Questões de Vestibular Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q3247965 História
Atente para o seguinte excerto:

“Será a empresa do colono branco, que reúne à natureza, pródiga em recursos aproveitáveis para a produção de gêneros de grande valor comercial, o trabalho recrutado na escravidão entre indígenas ou negros africanos importados. Há um ajustamento entre os tradicionais objetivos mercantis que assinalam o início da expansão ultramarina da Europa, e que são conservados, e as novas condições em que se realizará a empresa colonial. [...]. No seu conjunto, e vista no plano mundial e internacional, a colonização dos trópicos toma o aspecto de uma vasta empresa comercial, mais completa que a antiga feitoria, mas sempre com o mesmo caráter que ela, destinada a explorar os recursos naturais de um território virgem em proveito do comércio europeu. É este o verdadeiro sentido da colonização tropical, de que o Brasil é uma das resultantes; e ele explicará os elementos fundamentais, tanto no econômico como no social, da formação e evolução históricas da sociedade brasileira”.

(Caio Prado Jr. Formação do Brasil Contemporâneo, 1942)

De acordo com o excerto acima, pode-se afirmar corretamente que
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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular |
Q3107210 História
“A terra [Rio de Janeiro] continua ainda a parecer-me muito mal. É rodeada de serras inacessíveis, a maior parte delas são uma rocha viva, e de todas fazem uma vista sumamente desagradável. Acho estes povos sumamente pobres e, como não têm gêneros seus que lhes constituam ao menos um ramo certo de comércio, pouca esperança tenho de os pôr melhor nesta parte. Em uma palavra, meu colega, isto está um cadáver que vai para a sepultura [...]; parece-me ser este o mais próprio retrato em que presentemente se acha o Governo do Rio de Janeiro.”
(Marquês de Lavradio (Governador do Rio de Janeiro, 1769-1779). Carta de Amizade Escrita a Manuel da Cunha de Menezes em Pernambuco, em 13 de dezembro de 1769. In: Marquês de Lavradio. Cartas do Rio de Janeiro, 1769-1776. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Educação e Cultura, p. 10, 1978.)
Tendo em vista seus conhecimentos sobre o século XVIII e considerando as informações do excerto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2023 - FCM/SANTA CASA - Vestibular - Medicina |
Q4149760 História
A exploração aurífera obedecia, no seu desenvolvimento, ao lucro mais imediato: voltava-se inicialmente para o ouro depositado no fundo dos rios (aluvião), depois para o ouro depositado nas encostas (grupiaras) e, finalmente, para os veios subterrâneos (galerias). Nesse contexto, era a fase inicial a que maiores lucros apresentava.
(Laura de Mello e Souza. Desclassificados do ouro: a pobreza mineira no século XVIII, 1982.)

O excerto descreve uma espécie de itinerância na exploração do ouro em Minas Gerais no século XVIII,
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2023 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144321 História
No final do século XVII a lavoura canavieira do litoral passava por período de retração, e considere-se que, atraídas pelos relatos de riquezas fabulosas, levas de gente corriam para os sertões das Gerais. Das 10 mil pessoas que deixaram Portugal entre 1700 e 1706, a maioria rumava para Minas. Nos fins do século XVI, estimara-se haver no Brasil 14 mil escravizados africanos — número igual ao dos que, após onze anos de povoamento, trabalhavam nas lavras mineiras!
(Laura de Mello e Souza. O Jardim das Hespérides: Minas e as visões do mundo natural no século XVIII, 2022. Adaptado.)
O excerto revela um importante processo ocorrido na colonização brasileira, na passagem do século XVI para o XVII, que foi
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Ano: 2023 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2023 - UNEB - Vestibular - 1º Dia |
Q3728812 História
Os quilombos não foram um fenômeno isolado; proliferaram por toda a América escravista. Na América espanhola, receberam o nome de palenques; na inglesa, maroons; na francesa, grand marronage; na América portuguesa, quilombos ou mocambos. Situados, geralmente, em lugares de difícil acesso, os quilombos mantinham relações ambíguas com a sociedade envolvente: às vezes faziam comércio com ela; outras vezes, negavam-se a realizar qualquer tipo de contato. (OS QUILOMBOS, 2022).

Sobre os quilombos no Brasil, analise as afirmações a seguir.

I. A partir do momento que a escravidão negra se transformou na relação de produção hegemônica na colônia, foram se formando as primeiras comunidades quilombolas como símbolo de resistência e preservação identitária.
II. Ao longo do domínio holandês, em que se fortaleceram as formas de controle do trabalho escravo, o quilombo foi ampliando em extensão e população.
III. A organização social dos quilombos estabelecia-se a partir de uma pequena elite de guerreiros, líderes da comunidade, que promoviam sua defesa e os ataques armados às povoações portuguesas. 
IV. Era frequente a manutenção de relações de escravidão doméstica no interior de comunidades quilombolas, durante todo o período colonial.
V. A preservação das comunidades quilombolas constitui uma forma de resgatar a dívida histórica que o Brasil tem com sua população afrodescendente.

A alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas é a 
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular - Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2327078 História
“Dos pretos é tão própria e natural a união que a todos os que têm a mesma cor, chamam parentes; a todos os que servem na mesma casa, chamam parceiros; e a todos os que se embarcam no mesmo navio, chamam malungos.”
(VIEIRA, Padre Antônio. Sermão XX. Parte II. Lisboa: Impressão Craesbeeckiana, p. 165, 1688.)


Sobre as comunidades de malungos no período da escravidão, é correto afirmar, de acordo com o texto, que são formadas
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Ano: 2023 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2023 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q2073505 História
Leia um trecho da lei n. 2.040, de 28 de setembro de 1871, que ficou conhecida como Lei do Ventre Livre:
"A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador e Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral Decretou e ela Sancionou a Lei seguinte:
Art. 1º Os filhos de mulher escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de condição livre. 
§ 1º Os ditos filhos menores ficarão sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criálos e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção ou de receber do Estado indenização de 600 mil réis ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos." (redação atualizada)
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim2040.htm.)
Sobre a Lei do Ventre Livre no Brasil, é correto afirmar que essa lei 
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2022 - UNESP - Vestibular |
Q4204762 História
    Como jurisconsulto, não pretendo tratar da natureza da servidão, nem da qualidade do domínio que o homem adquire sobre seu semelhante. Pretendo defender os nossos colonos da reprovação, que muitas pessoas, mais piedosas que sábias, lhes fazem, afirmando que eles tratam cristãos como escravos, comprando-os, vendendo-os e deles dispondo em territórios regidos pelas leis da França, um país que abomina a servidão acima de todas as nações do mundo. Todos os escravos que desembarcam na França recuperam felizmente a liberdade perdida.

(Jean-Baptiste Du Tertre. Apud: Rafael de Bivar Marquese. Feitores do corpo, missionários da mente: Senhores, letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860, 2004. Adaptado.)

O excerto, publicado na década de 1660 por um padre dominicano após ter vivido quase duas décadas em colônias francesas na América,
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2022 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149997 História
    O “Império Português”, no século XVIII, compreende os territórios metropolitanos e os domínios ultramarinos, uma “área semiperiférica” que constitui um dos vários “subsistemas” do “Sistema Mundial Moderno”, capitalista e europeu. No interior desse subsistema destaca-se o espaço luso-atlântico, por sua riqueza e dinamismo econômicos, envolvendo as relações de Portugal com a América portuguesa e as feitorias situadas no litoral africano. As articulações das diversas áreas desse espaço constituem o essencial da estrutura e dinâmica do “Antigo Sistema Colonial”.


(Francisco Calazans Falcon. “Pombal e o Brasil”.
In: José Mattoso, José Tengarrinha (orgs.). História de Portugal, 2001.)
O excerto refere-se às relações luso-atlânticas do Império português, que envolviam
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2022 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4146225 História
Leia o excerto para responder à questão.


    O início da colonização, após 1530, não criou a unidade, e foram várias as frentes colonizadoras que se abriram, mais ou menos independentes, quase sempre autocontidas, isoladas, comunicando-se mais facilmente com a Corte [portuguesa] — como é o caso das terras ao norte — do que umas com as outras. Se as capitanias hereditárias, cedidas pela Coroa a particulares, foram o início da vida na terra, a expressão dessa configuração espacial fragmentada e isolada persistiu por vários séculos, sendo uma das feições dominantes do território brasileiro até praticamente o século XX.


(Laura de Mello e Souza. “O nome Brasil”. In: Luciano Figueiredo (org.). História do Brasil para ocupados, 2013. Adaptado.)
O sistema de capitanias hereditárias, implantado na década de 1530 na colonização da América portuguesa,
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Q2093131 História
(URCA/2022.2) "Mas enquanto encantava os naturalistas, a floresta também oferecia as razões econômicas para a exploração e ocupação do Brasil. O bloqueio das rotas comerciais para o Oriente após a tomada de Constantinopla pelos Mouros, em 1453, tornou as fontes alternativas de especiarias e de outros produtos extremamente lucrativas, e os europeus logo perceberam o potencial econômico do pau-brasil (Caesalpina echinata)" (TONHASCA JR, 2005, p.2).
O texto acima faz referência ao processo de ocupação dos portugueses:
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Q2093124 História
(URCA/2022.2) "O fator mais negativo para a cidadania foi a escravidão. Os escravos começaram a ser importados na segunda metade do século XVI. A importação continuou ininterrupta até 1850, 28 anos após a independência. Calcula-se que até 1822 tenham sido introduzidos na colônia cerca de 3 milhões de escravos. Na época da independência, numa população de cerca de 5 milhões, incluindo 800 mil índios, havia mais de 1 milhão de escravos. Embora concentrados nas áreas de grande agricultura exportadora e de mineração, havia escravos em todas as atividades, inclusive urbanas." (CARVALHO, Cidadania no Brasil: o longo caminho, 2014, p. 25-26). 
Ainda segundo as características da escravidão da colônia ao Império no Brasil:
I. O escravo era aquele que, juridicamente, estava vinculado a um proprietário, seja de terras, minas ou qualquer outro meio de produção. II. O escravo era aquele ser incapaz de produzir uma cultura elevada, sendo potencialmente perigoso, responsável pela criminalidade e o temor dos senhores. III. O escravo era aquele destituído de propriedade, inclusive sobre si mesmo, era a força de trabalho fundamental na monocultura em grande escala destinada ao mercado externo. IV. O escravo era aquele cuja etnia poderia ser indígena, negra, mestiça ou branca, cujos direitos civis lhe propiciava amparo jurídico na lei do Império.
Marque a alternativa INCORRETA:

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Q2093122 História
(URCA/2022.2) Em relação a História do Brasil colonial, o historiador brasileiro Caio Prado Junior (1907-1990), considerava que a colonização do Brasil constituiu para Portugal um problema de difícil solução, porque:
I. Os portugueses possuíam pouco mais de um milhão de habitantes e esses se ocupavam no século XV das conquistas ultramarinas da África e Ásia.
II. O interesse português no território que seria o Brasil existia desde os trânsitos comerciais com os árabes no século VII, o novo território era pensado como estratégia de fortalecimento humano e econômico aos ibéricos, todavia seria preciso estratégia para a retirada dos franceses.
III. Franceses e holandeses exploravam economicamente a costa do território que seria o Brasil quando da chegada das primeiras embarcações lusitanas, para a expulsão desses estrangeiros, os portugueses dependiam da aliança com os povos indígenas, que depois seriam traídos. IV. Indígenas de diversas etnias resistiram contra a invasão portuguesa e conseguiram, com a ajuda dos holandeses, expulsar os lusitanos que encontraram abrigo na região do Cariri cearense.
Marque a alternativa CORRETA.
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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular |
Q2076466 História

No conto A Escrava, de 1887, Maria Firmina dos Reis expressa sua visão diante da escravidão negra no Brasil, a exemplo do seguinte fragmento:

“Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e sempre será um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio, e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado.”

REIS, M. F. dos. A Escrava (conto). In: Literafro, 2001. Disponível em:http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/977-maria-firmina-dos-reis-a-escrava. Adaptado.


Uma das principais características do trabalho escravo, criticamente denunciado no fragmento acima, é

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Ano: 2022 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2022 - UEMA - Vestibular |
Q2076451 História

A personagem central de A Escrava é uma mulher escravizada que sofre pela perda de seus filhos, retirados à força de sua companhia e vendidos para outra província, prática conhecida como tráfico interprovincial. Esse sofrimento materno, associado aos maus tratos decorrentes do cotidiano do cativeiro, resultou na fuga da escrava e, em seguida, na sua morte.

O trecho selecionado é um diálogo fictício do referido conto e trata de um direito adquirido pelos escravos com a Lei n. 2040, de 1871, também conhecida como a lei do Ventre Livre.


— Sim, minha cara senhora, redarguiu, terminando a leitura: o direito de propriedade, conferido outrora por lei a nossos avós, hoje nada mais é que uma burla...

A lei retrogradou. Hoje protege-se escandalosamente o escravo, contra seu senhor; hoje qualquer indivíduo diz a um juiz de órfãos:

— Em troca desta quantia exijo a liberdade do escravo fulano – haja ou não aprovação do seu senhor.

REIS, Maria Firmina. A Escrava. In. MORAIS FILHO, Nascimento. Maria Firmina: fragmentos de uma vida. São Luís, s/e, 1975.


Pode-se afirmar a respeito das mudanças dessa lei abolicionista que 

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Ano: 2022 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2022 - UECE - Prova de Conhecimentos Gerais - 1ª Fase |
Q2070891 História
Enquanto Tomás Antônio Gonzaga, sob o pseudônimo de Critilo, escrevia as Cartas Chilenas, obra satírica em que criticava a corrupção do governo local, Cláudio Manuel da Costa produzia obras que inauguraram o Arcadismo na Colônia. Esses dois representantes da cultura brasileira foram  
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Ano: 2022 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2022 - UERJ - Vestibular - Exame Único |
Q1994434 História
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Tereza de Benguela é um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional. Nos últimos anos, passou a ser mais reconhecida, na busca de multiplicar as narrativas que revelam a formação sociopolítica brasileira. Tereza, que viveu no século XVIII, pode ter nascido no continente africano ou no Brasil. Ela chefiou o Quilombo do Quariterê, que se localizava na atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia. O Quilombo resistiu até 1770, quando foi destruído. Em homenagem a Tereza de Benguela, o dia 25 de julho é oficialmente, no Brasil, o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
Adaptado de ufrb.edu.br.

O reconhecimento de Tereza de Benguela e a celebração do dia 25 de julho indicam uma mudança com o intuito de multiplicar narrativas sobre a formação social brasileira. Essa mudança tem como objetivo:
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Ano: 2022 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2022 - USP - Vestibular - 1ª Fase |
Q1994331 História
“Os vadios são o ódio de todas as nações civilizadas, e contra eles se tem muitas vezes legislado; porém as regras comuns relativas a este ponto não podem ser aplicáveis ao território de Minas; porque estes vadios, que em outra parte seriam prejudiciais, são ali úteis”.
Desembargador J.J. Teixeira Coelho. “Instruções para o governo da capitania de Minas Gerais (1780)”. Apud SOUZA, Laura de Mello e. Os desclassificados do ouro. A pobreza mineira no século XVIII. Rio de Janeiro: Graal, 1982. 
A partir da leitura do excerto, que aborda aspectos da sociedade mineira do século XVIII, é correto afirmar que, nessa sociedade, 
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Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987253 História
          (...) a primeira cousa que pretendem alcançar [capitães da terra] são escravos para lhes fazerem e granjearem suas roças e fazendas, porque sem eles não se podem sustentar na terra: e uma das cousas porque o Brasil não floresce muito mais, é pelos escravos que se alevantaram e fugiram para suas terras e fogem cada dia: e se estes índios não foram tão fugitivos e mudáveis, não tivera comparação a riqueza do Brasil.
Pedro de Magalhães Gandavo. Tratado da terra do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2008, p. 53 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, julgue o seguinte item, acerca da política indigenista na América portuguesa.
Alguns costumes indígenas eram tolerados dentro dos aldeamentos missionários, a exemplo da bigamia. 

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Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2022 - UNB - Vestibular - Indígena |
Q1987252 História
          (...) a primeira cousa que pretendem alcançar [capitães da terra] são escravos para lhes fazerem e granjearem suas roças e fazendas, porque sem eles não se podem sustentar na terra: e uma das cousas porque o Brasil não floresce muito mais, é pelos escravos que se alevantaram e fugiram para suas terras e fogem cada dia: e se estes índios não foram tão fugitivos e mudáveis, não tivera comparação a riqueza do Brasil.
Pedro de Magalhães Gandavo. Tratado da terra do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2008, p. 53 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência, julgue o seguinte item, acerca da política indigenista na América portuguesa.
Os aldeamentos agrupavam indígenas de diferentes etnias em um mesmo espaço físico sob a tutela espiritual das ordens religiosas.

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Respostas
21: A
22: B
23: E
24: E
25: C
26: A
27: B
28: D
29: A
30: A
31: C
32: D
33: E
34: E
35: C
36: C
37: D
38: C
39: E
40: C