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Q2191730 Português
    A comediante americana Tina Fey, criadora da série "30 Rock", publicou recentemente sua autobiografia ("Bossypants", editora Reagan Arthur, inédito no Brasil). No livro, Tina dedica quase um capítulo inteiro ao Photoshop. O que se pergunta é: como equacionar a crítica à pressão para que toda mulher seja jovem, magra e bonita, com o onipresente programa de computador, que a deixa jovem, magra e bonita, toda vez que aparece numa revista?
    Mais ainda: sendo humorista, e, portanto, tendo por ofício mostrar o que há de ridículo e humano por trás da pompa, da empáfia, da hipocrisia e demais tapumes, não estaria ela cometendo falsidade ideológica, ao sair em ensaios fotográficos com as orelhas de abano aplainadas e os pés de galinha surrupiados digitalmente?
    Acredito que tais dúvidas vão além do universo das celebridades, das feministas ou dos humoristas. Afinal, desde que trocamos o balcão da padaria pelo salão bem mais amplo das mídias sociais, nos transformamos em pequenos personagens numa enorme competição midiática. O que é o perfil no Facebook senão a capa da sua revista? O que é o Twitter, senão sua coluna? O Instagram, sua galeria, o blog, seu jornal. E, ninguém querendo mostrar orelhas de abano ou pés de galinha, seja no rosto, seja na alma, vivemos num mundo cada vez mais retocado.
    Por trás da falsa descontração dos tuítes, podemos ver as piadas encolhendo a barriga, as críticas estufando o peito, as celulites de nossas inseguranças escondidas sob leves camadas de sarcasmo. O resultado é uma abundância de opiniões e uma escassez de vozes. Muita inteligência e pouca sinceridade. Todo mundo bem protegidinho e parecido, como os corpos corrigidos no computador. Não quero parecer um desses apocalípticos que creem que o mundo piora na medida em que a tecnologia avança. Pelo contrário, parece-me que estamos bem melhor hoje do que há 30 ou cem anos, mas é que tenho achado a vida um pouco chata, as pessoas um tanto falsas — eu, principalmente.
    Talvez isso não tenha nada a ver com a época, mas seja fruto da minha idade. Trinta e poucos anos. O idealismo da adolescência já se esgotou, a sabedoria da maturidade ainda não chegou. É nesse hiato que costuma brotar o cinismo, maior de todos os Photoshops. Agora mesmo, sussurra em meu ouvido que esse papo de autenticidade é uma bobagem. Que a verdade é apenas mais um equívoco do século 20 ou da juventude (...). Promete, em troca de uma ilusão puída e dois ou três sonhos não realizados, seu pacote completo: agilidade nas relações, rapidez nas decisões, uma vida tranquila e vazia. No fundo, a proposta mefistotélica do cinismo é a mesma questão de Tina Fey, diante do Photoshop, e a mesma que temos que responder, a cada vez que abrimos a boca ou postamos uma informação nas redes sociais: afinal, o que queremos, dizer a verdade ou aparecer bem na foto? É uma pergunta ingênua, sussurra alguém ao meu lado. Talvez. Mas garanto que é uma pergunta sincera.


Prata, A. “Photoshop” (texto com adaptações). Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0211201104.htm.
Acesso em 06/04/2017.

De acordo com as ideias do texto, as redes sociais
Alternativas
Q2191729 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

A preposição “com”, utilizada na primeira frase do terceiro parágrafo, assume no texto valor semântico equivalente à utilizada em: 
Alternativas
Q2191728 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

“Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam (...)”
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade formal da Língua Portuguesa, o verbo acima destacado pode ser substituído por
Alternativas
Q2191727 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

As frases apresentadas após as setas nas assertivas a seguir propõem um reposicionamento das expressões destacadas nos fragmentos originais do texto. Analise-as:
I. “Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças (...)” → Localidades que elegem mais mulheres têm, além disso, uma maior proporção de crianças (...) II. “(...) outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas” → outra coisa que explica a diferença nos resultados é que mulheres na média são menos corruptas. III. “Os economistas (...) usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. → Os economistas usaram, para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países, um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial.
As reescritas propostas mantêm a coerência com a frase original em 
Alternativas
Q2191726 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

No segundo parágrafo, o uso do pronome destacado em “onde homens e mulheres tiveram (...)” mostra-se incompatível com a prescrição gramatical para textos da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Para atender a essa modalidade, poder-se-ia substituir esse pronome por
Alternativas
Q2191725 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

Com a transposição do terceiro período do segundo parágrafo do texto (“As economistas [...] na Índia) para a voz passiva analítica, a forma verbal que surge é 
Alternativas
Q2191724 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita coerente com as ideias do último período do segundo parágrafo, considerando a modalidade escrita padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q2191723 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

Assinale a alternativa que apresenta uma adequada reescrita das ideias iniciais do primeiro parágrafo, considerando a modalidade escrita padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q2191722 Português
    O Brasil é um dos países com mais baixa representatividade feminina. E o impacto disso nas políticas públicas é enorme – e problemático. O assassinato da vereadora Marielle Franco na semana passada sacudiu o Brasil e trouxe à tona discussões acaloradas, não só sobre violência e crime organizado, mas também sobre a (falta de) representatividade feminina na política brasileira.
    (...)
     Mas por que isso importa? (...) A eleição de políticas mulheres não muda só o tipo de gasto público, mas também gera efeitos significativos sobre resultados de saúde e educação. As economistas Sonia Bhalotra e Irma Clots-Figueras estudaram o efeito de eleições para assembleias estaduais na Índia. Elas olharam para o caso das eleições distritais onde homens e mulheres tiveram votações muito apertadas - lugares em que homens ou mulheres ganharam por pouco. Elas descobriram que, em assembleias estaduais que elegeram mais mulheres, há uma redução significativa na taxa de mortalidade infantil neonatal. Além disso, localidades que elegem mais mulheres têm uma maior proporção de crianças que terminam o ensino fundamental.
    Parte desses efeitos obtidos com a eleição de líderes mulheres vem do fato que elas gastam de forma diferente e focam em políticas públicas que enfatizam saúde e educação. Mas outra coisa que explica a diferença nos resultados é que, na média, mulheres são menos corruptas no poder (quantas mulheres estão condenadas pela operação Lava Jato?). Os economistas David Dollar, Raymond Fisman, e Roberta Gatti usaram um índice de corrupção desenvolvido pelo Banco Mundial para analisar a associação entre representatividade política feminina e corrupção entre países. Eles mostram que, quanto maior a proporção de mulheres no parlamento, menor é o índice de corrupção de um país. Esses resultados são corroborados pelas economistas Fernanda Brollo e Ugo Troiano num estudo que analisa o impacto da eleição de uma prefeita mulher sobre a corrupção municipal no Brasil. Usando dados das auditorias da Controladoria Geral da União, elas mostram que quando há uma eleição apertada entre homens e mulheres, e a mulher ganha por pouco, esse município tem menos incidência de corrupção do que um município similar onde homens ganham por pouco.

FERRAZ, Cláudio. “Por que temos tão poucas mulheres na política e por
que isso importa” (Fragmento). Disponível
em: <https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-quetemos-t%C3%A3o-poucas-mulheres-na-pol%C3%ADtica-e-porque-isso-importa>. Acesso em 27/3//2018.

Pela leitura do texto, percebe-se sua intenção de
Alternativas
Q2182426 Física

Duas massas de 600 kg, cada uma distante uma da outra 6 m, têm como força gravitacional entre elas:

(Considere G = 6,67 x 10–11N . m²/kg².) 

Alternativas
Q2182425 Física
Em 1954, Vinicius de Moraes escreveu “A Rosa de Hiroshima”, um poema que se refere à bomba atômica como “rosa radioativa”, promovendo uma tocante reflexão sobre os limites da razão humana no uso da ciência e da tecnologia. 
Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas, oh, não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor sem perfume Sem rosa, sem nada 
Em 1987, houve um desastre radioativo em Goiânia. Ocorreu após dois catadores de lixo entrarem em contato com uma porção de Cloreto de Césio, o Césio-137. O componente químico ficava dentro de um aparelho de tratamento de câncer, que estava em uma clínica abandonada na capital de Goiás. Foram necessários apenas 16 dias para que o “brilho da morte”, como a substância ficou popularmente conhecida, matasse quatro pessoas e contaminasse centenas. Em 26 de abril de 1986, a Usina nuclear de Chernobyl, que era localizada na cidade de Pripyat na Ucrânia (na época era parte da União Soviética), era composta por quatro reatores que foram cenário de um dos maiores acidentes nucleares da história. A usina era utilizada para a geração de energia para o país.
Entre as vantagens da produção de energia nuclear que compensam o risco pode-se citar:


Alternativas
Q2182424 Física
Em um tubo de raios catódicos, o cátodo, após ser aquecido pela passagem de corrente elétrica, libera elétrons com alta velocidade. Esses elétrons são fortemente atraídos pelo ânodo, no qual acabam colidindo-se, como é possível observar no esquema a seguir. 
Imagem associada para resolução da questão

Quando os elétrons dos átomos pertencentes ao ânodo recebem a energia oriunda dos elétrons em movimento, o resultado é a produção de radiações eletromagnéticas denominadas: 
Alternativas
Q2182423 Física
Embora a noção de quente e frio pelo contato com a pele seja de uso corrente, ela pode levar a avaliações erradas de temperatura. De qualquer forma, é da observação cotidiana dos corpos quentes e frios que se chega ao conceito de temperatura. Considerando essas observações, assim postulou-se: se A e B são dois corpos em equilíbrio térmico com um terceiro corpo C, então A e B estão em equilíbrio térmico um com o outro, ou seja, a temperatura desses sistemas é a mesma. Essa lei da Termodinâmica denomina-se: 
Alternativas
Q2182422 Física
Diariamente somos expostos a diversas fontes sonoras, que podem nos afetar de maneira positiva ou negativa. Sons da chuva ou de músicas calmas trazem-nos alívio e sensação de descanso. Já o som de ambientes com muita conversa ou do tráfego intenso de veículos gera em nós desconforto e estresse. As ondas sonoras desempenham papel muito importante em nosso cotidiano e possuem características que podem nos auxiliar constantemente. Sobre o som, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Uma onda mecânica (tipo de onda que precisa de um meio de propagação). ( ) É tridimensional (propaga-se em todas as direções). ( ) Longitudinal (o tipo de vibração que gera é paralelo à sua propagação). ( ) As ondas sonoras podem sofrer os fenômenos ondulatórios de reflexão, refração, difração e interferência.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2182421 Física
O radioisótopo cobalto-60 é utilizado em centros médicos e, findada sua utilidade, ele deve ser acondicionado em local seguro. Admita que 20 gramas deste composto radioativo tenham sido descartada no ano 2000 e que, em 2020, queira saber quanto ainda permanece radioativo. A tabela a seguir traz dados sobre esse fenômeno.
Imagem associada para resolução da questão

Esse fenômeno trata-se de:
Alternativas
Q2182420 Física
Sobre a história da Física, analise as afirmativas a seguir.
I.
Geocentrismo: os seguidores de Aristóteles consideravam a teoria geocêntrica, onde a Terra era o centro do universo. Para Ptolomeu, a teoria geocêntrica era válida, mas também considerava que os planetas descreviam órbitas circulares em torno de um centro C, que, por sua vez, descreviam órbitas circulares em torno da Terra.
II. Heliocentrismo: estudando o sistema proposto por Ptolomeu, Nicolau Copérnico concorda com os tipos de movimentos, mas percebe que as respostas a seus estudos se adéquam ao colocar o Sol no centro do Universo e, com isso, ele introduz a ideia de um sistema heliocêntrico, onde vem se confirmar com Johannes Kepler e Galileu Galilei.
III. Além de descobrir evidências de que o sistema era realmente heliocêntrico, Kepler também contribuiu ao descobrir que as órbitas eram circulares e não elípticas.
IV. Galileu Galilei aponta um determinado instrumento para o céu, que mais tarde foi chamado de telescópio, e observa o movimento dos astros, os satélites de Júpiter, as fases de Vênus etc. A partir de então se estabelece o marco que divide a Cosmologia Antiga da Cosmologia Moderna.

Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2182419 Física
É correto afirmar que a Lei de Faraday relaciona: 
Alternativas
Q2182418 Física
“Na física ____________, a _____________ é definida como sendo a separação da luz em vários componentes espectrais, com diferentes frequências. Esse fenômeno acontece devido à diferença dos ______________ que separa os meios.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q2182417 Física
Uma ponte, ou qualquer estrutura, é capaz de vibrar com certas frequências naturais. Se a marcha regular de um pelotão de soldados for próxima de umas das frequências naturais de vibração da ponte, esta poderá romper por atingir uma amplitude de vibração muito alta. Por este motivo que soldados são orientados a não seguir uma marcha constante ao atravessar uma ponte. É extremamente perigoso quando um vento produz uma frequência perto da frequência de vibração de uma ponte, pois este pode fazer a ponte desmoronar, como ocorreu com a ponte de Tacoma Narrows, EUA, em 1940. Para esse tipo de fenômeno a melhor dedução é: 
Alternativas
Q2182416 Física
A energia potencial elétrica de uma carga elétrica colocada em um ponto P cujo potencial elétrico é 1,5 x 103 V, sendo a carga igual a –4 μC, é:
Alternativas
Respostas
8941: D
8942: A
8943: X
8944: D
8945: C
8946: B
8947: A
8948: E
8949: B
8950: B
8951: D
8952: A
8953: A
8954: A
8955: D
8956: B
8957: A
8958: B
8959: C
8960: D