Questões de Vestibular Sobre história, estética e crítica das artes visuais em artes visuais

Foram encontradas 68 questões

Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111498 Artes Visuais
 


        O climatologista moçambicano Izidine Pinto é um dos autores do relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), “uma espécie de último aviso para a humanidade”, que concluiu que “é indiscutível que as atividades humanas estão causando mudanças climáticas, tornando os eventos climáticos extremos mais frequentes e mais severos”. O investigador da Universidade do Cabo, na África do Sul, reconheceu que, apesar das evidências científicas, “existirá sempre alguém que vai dizer que o clima não está mudando, como atualmente existem indivíduos que não acreditam em vacinas. Mas, perante as evidências científicas, não há como negar a participação humana no processo de aquecimento global. A mudança climática já afeta quase todas as regiões do mundo e contribui para os eventos extremos do tempo e clima, como as ondas de calor ou frio, cheias e secas que poderão ser mais frequentes e intensos no futuro”. Izidine destaca que, “a menos que haja reduções imediatas, rápidas e em grande escala nas emissões de gases de efeito estufa e no limite do aquecimento a 1,5 °C abaixo dos níveis pré-industriais, esses eventos vão continuar e com resultados catastróficos”. O continente africano é “um dos mais afetados pelos seus efeitos, o que também aumenta as grandes desigualdades já existentes nos países em África” e, por isso, os governos devem adotar “medidas urgentes para combater e responder às alterações climáticas e a seus impactos”.


Internet: <www.dw.com> (com adaptações). 
A partir da obra artística e do texto precedentes e considerando os diversos aspectos relacionados aos assuntos neles tratados, julgue o item seguinte.

As obras de Kuczynski ilustram problemas cujas causas requerem uma postura proativa dos seres humanos. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111497 Artes Visuais
 


        O climatologista moçambicano Izidine Pinto é um dos autores do relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), “uma espécie de último aviso para a humanidade”, que concluiu que “é indiscutível que as atividades humanas estão causando mudanças climáticas, tornando os eventos climáticos extremos mais frequentes e mais severos”. O investigador da Universidade do Cabo, na África do Sul, reconheceu que, apesar das evidências científicas, “existirá sempre alguém que vai dizer que o clima não está mudando, como atualmente existem indivíduos que não acreditam em vacinas. Mas, perante as evidências científicas, não há como negar a participação humana no processo de aquecimento global. A mudança climática já afeta quase todas as regiões do mundo e contribui para os eventos extremos do tempo e clima, como as ondas de calor ou frio, cheias e secas que poderão ser mais frequentes e intensos no futuro”. Izidine destaca que, “a menos que haja reduções imediatas, rápidas e em grande escala nas emissões de gases de efeito estufa e no limite do aquecimento a 1,5 °C abaixo dos níveis pré-industriais, esses eventos vão continuar e com resultados catastróficos”. O continente africano é “um dos mais afetados pelos seus efeitos, o que também aumenta as grandes desigualdades já existentes nos países em África” e, por isso, os governos devem adotar “medidas urgentes para combater e responder às alterações climáticas e a seus impactos”.


Internet: <www.dw.com> (com adaptações). 
A partir da obra artística e do texto precedentes e considerando os diversos aspectos relacionados aos assuntos neles tratados, julgue o item seguinte.

A obra contesta, por meio de uma metáfora, o alerta publicado pelo relatório do IPCC.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111496 Artes Visuais
Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item.

A referida obra alerta para um problema invisibilizado no cotidiano dos grandes centros urbanos.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111495 Artes Visuais
Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item.

Por meio dessa sua criação artística, Eduardo Srur provoca o espectador a refletir sobre a complexa relação do ser humano com a natureza no cotidiano urbano. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111494 Artes Visuais
Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item.

Nessa obra, a presença de uma garrafa em escala monumental evidencia a preocupação da população urbana com a preservação dos rios. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111493 Artes Visuais
Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item.

A obra adquire um significado ecológico em face do contexto da paisagem urbana poluída.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111490 Artes Visuais



Os mares pedem socorro, e a indústria têxtil é uma das que mais contribuem para a poluição dos oceanos, o que, felizmente, vem sendo cada vez mais discutido por artistas. Toda a matéria-prima utilizada (lã, algodão e lyocell) na obra de Vanessa Barragão, por exemplo, vem dos resíduos descartados por uma indústria de tapetes artesanais. 


Beleza e incerteza: Vanessa Barragão chama atenção para a devastação dos corais. Internet: <designdobom.com.br> (com adaptações).


Considerando a obra artística Instalação Coral Garden, de Vanessa Barragão, e as informações do texto precedente, julgue o item a seguir. 

Por meio da referida obra, construída a partir de materiais reciclados, a mencionada artista critica o descarte de lixo nos mares. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111489 Artes Visuais



Os mares pedem socorro, e a indústria têxtil é uma das que mais contribuem para a poluição dos oceanos, o que, felizmente, vem sendo cada vez mais discutido por artistas. Toda a matéria-prima utilizada (lã, algodão e lyocell) na obra de Vanessa Barragão, por exemplo, vem dos resíduos descartados por uma indústria de tapetes artesanais. 


Beleza e incerteza: Vanessa Barragão chama atenção para a devastação dos corais. Internet: <designdobom.com.br> (com adaptações).


Considerando a obra artística Instalação Coral Garden, de Vanessa Barragão, e as informações do texto precedente, julgue o item a seguir. 

Ao desenvolver seu trabalho com base em uma produção sustentável, a referida artista demonstra consciência ecológica, ao mesmo tempo em que contribui para uma maior conscientização do público em relação à questão ambiental. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111434 Artes Visuais




Candido Portinari. Meninos brincando.

Rio de Janeiro, 1955. Internet:<www.portinari.org.br>.






Roger Mayne. Handstand. London, 1956.

Internet: <viewingroom.huxleyparlour.com>.




           O pátio, que se desdobrava diante do copiar, era imenso, julgo que não me atreveria a percorrê-lo. O fim dele tocava o céu. Um dia, entretanto, achei-me além do pátio, além do céu. Como cheguei ali não sei. Homens cavavam o chão, um buraco se abria, medonho, precipício que me encolhia apavorado entre montanhas erguidas nas bordas. Para que estariam fazendo aquela toca profunda? Para que estariam construindo aqueles montes que um pó envolvia como fumaça? Retraí-me na admiração que me causava o extraordinário formigueiro. As formigas suavam, as camisas brancas tingiam-se, enegreciam, ferramentas cravavam-se na terra, outras jogavam para cima o nevoeiro que formava os morros. (...) O que então me pasmou foi o açude, maravilha, água infinita onde patos e marrecos nadavam. Surpreenderam-me essas criaturas capazes de viver no líquido. O mundo era complicado. O maior volume de água conhecido antes continha-se no bojo de um pote e aquele enorme vaso metido no chão, coberto de folhas verdes, flores, aves que mergulhavam de cabeça para baixo, desarranjava-me a ciência. Com dificuldade, estabeleci relação entre o fenômeno singular e a cova fumacenta. Esta, porém, fora aberta numa região distante, e o açude se estirava defronte da casa. Estava ali, mas tinha caprichos, mudava de lugar, não se aquietava, era uma coisa vagabunda.  



Graciliano Ramos. Infância.

Rio de Janeiro: Record, 2003, pp. 14 e 15. 

Considerando as imagens apresentadas e o texto precedente, extraído de Infância, obra em que o escritor Graciliano Ramos narra suas memórias infantis, julgue o item seguinte. 


O trecho “aquele enorme vaso metido no chão, coberto de folhas verdes, flores, aves que mergulhavam de cabeça para baixo, desarranjava-me a ciência” conecta-se às imagens apresentadas, pois, nas três obras artísticas, a perspectiva infantil refletida é a da possibilidade de ver o mundo conhecido sob um ângulo desconhecido. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111433 Artes Visuais




Candido Portinari. Meninos brincando.

Rio de Janeiro, 1955. Internet:<www.portinari.org.br>.






Roger Mayne. Handstand. London, 1956.

Internet: <viewingroom.huxleyparlour.com>.




           O pátio, que se desdobrava diante do copiar, era imenso, julgo que não me atreveria a percorrê-lo. O fim dele tocava o céu. Um dia, entretanto, achei-me além do pátio, além do céu. Como cheguei ali não sei. Homens cavavam o chão, um buraco se abria, medonho, precipício que me encolhia apavorado entre montanhas erguidas nas bordas. Para que estariam fazendo aquela toca profunda? Para que estariam construindo aqueles montes que um pó envolvia como fumaça? Retraí-me na admiração que me causava o extraordinário formigueiro. As formigas suavam, as camisas brancas tingiam-se, enegreciam, ferramentas cravavam-se na terra, outras jogavam para cima o nevoeiro que formava os morros. (...) O que então me pasmou foi o açude, maravilha, água infinita onde patos e marrecos nadavam. Surpreenderam-me essas criaturas capazes de viver no líquido. O mundo era complicado. O maior volume de água conhecido antes continha-se no bojo de um pote e aquele enorme vaso metido no chão, coberto de folhas verdes, flores, aves que mergulhavam de cabeça para baixo, desarranjava-me a ciência. Com dificuldade, estabeleci relação entre o fenômeno singular e a cova fumacenta. Esta, porém, fora aberta numa região distante, e o açude se estirava defronte da casa. Estava ali, mas tinha caprichos, mudava de lugar, não se aquietava, era uma coisa vagabunda.  



Graciliano Ramos. Infância.

Rio de Janeiro: Record, 2003, pp. 14 e 15. 

Considerando as imagens apresentadas e o texto precedente, extraído de Infância, obra em que o escritor Graciliano Ramos narra suas memórias infantis, julgue o item seguinte. 

O modo como são retratadas as sensações de espanto, surpresa e admiração do menino ao ver, pela primeira vez, a composição variada do mundo que o cerca, evoca uma das funções importantes da arte: convidar o leitor a ler a realidade sob um ponto de vista divergente do usual. 
Alternativas
Q2182215 Artes Visuais

Há quem desdenhe das imagens e das representações visuais. Há quem alegue que elas não passam de “ilustrações” que simplesmente decoram e alegram os ambientes, os jornais, as paredes das casas e dos museus – seriam inocentes. Da minha parte, sou dessas pessoas que vivem tomadas pela potência das imagens e pelo poder que elas têm de revelar e criar valores, ideias, concepções de mundo. Por isso, não raro, viram elas mesmas a própria realidade.

É esse o poder reflexivo das imagens e das obras visuais, pois ao reproduzir um contexto elas acabam, ao fim e ao cabo, por criá-lo. Transformam-se em parte constitutiva da imaginação. Muitas vezes lembramos, ou achamos que lembramos, de um evento a partir e por causa de uma imagem guardada num canto da memória.

É possível dizer que nossa imaginação histórica é feita a partir de imaginários alheios; das construções visuais feitas por outras pessoas com seus interesses, contextos e especificidades.

LILIA SCHWARCZ

Adaptado de nexojornal.com.br, 22/11/2021.


Uma imagem que exemplifica a capacidade de construção da imaginação histórica, conforme enfatizado pela autora, é:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100522 Artes Visuais
O relógio é uma das representações da passagem do tempo. O tempo, por sua vez, também envolve fatores sociais, históricos, subjetivos e econômicos. A arte registra o tempo e o espaço e, em cada período da história, estão presentes suas características e suas relações.

                                                        Imagem associada para resolução da questão

A partir das imagens e dos conhecimentos sobre os períodos da História da Arte, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

(    ) O tempo suscita o derreter do relógio na obra de Salvador Dalí, na união de várias correntes artísticas, estando a arte atrelada às vontades da Igreja, da sociedade e do governo. O artista exercia seu papel sem autonomia e simbologia nas relações do tempo e espaço.


(    ) A consciência do tempo era uma das regras na Idade Média, e o artista representou figuras mais próximas da realidade, que reafirmaram a primazia do conhecimento sobre a natureza e sua relação com o homem, distanciando-o das influências do poder da igreja.


(    ) O relógio, na obra de Daniel Arsham, usa a parede para “congelar o tempo”; essa obra apresenta diferentes materiais e sua composição traz subjetividade, abstração e reflexão, desvinculada dos padrões preestabelecidos, com uma liberdade artística.

(    ) A ideia de tempo na Idade Média tinha como base as regras da Igreja; as relações entre espaço e tempo estavam presentes também nas manifestações artísticas nos templos, com o objetivo de ligar a humanidade ao sagrado e sua proximidade com Deus.

(    ) A obra “Persistência da Memória” apresenta uma diferente forma de ver o tempo na relação entre a temporalidade e a memória carregada de simbologia, rom pendo com a formalidade, para além do real, buscando a expressão do pensamento ligada ao inconsciente.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100519 Artes Visuais

Analise a imagem e leia o texto seguir.



                                                   Imagem associada para resolução da questão

A Reencarnação do bandeirante no ventre vermelho, 2016.

Óleo sobre tela e dois monitores de TV 22” e 32”, animação em stop motion,

260 x 360 cm (políptico)



A prática de Thiago Martins de Melo recorre à memória cultural, por um meio dotado de historicidade como a pintura e reinventa, na contemporaneidade, personagens históricas, populações culturalmente diversas e entidades espirituais brasileiras, camponesas, míticas, indígenas e negras. Em A Reencarnação do bandeirante no ventre vermelho, lança mão de recursos diversos como monitores de tv, exibindo animações em stop motion e óleo sobre tela e em quatro quadrantes, o que configura um políptico. Segundo o artista: “Não vejo sentido em colocar uma imagem no mundo se não for para abrir uma ferida no tecido artificial da cultura”.


 Adaptado de: premiopipa.com

 FARKAS, Solange. Thiago Martins de Melo (2019).

 thiagomartinsdemelo.com.br



Com base na imagem, no texto e nos conhecimentos sobre pintura, novas mídias e a relação entre obra e contexto, é correto afirmar que

Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100514 Artes Visuais


        


- Jaider Esbell em performance na exposição “Apresentação: Ruku” na Galeria Millan, em São Paulo. 2021. Foto: Renata Chebel / Galeria Millan.

Disponível em: artebrasileiros.com.br; 2- A descida da pajé Jenipapo do reino das medicinas– Jaider Esbell (2021), acrílica e posca sobre tela, 111 x 160 cm.

 Disponível em: premiopipa.com; 3- Esquema do fruto de jenipapo.



Falecido recentemente, Jaider Esbell (1979-2021), artista e curador indígena da etnia Makuxi, assumiu um papel central para a consolidação da Arte Indígena Contemporânea no Brasil. Meses antes de sua morte, expôs cerca de 60 obras, em uma produção que combinou pintura, escrita, desenho, instalação e performance para entrelaçar discussões entre cosmologias, narrativas míticas originárias, espiritualidade, críticas à cultura hegemônica e preocupações socioambientais. A exposição buscou ser mais do que uma introdução aos saberes dos povos originários, configurando-se como um convite para o diálogo e para uma nova forma de enxergar o mundo. Esbell debruçou-se sobre as visões em torno da árvore-pajé, Jenipapo ou Ruku, da qual se produz a tinta natural aplicada por povos indígenas em pinturas corporais e utilizada em cerimônias rituais. De coloração azul escuro, a tinta é extraída do mesocarpo e endocarpo de frutos verdes. O jenipapo é um angiosperma funcionalmente dioico que pertence à família Rubiaceae, caracterizado por apresentar fruto tipo indeiscente, cor amarelo-alaranjado, com epicarpo pardo e aroma intenso. O conhecimento dos organismos quanto à morfossistemática biológica moderna enfatiza as relações filogenéticas das espécies, diferente da classificação dos povos tradicionais, que agrupam as espécies com base em seus usos e propriedades.


Adaptado de: galeriamillan.com.br

Com base nas imagens, no texto e nos conhecimentos sobre Arte Contemporânea e multiculturalismo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEL Órgão: UEL Prova: UEL - 2023 - UEL - Vestibular |
Q2100511 Artes Visuais

Analise as imagens e leia o texto a seguir.


                                                 Imagem associada para resolução da questão


        Detalhes da instalação “Maria dos Anjos”, 2017-2018.



 A 11ª. Bienal de Artes Visuais do Mercosul, realizada em Porto Alegre em 2018, propôs um olhar sobre o Triângulo Atlântico que interliga os destinos da América, da África e da Europa, contando com trabalhos de artistas dos três continentes. Sônia Gomes (1948- ), natural de Caetanópolis, MG, foi convidada com a obra Maria dos Anjos (2017-2018). A artista cresceu no universo dos tecidos, tendo sido criada pela avó, que a iniciou nas amarrações, nos trançados, na costura; depois, vivendo com o pai, aprendeu sobre a tecelagem. Dessa mistura, aliada ao seu fascínio pelos nós, torceduras e trabalhos dos africanos, que treinava no próprio corpo, nasceu sua produção que esbarra em questões de identidade racial em um elo com a vida da artista. Ela constrói seus trabalhos com o que é rejeitado, como diz, “com o que tem”, criando uma nova vida a partir de memórias afetivas. Em Maria dos Anjos, a artista junta a peça de um vestido de noiva doado, com costuras, amarrações e tecidos diversos.


Adaptado de: As mãos de ouro de Sonia Gomes.

ufrgs.br/arteversa



Com base nas imagens, no texto e nos conhecimentos sobre arte, multiculturalismo e a relação entre obra e contexto, é correto afirmar que, para a produção de seu trabalho, a artista

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Ano: 2020 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2020 - UNICAMP - Vestibular - Ciências Humanas e Artes |
Q1709770 Artes Visuais
O orientalismo é uma construção ocidental sobre os povos e culturas orientais, segundo o intelectual Edward Said. Nesse processo, preconceitos e estereótipos são construídos sobre sociedades muito diversas entre si. Referências à cultura islâmica são particularmente ricas para a construção desse imaginário estereotipado, sobretudo em suas elaborações pela literatura e pelas artes plásticas europeias.
Imagem associada para resolução da questão
Rudolph Weisse, (1869-1927) Os jogadores de dados. (Disponível em https://blog.britishmuseum.org/an-introduction-to-orientalis tpainting/?_ga=2.56311842.808380880.15712149821542458113.156864822 4 . Acessado em 09/11/2020.)
Considerando a obra do pintor tcheco reproduzida acima e as reflexões formuladas por Said, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2020 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2020 - UNICAMP - Vestibular - Ciências Humanas e Artes |
Q1709762 Artes Visuais
“Na cultura ocidental, a insensibilidade do amante brutal se tornou, como num espelho distorcido, um atributo de masculinidade. Teseu, filho de uma mulher mortal e deus do mar, usa a sua força viril para realizar várias tarefas aparentemente impossíveis, mas precisa da inteligência feminina de Ariadne para encontrar o caminho pelo labirinto e matar o Minotauro. Depois de usá-la, ele celebremente a abandona; mais tarde é coroado rei de Atenas e honrado como o maior herói da cidade.”
(Alberto Manguel, Lendo imagens. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 211-212.)
A partir do texto, é correto afirmar:
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia - 1º Semestre 2020 |
Q4010861 Artes Visuais
Imagem associada para resolução da questão


DUCHAMP, Marcel (1867-1968). A fonte, 1917, ready-made: urinol de porcelana, 60 cm × 23,5 cm × 18 cm. Fotografia de Alfred Stieglitz (1864−1946). Disponível em: www.moma.org. Acesso em: nov. 2016. 

       Os ready-made são um novo gênero artístico e autônomo inventado por Marcel Duchamp, para o qual qualquer objeto pode ser declarado arte se estiver equipado com os atributos característicos de uma obra de arte.

ELGER, Dietmar. Dadaísmo. Colônia: Taschen, 2005, p. 80 (adaptado).

Ao propor A Fonte como obra de arte, Marcel Duchamp criou um dos conceitos mais significativos da modernidade: o ready-made. Transformado em procedimento artístico, esse conceito permitiu a Duchamp 
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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia |
Q4010470 Artes Visuais

Q28.png (352×108)

Anônimo. Cidade Ideal, déc. 1480 – déc.1490, têmpera s/ painel, 67,5 cm × 239,5 cm. Galleria Nazionale delle Marche, Urbino.


    A vista em perspectiva, que coloca em relação proporcional o próximo e o distante, torna-se tema unificador de interpretação da realidade e de projeção do espaço. Expressão emblemática disso é a Veduta di Città (Paisagem Urbana), hoje conhecida como Città Ideale (Cidade Ideal), silencioso teorema em perspectiva e também alusão, impregnada por profundos postulados filosóficos, à harmonia da vida civil: uma utopia política, religiosa e estética. 


ACIDINI, C. Mestres do Renascimento: obras-primas italianas. ACIDINI, Cristina e DELPRIORI, Alessandro. Catálogo de exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB. São Paulo: Base7 Projetos Culturais, 2013, p. 105-6. Disponível em: www.bb.com.br. Acesso em: 14 abr. 2014.


Considerando-se que uma das funções da arte como saber cultural no universo renascentista é exaltar os valores concernentes à formação de sua própria identidade, em oposição à Idade Média, o painel Cidade Ideal é reconhecido como um dos símbolos culturais do Renascimento porque  

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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia |
Q4010463 Artes Visuais

Q21.png (241×341)

Oskar Kokoschka (1886 – 1980). Autorretrato de um artista degenerado, 1937, óleo sobre tela, 110 cm × 85 cm. Scottish National Gallery of Modern Art, Edinburg. 


Em 19 de julho de 1937, foi aberta na cidade de Munique, na Alemanha, a exposição que marca o ápice da campanha pública do regime nazista contra a arte moderna: a mostra internacional Arte Degenerada. Organizada pelo presidente da Câmara de Artes Plásticas do Reich, Adolf Ziegler, a exposição reuniu cerca de 650 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e livros, provenientes de acervos de 32 museus alemães, consideradas artisticamente indesejáveis e moralmente prejudiciais ao povo pelo governo de Adolf Hitler. Os nazistas classificavam como “degenerada” (entartet) toda manifestação artística que insultasse o espírito alemão, mutilasse ou destruísse as formas naturais ou apresentasse, de modo evidente, “falhas” de habilidade artístico-artesanal. Em termos visuais, é degenerada toda obra de arte que foge aos padrões clássicos de beleza e representação naturalista, em que são valorizados a perfeição, a harmonia e o equilíbrio das figuras. Nesse sentido, a arte moderna, com sua liberdade formal de cunho fundamentalmente antinaturalista, é considerada em sua essência “degenerada”.


Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br. Acesso em: 6 nov. 2018 (adaptado).  


A referida mostra incluía oito obras do artista austríaco Oskar Kokoschka, que integrou a vanguarda do expressionismo germânico no início do século XX. Após essa mostra, esse artista pintou seu autorretrato, obra que intitulou de Autorretrato de um artista degenerado. Com isso, ele demonstrou que  

Alternativas
Respostas
21: C
22: E
23: C
24: C
25: E
26: C
27: C
28: C
29: C
30: C
31: B
32: C
33: D
34: E
35: B
36: D
37: A
38: C
39: E
40: C