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Comentadas sobre história do brasil em história
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Leia o texto a seguir.
O novo contexto constitucional dava amplos poderes ao presidente e inaugurava um novo período na história do Brasil: o Estado Novo, na essência, uma ditadura pessoal, apoiada sobretudo nas Forças Armadas e nas camadas conservadoras da sociedade brasileira. Fortalecido por essa base de sustentação, Getúlio pôde dissolver os partidos, inclusive a Ação Integralista Brasileira [...]. Vendo-se traídos e colocados na ilegalidade, os integralistas passam a conspirar contra Vargas, preparando uma intervenção armada contra o regime. A tentativa de golpe, liderada pelo médico Belmiro Valverde e pelo tenente Severo Founier, ocorreu em 11 de maio de 1938.
KUPPER, A; CHENSO, P. A. Brasil: História Crítica. São Paulo: FTD, 1998. p. 239 - 240.
O chamado Golpe Integralista consistiu na invasão de homens armados
Leia o texto a seguir.
Brasília, 9 de abril de 1964. Os militares fazem publicar o primeiro ato institucional, que dá poderes excepcionais ao governo. É a ruptura com o modelo político que, bem ou mal, vinha desde 1945. Está formalmente instaurado o regime autoritário.
COUTO, R. C. História Indiscreta da Ditadura e da Abertura. Brasil 1964-1985. Rio de Janeiro: Record, 1999. p. 26.
Após a publicação do 1º ato institucional, os militares procuraram estabelecer uma fachada de legitimidade ao novo regime. Essa manobra politica resultou
GONÇALVES, Monique de Siqueira. Morte anunciada. História Viva. 2 fev. 2009. Disponível em:<http://historianovest.blogspot.com.br/2009/02/morteanunciada.htmil> . Acesso em: 8 mar. 2018.
A citação refere-se à epidemia de febre amarela que assolou a cidade do Rio de Janeiro em 1850. No contexto da época, acreditava-se que a epidemia era causada
" (...) longe de ser o resultado necessário de uma evolução moral da humanidade, a democracia é algo incerto e improvável e nunca deve ser tida como garantida. É sempre uma conquista frágil que precisa ser defendida e aprofundada. Não existe nenhum limiar de democracia que, uma vez alcançado, possa garantir a continuidade da sua existência." (Chantal Mouffe, O regresso do político, 1996)
Sobre a experiência democrática, no Brasil, assinale a alternativa correta.
I. No combate a tradições culturais, como a capoeira e várias formas de religiosidades africanas, que foram criminalizadas pelo código penal de 1890.
II. Nos processos de reurbanização que desalojavam famílias - na maioria negras - dos centros da cidades, onde habitavam, muitas vezes, nos cortiços.
III. Na organização de agremiações, exclusivamente, brancas, como a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
Assinale a alternativa correta.
( ) Coronelismo: sistema político baseado em acordos, em troca de favores e reconhecimentos.
( ) Mandonismo: consolidação do poder nas mãos das elites, que governavam graças às riquezas as quais controlavam.
( ) Clientelismo: Estratégia de cooptação de determinados segmentos sociais por meio da utilização de recursos pertencentes ao Estado.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Leia o texto, material 1, e considere a charge, material 2, para responder à questão.
MATERIAL 1:
Noventa milhões em ação
Pra frente Brasil, no meu coração
Todos juntos, vamos pra frente Brasil
Salve a seleção!
De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão!
Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração!
Todos juntos, vamos pra frente Brasil!
(Pra frente, Brasil. Miguel Gustavo, 1970)
MATERIAL 2:

Charge de Jaguar publicada no Pasquim, em 1982
(Disponível em: <https://goo.gl/qYnXuH>)A partir da análise dos dois materiais, é correto afirmar que a charge de Jaguar ironiza
Observe a obra a seguir.

Domingos Jorge Velho em tela de Benedito Calixto (1903)
Acervo do Museu Paulista
Em tela pintada muito tempo depois da morte do paulista
Domingos Jorge Velho, é possível afirmar que o bandeirante
foi representado de forma
TEXTO 07
(Fonte: ). <NOVAIS, Carlos Eduardo; LOBO, César. História do Brasil para Principiantes. De Cabral a Cardoso 500 anos de Novela. São
Paulo: Ática, 2000, p.98>). I. Governou com base em um Plano de Metas, que favoreceu o crescimento do setor industrial. II. A meta síntese de seu governo foi a construção de Brasília, através da Novacap. III. Foi marcado pela estabilidade política e nenhuma tentativa golpista. IV. Priorizou o desenvolvimento da indústria nacional, em detrimento das multinacionais. V. Foi considerado nacionalista e marcado pela neutralidade em relação à Guerra Fria.
Estão corretas as afirmações:
Observe a imagem abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

Figura 1. A verdade eleitoral. A moralidade política não permitirá que a verdade saia nua das urnas.
K. Lixto. D. Quixote, 20/02/1918.
Disponível em: < https://pt.slideshare.net/jaugustoss/repblica-oligrquica-25326282 >. Acesso em: 25 mar. 2018
Varre, varre,varre vassourinha! Varre, varre a bandalheira! Que o povo já tá cansado De sofrer dessa maneira (...).
RIBEIRO, Marcus Venicio; ALENCAR, Chico; CECCON, Claudius. Brasil vivo: uma nova história da nossa gente. Vol. 2. Petrópolis: Vozes, 1988. p. 182.
Os textos abaixo tratam da relação entre índios e brancos em momentos distintos. O Documento 1 traz a memória contemporânea de um dos netos de mulheres indígenas que foram "pegas no laço", prática recorrente desde o período colonial até o início do século XX. O Documento 2 enfoca o conflito entre índios e colonizadores no sertão mineiro, no século XVIII. Leia atentamente:
Documento 1: "Meu pai disse que meu avô contou que minha avó era muito linda e que olhou bem nos seus olhos antes de correr. Meu avô ficou enfeitiçado por ela. Imediatamente ele tirou o laço do lombo do cavalo em que estava montado e a laçou. Ela, no começo, esperneou, gritou, chamou pelos outros ‘índios’, mas ninguém voltou, e meu avô a levou para casa e com ela teve nove filhos. Meu avô contou para meu pai que vovó era baixinha, tinha cabelos longos bem pretinhos e olhos puxadinhos. Ela ficava horas sentada na frente de casa penteando os cabelos e com os olhos perdidos no horizonte. Meu avô dizia que ela ficou a vida inteira aguardando que sua ‘tribo’ viesse resgatá-la. Nunca ninguém apareceu."
(Texto adaptado. Disponível em:<https://bit.ly/2OQmemL> . Acesso em: 31 jul. 2018.)
Documento 2: "O ápice da violência que colocou soldados e posseiros contra os índios no sertão mineiro aconteceu não no início da corrida do ouro, como se poderia imaginar, mas durante a segunda metade do século XVIII, na região oriental da capitania. Durante os séculos XVI e XVII, diversos grupos indígenas haviam se retirado para o interior, fugindo da colonização da costa. No século XVIII, a explosão da mineração provocou uma linha consolidada de construção de vilas e lugarejos coloniais a oeste desses grupos [...]. O resultado foi a criação de uma zona de refúgio nas florestas a leste da capitania. [...] A apropriação brusca da terra dos nativos do sertão do leste relativiza a alegação dos posseiros e dos oficiais da colônia de que os portugueses entraram na floresta virgem como mensageiros da civilização, forçados a usar a violência em autodefesa quando atacados pelos incorrigíveis ‘selvagens’."
(RESENDE, Maria Leônia Chaves de; LANGFUR, Hal. Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei. Tempo, Niterói, v. 12, n. 23, p. 5-22, 2007, p. 8.)
Sobre este assunto, assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto abaixo e marque a opção CORRETA:
Em análise sobre os anos 1980, BRUNO (2002) mencionava o filme O ovo da serpente (1977), de Ingmar Bergman, obra que associava o momento político da Alemanha nos anos 1920 ao amadurecimento do nazismo. A autora identificava o aumento da violência no campo e a multiplicação dos grupos de defesa da propriedade como sinais de que “algo estava no ar”. [...] Três décadas após a redemocratização no Brasil, a serpente já se arrasta e o ar da democracia torna-se mais rarefeito. Paradoxalmente, aqueles grupos que se mobilizavam em torno da União Democrática Ruralista (UDR) ganharam força simbólica no Congresso, se institucionalizaram – principalmente na Frente Parlamentar da Agropecuária (vulgo “bancada ruralista”) – e conseguem, nesses espaços institucionais, terreno fértil para a redução de direitos sociais.
Essa frente parlamentar foi decisiva na derrubada da presidente Dilma Rousseff, em 2016, e na manutenção, nesse mesmo ano, do presidente Michel Temer no poder. Mais do que isso: diante dos serviços prestados, esses deputados e senadores vêm protagonizando uma pedalada autoritária contra os povos originários e tradicionais do Brasil, por meio da criminalização – como nas CPIs da Funai e do Incra – e da tentativa de eliminação, de apagamento das expressões no campo que não sejam aquelas do agronegócio. A campanha “O Agro é Pop”, da Rede Globo, elimina a palavra “negócio” e celebra um modelo que os políticos buscam tornar cada vez mais hegemônico no Congresso. Os modelos camponês e indígena são invisibilizados.
(Texto adaptado. CASTILHO, Alceu. A serpente fora do ovo: a frente do agronegócio e o supremacismo ruralista. Revista OKARA, v. 12, n. 2, UFPB, 2018. Disponível em: <http://www.periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/okara/article/view/41337/20731> . Acesso em: 19 ago. 2018.)