Questões de Vestibular
Sobre história do brasil em história
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I. Governou com base em um Plano de Metas, que favoreceu o crescimento do setor industrial. II. A meta síntese de seu governo foi a construção de Brasília, através da Novacap. III. Foi marcado pela estabilidade política e nenhuma tentativa golpista. IV. Priorizou o desenvolvimento da indústria nacional, em detrimento das multinacionais. V. Foi considerado nacionalista e marcado pela neutralidade em relação à Guerra Fria.
Estão corretas as afirmações:
Observe a imagem abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

Figura 1. A verdade eleitoral. A moralidade política não permitirá que a verdade saia nua das urnas.
K. Lixto. D. Quixote, 20/02/1918.
Disponível em: < https://pt.slideshare.net/jaugustoss/repblica-oligrquica-25326282 >. Acesso em: 25 mar. 2018
Varre, varre,varre vassourinha! Varre, varre a bandalheira! Que o povo já tá cansado De sofrer dessa maneira (...).
RIBEIRO, Marcus Venicio; ALENCAR, Chico; CECCON, Claudius. Brasil vivo: uma nova história da nossa gente. Vol. 2. Petrópolis: Vozes, 1988. p. 182.
Os textos abaixo tratam da relação entre índios e brancos em momentos distintos. O Documento 1 traz a memória contemporânea de um dos netos de mulheres indígenas que foram "pegas no laço", prática recorrente desde o período colonial até o início do século XX. O Documento 2 enfoca o conflito entre índios e colonizadores no sertão mineiro, no século XVIII. Leia atentamente:
Documento 1: "Meu pai disse que meu avô contou que minha avó era muito linda e que olhou bem nos seus olhos antes de correr. Meu avô ficou enfeitiçado por ela. Imediatamente ele tirou o laço do lombo do cavalo em que estava montado e a laçou. Ela, no começo, esperneou, gritou, chamou pelos outros ‘índios’, mas ninguém voltou, e meu avô a levou para casa e com ela teve nove filhos. Meu avô contou para meu pai que vovó era baixinha, tinha cabelos longos bem pretinhos e olhos puxadinhos. Ela ficava horas sentada na frente de casa penteando os cabelos e com os olhos perdidos no horizonte. Meu avô dizia que ela ficou a vida inteira aguardando que sua ‘tribo’ viesse resgatá-la. Nunca ninguém apareceu."
(Texto adaptado. Disponível em:<https://bit.ly/2OQmemL> . Acesso em: 31 jul. 2018.)
Documento 2: "O ápice da violência que colocou soldados e posseiros contra os índios no sertão mineiro aconteceu não no início da corrida do ouro, como se poderia imaginar, mas durante a segunda metade do século XVIII, na região oriental da capitania. Durante os séculos XVI e XVII, diversos grupos indígenas haviam se retirado para o interior, fugindo da colonização da costa. No século XVIII, a explosão da mineração provocou uma linha consolidada de construção de vilas e lugarejos coloniais a oeste desses grupos [...]. O resultado foi a criação de uma zona de refúgio nas florestas a leste da capitania. [...] A apropriação brusca da terra dos nativos do sertão do leste relativiza a alegação dos posseiros e dos oficiais da colônia de que os portugueses entraram na floresta virgem como mensageiros da civilização, forçados a usar a violência em autodefesa quando atacados pelos incorrigíveis ‘selvagens’."
(RESENDE, Maria Leônia Chaves de; LANGFUR, Hal. Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei. Tempo, Niterói, v. 12, n. 23, p. 5-22, 2007, p. 8.)
Sobre este assunto, assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto abaixo e marque a opção CORRETA:
Em análise sobre os anos 1980, BRUNO (2002) mencionava o filme O ovo da serpente (1977), de Ingmar Bergman, obra que associava o momento político da Alemanha nos anos 1920 ao amadurecimento do nazismo. A autora identificava o aumento da violência no campo e a multiplicação dos grupos de defesa da propriedade como sinais de que “algo estava no ar”. [...] Três décadas após a redemocratização no Brasil, a serpente já se arrasta e o ar da democracia torna-se mais rarefeito. Paradoxalmente, aqueles grupos que se mobilizavam em torno da União Democrática Ruralista (UDR) ganharam força simbólica no Congresso, se institucionalizaram – principalmente na Frente Parlamentar da Agropecuária (vulgo “bancada ruralista”) – e conseguem, nesses espaços institucionais, terreno fértil para a redução de direitos sociais.
Essa frente parlamentar foi decisiva na derrubada da presidente Dilma Rousseff, em 2016, e na manutenção, nesse mesmo ano, do presidente Michel Temer no poder. Mais do que isso: diante dos serviços prestados, esses deputados e senadores vêm protagonizando uma pedalada autoritária contra os povos originários e tradicionais do Brasil, por meio da criminalização – como nas CPIs da Funai e do Incra – e da tentativa de eliminação, de apagamento das expressões no campo que não sejam aquelas do agronegócio. A campanha “O Agro é Pop”, da Rede Globo, elimina a palavra “negócio” e celebra um modelo que os políticos buscam tornar cada vez mais hegemônico no Congresso. Os modelos camponês e indígena são invisibilizados.
(Texto adaptado. CASTILHO, Alceu. A serpente fora do ovo: a frente do agronegócio e o supremacismo ruralista. Revista OKARA, v. 12, n. 2, UFPB, 2018. Disponível em: <http://www.periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/okara/article/view/41337/20731> . Acesso em: 19 ago. 2018.)
Fonte: CORRÊA, Sérgio Roberto Moraes. O Movimento dos Atingidos por Barragem na Amazônia: um movimento popular nascente de “vidas inundadas”. Revista NERA. Presidente Prudente, ano 12, n.º 15, p. 34-65, jul-dez. 2009.
Considerando as ações do governo em relação à ocupação da Amazônia, é INCORRETO afirmar que:
Observe as figuras:

Casamento de D. Pedro I com D. Amélia de Leuchtemberg, Debret, 1829.
Fonte: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra1188/casamento-de-d-pedro-e-d-amelia>. Acesso em: 11 de Ago. 2017.

Casamento de negros pertencentes a uma
família rica, Debret, 1826.
Fonte: <http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/familias-escravas-no-brasil/ - Blog: Ensinar História -Joelza Ester Domingues> Acesso em: 11 de Ago.2017.
As duas cenas de casamento do século XIX, representadas pelo pintor Jean-Baptiste Debret, permitem afirmar que:
Sob o lema “50 anos em 5”, esse plano se caracterizou pela
Assistimos ontem à entrada de cerca de 60 menores às 19 horas, na sua fábrica da Mooca. Essas crianças, entrando àquela hora, saem às 6 horas. Trabalham, pois, 11 horas a fio, em serviço noturno, apenas com um descanso de 20 minutos, à meia-noite! O pior é que elas se queixam de que são espancadas pelo mestre de fiação. [...] Uma há com as orelhas feridas por continuados e violentos puxões. Trata-se de crianças de 12, 13 e 14 anos.
Jornal O Combate, São Paulo, 4/09/1917. Apud CENPEC; Ensinar e aprender História. V.3: ficha 10, 1998.
Considerando o contexto da industrialização de São Paulo, no início da Primeira República, assinale a alternativa correta.
Conhecido como Inconfidência Mineira, esse movimento foi provocado principalmente
Entre as alternativas acima estão INCORRETAS:
Leia os textos abaixo para responder a questão.
TEXTO I
“[...] Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu
Aquele abraço!
Pra você que me esqueceu
Aquele abraço!
Alô, Rio de Janeiro
Aquele abraço!
Todo o povo brasileiro
Aquele abraço!”
TEXTO II
“Em meio ao clima de caça às bruxas – o regime via
subversivos em toda parte – muitos compositores e
cantores, além de Gil e Caetano, partiram para o exterior.”
MARTINS, Franklin. Quem foi que inventou o Brasil? Volume II – Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2015.
Analisando as informações dos dois textos
apresentados e o período do regime militar brasileiro,
pode-se dizer que
Em relação ao governo de Getúlio Vargas, podemos AFIRMAR que
A história do nordeste brasileiro ficou marcada pela forte presença holandesa na região, no século XVII. Assim, a partir das informações do texto acima e dos conhecimentos históricos, podemos AFIRMAR que a arte no nordeste brasileiro, do período das invasões holandesas
A obra de Euclides da Cunha, intitulada Os Sertões, relata a história de um vilarejo chamado Canudos, onde o beato Antônio Conselheiro construiu uma comunidade com aproximadamente 30 mil pessoas. Historicamente, o motivo que deu origem à Guerra de Canudos foi marcado pelo modelo político e econômico adotado pelo Brasil naquele período.
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Editora Brasiliense S.A., 1985. (Adaptado)