Questões de Vestibular Sobre história
Foram encontradas 6.078 questões
A mãe da virgem diz que não E o anúncio da televisão E estava escrito no portão E o maestro ergueu o dedo E além da porta Há o porteiro, sim...
E eu digo não E eu digo não ao não Eu digo: É! Proibido proibir É proibido proibir É proibido proibir É proibido proibir...
Neste trecho, o artista aborda questões relacionadas a determinado contexto da história brasileira, no qual alguns setores da sociedade civil, especialmente no campo da cultura, expressavam suas opiniões referentes à política nacional naquele momento histórico particular.
Analisando o conteúdo do trecho da canção podemos afirmar que:
Segundo o historiador inglês Eric Hobsbawm, a frase “A Revolução Industrial Explodiu”, significa que
“[...] a certa altura da década de 1780, e pela primeira vez na história da humanidade, foram retirados os grilhões do poder produtivo das sociedades humanas, que daí em diante se tornaram capazes da multiplicação rápida, constante, e até o presente momento, ilimitada, de homens, mercadorias e serviços.”
(HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções, 1789-1848. São Paulo. Paz e Terra, 2009, p. 49).
No parágrafo ao lado o autor reflete sobre alguns
elementos constitutivos do processo de
industrialização que, após ter início na Inglaterra,
propagou-se pelo mundo ao longo da
contemporaneidade. Com relação à Revolução
Industrial, assinale a alternativa que melhor define
este processo.

O quadro de Cândido Portinari

Legenda: El Rey, nosso senhor e amo, dorme o sono da...indiferença. Os jornais, que diariamente trazem os desmandos desta situação, parecem produzir em S.M. o efeito de um narcótico. Bem aventurado senhor! Para vós o reino do céu e para o nosso povo...o do inferno!
Considerando texto e imagem, pode-se afirmar que Ângelo Agostini

A interpretação da imagem de Florence leva-nos a concluir que
I. “(...) Custava-lhes admitir que toda aquela gente inútil e frágil saísse tão numerosa ainda dos casebres bombardeados durante três meses. Contemplando-lhes os rostos baços, os arcabouços esmirrados e sujos, cujos molambos em tiras não encobriam lanhos, escaras e escalavros – a vitória tão longamente apetecida decaía de súbito. Repugnava aquele triunfo.”
CUNHA, Euclides da. Os sertões. São Paulo, Martin Claret, 2007, p. 593.
II. “No noite de 22 de novembro de 1910, a revolta explodiu. João Cândido assumiu o comando do Minas Gerais (...). Os primeiros tiros assustaram o recém-empossado Hermes da Fonseca, que assistia tranquilamente a uma ópera de Wagner... Outros marujos tomaram o São Paulo, o Bahia e o Deodoro. Manobrando as belonaves com grande perícia, apontaram seus canhões para pontos estratégicos, exigindo (...) a reforma do Código Disciplinar, o fim das chibatadas, 'bolos' e outros castigos, o aumento dos soldos e a preparação e educação dos marinheiros.”
ALENCAR et alii, Francisco. História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1992, p. 207.
III. “A rebelião, da qual participaram cerca de 50.000 camponeses, recebeu este nome por ter ocorrido em região do planalto Catarinense (…) disputada pelo Paraná e por Santa Catarina. Os romeiros (...) seguiam o monge José Maria, que pregava o fim da República, a 'lei do diabo'.”
ALENCAR et alii, Francisco. Op. cit., p. 209.
Os conflitos a que se referem os fragmentos acima envolveram grupos rebeldes que questionaram aspectos da ordem política vigente no Brasil sob a Primeira República (1889-1930) e foram, respectivamente, denominados