Questões de Concurso Nível médio

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Q4246370 Matemática
Em uma campanha de divulgação, cada pessoa recebe exatamente 1 cartaz e 1 panfleto. Os cartazes são impressos em blocos de 240 unidades e os panfletos em blocos de 300 unidades. O organizador deseja adquirir o menor número possível de blocos de cada material, de forma que nenhuma unidade sobre. A quantidade de pessoas atendidas nessa campanha é
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Q4246369 Matemática
Em uma receita, utilizam-se 3/4 de xícara de açúcar e 1/3 de xícara de mel. A quantidade total de ingredientes doces utilizada na receita, em fração irredutível de xícara, é
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Q4246368 Matemática
Uma escola possui 312 alunos matriculados no período matutino e 248 matriculados no período vespertino. Após o recesso, 37 alunos do matutino e 19 do vespertino transferiram-se para outras instituições. O total de alunos que permaneceu matriculado na escola após o recesso é 
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Q4246367 Português
Na modalidade escrita da língua portuguesa, os mecanismos de concordância nominal desempenham um papel fundamental na organização e na coesão das estruturas textuais. Na tirinha, no início do terceiro quadrinho, na fala de Le Fan “Muito bonito, Mamu”, o emprego do masculino singular decorre do fato de que o adjetivo qualifica o
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Q4246366 Português
A construção do sentido em textos do gênero tirinha ocorre por meio da articulação entre elementos verbais e visuais. Na produção do humor da tirinha, a fala final de Mamu revela que a dificuldade de comunicação decorreu do conflito entre a
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Q4246365 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
Na produção de textos escritos, a acentuação gráfica contribui para a escrita adequada das palavras e para a compreensão da mensagem. No trecho “Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país...”, a palavra “país” é acentuada pela mesma regra aplicada à palavra
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Q4246364 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
Em textos informativos, diferentes recursos gráficos podem contribuir para a construção dos sentidos. No segundo parágrafo do texto, o uso das aspas com a expressão “consumidor equilibrista” justifica-se por
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Q4246363 Português
Texto 3


O perfil do consumidor brasileiro mudou drasticamente em 2026, tornando-se mais imediatista e focado em benefícios práticos para o bolso e para a rotina. É o que revela a nova edição do relatório anual Consumer Pulse, divulgado em março pela consultoria global Bain & Company. Segundo o estudo, a Inteligência Artificial (IA) consolidou-se no país, sendo adotada por 77% da população como uma ferramenta essencial para acelerar a jornada de compra e obter vantagens financeiras imediatas. Trata-se de um salto expressivo frente aos 62% registrados no ano anterior.
O levantamento aponta que o “consumidor equilibrista” de 2025, que tentava balancear cortes de custos sem abrir mão de prioridades, deu lugar a um cliente que exige soluções rápidas e retornos tangíveis das marcas. Essa busca por valor molda diretamente a relação com o comércio digital, com os programas de fidelidade e com o orçamento doméstico.
A IA deixou de ser um diferencial tecnológico para se transformar em um motor de vendas no varejo digital. O relatório da Bain & Company mostra que os brasileiros já manifestam o desejo de transferir mais de 50% de suas compras on-line para Assistentes Virtuais de Compra.
No entanto, o avanço do e-commerce desenha um cenário híbrido. Embora o ambiente digital lidere em categorias como eletrônicos (48% de preferência) e moda (39%), o varejo físico ainda mantém a soberania nas compras do dia a dia, como alimentos e itens essenciais.


Disponível em: https://niddedigital.com/77-dos-consumidores-brasileiros-jausam-inteligencia-artificial/. Acesso em: 4 jun. 2026.
A ideia principal de uma notícia corresponde à informação que organiza e articula os demais dados apresentados. No relatório mencionado no texto, essa ideia principal está relacionada à afirmação de que, em 2026, o consumidor brasileiro
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Q4246362 Português

Texto 2 





Disponível em: https://www.iffarroupilha.edu.br/ultimas-noticias/item/44219-

vem-ser-profissa-mec-lan%C3%A7a-campanha-dedivulga%C3%A7%C3%A3o-de-cursos-da-rede-federal. Acesso em: 6 jun.

2026.


O emprego de substantivos e adjetivos pode variar conforme a situação comunicativa e os objetivos do texto. A palavra “profissional”, que, a depender do contexto, pode ser classificada como substantivo ou adjetivo, é utilizada, no slogan da campanha, com a forma reduzida “profissa”. Esse uso contribui para
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Q4246361 Português

Texto 2 





Disponível em: https://www.iffarroupilha.edu.br/ultimas-noticias/item/44219-

vem-ser-profissa-mec-lan%C3%A7a-campanha-dedivulga%C3%A7%C3%A3o-de-cursos-da-rede-federal. Acesso em: 6 jun.

2026.


A compreensão da campanha apresentada no texto envolve a articulação entre linguagem verbal e não verbal. Nesse contexto, a mensagem produzida pela combinação da frase “VEM SER PROFISSA” com a imagem das jovens reunidas pode ser compreendida como um convite à
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Q4246360 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Em diversos momentos da crônica, o narrador utiliza palavras e expressões em sentido figurado para construir sua visão sobre a escrita. Na afirmação “Sou um gigolô das palavras”, a construção produz o efeito de representar o autor como alguém que 
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Q4246359 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Ao comentar a possibilidade de um escritor tratar suas palavras “com a deferência de um namorado”, o narrador emprega um termo que contribui para caracterizar uma atitude diante da linguagem. Nesse contexto, a substituição da palavra “deferência” por um sinônimo preserva o sentido do trecho quando se utiliza a palavra
Alternativas
Q4246358 Português
Texto 1


A linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo, dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.
Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas, – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cafetão profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.


VERISSIMO, Luis Fernando. Gramática. In: GULLAR, Ferreira et al. O melhor
da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. p.139-141. [Adaptado].
Ao longo da crônica, o narrador desenvolve uma reflexão sobre a relação entre o uso da língua e as normas gramaticais. A ideia defendida pelo autor é a de que a comunicação depende principalmente da(o)
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Q4246297 Noções de Informática
Durante um expediente, uma Recepcionista recebe, por e-mail institucional, um documento em formato PDF que deverá ser digitalizado novamente por conter assinatura incompleta, convertido em arquivo eletrônico, organizado em pasta específica da rede interna e posteriormente encaminhado à chefia para elaboração de despacho em editor de texto. Em seguida, deverá registrar o protocolo em uma planilha eletrônica, anexar o documento ao processo eletrônico e realizar pesquisa na internet sobre a atualização de um formulário oficial. Antes de encerrar o expediente, identifica uma mensagem eletrônica contendo link desconhecido e solicitação de confirmação imediata da senha institucional. Considerando as noções de sistema operacional, editor de textos, planilhas eletrônicas, internet, correio eletrônico, digitalização e organização de arquivos e segurança da informação, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4246296 Atendimento ao Público
Em determinado atendimento, um cidadão passa a dirigir ofensas pessoais ao Recepcionista em razão do tempo de espera. O servidor permanece calmo, mas afirma que encerrará imediatamente o atendimento caso o cidadão não se desculpe. À luz das boas práticas de atendimento e da ética profissional, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4246295 Atendimento ao Público
Durante um único expediente, o Recepcionista:
(1) recebe documentos físicos e digitais para protocolo;
(2) controla a agenda de três autoridades;
(3) atende presencialmente cidadão insatisfeito;
(4) recebe ligação oficial solicitando alteração de compromisso;
(5) registra recado para a chefia;
(6) distribui correspondências internas;
(7) consulta processo arquivado eletronicamente;
(8) é solicitado por colega a fornecer informações de processo cuja tramitação não lhe compete.
Considerando as boas práticas de recepção institucional, organização administrativa, ética, comunicação oficial e atendimento ao público, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4246294 Arquivologia
Analise os procedimentos abaixo adotados por um Recepcionista.
I. Protocolar documento antes de encaminhá-lo ao setor competente, permitindo rastreabilidade de sua tramitação.
II. Encaminhar correspondência diretamente ao destinatário, dispensando qualquer controle administrativo por tratar-se de comunicação interna.
III. Restringir acesso a documentos cujo conhecimento decorra exclusivamente das atribuições funcionais.
IV. Atualizar corretamente registros de recebimento, distribuição e movimentação documental.
V. Compartilhar informações administrativas com colegas de outros setores apenas porque pertencem ao mesmo órgão.
Conforme as boas práticas administrativas e os deveres funcionais do servidor público, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4246293 Atendimento ao Público
Após atendimento telefônico, o Recepcionista precisa registrar recado destinado ao diretor do órgão. Durante a ligação, o interlocutor falou rapidamente, alterou o assunto diversas vezes, utilizou expressões ambíguas e não informou claramente o motivo do contato. Considerando as boas práticas de comunicação institucional, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4246292 Arquivologia
Durante o expediente de uma repartição pública, um servidor responsável pelo protocolo e atendimento administrativo recebe ao mesmo tempo:
(1) correspondência física contendo documentos de acesso restrito destinados a outro setor;
(2) processo eletrônico encaminhado pelo sistema oficial para registro e tramitação;
(3) pedido de consulta a processo arquivado digitalmente;
(4) solicitação urgente para alteração da agenda de uma autoridade; e
(5) documentos que deverão ser distribuídos às unidades competentes.
Paralelamente, um colega solicita acesso ao processo alegando necessidade de "agilizar o serviço", embora não participe de sua tramitação, enquanto um cidadão, insatisfeito com o tempo de espera, passa a tratar o servidor de forma desrespeitosa. Para evitar atrasos, outro servidor sugere encaminhar cópia dos documentos por aplicativo de mensagens antes do registro oficial no protocolo. Considerando as rotinas administrativas e os princípios da ética no serviço público, analise os itens a seguir.
I. O protocolo administrativo constitui instrumento de controle da tramitação documental, assegurando registro, rastreabilidade, autenticidade e identificação da responsabilidade pelos atos praticados durante o fluxo das informações. 
II. O arquivamento físico e o digital possuem finalidade comum de preservar, organizar, recuperar e controlar documentos, devendo observar critérios de integridade, autenticidade, classificação e facilidade de localização.
III. O recebimento, a distribuição de correspondências, o agendamento de compromissos e o controle do fluxo de informações integram as rotinas administrativas, exigindo observância dos procedimentos formais e registros próprios para garantir continuidade, eficiência e segurança administrativa.
IV. A urgência do serviço público autoriza o compartilhamento informal de documentos por aplicativos de mensagens antes do protocolo oficial, desde que o destinatário também seja servidor público e o objetivo seja acelerar a tramitação.
V. O servidor deve agir com urbanidade, respeito, equilíbrio emocional e impessoalidade, preservando o sigilo profissional, restringindo o acesso às informações conforme a competência funcional e abstendo-se de divulgar documentos ou dados obtidos em razão do cargo.
VI. A responsabilidade funcional alcança tanto ações quanto omissões, respondendo o servidor pelo descumprimento dos procedimentos de protocolo, tramitação, arquivamento, controle documental e preservação do sigilo, ainda que não haja dano material ao patrimônio público.
Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4246291 Redação Oficial
Analise os itens a seguir.
I. A redação oficial caracteriza-se pela impessoalidade, clareza, objetividade, precisão vocabular, concisão, coerência e organização lógica das informações, evitando ambiguidades e subjetivismos.
II. Recados e registros administrativos devem conter apenas as informações indispensáveis à compreensão da mensagem, identificando, sempre que pertinente, origem, destinatário, data, horário, assunto e providências necessárias.
III. No atendimento telefônico formal, a identificação do órgão e do servidor, a confirmação das informações recebidas e a utilização de linguagem respeitosa constituem boas práticas de comunicação institucional.
IV. A organização das informações em documentos administrativos possui relevância exclusivamente estética, não influenciando a tramitação, a recuperação dos dados nem a eficiência do fluxo informacional.
V. A utilização de abreviações informais, expressões coloquiais, opiniões pessoais ou comentários desnecessários pode comprometer a clareza, a objetividade e a finalidade da comunicação oficial.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
16941: D
16942: A
16943: B
16944: D
16945: C
16946: B
16947: D
16948: B
16949: A
16950: B
16951: B
16952: D
16953: C
16954: D
16955: A
16956: C
16957: B
16958: C
16959: B
16960: A