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O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
Uma adolescente de 15 anos, com desenvolvimento puberal Tanner 4, consulta o endocrinologista pediátrico por irregularidades menstruais e expressa desejo de iniciar vida sexual ativa, solicitando orientação sobre métodos contraceptivos. Não há sinais de violência ou coação, e a paciente demonstra capacidade de compreensão.
A conduta ética inicial do médico deve priorizar a/o:
Um pediatra endocrinologista atende a uma criança de 6 meses com retardo no desenvolvimento neuropsicomotor e baixa estatura, cuja triagem neonatal havia mostrado hormônio tireoestimulante (TSH) elevado, mas sem confirmação sérica imediata pelo profissional, resultando em diagnóstico tardio de hipotireoidismo congênito e sequelas permanentes.
A responsabilidade ética e civil do médico nessa situação decorre principalmente de:
Uma criança de 5 anos é levada ao consultório de endocrinologia pediátrica por ganho de peso excessivo nos últimos 2 anos, com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima do percentil 97 nas curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), velocidade de crescimento preservada, ausência de dismorfismos ou deficiências intelectuais e história de hábitos alimentares inadequados com sedentarismo familiar.
A abordagem inicial recomendada para essa condição é:
Uma menina de 14 anos é avaliada em consulta de endocrinologia pediátrica por ausência de menarca, baixa estatura proporcional com estatura 2,5 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS), pescoço alado, implantação baixa das orelhas e coarctação da aorta detectada em ecocardiograma. Exames complementares revelam cariótipo 45, X e níveis elevados de hormônio folículo-estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH).
Essa descrição corresponde à:
Um recém-nascido a termo, assintomático, apresenta dosagem de hormônio tireoestimulante (TSH) de 25 mUI/L na triagem neonatal realizada no terceiro dia de vida, em amostra de sangue colhida por punção no calcanhar. Não há história materna de tireoidopatias ou exposição a iodo.
A conduta inicial deve ser:
Uma menina de 7 anos apresenta desenvolvimento mamário Tanner 2 bilateral, aceleração do crescimento estatural e idade óssea avançada em 1,5 anos, sem pelos pubianos ou axilares evidentes. Exames laboratoriais mostram estradiol elevado, níveis basais de hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo- -estimulante (FSH) pré-puberais, mas com resposta puberal ao teste de estímulo com hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Não há lesões detectáveis em ressonância magnética de crânio.
Essa condição, compatível com puberdade precoce central idiopática, tem como tratamento de escolha:
Uma menina de 11 anos é avaliada por baixa estatura, com estatura 2,3 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde, com velocidade de crescimento de 3,8 cm/ ano e idade óssea atrasada em 2 anos. Após exclusão de causas não endócrinas, realiza-se dosagem de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1), baixa para idade e testes de estímulo para hormônio do crescimento (GH) com resposta inadequada.
A dosagem de IGF-1 nessa investigação é:
No exame genético solicitado para confirmação diagnóstica da síndrome de Prader-Willi, as alterações cromossômicas incluem:
Assinale a alternativa que se refere corretamente às metas de tratamento glicêmico primárias para Diabetes Mellitus tipo 2 confirmado por hiperglicemia sintomática e anticorpos negativos para autoimunidade.
Uma menina de 10 anos é avaliada em consulta de endocrinologia pediátrica por perda de peso involuntária, apesar de apetite preservado, taquicardia em repouso, intolerância ao calor, irritabilidade e presença de bócio difuso indolor ao exame físico, sem exoftalmia evidente. Exames laboratoriais revelam níveis suprimidos de hormônio tireoestimulante (TSH), tiroxina livre (T4 livre) elevada para idade e presença de anticorpos estimuladores do receptor de TSH (TRAb) positivos, com velocidade de sedimentação globular normal.
A suspeita diagnóstica é de:
Uma criança de 3 anos é levada ao pronto-socorro com irritabilidade, vômitos, respiração acelerada e sinais de desidratação moderada. A mãe relata aumento da ingestão de líquidos e micções frequentes na última semana, atribuído ao calor excessivo, além de perda de peso não quantificada. Ao exame, apresenta glicemia capilar de 420 mg/dL, pH arterial 7,15 e cetonúria positiva.
Essa apresentação clínica é compatível com:
Assinale a alternativa que se refere corretamente ao método padrão para avaliação da idade óssea e os exames laboratoriais iniciais recomendados nessa investigação.