Questões de Vestibular
Sobre história da américa latina em história
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(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República, 1985.)
As correspondências temporais entre os movimentos de independência das colônias americanas podem ser explicadas
Entrevista de Eduardo Galeano a Seregni, publicada en el semanario Marcha el 17 de septiembre de 1971. 17 set.1971.
Assinale a opção que indica o país onde o grupo tupamaros atuou nas décadas de 1960 e 1970.
Coluna II
( ) Peru ― cerâmica policromada ( ) México ― códices escritos em cortiça ( ) Cordilheira dos Andes ― cidade fortificada ( ) México, Guatemala, Belize ― sistema de escrita
A sequência correta, de cima para baixo é:
TEXTO 1
Queimada
À fúria da rubra língua
do fogo
na queimada
envolve e lambe
o campinzal
estiolado em focos
enos
sinal.
É um correr desesperado
de animais silvestres
o que vai, ali, pelo mundo
incendiado e fundo,
talvez,
como o canto da araponga
nos vãos da brisa!
Tambores na tempestade
[...]
E os tambores
e os tambores
e os tambores
soando na tempestade,
ao efêmero de sua eterna idade.
[...]
Onde?
Eu vos contemplo
à inércia do que me leva
ao movimento
de naufragar-me
eternamente
na secura de suas águas
mais à frente!
Ó tambores
ruflai
sacudi suas dores!
Eu
que não me sei
não me venho
por ser
busco apenas ser somenos
no viver,
nada mais que isso!
(VIEIRA, Delermando. Os tambores da tempestade. Goiânia: Poligráfica, 2010. p. 164, 544, 552.)
“Em 1822, a América espanhola, de independência conquistada em oposição a uma metrópole e suas Cortes em muitos aspectos tidas por opressoras, agora plenamente reconhecida por uma potência de primeira grandeza como eram os Estados Unidos, ofereceria um modelo para a independência do Brasil.”
João Paulo Pimenta. A independência do Brasil e a experiência
hispano-americana (1808-1822). São Paulo: Hucitec, 2015, p.
448.
O caráter exemplar que a independência da América espanhola representou, segundo o texto, para aqueles que lutavam pela independência do Brasil pode ser identificado, por exemplo, na

A imagem acima é representativa do movimento
muralista mexicano, que, entre outras características,
explorou temas da História do México. Nesse detalhe, é
possível identificar a
O processo contemporâneo de metropolização do espaço e a grande metamorfose que vem ocorrendo em algumas metrópoles têm significado mudanças territoriais expressivas. Há intensificação e multiplicidade de fluxos de pessoas, mercadorias e informações, bem como crescimento do número de cidades conurbadas, onde não se distingue muito bem, na continuidade da imensa área construída, o limite municipal de cada uma delas. Tanto em São Paulo, por exemplo, como na Cidade do México, em Buenos Aires ou em Santiago, vamos encontrar a manifestação desse momento mais avançado da urbanização.
(Adaptado de Sandra Lencioni, A metamorfose de São Paulo: o anúncio de um novo mundo de aglomerações difusas. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n.120, p. 133-148, jan./jun., 2011.)
Tendo em vista a metrópole contemporânea, é correto afirmar que se trata de uma
As revoluções de independência na América hispânica foram, ao mesmo tempo, um conflito militar, um processo de mudança política e uma rebelião popular.
(Rafael Rojas, Las repúblicas de aire. Buenos Aires: Taurus, 2010, p. 11.)
São características dos processos de independência nas ex-colônias espanholas na América:
“A espada, a cruz e a fome iam dizimando a família selvagem." (Pablo Neruda).
Talvez não seja inútil partir desses versos para tentar perceber por que elementos – que encarados em seu conjunto, constituem um mecanismo – foi possível a conquista da América.
(Ruggiero Romano, Mecanismos da Conquista Colonial. 1973. Adaptado)
Sobre o trecho citado, é correto afirmar que a conquista espanhola da América
Francisco J. Romero Salvadó. A Guerra Civil Espanhola. Rio de Janeiro: Zahar, 2008, p. 7.
Os dois lados da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), mencionados no texto, podem ser exemplificados
As afirmações sobre o processo de independência das colônias espanholas na América são verdadeiras, com exceção da alternativa:
Nunca fizemos mal algum ao homem branco; não queremos isso... Desejamos ser amigos do homem branco... Os búfalos estão diminuindo depressa. Os antílopes, que eram muitos há poucos anos, agora são poucos. Quando morrerem todos, ficaremos famintos; vamos querer algo para comer e seremos obrigados a ir ao forte. Seus jovens não devem atirar em nós; em toda parte onde nos veem, atiram e [por isto] atiramos neles. (Carta do chefe cheyenneTonkahaska (Touro Alto) ao general do exército dos EUA Winfield Scott Hancock, de 1866. In____BROWN, Dee. Enterrem meu coração na curva do rio. SP: Melhoramentos, 1970, p. 113.)
Não só para Cortez, como também para os demais conquistadores cronistas espanhóis, a razão da vitória sobre os mexicas era muito clara: haviam triunfado porque eram cristãos e seguiam o único e verdadeiro Deus. A guerra de conquista foi uma guerra religiosa em que Deus venceu o demônio adorado pelos indígenas. Além disso, os espanhóis atribuíram seu triunfo à superioridade da cultura europeia sobre a mesoamericana. Eles eram pessoas melhores e, por isso, mereciam dominar os mexicas. (MORAIS, Marcus Vinícius de. Hernán Cortez – civilizador ou genocida? SP: Contexto, 2011, p. 126.)
De acordo com o conteúdo dos fragmentos, podemos identificar sua ideia principal na seguinte alternativa:
Devido à conjuntura em que ocorreu, a Revolução dos Cravos tem para a sociedade portuguesa o seguinte significado:
(Eduardo Galeano, As veias abertas da América Latina, 1978, p. 14 e 281. Adaptado)
A partir do texto, é correto afirmar que