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Q2034423 Engenharia Elétrica
Analise o esquema unifilar a seguir.
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Nessa instalação, verifica-se a utilização de:  
Alternativas
Q2034422 Engenharia Elétrica
Analise a figura a seguir referente à entrada de serviço para consumidores individuais em baixa tensão em que alguns componentes foram numerados de 1 a 8.
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Em seguida, identifique cada elemento numerado dessa figura.
( ) Caixa de medição ( ) Ramal interno, saída aérea ( ) Flecha máxima do cabo multiplex ( ) Pontalete ( ) Ramal de ligação ( ) Poste particular ( ) Ponto de entrega ( ) Ramal de entrada
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2034421 Engenharia Elétrica
Um motor com 12 terminais de bobinas apresenta as seguintes tensões de placa: 220/380/440/760 V.
Para acioná-lo em 380 V, a ligação dessas bobinas será em: 
Alternativas
Q2034420 Eletricidade
Analise o diagrama multifilar de um quadro de distribuição principal a seguir.
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Após análise, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034419 Engenharia Elétrica
Analise o circuito a seguir.
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A potência dissipada no resistor R6 é igual a:
Alternativas
Q2034418 Engenharia Elétrica
Analise o isométrico a seguir, considerando os diâmetros nominais em milímetros e a utilização de PVC, linha roscável.
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Após análise desse isométrico é correto afirmar:
Alternativas
Q2034417 Eletricidade
Analise o circuito a seguir.
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A respeito desse circuito, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034416 Engenharia Elétrica
Analise o circuito a seguir:

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Com relação a esse circuito, é correto afirmar:
Alternativas
Q2034415 Engenharia Elétrica
Analise a representação de uma peça nas seguintes figuras.
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Após análise dessa representação, é correto afirmar que se empregou:
Alternativas
Q2034414 Engenharia Elétrica
Analise as seguintes afirmativas relativas à corrente de curto-circuito, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os valores das correntes de curto-circuito monopolares são empregados nos ajustes dos valores mínimos dos dispositivos de proteção contra sobrecorrentes. ( ) A solicitação eletrodinâmica nos barramentos, isoladores, suportes e na estrutura dos quadros é calculada a partir da corrente de curto-circuito bifásica. ( ) Em regime permanente, a corrente de curtocircuito apresenta dois componentes: um alternado assimétrico e outro contínuo crescente. ( ) As impedâncias dos transformadores são expressas pelo mesmo valor quando se utiliza o sistema por unidade, pu.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
Alternativas
Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
Alternativas
Q2034373 Legislação Federal
A respeito da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91, MinC), assinale V para afirmativa verdadeira e F para falsa.
( ) Essa lei prevê o Fundo Nacional de Cultura, que realiza empréstimos diretamente aos proponentes, reembolsáveis ou cedidos a fundo perdido. ( ) Com essa lei, se regulariza a prática do mecenato cultural, mediante o investimento direto de uma parte da arrecadação em projetos financiados por órgãos públicos. ( ) Essa lei cria o Fundo de Investimento Cultural e Artístico, que é um fundo de captação no mercado para apoiar projetos culturais, onde o financiamento prevê lucro para o investidor.
A sequência correta é: 
Alternativas
Q2034372 Ciência Política
Projetos de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, que envolvem investigação, ensino e extensão, financiados e apoiados por organismos estaduais.
A definição acima se refere à seguinte iniciativa institucional no âmbito das políticas culturais:
Alternativas
Q2034371 Ciência Política
Política cultural é entendida como um conjunto de princípios operacionais, práticas administrativas e orçamentárias e os procedimentos que fornecem uma base para a ação cultural do Estado. Obviamente não pode haver uma política cultural para todos os países. Cada Estado Membro determina sua própria política cultural de acordo com os valores, objetivos e escolhas culturais que estabelece para si mesmo.
Política cultural, um estudo preliminar, UNESCO, 1969.
Com base no texto, o argumento central dessa definição de política cultural é identificado corretamente na seguinte opção:
Alternativas
Q2034370 História e Geografia de Estados e Municípios
Desde 2010, a Festa da Boa Morte (Cachoeira, BA) foi considerada:
Alternativas
Q2034369 Artes Plásticas
A respeito do patrimônio arquitetônico baiano, objeto de salvaguarda, observe as imagens a seguir. Imagem associada para resolução da questão


As imagens que identificam exemplares arquitetônicos modernos em linguagem art decó, objeto de processo de salvaguarda por seu valor artístico, arquitetônico e cultural são:
Alternativas
Q2034368 Museologia
Atividades variadas que visam promover a aproximação entre indivíduos ou coletividades e obras de cultura e arte em espaços de museus. Essa aproximação é realizada para facilitar a compreensão da obra, seu conhecimento sensível e intelectual, e iniciar indivíduos e coletividades na prática efetiva de uma determinada atividade cultural.
A descrição se refere:
Alternativas
Q2034367 Museologia
Correlacione os diversos segmentos de público às estratégias de monitoria em museu.
1. Público seleto, formado por especialistas 2. Grande público, de condição sociocultural variada 3. Público escolar, formado por discentes e docentes 4. Público de terceira idade
( ) Uso de termos técnicos e realização de oficinas e debates com organizadores e curadores da exposição. ( ) Uso de estruturas e material específicos para garantir a inclusão de todos os grupos de visitantes. ( ) Uso de linguagem coloquial e valorização dos conhecimentos prévios, mesmo que introdutórios, dos visitantes. ( ) Uso de atividades motivadoras associadas à observação de objetos e sua manipulação, quando possível.
A relação correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2034366 Museologia
O sentido da ação educativa em um museu de arte é caracterizado corretamente na seguinte opção:
Alternativas
Respostas
12781: D
12782: C
12783: A
12784: D
12785: A
12786: A
12787: B
12788: B
12789: D
12790: C
12791: B
12792: C
12793: A
12794: D
12795: B
12796: A
12797: D
12798: E
12799: B
12800: D