Questões de Vestibular Sobre conhecimentos gerais
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I. o governo norte-americano, para atrair imigrantes, decretou o HomesteadAct, que definia a posse de uma propriedade com 160 acres a quem a cultivasse por cinco anos. Já a lei nacional passou a proibir a aquisição de terras públicas a não ser por compra, dificultando a formação de pequenas propriedades.
II. a Lei de Terras esteve estreitamente ligada à Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos para o Brasil, pois a aquisição de terras só era possível por meio da compra, o que mantinha os trabalhadores livres sob o domínio dos grandes proprietários. Nos EUA, o presidente Lincoln, apesar da oposição dos proprietários do Sul do país, aprovou a lei relacionada à posse de terras a fim de desenvolver e ocupar a região Oeste do país.
III. essas legislações relativas ao direito à terra tinham, nos dois casos, a finalidade de atrair os imigrantes europeus, tendo em vista a preocupação de aprimorar a questão racial nas Américas, com a vinda de mais homens brancos, além dos mesmos estarem preparados para o trabalho especializado nas indústrias.
Assinale

I. Em 2002, a população Xavante não tinha acompanhado a redução da mortalidade infantil observada na população indígena e na população brasileira em geral.
II. Os programas de defesa dos povos indígenas que foram intensificados a partir da Constituição de 1988 resultaram em aumento das taxas de natalidade e mortalidade das populações indígenas de um modo geral.
III. Os povos indígenas apresentam índices de natalidade muito superiores ao que se verifica na população brasileira, o que tem grande peso na evolução demográfica de um modo geral.
IV. Os índices de mortalidade infantil e de mortalidade geral tem apresentado diminuições de um modo geral, fato que se pode observar tanto nas pirâmides etárias da população brasileira quanto entre a população indígena.
Johann Moritz Rugendas esteve no Brasil entre 1821 e 1825, inicialmente como membro da Expedição Langsdorff. Desenhista e documentarista, produziu obras sobre paisagens, cenas cotidianas e tipos humanos, como a representada a seguir, denominada Família de fazendeiros (1825).

Nessa obra, observam-se

A charge ironiza
Foto 1: Marcha com Deus pela Liberdade, realizada em 19 de março de 1964.

Disponível em: <http://marcillio.com/rio/hirepego.html> Acesso em: 19 set. 2015.
Foto 2: Manifestação ocorrida em dia 15 de março de 2015.

Disponível em: <http://www.viomundo.com.br/denuncias/elvinobohn-gass-aquele-cartaz-seria-apenas-uma-estupidez-naofosse-uma-vergonha-contra-o-brasil-e-sua-cultura.html> Acesso em: 19 set. 2015.
Sobre as imagens, assinale a alternativa correta.
I - O MERCOSUL ou Mercado Comum do Sul é um bloco econômico regional formado pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
II - O objetivo principal do MERCOSUL é a integração dos países membros por meio da livre circulação de pessoas, bens e serviços, além do estabelecimento de uma política econômica comum.
III - Todos os países da América do Sul fazem parte do MERCOSUL, seja como países membros, seja como países associados.
Assinale a alternativa correta
No início do século XX, não havia nenhum tipo de regulamentação das relações de trabalho no Brasil. As empresas e fábricas impunham seus funcionários às suas próprias normas, sem direito a férias, nem descanso semanal remunerado, licença saúde, licença maternidade, ou seja, não havia nenhuma legislação de proteção ao trabalhador. Muito embora não havendo legislação, a relação empregador/empregado era conturbada, necessitando, às vezes, da interferência policial e de medidas coercitivas e prisões.
Diante das informações dessa conjuntura social,
percebemos a insatisfação dos empregados e a
busca pela garantia de seus direitos. Indique a
alternativa que comprove a ação conjunta dos
trabalhadores.
Considere o texto abaixo.
De um modo geral, todos esses movimentos da vanguarda europeia de fins do século XIX e início do século XX estavam sob o signo da desorganização do universo artístico de sua época. A diferença é que uns, como o futurismo e o dadaísmo, queriam a destruição do passado e a negação total dos valores estéticos presentes; e outros, como o expressionismo e o cubismo, viam na destruição a possibilidade de construção de uma nova ordem superior. No fundo eram, portanto, tendências também organizadoras de uma nova estrutura política e social.
(TELES, Gilberto Mendonça, Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Rio de Janeiro: Vozes, 1972, p. 10)
Considere o texto abaixo.
De um modo geral, todos esses movimentos da vanguarda europeia de fins do século XIX e início do século XX estavam sob o signo da desorganização do universo artístico de sua época. A diferença é que uns, como o futurismo e o dadaísmo, queriam a destruição do passado e a negação total dos valores estéticos presentes; e outros, como o expressionismo e o cubismo, viam na destruição a possibilidade de construção de uma nova ordem superior. No fundo eram, portanto, tendências também organizadoras de uma nova estrutura política e social.
(TELES, Gilberto Mendonça, Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Rio de Janeiro: Vozes, 1972, p. 10)
Considere o texto abaixo.
Há no Romantismo nacional uma expressão evidente do culto da nacionalidade, o qual, tomado num sentido mais amplo, se manifesta também em lutas pela afirmação da liberdade política e determina a exaltação de valores e tradições. Esse sentimento é tomado também nos seus aspectos sociais, sob o apanágio dos direitos do homem livre, razão de ser do movimento abolicionista e matéria para o romance, para o teatro e para a poesia da época.
(Adaptado de: CANDIDO, Antonio e CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira I. Das origens ao Romantismo. São Paulo: DIFE, 1974, p. 207-208)
Os emergentes submergiram
Depois de um período de otimismo e bonança econômica, os Brics enfrentam recessão grave, desaceleração do PIB e inflação fora de controle Em 2001, quando a sigla Bric foi criada pelo economista inglês Jim O´Neill para designar os emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China (mais tarde, a África do Sul acrescentaria o “S” ao termo), analistas previam que esses países avançariam em ritmo maior do que o restante do mundo e que, embora não formassem um bloco econômico, teriam força suficiente para impulsionar o crescimento global. Exatos 15 anos depois, a realidade é bem diferente. O Brasil, que chegou a ser um dos alvos preferenciais dos investidores estrangeiros, está em recessão — que pode ser a mais profunda em um século — e perdeu o selo de bom pagador das agências de classificação de risco. Segunda maior força financeira mundial, a China, cujo PIB chegou a acelerar mais do que dois dígitos, terá em 2016 o seu pior desempenho econômico em 26 anos. Na Rússia, que está em guerra com a vizinha Ucrânia, o PIB encolheu 4% em 2015 e até a Índia, que estava em vias de se tornar a queridinha do mercado internacional, enfrenta uma maré negativa, com o resultado econômico mais fraco em 5 anos. (AMARAL, 2016, p. 54).