Questões de Vestibular Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

Foram encontradas 493 questões

Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2025 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4148625 História
   “O Brasil é o café e o café é o negro”. Essa frase, comum nos círculos dominantes da primeira metade do século XIX, só em parte é verdadeira. O Brasil não era só café, como não fora só açúcar. Além disso, a produção cafeeira iria prosseguir no futuro, sem o concurso do trabalho escravo. Mas não há dúvida de que nesse período boa parte da expansão do tráfico de escravizados se deveu às necessidades da lavoura cafeeira.

(Boris Fausto. História do Brasil, 2012. Adaptado.)

A primeira frase, citada no início do excerto,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144918 História
A experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte Norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma.
(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)

O excerto demonstra que
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Q4144785 História
As invasões holandesas no Brasil colônia ocorreram no século XVII. Em 1630, os holandeses conquistaram a capitania de Pernambuco, grande produtora mundial de açúcar. Aí ficaram até 1654, quando foram expulsos por um movimento de resistência que uniu luso-brasileiros, negros e indígenas locais. Para o Brasil, uma das consequências da expulsão dos holandeses foi
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2025 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4143792 História

    Em 1580, o Brasil, com uma população de cerca de 60 mil habitantes, dos quais 30 mil eram europeus, havia se transformado numa colônia de povoamento, embora de tipo peculiar: uma colônia de agricultura tropical capitalizada a partir da Europa, que supria uma demanda europeia de produtos tropicais [...].


(Stuart B. Schwartz. “O Brasil colonial, 1580-1750: as grandes lavouras e as periferias”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: a América Latina Colonial, 1999.)


A exploração de produtos tropicais em grande escala na colônia do Brasil, no século XVII, era ligada

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2025 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4143791 História
    O provimento das Minas só melhorou com a abertura de uma nova via de acesso. O Caminho Novo foi projeto do governador da Repartição do Sul, Artur de Sá e Meneses [...].     O ouro saiu com fartura da terra até por volta de 1750. Durante esse tempo, o trânsito de pessoas e mercadorias foi intenso no Caminho Novo. Por ele chegavam a Vila Rica açúcar, cachaça, gado, pólvora, fumo, azeites, arroz, sal do reino, marmelada e vinhos. Com a multiplicação das vilas e dos arraiais, as Minas passaram a ser abastecidas de toda sorte de produtos e bugigangas: vidro, espelhos, arma de fogo, facas flamengas, louças, chumbo, veludos, fivelas, pelúcia, calções de damasco carmesim, chapéus com fitas debruadas de fios de ouro e prata, botinas de couro amarradas por cordões, casacos forrados de seda ou de lã felpuda.
(Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
O excerto mostra a constituição, na primeira metade do século XVIII, de
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Ano: 2025 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2025 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4129408 História
 Leia o segmento abaixo.

Era um sistema quase perfeito: homens brancos (europeus em sua maioria) desenvolveram uma nova mentalidade, na qual a liberdade e a igualdade são entendidas como conceitos que definem a experiência humana. [...] esse mesmo mundo estava organizado numa prática amplamente sistematizada de exploração do trabalho humano em regime de servidão. Aqueles que estavam sujeitos à escravidão eram seres humanos biologicamente inferiores, assim como os não brancos incivilizados, que, se não fossem escravizados, deveriam ser “salvos” pela colonização. O circuito estava fechado. Mas eis que surgiram os revolucionários de São Domingos, que colocaram em xeque todo esse sistema, ousando projetar possibilidades de mundo até então impensáveis. Não é de estranhar que a Revolução do Haiti tenha sido vista com profundo temor. [...]E o Brasil nisso tudo? Bem, o Brasil foi mais uma nação americana que nasceu em meio a esse processo de profundas transformações, construído em um mundo no qual as ideias de nação, progresso, civilidade e a própria humanidade estavam unicamente vinculadas à população branca vinda da Europa.

SANTOS, Y. L. Racismo brasileiro: uma história da formação do país. São Paulo: Todavia, 2022. p. 95-96.

Considerando a história das relações étnico-raciais no Brasil Colônia e Império, a principal ideia contida no segmento é que
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116347 História
[...] historicamente, os quilombos foram comunidades dinâmicas forjadas não fora, mas dentro da sociedade escravista; comunidades que simultaneamente transformaram o mundo no qual todos viviam. As geografias insurgentes [...] foram claramente baseadas na existência de laços e práticas econômicas forjadas dentro da escravidão e motivadas por camaradagem, medo ou oportunismo. Nenhum deles expressou uma explícita ideologia antiescravista, mas suas ações desestabilizaram a escravidão por dentro. Para os quilombolas, abandonar seus senhores e trabalhar como pessoas livres diante dos olhos dos proprietários foi uma forma de rejeitar a escravidão.
(Yuko Miki. “Fugir para a escravidão: as geografias insurgentes dos quilombolas brasileiros, 1880-1881”. In: Flávio Gomes e Petrônio Domingues (orgs.). Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, 2014.)
O excerto caracteriza a ação dos quilombos no Brasil pré-abolição como
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946340 História
Entre 1810 e 1850 os debates acalorados giraram em torno do fim do tráfico internacional, da sua legislação, da sua repressão, num impressionante vaivém, ou na famosa expressão:¬¬“Para inglês ver”. Até que o comércio internacional de almas fosse extinto em 1850, e na verdade alguns anos depois, muita pressão externa foi necessária. O fim do tráfico não significou a abolição da escravidão, que ainda permaneceria forte por quase quarenta anos.
Lilia M. Schwarcz e Flávio Gomes. “Apresentação”. In: Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. Adaptado.

De acordo com o excerto, é correto afirmar:
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Q3857491 História
Leia o excerto para responder à questão.


Os africanos não foram somente os pioneiros da meta lurgia de ferro no Brasil. Desde muito acostumados à cata do ouro [...] trouxeram com eles as técnicas da bateia e de es cavação de minas. Alguns eram bons ourives, que criavam, na África, joias de grande beleza, como as dos axantes, e passaram a fazê-las no Brasil. [...]


Aos africanos deve-se também que se tenha produzido, sobretudo nas grandes propriedades rurais, e ao arrepio das proibições régias, tecidos para uso dos escravos, em teares extremamente simples, horizontais ou verticais [...].


[...] as crianças ouviam os relatos fantásticos de diferentes nações africanas, cujos personagens e enredos se mesclavam entre si e com os ameríndios e europeus, de tal modo que se tornava difícil separar o Curupira dos tupis do moatia dos axantes, pois ambos, do tamanho de anões, tinham os pés virados para trás e eram os senhores dos animais selva gens. Vindos da África, bichos-papões, jogos e brinquedos desembarcaram no Brasil. E lembranças de desfiles de reis, com seus enormes guarda-sóis coloridos, que reproduziram, no Brasil, nos maracatus, congadas e reisados.


(Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021.)

Considerando o excerto, a contribuição econômica dos escravizados africanos para o aumento da acumulação de capitais na metrópole portuguesa também derivou
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510613 História
Texto 1
A guerra justa foi utilizada na colônia pela primeira vez em 1562, contra os Caeté, que supostamente haviam devorado, em um ritual antropofágico, o primeiro bispo do Brasil, o bispo Sardinha […] Em janeiro de 1751, foi a vez do governador de Goiás, em carta ao rei Dom José, noticiar ao monarca sobre as “hostilidades” que os Kayapó do sul haviam feito aos Araxá “que não só lhe fizeram huma grande mortandade mas depois lhe cativarão todas as mulheres e crianças, as quais levarão para o seo alojamento para as comerem, porque sempre que tem ocasião se sustentão de carne humana”.
MORI, Robert. Os aldeamentos indígenas no caminho dos Goiases: guerra e etnogênese no “sertão do gentio kayapó” (sertão da farinha podre) – Séculos XVIII e XIX. Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia; 2015, p. 38, 82.

Texto 2
Na década de 1740 "coincidiu" a criação dos primeiros aldeamentos indígenas da província de Goiás com a plena abundância das minas auríferas e florescimento febril dos arraiais. A preocupação da população era extrair o máximo possível de ouro; a do governador era cuidar para que o contrabando fosse coibido. […] Os índios não deveriam perturbar a economia da colônia e para que assim fosse existiam os quartéis-aldeamentos e o sertanista Antônio Pires de Campos, responsáveis pela manutenção da "ordem" criada pelos conquistadores para seu usufruto.
RAVAGNANI, Oswaldo Martins. A Agropecuária e os Aldeamentos Indígenas Goianos. Perspectivas, 9/10, São Paulo, 1986/1987, p. 119, 143.

A partir da leitura dos textos acima, podemos considerar que
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Ano: 2025 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2025 - UFU-MG - Vestibular - Primeiro Semestre 2025 |
Q3355122 História
    A Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo.
MARQUESE, R. de B. A dinâmica da escravidão no Brasil: resistência, tráfico negreiro e alforrias, séculos XVII a XIX. Novos Estudos CEBRAP, (74), março 2006. p. 107.

    Sobre o processo de resistência dos escravizados no Brasil, podemos afirmar que  
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Vestibular - Conhecimentos Gerais V1 |
Q4211662 História
“Se a derrama for lançada, há levante, com certeza. Corre-se por essas ruas? Corta-se alguma cabeça? Do cimo de alguma escada, profere-se alguma arenga? Que bandeira se desdobra? Com que figura ou legenda? Coisas da Maçonaria, do Paganismo ou da Igreja? A Santíssima Trindade? Um gênio a quebrar algemas? Atrás de portas fechadas, à luz de velas acesas, entre sigilo e espionagem, acontece a Inconfidência.”


Os versos de Cecília Meireles, no Romanceiro da Inconfidência, remetem
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Vestibular - Conhecimentos Gerais V1 |
Q4211590 História
As formas de colonização ibérica e inglesa na América foram, durante muito tempo, consideradas processos isolados, estruturados em dois modelos opostos: as colônias de exploração e as de povoamento, respectivamente. No entanto, elas constituíram um emaranhado de experiências compartilhadas pelos impérios atlânticos. Os aspectos comuns a essas formas de colonização foram a  
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2024 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149633 História
    As controvérsias entre castelhanos e portugueses acerca das zonas de navegação marítima e divisão dos territórios não estavam solucionadas. Assim, surgia o Tratado de Tordesilhas (1494), para pôr fim à contínua rivalidade entre Portugal e Castela pelo domínio do Atlântico, suas ilhas e terras continentais. O tratado delimitava por mútuo acordo uma linha imaginária direta, do polo Ártico ao polo Antártico, a 370 léguas do oeste dos Açores, das ilhas de Cabo Verde, dividindo o Atlântico: a parte poente passava a pertencer aos senhores de Castela e sucessores; a parte do levante, ao rei de Portugal e sucessores.

(Sônia Maria de Araújo Cintra. “José de Anchieta: um missionário singular do contexto ibero-americano no alvorecer do século XVI”. In: Gerson Damiani et al (orgs.). O mundo indígena na América Latina: olhares e perspectivas, 2022.)

Os termos do Tratado derivaram
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510140 História

Leia o texto a seguir.



Como havia ordem de Vossa Majestade para esta Provedoria assistir as aldeias com o que lhe fosse necessário, aproveitaram, os ditos jesuítas, na administração que delas tinha [...] para fazerem um exorbitante roubo à Real Fazenda, e enviando réis de fingidas despesas.


CARTA do governador João Manuel à Corte. 29 de maio de 1760. In: PALACIN, L. Subversão e corrupção. Goiânia: Ed. da UFG, 1983. p. 14.  



Na carta do governador da capitania de Goiás João Manuel à corte, percebe-se a intenção de apresentar a ordem jesuíta como sendo desonesta. O motivo político que explica essa atitude do governador foi

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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407661 História
    Embora a escravidão já existisse na África Ocidental antes da chegada dos europeus, ela assumiu outro significado. Doravante, o cativo tornou-se uma “peça”, termo que evoca por si mesmo sua condição de mercadoria, cujo valor podia oscilar de acordo com a lei da oferta e da procura. Essa escravidão em massa, por sua vez, inundou a Europa, e depois toda a América, com uma categoria social completamente privada de direitos que passava a constituir a base de toda a exploração econômica, motivo pelo qual certos pesquisadores identificam a existência de organizações sociais escravistas específicas na Era Moderna.
(José Rivair Macedo. História da África, 2015.)

O excerto apresenta alguns aspectos das “organizações sociais escravistas” do século XV ao XIX. Um desses aspectos apresentados refere-se
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390008 História
Em 1798, a Conjuração Baiana, também chamada de Revolta dos Alfaiates, exigiu transformações políticas, sociais e econômicas, contando com a participação de diferentes setores da sociedade entre os seus revoltosos.
Com base nesses acontecimentos, assinale a alternativa CORRETA
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Ano: 2024 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2024 - UFPR - 1ª Fase - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3271501 História
Em julho de 2021, manifestantes incendiaram uma estátua do bandeirante Borba Gato, localizada na Zona Sul de São Paulo. A ação foi considerada vandalismo por alguns e um ato político por outros. A dissonância nessas posturas revela um embate público sobre a construção de imagens e memória da História do Brasil. Assinale a alternativa que explica corretamente esse embate entre a construção de imagens dos bandeirantes e a memória da História do Brasil.
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Ano: 2024 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2024 - UFGD - Vestibular |
Q3249984 História

No Brasil, o sistema escravocrata transformou-se num modelo tão enraizado que acabou se convertendo numa linguagem, com graves consequências. Grassou por aqui, do século XVI ao XIX, uma escandalosa injustiça amparada pela artimanha da legalidade.


SCHWARCZ, Lilia M. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 27.



Lilia Moritz Schwarcz reflete sobre a formação da sociedade brasileira, no que diz respeito ao sistema escravocrata no Brasil. Sobre esse sistema, é correto afirmar que

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Q3248311 História
Quatro dias após ter desembarcado no Brasil, a corte portuguesa, através do príncipe regente D. João, decretou, em 28 de janeiro de 1808, a Abertura dos Portos brasileiros às Nações Amigas; dois anos depois, em 1810, foram assinados o Tratado de Comércio e Navegação e o tratado de Aliança e Amizade entre os reinos de Portugal e da GrãBretanha. Considerando esses eventos, analise as afirmações a seguir:

I. Esses tratados garantiram a continuidade do controle português sobre as atividades comerciais entre o Brasil e a Europa e fortaleceu a presença lusitana à frente da colonização brasileira.
II. Enquanto a Abertura dos Portos pôs fim ao “Pacto Colonial” ou “Exclusivo Colonial” de Portugal sobre o Brasil, os tratados assinados em 1810 garantiram a predominância britânica sobre o mercado brasileiro.
III. Essas decisões de cunho administrativo e econômico são consideradas como os primeiros passos do processo que conduziu à Independência política do Brasil em relação ao reino de Portugal.

É correto o que se afirma em
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Respostas
1: C
2: B
3: B
4: C
5: E
6: A
7: B
8: D
9: B
10: C
11: D
12: B
13: B
14: B
15: B
16: A
17: D
18: B
19: A
20: C