Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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Art. 45 – determinava que a Alemanha cederia o território do Sarre, rico em minas de carvão, por um prazo de quinze anos, à França. Art. 51 – estabelecia que a Alsácia e a Lorena voltariam à posse dos franceses. Art. 102 – determinava que a cidade de Dantzig era considerada cidade livre e administrada pela Liga das Nações. Art. 119 – determinava que todas as colônias alemãs passariam às mãos dos aliados. Art. 160 – estabelecia a quantidade máxima de tropas que a Alemanha poderia manter. No geral, só poderia ter 100 mil soldados voluntários. Art. 168 – qualquer fabricação de armamentos deveria ter a aprovação dos aliados. Art. 198 – determinava que a Alemanha não poderia ter aviação nem marinha militar. Art. 231 – estabelecia o reconhecimento da culpa dos alemães pela guerra e por todas as perdas e danos dos aliados
Adaptado de MATTOSO, Kátia M. Queirós. Textos e documentos para o estudo da história contemporânea. São Paulo: Hucitec / Edusp, 1977, p. 166-170).
Os artigos acima referem-se ao Tratado de
I. A noção de "moderno" não basta por si só para dizer algo de concreto ou definitivo sobre o período posterior à Idade Medieval. Modernos foram os nominalistas medievais, os humanistas do Renascimento, e aqueles que, no século XVII, travaram formidável batalha contra os “antigos”. Só aos poucos, nas sociedades ocidentais, foi havendo uma tomada de consciência quanto à modernidade nascente, em cujo seio já se vislumbra, indecisa, a teoria do progresso. II. Ao lado da verdade revelada, houve uma verdade da natureza, autônoma, com sua própria linguagem e suas leis, ao alcance do homem. Contra a transcendência, afirmou-se, para a natureza e para o próprio conhecimento, o princípio da pura imanência. III. A antiga visão finalista, própria de um universo mental dominado pela revelação e monopolizado por um setor privilegiado da sociedade — o eclesiástico —, cede lugar, pouco a pouco, diante da imanência, possibilitando uma nova visão do mundo: terrena e humana, ou seja, imanente, natural, racional.
Está correto o que se afirma em
(DURAND, Marie-Françoise. Atlas da mundialização: compreender o espaço mundial contemporâneo. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 157)
A que importante período da Geopolítica Mundial o texto faz referência?
Com base no texto e a respeito do período entre guerras na Itália, é correto afirmar que este foi um período
“As transformações da economia mundial não pararam com o rompimento do sistema colonial. Na segunda metade do século XIX, a economia capitalista entrou num período de grande crescimento, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. Esse crescimento refletiuse na ampliação do comércio mundial e no enorme acúmulo de capitais entre os empresários das grandes potências. Calcula-se que 80% do capital mundial concentrou-se em nações ricas, como Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos.” (COTRIM, Gilberto. História do Brasil e Geral. 3° Ed. São Paulo: Saraiva, 2004. p. 300.)
Com base no texto e nos conhecimentos referentes à Revolução Industrial, é correto afirmar que os
Observe a imagem.

A imagem acima apresenta o Tratado de Tordesilhas, que foi assinado em 1494 e estabeleceu
(BRAICK, Patrícia e Ramos. MATA, Myriam Becho. História: das cavernas ao terceiro milênio. 2ª ed. - São Paulo, Moderna, 2010. p. 175.)
O Cisma do Oriente, referido no texto acima resultou
(ORDOÑEZ, Marlene e QUEVEDO, Júlio. História – Coleção Horizontes. São Paulo: IBEP. Sd. p. 58)
Ainda sobre a expansão do, Império Persa afirma-se que
Países da extinta Iugoslávia (em destaque)
A desintegração da Iugoslávia, na década de 1990, teve conflitos que persistiram durante toda a década. Esse foi um dos fatos geopolíticos mais importantes depois da queda do muro de Berlim e do colapso da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Sobre os países resultantes da antiga Iugoslávia, é correto afirmar que
Este quadro, elaborado pelo historiador Philippe Fabry, apresenta informações acerca da noção de direita e esquerda na França, após a Revolução Francesa.

Considerando as informações desse quadro, pode-se afirmar que:
“A liberdade é sempre a liberdade de quem pensa de maneira diferente (...). A ditadura do proletariado deve ser obra da classe e não de uma pequena minoria dirigente em nome da classe (...). Sem eleições gerais, sem liberdade irrestrita de imprensa, de reunião e discussão (...), algumas dezenas de dirigentes do Partido (...) comandam e governam (...). Entre eles, a direção, na verdade, está nas mãos de uma dúzia de homens, e uma elite, escolhida na classe operária, é de tempos em tempos convocada a aplaudir os discursos dos chefes e votar por unanimidade as resoluções que lhe são apreendidas”.
Rosa Luxemburgo. A Revolução Russa. Citado em: Antoine Prost. Gérard Vincent (orgs). História da Vida Privada: Da Primeira Guerra aos nossos dias. v.5. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, pp.419-420
É correto afirmar que, para a autora, o processo revolucionário russo
“De Tarkala à cidade de Gana, gastam-se três meses de marcha um deserto árido. No país de Gana, o ouro nasce como plantas na areia, do mesmo modo que as cenouras. É colhido ao nascer do sol”.
Ibn al-Fakih. Citado em: Alberto da Costa e Silva. Imagens da África: da Antiguidade ao século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.32
“[Gana] é a terra do ouro. (...) Toda a gente do Magreb sabe, e ninguém disto discrepa, que o rei de Gana possui em seu palácio um bloco de ouro pesando 30 arratéis (cerca de 14 kg). Esse bloco de ouro foi criado por Deus, sem ter sido fundido ao fogo ou trabalhado por instrumento. Foi, porém, furado de um lado ao outro, a fim de que nele pudesse ser amarrado o cavalo do rei. É algo curioso que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo e que ninguém possui a não ser o rei, que disso se vangloria diante de todos os soberanos do Sudão”.
Al-Idrisi. Citado em: Alberto da Costa e Silva. Imagens da África: da Antiguidade ao século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.37
Os textos foram escritos por viajantes árabes ao observarem aspectos sobre o Reino de Gana, na África, durante a Idade Média europeia. Pela análise dos excertos, é correto afirmar que tal Reino

I. O Coliseu era, sobretudo, um enorme instrumento de propaganda e difusão da filosofia de toda civilização romana que, por meio de espetáculos de gladiadores, execuções e jogos, voltados para o entretenimento da população, desviava a atenção do povo dos problemas sociais e políticos.
II. O Teatro grego desempenhava um papel importante na cultura e no orgulho cívico, onde por meio de dois gêneros principais, a tragédia e a comédia, discutiam-se temas políticos e sociais, por vezes de forma satírica, levando o cidadão a uma reflexão sobre o mundo em que vivia.
III. Para a cultura greco-romana, a importância dos anfiteatros não residia somente na possibilidade de realizar as festas rurais, festivais artísticos ou espetáculos dirigidos ao povo. Nesses amplos espaços as decisões políticas eram tomadas pelos governantes com o apoio da população votante.
Assinale a assertiva correta.
Michel Reeber. Religiões: mais de 400 termos, conceitos e ideias. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002, p.259
O texto aponta para a(o)
Observe a charge sobre o Tratado de Versalhes.

A charge estabelece uma relação entre

• No filme O Grande Ditador, produção norte-americana de 1940,Charlie Chaplin compõe
um retrato irônico do nazi-fascismo europeu
em duas de suas principais figuras: Hitler e
Mussolini. A cena reproduzida apresenta três
características da ideologia nazista

• A partir dos textos, é possível afirmar que o estudo da medicina durante a Idade Média Central (séc. XI-XIII)
Fugir era o principal recurso que podiam. Os ricos fugiam para suas casas de campo, como os jovens patrícios de Florença de que fala Boccaccio, que se instalaram num palácio no campo [...]. Os pobres das cidades morriam em seus buracos [...]. O fato de serem os pobres mais duramente atingidos do que os ricos foi observado com clareza na época, tanto no norte quanto no sul. Um cronista escocês, John de Fordun, afirmou que a peste “ataca em especial os mais humildes e os plebeus – raramente os magnatas”. Simon de Corvino, de Montpellier, fez a mesma observação. Atribuiu isso à miséria, à necessidade e às dificuldades [...]. Os contatos íntimos e a falta de condições sanitárias era a outra metade da verdade.
TUCHMAN, Barbara. Um espelho distante: o terrível século XIV. Rio de Janeiro: José Olympio, 1999. p. 92.
O trecho revela, essencialmente