Questões de Vestibular Sobre filosofia

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Q4130245 Filosofia
No excerto a seguir, encontra-se a formulação de um dos princípios lógicos contidos na filosofia de Aristóteles.
“E também não é possível que exista um termo médio entre os contraditórios, mas é necessário ou afirmar ou negar, do mesmo objeto um só dos contraditórios, qualquer que seja ele”.

ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução de Marcelo Perine. Edições Loyola: São Paulo, 2002, p. 179.

À luz da compreensão do respectivo texto e dos conceitos aristotélicos, assinale a opção que indica corretamente o princípio abordado no texto e sua justificativa apropriada correspondente.
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Q4130244 Filosofia
Na parte inicial de sua República, Platão apresenta algumas concepções sobre a justiça que precisarão ser problematizadas. Entre elas, aparece uma das ideias do personagem Trasímaco. Analise a referida posição.
"Certamente que cada governo estabelece as leis de acordo com a sua conveniência: a democracia, leis democráticas; a monarquia, monárquicas; e os outros, da mesma maneira. [...] Aqui tens, meu excelente amigo, aquilo que eu quero dizer, ao afirmar que há um só modelo de justiça em todos os Estados – o que convém aos poderes constituídos. Ora estes é que detêm a força. De onde resulta, para quem pensar correctamente, que a justiça é a mesma em toda a parte: a conveniência do mais forte”.

PLATÃO. A República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001, p. 24.

Considerando o trecho, analise as afirmações a seguir e assinale-as com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas, de acordo com a tese defendida.

( ) A justiça pode ser compreendida como expressão da força apenas em algumas formas específicas de governo.
( ) Na verdade, a justiça não é monopólio das leis monárquicas, mas somente daquelas de natureza democrática.
( ) Fundamentalmente, a justiça consiste na busca pelo bem comum.
( ) A justiça não tem por finalidade o interesse dos oprimidos.

A sequência correta, de cima para baixo, é
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Q4130243 Filosofia
Leia o trecho a seguir, o qual trata da ética kantiana e do seu imperativo categórico.

“Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal”.

KANT. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 1960, p. 59.

Acerca da ética e do imperativo categórico kantianos, marque a opção que os exprime corretamente.
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Q4130242 Filosofia
O excerto a seguir trata das origens do pensamento filosófico grego, contemplando diferenças entre os discursos mítico e filosófico. Leia-o com atenção.

“[...] É precisamente aqui, quando a formação do cosmo físico está completa, que se dá uma mudança significativa na história de Hesíodo. A cosmogonia não é um mito, ou melhor, já não é um mito. Avançou tanto no caminho da racionalização que apenas uma divisória muito fina a separa dos primeiros sistemas jônicos”.

CORNFORD, F. M. Principium Sapientiae: As Origens do Pensamento Filosófico Grego. Tradução de Maria Manuela Rocheta dos Santos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989, p. 324.

Assinale a opção que corretamente explica a abordagem de Francis Cornford esboçada no excerto.
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Q3857516 Filosofia
O telescópio utilizado por Galileu, construído em 1609 1610, era composto de uma lente convergente, a objetiva, que, por ser mais fina nas bordas do que no centro, defletia mais a luz das bordas do que do centro, convergindo os raios paralelos para um foco; e uma lente divergente, a ocular, que magnificava a imagem. Kepler, em seu livro Dioptrice, publicado em 1611, argumentou que seria melhor construir um telescópio com duas lentes convergentes, como se usa atualmente. Kepler afirmou que uma lente convergente na ocular, posicionada após o foco da lente objetiva, produzia um campo maior e com maior magnificação do que uma lente divergente, embora a imagem resultasse invertida.
Imagem associada para resolução da questão
No contexto da filosofia renascentista e moderna, o desenvolvimento tecnológico descrito no excerto e demonstrado na imagem simboliza a
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Q3857514 Filosofia
Até meados do século XIX, a maior parte das pessoas via tanto os humanos quanto os chimpanzés como seres que mantinham, sem qualquer mudança, as formas com as quais haviam surgido. Essa era uma visão de mundo denominada “fixismo”. Outra visão começou a deitar suas raízes em meados do século XVIII, defendendo o papel central da mudança no mundo natural: o “evolucionismo”. As teorias da evolução biológica propõem que os seres vivos que são vistos atual mente nem sempre existiram, nem sempre tiveram a mesma forma e nem sempre existirão. Desde o século XVIII, diversas teorias de evolução biológica foram discutidas, entre elas, as de Buffon e Lamarck. A grande mudança teve lugar ao final da década de 1850 com a apresentação de uma nova teoria evolutiva, de autoria de Charles Darwin, publicada em forma de livro, A origem das espécies. Darwin argumentou que a transformação das espécies ocorria de um modo muito diferente daquele proposto por Buffon, Lamarck e outros evolucionistas anteriores.

(Diogo Meyer e Charbel Niño El-Hani. Evolução: o sentido da biologia, 2005. Adaptado.)

A reorganização do campo da biologia descrito no excerto representa, para a filosofia da ciência,
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Q3857513 Filosofia

O ponto de partida da filosofia autêntica encontra-se no espanto, na admiração ou na angústia. Uma fissura manifesta-se na existência; é preciso cimentar a brecha da dúvida. O pensamento vem e põe ordem na desordem. Chamam--se filosofia os primeiros princípios que traduzem a justificação que a pessoa se dá sobre seu lugar no mundo. O que a reflexão procura é sempre um estado de paz, princípio de uma orientação ontológica em fé da qual o homem se encontra à vontade na sua paisagem. Neste sentido, a função da filosofia não é diferente da do mito. O mito é a primeira forma desta adaptação espiritual da comunidade humana ao seu contorno. O pensador, uma vez rompida a consciência coletiva, retoma-o por sua conta, com os meios acrescidos da reflexão.


(Georges Gusdorf. Mito e metafísica, 1979. Adaptado.)


Com base no excerto, a relação entre mito e filosofia pode ser compreendida como a


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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747888 Filosofia
O conhecimento e a reflexão lógica foram abordados de diferentes maneiras, ao longo da história da Filosofia. Nesse contexto, dadas as afirmativas,

I. A Filosofia Antiga defendia que o conhecimento era resultado exclusivo da dedução lógica, enquanto a Filosofia Moderna rejeitou qualquer forma de raciocínio dedutivo em favor da experiência sensorial.
II. Na Filosofia Antiga, a lógica era vista como um instrumento para alcançar a verdade objetiva, enquanto na Filosofia Moderna ela foi substituída pelo ceticismo absoluto como base do conhecimento.
III. A Filosofia Antiga sustentava que a verdade poderia ser atingida por meio da reflexão racional, ao passo que na Filosofia Contemporânea surge, em algumas correntes, como na filosofia analítica e no pensamento de Wittgenstein, a substituição dessa noção pela ideia de que o conhecimento somente poderia ser estabelecido por convenções linguísticas.

verifica-se que está/ão correta/s
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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747887 Filosofia
Quais características são distintivas entre a Filosofia Medieval e a Filosofia Moderna no que se refere ao conhecimento e à relação entre razão e fé?
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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747886 Filosofia
    Deus é o ente absolutamente infinito, isto é, a substância que consiste em infinitos atributos, cada um dos quais exprime uma essência eterna e infinita. Por Deus, compreendo o ente absolutamente infinito, isto é, a substância que consiste em infinitos atributos, cada um dos quais exprime uma essência eterna e infinita […].
SPINOZA, Benedictus de. Ethica/Ética. Edição bilíngue Latim-Português. São Paulo: EDUSP, 2021, p. 45. Adaptado.

Considerando-se a citação de Benedictus de Spinoza, cuja visão propõe que não há separação entre Deus e o universo, qual o período da Filosofia em que a sua obra e as suas ideias se inserem?
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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747885 Filosofia
Ao buscar compreender os fundamentos da ação humana em relação ao bem e à justiça, a Filosofia define a Ética como
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510623 Filosofia
Leia o texto a seguir.
Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? [...] De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós percebidas e refletidas, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento.
LOCKE, Jonh. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 159.

O trecho apresentado fundamenta a seguinte corrente filosófica:
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510620 Filosofia
Leia o texto a seguir.

No que diz respeito a todas as coisas que compreendemos, não consultamos a voz de quem ensina, a qual soa por fora, mas a verdade que dentro de nós preside à própria mente, incitados talvez pelas palavras a consultá-la. Quem é consultado ensina verdadeiramente, e este é Cristo, que habita, como foi dito, no homem interior, isto é: a virtude incomensurável de Deus e a sempiterna Sabedoria, que toda alma racional consulta, mas que se revela a cada um quanto é permitido pela sua própria boa ou má vontade.
AGOSTINHO, Santo. De magistro (Do mestre). 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 319. (Adaptado).

Desde o início do século IV, o cristianismo foi se tornando cada vez mais influente em todos os setores da sociedade, inclusive na reflexão filosófica, como ilustra a vasta produção literária de Agostinho de Hipona (Santo Agostinho). 
Nesse sentido, o trecho apresentado ilustra uma ideia filosófica que ficou conhecida como
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Q3508197 Filosofia
Leia o texto a seguir.
O mundo é dos negócios
Os fundos de investimento e as grandes corporações se regem pela busca do lucro, e nem mesmo esta enorme crise que vivemos demove essas organizações de sua finalidade última e primeira: explorar os homens e a natureza sem precisar enfrentar limites
Estamos em uma crise ambiental global sem precedentes, e as expectativas em relação aos resultados da 30a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que vai ocorrer em novembro, em Belém, não são das melhores.
A conferência acontece em um momento em que o aquecimento global já tem consequências diretas e devastadoras sobre todos os ecossistemas. O aquecimento global promove mudanças no regime de chuvas, aumento da frequência e intensidade de fenômenos meteorológicos extremos, ondas de calor mais intensas e duradouras, chuvas torrenciais inesperadas e períodos prolongados de seca. A agricultura, a gestão dos recursos hídricos e a biodiversidade são afetadas de maneira drástica, levando à fome e à extinção de espécies, a migrações em áreas desertificadas, à inundação pelo mar de áreas e cidades costeiras, a chuvas torrenciais nas cidades.
Extraímos a eletricidade da queima de carvão, petróleo ou gás, gerando dióxido de carbono e óxido nitroso, gases de efeito estufa que recobrem o planeta e retêm o calor do Sol. A proporção de combustíveis fósseis na matriz energética global de 2023 permaneceu em 81,5%, uma queda de apenas 0,5% em relação ao ano anterior.
Toda essa degradação ambiental é consequência do modelo de desenvolvimento capitalista da segunda metade do século XX, que desenvolveu a capacidade das grandes empresas de operarem em grande escala e promoverem exponencialmente a queima de combustíveis fósseis.
BAVA, Sílvio Caccia. O mundo dos negócios [Editorial]. Le Monde Diplomatique Brasil. Ed. 214, 2 maio 2025. Disponível em: https://diplomatique.org.br/o-mundoe-dos-negocios/. Acesso em: 15 maio 2025. (Adaptado).

O conteúdo do editorial apresentado levanta questionamentos filosóficos relacionados ao campo da ética, já que a degradação e destruição do meio ambiente
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Q3508195 Filosofia
Leia os textos a seguir.

Texto I
O homem, como zoon logikón, é um ser que, em razão de sua psyqué, ao mesmo tempo pertence ao âmbito da natureza e por essência se distingue de todos os outros seres da natureza em virtude do predicado da racionalidade, ele é um “animal racional”, um zoon logikón. A racionalidade é, pois, a diferença específica do homem, e, ao se acentuar esse aspecto, Aristóteles prolonga a linha de reflexão antropológica que tem sua origem na Sofística e que fora continuada, mesmo sofrendo profunda inflexão, pela antropologia socrático-platônica. Enquanto ser dotado de razão e linguagem, o homem transcende de alguma maneira a natureza e não pode ser considerado simplesmente um ser “natural”.
VAZ, Henrique de C. Lima. Antropologia filosófica. São Paulo: Loyola, 2020. p. 51. (Adaptado).

Texto II
Outros autores interpretam o homem como possibilidade de autoprojeção. É nesse sentido que Kant afirma que, para poder atribuir ao homem seu lugar na natureza viva e assim caracterizá-lo, só resta dizer que ele tem o caráter que ele mesmo faz, porquanto sabe aperfeiçoar-se segundo os fins por ele mesmo criados. Na filosofia contemporânea, esse conceito de homem foi assumido por vários pensadores. Por um lado, eles frisam que o homem é aquilo que ele mesmo pode e quer tornar-se, que projeta seu modo de ser ou de viver e que esse projeto passa a constituir, em algum grau, parte de seu ser. Por outro lado, esses mesmos pensadores reconhecem as limitações dessa possibilidade de se projetar, já que cada projeto já encontra como dados os elementos que utiliza. Sartre insistiu na liberdade absoluta da possibilidade de projetar e considerou puramente arbitrária ou gratuita a escolha de um projeto qualquer.
ABBGAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p. 512-513. (Adaptado).

Em ambos os textos são apresentados posicionamentos acerca do que constitui definição de ser humano. A comparação entre esses textos indica que eles 
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (1º Semestre 2025) |
Q3510674 Filosofia
Ao refletir sobre as relações de poder e formas de governo, um pensador do século XVIII buscou “encontrar uma forma de associação que defenda e proteja a pessoa e os bens de cada associado com toda a força comum, e pela qual cada um, unindo-se a todos, só obedece contudo a si mesmo, permanecendo assim tão livre como antes. Esse [é] o problema fundamental cuja solução o contrato social oferece”. Esse pensador é 
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (1º Semestre 2025) |
Q3510673 Filosofia
Com o domínio político, iniciado por Felipe da Macedônia e ampliado por seu filho Alexandre, as cidades-estados gregas perderam sua autonomia política e passaram a fazer parte do Império Macedônico. A noção grega de polis perdeu sentido, já que os cidadãos não participavam do governo diretamente como antes e o próprio sentimento de pertença às cidades-estados, tão caro ao espírito grego, foi deixando de existir aos poucos. Isso se refletiu no campo filosófico de diversas formas, mas é marcante nas teorias éticas que foram elaboradas na época. Uma dessas características da ética helenística é
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510151 Filosofia
Filosofia e sociologia são duas importantes formas de conhecimento. A filosofia expressa um saber marcado pela formulação de questionamentos acerca da realidade e fundado na reflexão e na abstração. No decorrer da história, o pensamento científico – metódico, sistemático e com a pretensão de ser objetivo e neutro – colocou-se como um tipo de pensamento dominante. Mas nem por isso o pensamento filosófico foi descartado, já que ele constituiu as bases para o desenvolvimento do pensamento científico e segue sendo relevante para questionar a realidade que nos cerca, naquilo que é entendido como atitude filosófica. A origem da sociologia, no século XIX, teve importante influência do pensamento filosófico, pois
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510150 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Desde que há Estado – da cidade grega às burocracias contemporâneas – a ideia de verdade sempre se voltou, finalmente, para o lado dos poderes [...]. Por conseguinte, a contribuição específica da Filosofia que se coloca ao serviço da liberdade, de todas as liberdades, é a de minar, pelas análises que ela opera e pelas ações que desencadeia, as instituições repressivas e simplificadoras: quer se trate da ciência, do ensino, da tradução, da pesquisa, da medicina, da família, da polícia, do fato carcerário, dos sistemas burocráticos, o que importa é fazer aparecer a máscara, deslocá-la, arrancá-la [...].


CHÂTELET, François apud ARANHA, M. L. A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à Filosofia. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2013. p. 15.



Considerando-se as ideias presentes na citação apresentada, verifica-se que a Filosofia

 

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510149 Filosofia

Leia o texto a seguir.


Que significará dizer que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana, previamente concebida. O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após esse impulso para a existência; o homem não é mais do que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo.


SARTRE, Jean Paul. O Existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 6. [Adaptado].



Ao comparar as ideias de Sartre presentes no trecho apresentado com a tradição filosófica do Ocidente, verifica-se que ele estabelece uma oposição direta às ideias de 

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Respostas
1: A
2: C
3: C
4: B
5: D
6: B
7: D
8: D
9: A
10: E
11: E
12: B
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20: C