Questões de Vestibular Sobre filosofia
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FOUCAULT, M. História da sexualidade: a vontade de saber. São Paulo: Paz e Terra, 2015. p. 82-83.
Sobre o método genealógico e o pensamento foucaultiano sobre a sexualidade, assinale a alternativa correta.
SINGER, P. Ética prática. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p. 67-68.
Com base na filosofia de Peter Singer, assinale a alternativa correta.
SARANYANA, J. I. A filosofia medieval. São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, 2006. p. 77.
De acordo com a teoria da iluminação de Santo Agostinho (354-430), a luz divina é
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Loyola, 2014. p.11.
De acordo com o texto, a filosofia se originou na Grécia
DESCARTES, R. Meditações sobre filosofia primeira. Campinas: Editora da UNICAMP, 2004. p. 9-10.
Considerando o texto, assinale a alternativa que apresenta exemplos de ideias inatas, adventícias e fictícias, respectivamente.
BAUDRILLARD, J. A sociedade de consumo. Rio de Janeiro: Elfos; Lisboa: Edições 70, 1995, p. 15.
Em A sociedade de consumo, Jean Baudrillard (1970) reflete sobre a maneira como as sociedades contemporâneas promovem o consumo. O autor demonstra como as grandes corporações despertam desejos e criam uma forma muito particular de interação com os objetos, as imagens, e as informações, movida não tanto pelo critério da utilidade, mas pela lógica de um fenômeno cultural e simbólico comumente chamado de consumismo. Sobre o consumo, assinale a alternativa correta.
“E também não é possível que exista um termo médio entre os contraditórios, mas é necessário ou afirmar ou negar, do mesmo objeto um só dos contraditórios, qualquer que seja ele”.
ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução de Marcelo Perine. Edições Loyola: São Paulo, 2002, p. 179.
À luz da compreensão do respectivo texto e dos conceitos aristotélicos, assinale a opção que indica corretamente o princípio abordado no texto e sua justificativa apropriada correspondente.
"Certamente que cada governo estabelece as leis de acordo com a sua conveniência: a democracia, leis democráticas; a monarquia, monárquicas; e os outros, da mesma maneira. [...] Aqui tens, meu excelente amigo, aquilo que eu quero dizer, ao afirmar que há um só modelo de justiça em todos os Estados – o que convém aos poderes constituídos. Ora estes é que detêm a força. De onde resulta, para quem pensar correctamente, que a justiça é a mesma em toda a parte: a conveniência do mais forte”.
PLATÃO. A República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001, p. 24.
Considerando o trecho, analise as afirmações a seguir e assinale-as com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas, de acordo com a tese defendida.
( ) A justiça pode ser compreendida como expressão da força apenas em algumas formas específicas de governo.
( ) Na verdade, a justiça não é monopólio das leis monárquicas, mas somente daquelas de natureza democrática.
( ) Fundamentalmente, a justiça consiste na busca pelo bem comum.
( ) A justiça não tem por finalidade o interesse dos oprimidos.
A sequência correta, de cima para baixo, é
“Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal”.
KANT. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 1960, p. 59.
Acerca da ética e do imperativo categórico kantianos, marque a opção que os exprime corretamente.
“[...] É precisamente aqui, quando a formação do cosmo físico está completa, que se dá uma mudança significativa na história de Hesíodo. A cosmogonia não é um mito, ou melhor, já não é um mito. Avançou tanto no caminho da racionalização que apenas uma divisória muito fina a separa dos primeiros sistemas jônicos”.
CORNFORD, F. M. Principium Sapientiae: As Origens do Pensamento Filosófico Grego. Tradução de Maria Manuela Rocheta dos Santos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989, p. 324.
Assinale a opção que corretamente explica a abordagem de Francis Cornford esboçada no excerto.
(MORENO, M. Prólogo de O Contrato Social ou Princípios do direito político, de Jean-Jacques Rousseau, Buenos Aires, 1810 apud MYERS, J. A revolução de independência no Rio da Prata e as origens da nacionalidade argentina (1806-1825) In: PAMPLONA, M; MÄDER, M. (org.). Revoluções de independências e nacionalismos nas Américas: região do Prata e Chile. São Paulo: Paz e Terra, p. 107 e 109, 2007.)
Mariano Moreno, tradutor de Rousseau para o espanhol, foi secretário do primeiro governo da Argentina entre os anos 1810 e 1811. No texto acima, ele
Texto 1
“Convém recorrer aos fundamentos da justiça que propus no começo: primeiro, a ninguém prejudicar, depois, servir à utilidade comum”.
(CÍCERO, Marco Túlio. Dos deveres. UFJF, p. 1-31, 2021.) 3
Texto 2
“Único, com efeito, é o direito a partir do qual a sociedade dos homens foi congregada, e una a lei que o constituiu, lei que é a reta razão ao obrigar e proibir. Quem a ignora é injusto, esteja ela escrita em algum lugar ou em nenhum. Se a justiça é obediência às leis escritas e às instituições dos povos, e se (como dizem aqueles mesmos aos quais me referi) todas as coisas devem ser medidas pela utilidade, negligenciará as leis e as destruirá, se o puder, aquele que assim julgá-lo vantajoso para si; do que se segue que absolutamente não há justiça, se esta não é fundada na natureza, e a que se constitui por causa da utilidade é deteriorada por essa utilidade”.
(CÍCERO, Marco Túlio. Sobre as leis. UFJF, p. 1-46, 2021.)
Considerando os textos, escolha a alternativa correta.
No contexto da filosofia renascentista e moderna, o desenvolvimento tecnológico descrito no excerto e demonstrado na imagem simboliza a
(Diogo Meyer e Charbel Niño El-Hani. Evolução: o sentido da biologia, 2005. Adaptado.)
A reorganização do campo da biologia descrito no excerto representa, para a filosofia da ciência,
O ponto de partida da filosofia autêntica encontra-se no espanto, na admiração ou na angústia. Uma fissura manifesta-se na existência; é preciso cimentar a brecha da dúvida. O pensamento vem e põe ordem na desordem. Chamam--se filosofia os primeiros princípios que traduzem a justificação que a pessoa se dá sobre seu lugar no mundo. O que a reflexão procura é sempre um estado de paz, princípio de uma orientação ontológica em fé da qual o homem se encontra à vontade na sua paisagem. Neste sentido, a função da filosofia não é diferente da do mito. O mito é a primeira forma desta adaptação espiritual da comunidade humana ao seu contorno. O pensador, uma vez rompida a consciência coletiva, retoma-o por sua conta, com os meios acrescidos da reflexão.
(Georges Gusdorf. Mito e metafísica, 1979. Adaptado.)
Com base no excerto, a relação entre mito e filosofia pode ser compreendida como a
I. A Filosofia Antiga defendia que o conhecimento era resultado exclusivo da dedução lógica, enquanto a Filosofia Moderna rejeitou qualquer forma de raciocínio dedutivo em favor da experiência sensorial.
II. Na Filosofia Antiga, a lógica era vista como um instrumento para alcançar a verdade objetiva, enquanto na Filosofia Moderna ela foi substituída pelo ceticismo absoluto como base do conhecimento.
III. A Filosofia Antiga sustentava que a verdade poderia ser atingida por meio da reflexão racional, ao passo que na Filosofia Contemporânea surge, em algumas correntes, como na filosofia analítica e no pensamento de Wittgenstein, a substituição dessa noção pela ideia de que o conhecimento somente poderia ser estabelecido por convenções linguísticas.
verifica-se que está/ão correta/s
SPINOZA, Benedictus de. Ethica/Ética. Edição bilíngue Latim-Português. São Paulo: EDUSP, 2021, p. 45. Adaptado.
Considerando-se a citação de Benedictus de Spinoza, cuja visão propõe que não há separação entre Deus e o universo, qual o período da Filosofia em que a sua obra e as suas ideias se inserem?
Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? [...] De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós percebidas e refletidas, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento.
LOCKE, Jonh. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 159.
O trecho apresentado fundamenta a seguinte corrente filosófica: