Questões de Vestibular
Sobre história do brasil em história
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(Biganti (O Estado de S.Paulo, 08.03.1964) apud Rodrigo Patto Sá Motta. Jango e o golpe de 1964 na caricatura, 2006.)
A caricatura apresenta o presidente João Goulart,
I. Os indígenas aceitaram mais facilmente o trabalho escravo e se acostumaram à vida com seus senhores, ao contrário dos africanos que sempre resistiram.
II. Os jesuítas empreenderam uma intensa campanha contra a escravização dos indígenas, razão pela qual vieram para o Brasil no início da colonização.
III. As dificuldades de escravização dos indígenas e os lucros do tráfico negreiro levaram os portugueses a optar pela mão de obra africana.
Está correto o que se afirma somente em
I. O Tenentismo surgiu entre militares, especialmente entre os militares de baixa patente.
II. Os Tenentes, de modo geral oriundos das camadas médias da população, defendiam a moralização da vida política.
III. Nos anos 1920, organizaram várias ações militares, entre elas o chamado Levante de Copacabana.
IV. Os Tenentistas pretendiam um governo comunista e exigiram, a partir de 1922, que seus líderes se filiassem ao PCB (Partido Comunista Brasileiro).
Está correto o que se afirma apenas em
Em relação ao contexto em que o país viveu, durante sua elaboração, promulgação e implementação, é correto afirmar:
A pintura histórica alcançou no século XIX importante lugar no projeto político do
Segundo Reinado. Esse gênero artístico mantinha intenso diálogo com a produção do
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Por meio da pintura histórica, forjou-se um
passado épico e monumental, em que toda a população pudesse se sentir representada
nos eventos gloriosos da história nacional. O trabalho de Araújo Porto-Alegre como
crítico de arte e diretor da Academia Imperial de Belas Artes possibilitou a visibilidade
da pintura histórica com seus pintores oficiais, Pedro Américo e Victor Meirelles.
Isis Pimentel de Castro
Adaptado de periodicos.ufsc.br. Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do Segundo Reinado tinham a função essencial de:
A vontade de mudar o nome do antigo Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici, em Salvador, não aconteceu por conta da efeméride dos 50 anos do golpe militar. Segundo a diretora Aldair Almeida Dantas, essa era uma insatisfação antiga da comunidade. “A novidade foi a convergência de intenções e a coincidência com esse período de resgaste histórico”, disse a diretora do, agora, Colégio Estadual do Stiep Carlos Marighella. Um colegiado escolar, formado pelos funcionários, professores, pais de alunos e pela comunidade, entendeu que o lançamento de muitos candidatos ao novo nome criaria confusão. Por isso surgiu a ideia de encontrar apenas dois que fossem baianos e representassem o combate ao regime militar. Os nomes do guerrilheiro Carlos Marighella e do geógrafo Milton Santos foram os escolhidos. “Ambos são da Bahia. Cada um tentou lutar contra a imposição do regime”, analisa Aldair.
Adaptado de educacao.uol.com.br, 15/04/2014.
A escolha de nomes de logradouros e de edificações pode representar uma homenagem em determinada época, assim como a mudança desses nomes pode indicar transformações históricas, simbolizando novas demandas da sociedade. A situação apresentada na reportagem exemplifica, para a sociedade brasileira atual, um contexto político associado a:

Nos gráficos, estão indicadas mudanças que afetaram a sociedade brasileira em um período que inclui os Governos Militares (1964-1985) e o restabelecimento do regime democrático de 1985 aos dias de hoje.
Analisando o primeiro e o segundo gráficos, conclui-se que os Governos Militares favoreceram, respectivamente, a ocorrência de:

No livro Os sertões, Euclides da Cunha aborda o episódio da Guerra de Canudos (1896-1897), organizando seu texto em três partes: a terra, o homem, a luta.
A letra do samba, inspirada nessa obra, apresenta uma imagem do sertão nordestino vinculada ao
seguinte aspecto:
Leia os textos abaixo para responder à questão.
Texto 1
“E se o castigo for frequente e excessivo, ou se irão embora, fugindo para o mato, ou se matarão por si, como costumam, tomando a respiração ou enforcando-se, ou procurarão tirar a vida aos que lhe dão tão má, recorrendo se for necessário a artes diabólicas, ou clamarão de tal sorte a Deus, que os ouvirá e fará aos senhores o que já fez aos egípcios, quando avexavam com extraordinário trabalho aos hebreus, mandando as pragas terríveis contra suas fazendas e filhos.”
(Padre Antonil, CULTURA E OPULÊNCIA DO BRASIL,1710.)
Texto 2
“O escravo torna possível o jogo social, não porque garanta a totalidade do trabalho material (isso jamais será verdade), mas porque seu estatuto de anticidadão, de estrangeiro absoluto, permite que o estatuto do cidadão se desenvolva; porque o comércio de escravos e o comércio simplesmente, a economia monetária, permitem que um número bem excepcional de atenienses sejam cidadãos.”
(Pierre Vidal-Naquet, TRABALHO E ESCRAVIDÃO NA GRÉCIA
ANTIGA.)
Texto 3
“Algumas escravas procuram de propósito abortar, só para que não cheguem os filhos de suas entranhas a padecer o que elas padecem.”
(André João Antonil, CULTURA E OPULÊNCIA DO BRASIL, 1711.)
Com base na questão do escravo na antiga Grécia e na colonização brasileira, analise as proposições abaixo.
I. No Texto 1, o autor procura mostrar diversas ações de rebeldias que os escravos poderiam ter caso fossem violentados, levando até a predestinar que poderia acabar em uma grande tragédia para os negros fugidos, da mesma forma que ocorreu com o povo egípcio na passagem mitológica.
II. O Texto 2 mostra a importância da escravidão para a consolidação do papel da cidadania na Grécia e como esse papel proporcionou o crescimento da economia ateniense.
III. No Texto 3, mostra-se o descaso que certas mulheres tinham com relação a sua prole, muito por conta das condições higiênicas em que eram feitos os partos nas senzalas, o que levava a preferir o aborto a uma morte prematura por doenças.
IV. Os três textos mostram posturas e condições escravistas, podendo-se concluir que tanto na Grécia quanto no Brasil colônia a condição de escravidão era a mesma em todos os aspectos.
É correto o que se afirma em