Questões de Vestibular Comentadas sobre história
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Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Revolução Industrial britânica, considere as afirmativas a seguir.
I. Desde o início do século XVIII, com a melhoria da produção agrícola, houve uma queda nas taxas de mortalidade, ao mesmo tempo que um grande contingente populacional estava sendo expulso do campo, pela apropriação das terras por grandes proprietários rurais, em um fenômeno conhecido como “cercamentos”.
II. O crescimento econômico promovido pela revolução industrial contraditoriamente não implicou no crescimento vertiginoso das cidades. Apropriando-se do conceito inglês de cidades-jardim, centros urbanos, como Londres e Manchester, conseguiram manter suas massas de trabalhadores em áreas rurais nos seus entornos.
III. Por meio da industrialização acelerada, a sociedade inglesa pôde desenvolver boas condições de vida; os trabalhadores passaram a habitar locais arejados e a receberem salários adequados, resultando dessa situação uma relação não conflituosa entre a burguesia e o operariado, o que permitiu o precoce desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra.
IV. A revolução industrial significou a transição para novos processos de manufatura, que incluíram a migração de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão.
Assinale a alternativa correta.
“Ainda que vocês na Espanha achem um pouco forte meu casamento com uma índia, aqui isso não é, de modo algum, uma desonra, pois a nação dos índios goza de alta estima”. É assim que, em 1571, um comerciante espanhol do México explica sua união para um sobrinho instalado perto de Madri, em uma época em que a Europa se dilacera: as guerras de religião devastam a França e os Países Baixos, a noite de São Bartolomeu é iminente. Essa aliança entre um espanhol e uma índia ignora as barreiras étnicas, sociais e culturais. Ela coloca, de uma maneira brutal, uma questão que nos preocupa talvez ainda mais que aos contemporâneos de Montaigne, Shakespeare e Cervantes, a das mestiçagens.
(Adaptado de: BERNAND, C.; GRUZINSKI, S. História do Novo Mundo 2. As Mestiçagens. Trad. de Mary Amazonas Leite de Barros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. p.9.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre as mestiçagens no processo de conquista e colonização da América, considere as afirmativas a seguir.
I. Os mestiços, que começaram a nascer na América em maior número a partir de 1570, eram festejados com grande alegria e esperança por suas famílias e comunidades, pois eram vistos como a grande oportunidade de ascensão social familiar, pela possibilidade de aproximação dos espanhóis e de sua cultura. II. A história do Novo Mundo se reduziu a um enfrentamento entre civilizações europeias e civilizações índias, duas unidades culturais desiguais em confronto, resultando na sobreposição da cultura espanhola sobre a cultura indígena, com a eliminação da cultura vencida. III. Ainda que se considere a fala repleta de positividade do comerciante espanhol sobre sua relação com uma índia, aos olhos das autoridades espanholas, os mestiços, oriundos desse tipo de relação, apareciam como uma coletividade ameaçadora, portadora da insubordinação natural, “sugada no leite materno”. IV. As condições demográficas permitem opor várias formas de mestiçagens; frente a importantes concentrações indígenas – no México, nos Andes –, as sociedades europeias são obrigadas a levar em conta a presença dos índios. Em áreas como a costa do Brasil, os índios que sobreviveram às epidemias são por demais dispersos ou raros para modificar a colonização.
Assinale a alternativa correta.
Não existem considerações, por mais gerais que sejam, nem leituras, por mais longe que as estendamos, capazes de apagar a particularidade do lugar de onde eu falo e do domínio por onde conduzo uma investigação. Toda pesquisa historiográfica é articulada a partir de um lugar de produção socioeconômico, político e cultural. É por acaso que se passa da “história social” à “história econômica” durante o período situado entre as duas guerras mundiais, por volta da crise econômica de 1929, ou que no momento atual a história cultural prevalece, quando se impõe, por todas as partes, com o lazer e os mass media, a importância social, econômica e política da “cultura”?
(Adaptado de: CERTEAU, M. A operação histórica. In. LE GOFF, J.; NORA, P. História: novos problemas. Trad. de Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. p.17-18 e p.25.)
Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o país da região cuja religião predominante é o judaísmo.

Disponível em:<http://www.portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=51433>. Acesso em: 15 abr. 2015.
A charge apresentada retrata três momentos da trajetória política de Getúlio Vargas, sendo que a figura referente ao ano de
Após a decapitação do rei, o Parlamento sofreu nova depuração. Um Conselho de Estado, com 41 membros, passou a exercer o Poder Executivo. Mas o controle do Estado estava de fato nas mãos de Cromwell [...] Ofereceram-lhe a coroa, mas ele a recusou: na prática já era um soberano e podia até fazer seu sucessor.
PILETTI, Nelson; ARRUDA, José Jobson de A. Toda a História. São Paulo: Ática, 2000, p. 228.
Após a morte de seu líder, em 1658, o destino da chamada “República de Cromwell” foi marcado pela
Amanheces formoso no horizonte celeste, Tu, vivente Aton, princípio da vida! Quando surgiste no horizonte do oriente Inundaste toda a terra com tua beleza. [...] Ó Deus único, nenhum outro se te iguala! Tu próprio criaste o mundo de acordo com tua vontade, Enquanto ainda estavas só.
HINO A ATON. In: PINSKI, Jaime. 100 textos de História Antiga. São Paulo: Contexto, 2009. p. 56-57.
O faraó Amenófis IV (1377-1358 a. C.), como parte de uma estratégia política que visava diminuir o poder da classe sacerdotal egípcia, realizou uma reforma religiosa que teve como principal tópico a
Socialmente, os sans-culottes representam os citadinos que vivem de seu trabalho, seja como artesãos, seja como profissionais de ofício; alguns, depois de uma vida laboriosa, se tornam pequenos proprietários na cidade, e usufruem as rendas de um imóvel.
PÉRONNET, Michel. Revolução Francesa em 50 Palavras-chaves. São Paulo: Brasiliense, 1988. p. 248.
A análise do texto demonstra que os interesses sociais dos sans-culottes, importantes personagens da Revolução Francesa, se confundiam com os
(FIGUEIRA, Divalte, G. História. São Paulo: Ática, 2003).
O texto refere-se:
(PINSKY, Jaime et al. História da América através de textos. 3. ed. São Paulo: Contexto, 1991. Adaptado).
A cidade de Tenochtitlán era o centro de qual Império?
O texto refere-se:
(Boris Fausto. História do Brasil, 1994. Adaptado.)
O excerto refere-se a um princípio constitucional da República oligárquica no Brasil, a saber:
Essa estabilidade política e econômica foi alcançada graças
Vem, Virgem Maria, mãe de Deus, visitar esta aldeia [...] Afasta as enfermidades febres, disenterias, as corruções e a tosse, para que seus habitantes creiam em Deus, teu filho.
(Apud Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul, 2000.)
Esses versos, que seriam recitados por um menino índio vestido de anjo,
(Raymond Williams. O campo e a cidade, 2011.)
No excerto, o autor

A situação representada na charge resultou
(Fernando Seffner. Da Reforma à Contrarreforma, 1993.)
Ao tratar das Reformas Religiosas, o autor menciona a relação entre o calvinismo e
(Armelle Enders et al. História em curso, 2008. Adaptado.)
Entre esses povos da Antiguidade, a cidadania era exercida por