Questões de Vestibular
Sobre antiguidade ocidental (gregos, romanos e macedônios) em história
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BOLOGNE, Jean-Claude. A intimidade compartilhada. Revista História Viva, Ano III, N. 27, São Paulo: Duetto.
A partir do excerto acima, é correto afirmar que
uns dizem que é uma hoste de cavalaria, outros de infantaria; outros dizem ser uma frota de naus, na terra negra, a coisa mais bela: mas eu digo ser aquilo que se ama.
(Adaptado de Luísa de Nazaré Ferreira, “Turismo e património na antiguidade clássica: o texto atribuído a Fílon de Bizâncio sobre as Sete Maravilhas”, em Espaços e Paisagens: Antiguidade Clássica e heranças contemporâneas. 2012. V. 1. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra e Annablume, p. 73.)
A partir da leitura do poema, assinale a alternativa correta sobre o conceito de beleza na Grécia Antiga.
(Adaptado de Vitrúvio, “Sobre a Arquitetura”, em Pedro Paulo Funari, Antiguidade Clássica. Campinas: Editora da Unicamp, 2003, p. 81.)
O arquiteto romano Vitrúvio expressa, em seu texto clássico sobre os princípios da Arquitetura,
Leia o texto:
A corrupção nos costumes das mulheres é ainda uma coisa prejudicial ao fim que se propõe o governo, e à boa conservação das leis do Estado (...). É o que aconteceu em Esparta (...).
Tais são as observações feitas entre os lacedemônios: no tempo da sua dominação as mulheres resolviam quase todas as questões. De resto, que diferença existe em que as mulheres governem, ou que os magistrados sejam governados por mulheres? (...) as mulheres dos lacedemônios, mesmo no caso de perigo, fizeram-lhes o maior mal possível.
Aristóteles, A política. Rio de Janeiro: Ediouro, s./d., p. 79-80.
É correto afirmar sobre as mulheres na Grécia Antiga:
Esse texto é um testemunho da cena religiosa no Império Romano do começo de nossa era por demonstrar a
Considerando essa afirmação:
Assinale a opção que corresponde ao nome da cidade cuja fundação é atribuída a essas crianças
(Jacques Le Goff. O Deus da Idade Média, 2017.)
O processo de cristianização dos povos que ocuparam a Europa Ocidental com o fim do Império Romano do Ocidente implicou
(Ernst H. Gombrich. A história da arte, 1993.)
O diálogo intercivilizacional entre o Egito e as cidades-Estado gregas na Antiguidade foi
“Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis, todos são iguais para a solução de suas divergências privadas; quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição.”
(TUCÍDIDES. Discurso Fúnebre de Péricles, p.37 e 38)
Sobre a democracia ateniense definida no Discurso Fúnebre de Péricles, afirma-se:
I. O orador caracteriza a democracia ateniense como um regime de igualdade jurídica e social, pois as diferenças de riquezas entre os cidadãos não constituíam obstáculo para sua participação nos negócios do Estado.
II. Ao afirmar que é o “mérito” que “dá acesso aos postos mais honrosos”, Péricles dá uma definição de democracia ateniense que valorizava o indivíduo frente ao coletivo, especialmente aqueles que se destacavam dos demais por sua superioridade.
III. Ao definir o regime democrático, Péricles não aborda a questão da exclusão das mulheres, dos escravos e dos estrangeiros do direito à participação política, situação que limitava a democracia ateniense em comparação com os regimes atuais.
IV. Quando fala em “prestar serviços à cidade”, um dos elementos que Péricles não pode incluir nessa categoria é a eleição de representantes legislativos, na medida em que a participação política era direta.
Estão corretas apenas as afirmativas
(Maria Sonsoles Guerras. Os povos bárbaros, 1987. Adaptado.)
Apesar de “perigosa”, essa política do Império Romano apresentou, como vantagem,
A nossa constituição não imita as leis dos estados vizinhos. Em vez disso, somos mais um modelo para os outros do que imitadores. O governo favorece a maioria em vez de poucos - por isso é chamado de democracia. Se consultarmos a lei, veremos que ela garante justiça igual para todos em suas diferenças particulares; quanto à condição social, o avanço na vida pública depende da reputação de capacidade. As questões de classe não têm permissão de interferir no mérito, tampouco a pobreza constitui um empecilho: se um homem está apto a servir ao Estado, não será tolhido pela simplicidade da sua condição.
THUCYDIDE. <Euvres completes. Paris: Gallimard, 1998. p. 811-812.
Com relação à democracia ateniense no século V a.C., considere as afirmações abaixo.
I - A isonomia - igualdade de direitos para todos os cidadãos perante a lei - era uma característica da democracia ateniense. II - Todos os cidadãos, na Assembleia, tinham o direito ao voto, mas somente os cidadãos de origem nobre tinham o direito a discursar. III - Atenas vetava a participação política das mulheres, estrangeiros e escravos, uma vez que esses não eram considerados cidadãos.
Quais estão corretas?
Analise a figura a seguir.

Com base na figura e nos conhecimentos sobre o período de transição da República para o Império Romano, assinale a alternativa correta.
I. favorecimento da unificação entre a cultura superior e a cultura popular;
II. reforço dos elos entre o indivíduo e a comunidade, repudiando o individualismo;
III. destaque para os ideais filosóficos do epicurismo e do estoicismo.
É correto somente o que consta em
A História de Roma pode ser compreendida tomando como base uma linha do tempo.
Esse tipo de análise leva em consideração