Questões de Vestibular Comentadas sobre história
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Eu costumava estranhar e, ao mesmo tempo, afligir-me que tantas artes e ciências excelentes e divinas, que sabemos, por obras e histórias, terem sido abundantes entre os virtuosíssimos antigos, estivessem, nos dias atuais, mutiladas ou quase totalmente perdidas. Confesso que os antigos, tendo muita gente de quem aprender e a quem imitar, tinham menos dificuldades para chegar ao conhecimento daquelas supremas artes que para nós hoje são extremamente penosas.
(Da pintura, 1999. Adaptado.)
O excerto refere-se ao Renascimento cultural porque
(Pierre Vidal-Naquet. O mundo de Homero, 2002.)
O excerto menciona a
(Carlos Manuel Peláez e Wilson Suzigan. História monetária do Brasil: análise da política, comportamento e instituições monetárias, 1981.)
O excerto refere-se a alguns aspectos do projeto desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek (1956–1961), que implicou
Das grades onde se encosta, vê o rancho dos soldados. Às nove horas, do outro lado, passa o trem de luxo para o Rio. O Cruzeiro do Sul. Cada cabine custa, por uma noite, quatrocentos mil réis. Ela ganha por mês, duzentos, às vezes menos.
(Parque Industrial, 1933.)
O trecho do romance descreve a sensação de uma operária encarcerada em uma prisão do bairro paulistano do Brás e
(Philippe Jacquin. Vers l´ouest un nouveau monde, 1987. Adaptado.)
O negócio proposto pelo ministro francês, conforme descrito no excerto,
(Jean Carpentier e François Lebrun. Breve historia de Europa, 2018. Adaptado.)
O excerto descreve o período de hegemonia da monarquia espanhola na Europa e
(Georges Duby. Art et société au Moyen Age, 1997. Adaptado.)
O excerto refere-se à cultura da Idade Média Ocidental e acentua
(Roland Barthes e Patrick Mauriès. “Escrita”. In: Enciclopédia Einaudi, vol. 11, 1987.)
O excerto insere a invenção da escrita em um conjunto de transformações históricas que pressupõem
(Francivaldo Alves Nunes. “A Amazônia e a formação do Estado Imperial no Brasil: unidade do território e expansão de domínio”. Almanack, no 3, 2012. Adaptado.)
Segundo o excerto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil, no Período Imperial, dependia da
(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)
O excerto demonstra que
(https://memorialdademocracia.com.br)
A CLT estabeleceu
Durante a primeira década do século XX, O Exemplo denunciou abusos contra as mulheres negras nos transportes públicos, particularmente na Cia. Carris de Ferro Porto-Alegrense; a violência praticada pela polícia administrativa espancando negros arbitrariamente; o desrespeito público aos negros, que eram xingados quando andavam à noite pela rua; a invasão dos lares negros em festa, por falta de licença da polícia para dançarem; a recusa de matrícula de um menino no colégio Nossa Senhora do Rosário, por ser muito moreno; [...].
(Maria Angélica Zubaran. “Comemorações da liberdade: lugares de memórias negras diaspóricas”. Revista Anos 90, no 27, 2008.)
Com base no excerto e no período pós-abolição da escravidão no Brasil, o jornal O Exemplo
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)
A afirmação do historiador justifica-se, pois a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1988.)
As obras de arte citadas no excerto têm a seguinte característica em comum:
(José Rivair Macedo. História da África, 2015. Adaptado.)
O “poder sagrado” dos faraós no Egito Antigo constituiu um Estado de caráter
A Guerra Fria é um conflito que veio a reboque da Segunda Guerra Mundial, mas cujos protagonistas, os Estados Unidos e a União Soviética, souberam contornar, antes que se tornasse uma terceira guerra mundial [...].
(Marc Ferro. O século XX explicado aos meus filhos, 2008.)
No contexto histórico apresentado pelo excerto, os Estados Unidos e a União Soviética evitaram uma terceira guerra mundial por meio de uma combinação de
Foi, com efeito, em contato com os colonizadores que os povos da Ásia e da África se descobriram diferentes e tomaram consciência de tudo o que os diferenciava dos europeus: diferença nas condições materiais de vida, diferença de cultura, enfim, diferença nas experiências históricas. A descolonização não deixa, pois, de ser o choque de valores do Ocidente na Ásia e na África — valores que atribuíam preeminência à técnica e aos bens materiais — e a revolta da Ásia e da África contra o Ocidente que tentava arrancar-lhes o que o tempo e a História lhes tinham ajudado a produzir [...].
(Letícia Bicalho Canêdo. A descolonização da Ásia e da África, 1994.)
Segundo o excerto, os processos de descolonização expressaram a luta dos povos africanos e asiáticos para preservar
Novos estudos sobre os governos denominados populistas permitem afirmar que um traço comum os caracteriza: a introdução de uma nova cultura política baseada no papel interventor do Estado nas relações sociais. Esse papel representou, ao mesmo tempo, atendimento de reivindicações de natureza social (melhoria salarial, legislação trabalhista, reforma agrária, especificamente no caso mexicano) e política (uma cidadania baseada no reconhecimento do trabalhador como sujeito da história). [...] Por outro lado, apesar de se voltarem para os interesses das classes populares, não pode se perder de vista o caráter centralizador e controlador dessas políticas, que introduziram uma estrutura institucional de natureza autoritária, utilizada posteriormente como mecanismo de controle social e político.
De acordo com o excerto, o populismo
Sucessor do Colonialismo dos reis, mercadores, traficantes de escravos, plantadores tropicais e mineradores, o Imperialismo do século XIX visou a atender interesses da burguesia industrial e financeira [...].
(Adhemar Martins Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
Os interesses econômicos da burguesia industrial e financeira estavam ligados