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LE THÉÂTRE ET L’OPÉRA
Le public va au théâtre pour voir une pièce de théâtre, et à l’opéra pour voir un opéra. (i) Le metteur en scène fait la mise en scène: il dirige les acteurs (-trices) / comédiens (iennes) ou les chanteurs (euses), (ii) et choisit les décors.
(Fiorleroy-Miquel; Goliot-Lété, 1976)
Considerando o contexto teatral, os trechos em destaque podem ser adequadamente traduzidos por:
Um grupo de engenheiros brasileiros participará de um projeto de cooperação com uma empresa francesa. Eles realizarão reuniões para apresentar o andamento dos trabalhos, relatar problemas encontrados e propor soluções aos parceiros franceses. Apresentando pouca proficiência, eles farão 20 horas de aula de francês para conseguir participar das referidas reuniões.
Nesse cenário, partindo das considerações feitas por Cuq e Gruca (2005) a respeito dos métodos, das metodologias, das abordagens e perspectivas de ensino e de aprendizagem ao longo da história, o professor responsável por elaborar e ministrar essas aulas deve:
Uma de suas principais características, que a diferencia das abordagens e metodologias que a antecedem, é:
Língua de natureza estrangeira no território em que se utiliza, mas que se diferencia das demais línguas locais por possuir status específico, desenvolvendo-se em comunidades bi ou plurilíngues onde o francês assume papel privilegiado coexistindo com outras línguas.
Embora apontem limitações, Cuq e Gruca (2005) se inspiram livremente na teoria do protótipo para conceitualizar as situações de ensino e de aprendizagem. Partindo dos apontamentos desses autores, assinale a alternativa que corresponde à proposta de definição apresentada.
(Paulo Freire, A importância do ato de ler: em três artigos que se completam, 1988)
Conforme a explicação do autor, conclui-se corretamente que ele concebe a análise da língua e a prática de leitura como
A cigarra e a formiga
A cigarra, tendo cantado todo o verão, viu-se completamente sem provisões quando o inverno chegou. Não tinha nenhum pedacinho de inseto ou de larva. Foi então queixar-se da falta de alimentos na casa da formiga, sua vizinha, pedindo-lhe que lhe emprestasse alguns grãos para subsistir até a primavera.
– Palavra de animal, eu lhe pagarei juros e principal, antes da próxima colheita.
A formiga não empresta nada. Este é seu menor defeito.
– Que é que você fazia no verão, diz ela à que deseja tomar emprestado.
– Não se aborreça, todos os dias e noites eu cantava.
– Estou muito bem. Você cantava; pois bem; agora dance.
(Fábula de La Fontaine, extraída de José Luiz Fiorin, Elementos de análise do discurso, 1990)
De acordo com José Luiz Fiorin, na fase de manipulação no nível narrativo, “um sujeito age sobre outro para levá-lo a querer e/ou dever fazer alguma coisa”. Na fábula de La Fontaine, a manipulação feita pela cigarra ocorre por meio de
(Sírio Possenti, Discurso, estilo e subjetividade, 2001)
O mecanismo de organização textual citado por Sírio Possenti ocorre na seguinte passagem do texto:


Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:

(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
* espada

(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:

(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
* espada

(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
Leia os fragmentos de poemas a seguir para responder à questão:

(Castro Alves, Ode a Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)
* espada

(Tobias Barreto, Dois de Julho. Em: Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira, 1997)

