 História

Leia atentamente o trecho abaixo: 



        (...) o século VII, talvez a centúria medieval que menos obras escritas nos legou, produziu mais livros do que toda a Antiguidade junta, com exceção do século IV depois de Cristo. Ou seja, as trevas da Alta Idade Média certamente não podem ser vistas como o recuo da cultura, do letramento (...)


Fonte: WICKHAM,C. O Legado de Roma:iluminando a Idade das Trevas. Campinas: Editora da Unicamp, Imprensa Oficial do estado de São Paulo, SP, 2019.



Com relação à associação entre Alta Idade Média (séculos V ao X) como Idade das Trevas assinale a alternativa CORRETA:


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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385642 História
O romance "A ilha sob o mar", da escritora Isabel Allende, tem como um de seus personagens o francês Tolouse Valmoraim, que foi enviado às Antilhas, por volta de 1770. Para ele: 

        "Havia lido em algum lugar que os nativos da ilha, os arahuacos chamavam-na de Haiti, antes dos conquistadores mudarem seu nome para A Espanhola e acabarem com eles. Em 50 anos, não sobrou um só arahuaco vivo para contar a história: todos morreram, vítimas da escravidão, das doenças europeias, do suicídio. (...) Quando exterminaram os indígenas, eles importaram escravos sequestrados na África. (...)"
ALLENDE, Isabel. A Ilha sob o Mar. São Paulo: Bertrand, 2011. p. 11-12.

No Haiti surgiu uma nação resultante de um movimento revolucionário, marcado por violências de todos os lados. No entanto, mesmo sendo uma ilha, o Haiti não estava isolado do mundo.

Sobre o Movimento de Independência do Haiti, assinale a alternativa CORRETA:
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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385640 História

Leia o texto:



        "A esquadra composta de oito naus, três fragatas, dois brigues, uma escuna de guerra, uma charrua de mantimentos e mais de vinte navios mercantes da marinha lusitana foi pequena para alojar 15 mil almas, embarcadas portando o que puderam carregar de seus bens materiais, tanto públicos quanto particulares, levados a bordo "sem despacho, nem revista" , tudo avaliado depois em cerca de 80 milhões de cruzados. Após os atropelos de um embarque organizado em algumas poucas horas, ganhava a esquadra a foz do Tejo (...) que mudaria a história de Portugal e do Brasil".


MALERBA, Jurandir. A Corte no Exílio. Civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência ( 1808 a 1821). São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p.20.

Sobre o significado desse evento para o entendimento da História do Brasil, assinale a alternativa CORRETA:
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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385639 História

Luís Gama, o ex-escravo que se tornou advogado


Luís Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 1830, em Salvador, lho de mãe africana livre e pai branco de origem portuguesa. Quando o menino tinha quatro anos, sua mãe, Luísa, teria participado da revolta dos Malês, na Bahia, pelo m da escravidão.


Adelina, a charuteira que atuava como 'espiã'


Filha bastarda e escrava do próprio pai, Adelina passou a vender charutos que ele produzia nas ruas e estabelecimentos comerciais de São Luís (MA). (...) Adelina enviava à associação Clube dos Mortos - que escondia escravos e promovia sua fuga - informações que conseguia sobre ações policiais e estratégias dos escravistas.


Dragão do Mar, o jangadeiro que se recusou a transportar escravos para os navios


O jangadeiro e prático (condutor de embarcações) Francisco José do Nascimento (1839-1914), um homem pardo conhecido como Dragão do Mar, foi membro do Movimento Abolicionista Cearense, um dos principais da província, a primeira do Brasil a abolir a escravidão.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44091469 Acesso em: 20 jun.2024.

Sobre a ação dessas personagens históricas e sua relação com o fim da escravidão, é CORRETO afirmar que:
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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385638 História
Leia os textos I e II, de autoria dos escritores africanos contemporâneos, Paulina Chiziane e Ngugi wa Thiong'o.


TEXTO I


Desperta! Lava os olhos no banho da liberdade
Busca as tuas pegadas nas frias cinzas da História
Regressar às raízes é isto: percorrer caminhos sinuosos
Até descobrir o teu brilho no espelho do mundo


As campanhas coloniais colocaram-te uma venda nos olhos
Resiste. Não te deixes apagar e luta com o
que te ofusca Reconhece-te. Estás presente em todas as
maravilhas do mundo.
(...)
Procura-te
À tua música chamam folclore e à arte, artesanato
Ao teu religioso, superstição e ao teu sagrado, diabólico
Tira as mordaças com que te animalizam. Conhece-te.

Fonte: CHIZIANE, Paulina. O canto dos escravizados. Belo Horizonte: Nandyala, 2018. 


TEXTO II


        Os oprimidos e explorados da terra mantêm seu desafio: liberdade frente ao saque. Porém, a arma mais perigosa que é empunhada e brandida a cada pelo imperialismo contra esse desafio coletivo é a bomba cultural. O efeito de uma bomba cultural é aniquilar as crenças dos povos nos seus nomes, línguas e entorno natural, na sua tradição de luta, sua unidade e capacidades e, por fim, em si mesmos. 

Fonte: Descolonizar la mente. Barcelona: Editorial Debolsillo, 2010, pp.7-8. [e-book].

Marque a alternativa CORRETA sobre a relação dos Textos I e II com o processo de dominação imperialista da África:
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Q3372663 História

Leonardo Padura, considerado o maior nome da literatura cubana no mundo, disse em reportagem a Jamil Chade no site do UOL


    “Nesse momento falta combustível em Cuba, falta alimento, falta remédio. Mas o que mais falta é esperança. E uma sociedade sem esperança é uma sociedade que tem um grande problema de funcionamento.”



Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamilchade/2024/03/03/o-que-mais-falta-em-cuba-e-esperanca-dizescritor-leonardo-padura.htm. Acesso em 11 jun. 2024


O depoimento do escritor se relaciona ao contexto histórico de: 

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Q3372660 História

Na Rússia de 1927, a escritora, jornalista e revolucionária russa, Aleksandra Mikháilovna Kollontai, publicava na Revista das Mulheres o artigo “As combatentes no dia do grande Outubro”. O Texto abaixo apresenta fragmentos do referido artigo.



AS COMBATENTES NO DIA DO GRANDE OUTUBRO



Para a Grande Revolução de Outubro, quem foram elas? Indivíduos? Não, uma massa, dezenas, centenas de milhares de heroínas anônimas que caminharam lado a lado com operários e camponeses em nome da bandeira vermelha, com o lema dos sovietes, através das ruínas do odioso passado religioso e tsarista em direção a um novo futuro... 



Se olharmos para o passado, veremos essas massas de heroínas anônimas nos dias de Outubro em cidades famélicas, em vilas destituídas e espoliadas pela guerra. (...) Para onde quer que se olhe, por toda parte há mulheres: nos comícios, reuniões, manifestações... 



(...) Algum dia os historiadores escreverão sobre o que fizeram essas heroínas anônimas, mortas no front, executadas pelos brancos. (...) E quantas “anônimas”? 


Fonte: SCHNEIDER, Graziela. A Revolução das Mulheres: emancipação feminina na Rússia Soviética. São Paulo: Boitempo Editorial, 2017, pp. 265-270



Sobre o valor histórico do artigo, é CORRETO afirmar que se trata de:

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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355088 História
    Após o golpe de 1964, um novo período econômico intensificou-se com construções de grandes obras que se espalharam por todas as regiões do país, e no caminho desses projetos inúmeros povos com suas terras, reconhecidas ou não, passaram a ser tratados como obstáculos para o desenvolvimento. [...] Para os governos da ditadura, a realização das obras resolveria a questão indígena, integrando os povos à sociedade nacional. A política integracionista via na conversão do indígena em trabalhador um processo considerado “civilizatório” nos termos do regime. Em 1972, o superintendente da Funai na época, o general Ismarth de Araújo, explicou ao jornal O Estado de S. Paulo que “índio integrado é aquele que se converte em mão de obra” e que essa integração se daria de forma “lenta e harmoniosa”.

Disponível em: https://memoriasdaditadura.org.br/. Acesso em: 03 Jan. 2024.

Tomando como base o texto acima, entre as razões que explicam a degradação das condições de vida dos povos indígenas durante o período da ditadura militar podemos incluir a 
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355046 História
O que significa a frase “a revolução industrial explodiu?” Significa que a certa altura da década de 1780, e pela primeira vez na história da humanidade, foram retirados os grilhões do poder produtivo das sociedades humanas, que daí em diante se tornaram capazes da multiplicação rápida, constante, e até o presente ilimitada, de homens, mercadorias e serviços.

HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014. p. 59.

Sobre a Revolução Industrial, assinale a alternativa que NÃO caracteriza o desenvolvimento desse processo na Grã-Bretanha.
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355045 História
Jacques Le Goff defendeu [...] a ideia de uma Idade Média longuíssima, iniciada no século II ou III de nossa era e encerrando-se com a revolução industrial. “Essa longa Idade Média”, diz-nos, “é a história da sociedade préindustrial.”

SOUZA, Laura de Mello. Idade Média e Época Moderna: fronteiras e problemas, Signum, Rio de Janeiro, Revista da Associação Brasileira de Estudos Medievais, 2005, n. 7, p. 224.

    De acordo com a proposta do historiador Jacques Le Goff, o período cronológico da Idade Média é muito maior do que tradicionalmente delimitado nos livros didáticos, uma vez que
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355044 História
[...] É quase desnecessário demonstrar que a Segunda Guerra Mundial foi global. Praticamente todos os Estados independentes do mundo se envolveram, quisessem ou não, embora as repúblicas da América Latina só participassem de forma mais nominal. As colônias das potências imperiais não tiveram escolha. Com exceção da futura República da Irlanda e de Suécia, Suíça, Portugal, Turquia e Espanha, na Europa, e talvez do Afeganistão, fora da Europa, quase todo o globo foi beligerante ou ocupado, ou as duas coisas juntas. Quanto aos campos de batalha, os nomes de ilhas melanésias e assentamentos nos desertos norteafricanos, na Birmânia e nas Filipinas, tornaram-se tão conhecidos dos leitores de jornais e radiouvintes — e essa foi essencialmente a guerra dos noticiários radiofônicos — quanto os nomes de batalhas no Ártico e no Cáucaso, na Normandia, em Stalingrado e em Kursk. A Segunda Guerra Mundial foi uma aula de geografia do mundo.

HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das letras, 1994. p. 41.

    Segundo o historiador inglês Eric Hobsbawm (1994), o Breve Século XX ou a Era dos Extremos inaugurou um período de grandes catástrofes por todo o mundo. Em relação à Segunda Guerra Mundial, foram determinantes para que esse conflito se globalizasse
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355043 História
Quando se encara a Contrarreforma como reconquista de regiões perdidas pela Igreja romana, somos conduzidos a várias observações. E em primeiro lugar essas ambições políticas se atravessaram sempre em propósitos confessionais. Se a Invencível Armada (1588) tivesse triunfado da Inglaterra, não só teria sido restaurado além Mancha o Catolicismo, como também a perigosa concorrência marítima e as ambições coloniais de uma nação que a Espanha começava a recear seriamente teriam sido temporariamente eliminadas.

DELUMEAU, Jean. Nascimento e Afirmação da Reforma. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1989. p. 164.

    Sobre a Reforma Protestante e o movimento da Contrarreforma, é correto afirmar que
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355042 História
Fernand Braudel fez a tripartição do tempo histórico em “um tempo geográfico, um tempo social e um tempo individual”. Cada um deles segue um ritmo próprio

[...] ROCHA, Antônio Penalves. F. Braudel: tempo histórico e civilização material. Um ensaio bibliográfico. Anais do Museu Paulista. São Paulo. v. 3. p. 239-249, Jan./Dez. 1995.

    A noção tripartite do tempo histórico, elaborada por Fernand Braudel, define que o tempo
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355040 História
    [...] Aí se aprendem a tocar todos os tipos de instrumentos cujo uso é permitido nas igrejas. [...] tiveram muito pouco trabalho para aprenderem a tocá-los como verdadeiros mestres. Saber cantar era considerado, de certo modo, como um dos primeiros deveres do cidadão. [...] Todos os instrumentos, de fabricação muito cuidada, saíam das oficinas dos guaranis.

CHARLEVOIX, Pierre François Xavier de. S.J. Histoire du Paraguay. Paris, 1747. p. 241-242. 6 vols.

    O excerto do documento se refere a um tipo de organização social implementada no processo de colonização da América, caracterizada pelo sistema de trabalho forçado e educação religiosa, que prosperou significativamente. Essas experiências foram definidas como
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355039 História
    [...] Os comandantes da Coluna não só não tinham uma estratégia traçada, como não sabiam bem o que pretendiam com a revolução em que falavam. Seu objetivo principal era a derrubada do presidente Bernardes. O resto viria depois. [...] A concepção de Prestes e seus companheiros era a do golpe militar, da luta feita pelas forças militares.

PRESTES, Anita Leocádia. A Coluna Prestes: uma proposta de trabalho. Revista de História, São Paulo: USP, 1985, p. 47.

    Sobre o fenômeno histórico conhecido como Coluna Prestes, que teve seu início há um século (1924), analise as asserções abaixo.

I. O levante se iniciou na Região Nordeste com a mobilização exitosa das massas rurais.
II. Foi um movimento de descontentamento e de aversão ao sistema político vigente na Primeira República.
III. Apesar de seu conteúdo militar, expressava a inquietação das classes médias e os anseios da burguesia progressista.
IV. Os revolucionários marcharam pelos principais centros urbanos com o apoio dos tenentes.

Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmações corretas. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2024 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3352154 História
   Assim que a URSS adquiriu armas nucleares [...] as duas superpotências claramente abandonaram a guerra como instrumento de política, pois isso equivalia a um pacto suicida. Não está muito claro se chegaram a considerar seriamente a possibilidade de uma ação nuclear contra terceiros [...], mas de todo modo as armas não foram usadas. Contudo, ambos usaram a ameaça nuclear, quase com certeza sem intenção de cumpri-la, em algumas ocasiões.
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)

O excerto sustenta que, no âmbito da Guerra Fria, os armamentos nucleares
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2024 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3352153 História
    À luz dos processos de independência do jugo colonial posteriores à Segunda Guerra Mundial, a maioria dos governos dos recém-nascidos Estados africanos incluiu em suas agendas a implementação da política de industrialização por substituição de importações.
(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução ao continente, 2022. Adaptado.)

Pode-se entender a chamada política de substituição de importações como
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2024 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3352152 História
     O AI-5 [Ato Institucional no 5] era uma ferramenta de intimidação pelo medo, não tinha prazo de vigência e seria empregado pela ditadura contra a oposição e a discordância. [...] O AI-5 fez parte de um conjunto de instrumentos e normas discricionárias mas dotadas de valor legal, adaptadas ou autoconferidas pelos militares.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)

O excerto apresenta o AI-5, emitido em dezembro de 1968, como uma ferramenta 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2024 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3352150 História
    Em direção ao Oeste da província [de São Paulo], terras desabitadas foram sendo ocupadas pelos latifúndios produtores de café. Dois problemas cruciais se colocavam para os cafeicultores nessa expansão para Oeste. Em primeiro lugar, as novas fazendas localizavam-se cada vez mais longe do porto de Santos, por onde escoavam sua produção para o mercado externo. [...]
     Outro desafio foi o fim do tráfico negreiro internacional em 1850.
(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil império, 2019. Adaptado.)

As alternativas encontradas para superar, na segunda metade do século XIX, os “dois problemas cruciais” citados no excerto correspondem 
Alternativas
Respostas
141: C
142: E
143: A
144: D
145: C
146: B
147: B
148: D
149: B
150: B
151: C
152: D
153: A
154: C
155: C
156: B
157: C
158: B
159: A
160: E