Questões de Vestibular
Comentadas sobre economia internacional em conhecimentos gerais
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Dados do World Inequality Database, atualizados de 2015. Acessado em 10/04/2019.
(Disponível em https://temas.folha.uol.com.br/desigualdO gráfico anterior apresenta a concentração de renda no topo da pirâmide social. No Brasil, o 1% de super-ricos (aproximadamente 1,4 milhão de adultos) captura 28,3% dos rendimentos brutos totais do país, e recebe individualmente, em média, R$ 106,3 mil por mês pelo conjunto de todas suas rendas (dados de 2015).
Com base no gráfico e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.
(The state of agricultural commodity markets. Agricultural trade, climate change and foot
security. Roma: FAO, 2018. Disponível em http://www.fao.org/3/I954 2EN/i9542en.pdf.)Muitos autores anunciam o fim da globalização econômica e indicam que parte do comércio global de mercadorias pode estar com seus dias contados depois da pandemia da Covid19. Contudo, o comércio internacional de mercadorias, especialmente agrícolas, é ainda hoje relevante para o abastecimento de muitos mercados nacionais. Com base nos gráficos acima e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.

(Fonte:https://www.270towin.com/historical-presidentialelections/timeline/.)
Nos EUA, a eleição para Presidente é indireta: o eleitor vota em um delegado estadual e este, se for eleito, votará para Presidente em um Colégio Eleitoral. O número de delegados é proporcional à população de cada Estado, mas há um sistema chamado winner-takes-all (o ganhador leva tudo) no qual o candidato a Presidente que conseguir o maior número de delegados de um Estado fica com todos – à exceção do Maine e Nebraska. Observe o mapa e a tabela com os resultados eleitorais de 2016: a segunda colocada nas eleições em número de votos (227) por colégio eleitoral obteve um número maior de votos individuais (65.845.063), o que leva a concluir que os colégios eleitorais

Sobre o país Cingapura indicado no mapa, assinale a afirmativa CORRETA.
(Rémi Carayol. https://diplomatique.org.br, 08.01.2020. Adaptado.)
A região que tem atraído a atenção de populações africanas e o minério explorado correspondem, respectivamente,
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se viram numa situação privilegiada, como a mais forte, coesa e próspera economia mundial. O governo americano coordenou um vasto plano de apoio para recuperar as economias capitalistas da Europa Ocidental, já no contexto da Guerra Fria. As agitações revolucionárias na Ásia, África e América Latina forçariam desdobramentos dos investimentos americanos também para essas áreas.
O resultado desse conjunto de medidas foi um crescimento econômico sem precedentes das economias industriais. Entre 1953 e 1975 a taxa de produção industrial cresceu na escala extraordinária de seis por cento ao ano. O crescimento da riqueza foi de cerca de quatro por cento per capita em todo esse período. Mesmo com a crise do petróleo, que atingiu e abateu os mercados entre 1973 e 1980, o crescimento continuou, embora reduzido a cerca de dois e meio por cento ao ano, o que ainda era uma escala notável.
(Nicolau Sevcenko. A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa, 2001. Adaptado.)
Esse avanço tem como principal causa
(Asa Briggs. Historia social de Inglaterra, 1994. Adaptado.)
A Primeira Ministra britânica aplicou no país uma política
Num mundo cada vez mais globalizado, o fato de as ciências naturais falarem uma única língua universal e operarem sob uma única metodologia ajudou paradoxalmente a concentrá-las nos poucos centros com recursos adequados para seu desenvolvimento, isto é, nuns poucos Estados ricos altamente desenvolvidos. Os cérebros do mundo, que na Era das Catástrofes (entre 1914 e 1945) fugiram da Europa por motivos políticos, desde 1945 foram drenados dos países pobres para os ricos por motivos sobretudo econômicos. Nas décadas de 1970 e 1980, os países capitalistas desenvolvidos gastaram quase três quartos de todos os orçamentos do mundo em pesquisa.
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos, 1995. Adaptado.)
De acordo com o excerto, a globalização
O advento de chefes de Estado-empresa marca uma transição sistêmica entre o enfraquecimento do Estado- -nação e o fortalecimento da corporação apoiada em sua racionalidade técnico-econômica e gerencial. Essa transferência leva, por um lado, ao esvaziamento do Estado, reduzido à administração e à gestão, e, de outro, à politização da empresa, que expande sua esfera de poder muito além de sua atividade tradicional de produção. A corporação tende a se tornar o novo poder político-cultural.
(Pierre Musso. “Na era do Estado-empresa”. http://diplomatique.org.br, 30.04.2019. Adaptado.)
Coerentes com o neoliberalismo, as propostas do Estado- -empresa convergem para
Faz dez anos que explodiu a crise das hipotecas subprime, ou hipotecas podres, assim chamadas porque haviam sido concedidas, com juros altos, a pessoas físicas com elevado risco de créditos. O colapso dos mercados foi tão drástico que obrigou o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) — e o Banco Central Europeu (BCE) — a injetar centenas de bilhões de dólares e a baixar as taxas de juros.
Fonte: El País. 07/08/2018. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/05/economia/1501927439_342599.html. Acesso: 20/09/2018.
O texto faz alusão à crise mundial de 2008 que colapsou os mercados financeiros devido às hipotecas podres que levaram à falência o (a):
SAKATE, Marcelo. Os donos do mundo. Revista VEJA. São Paulo: Abril, e. 2567, a. 51, n. 5, 31 jan. 2018, p. 67-68. Adaptado.
As raízes históricas da concentração da riqueza bem como as desigualdades econômicas e sociais entre os países do mundo estão associadas,
A crise financeira e econômica iniciada entre 2007-2008, nos Estados Unidos, chegou a ser classificada por alguns economistas como a crise mais grave desde 1929.
Podemos afirmar que as causas dessa grave crise estavam relacionadas a: