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Gráfico — Variação real do PIB do Ceará por setor em 2024. Elaborado a partir de IPECE (divulgação de 26/03/2025). Variação do PIB total: +6,49%. Com base na leitura técnica do gráfico, é correto afirmar que, em 2024:
Leia o trecho a seguir.

INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ. Em 13 anos, rateio da cota parte do ICMS soma R$ 8,31 bilhões. Fortaleza: Ipece, 6 fev. 2024. Disponível em: https://www.ipece.ce.gov.br/2024/02/06/em-13-anos-rateio-da-cota-parte-do-icms-soma-r-831-bilhoes/. Acesso em: 5 jun. 2026.
“O rateio da Cota Parte do ICMS aos municípios do Estado, que é uma obrigação definida na Constituição Federal, tem como base três indicadores específicos: o Índice de Qualidade da Educação (IQE), o Índice de Qualidade da Saúde (IQS) e o Índice de Qualidade do Meio Ambiente (IQM). […] no modelo cearense, o Índice de Qualidade na Educação (IQE) possui o maior peso (18%) relativo e maior influência na defi nição dos repasses, ficando a saúde (IQS) com 15% e o meio ambiente (IQM) com 2%.”
Do ponto de vista da avaliação de políticas públicas, o desenho descrito — em que a parcela da cota-parte do ICMS recebida por cada município varia conforme indicadores de qualidade — caracteriza um mecanismo de:
Gráfico — Pobreza e extrema pobreza no Ceará (2012–2024). Elaborado a partir de IPECE, Enfoque Econômico nº 294 (2025), com base na PNAD Contínua/
IBGE. Linhas de pobreza (R$ 703,62) e de extrema pobreza (R$ 220,84) per capita mensais, em valores de 2024 (base US$ 6,85 e US$ 2,15/dia, PPC
2017). Com base na leitura técnica da série, é correto afirmar que:
Leia o trecho a seguir.

Gabriel Milaré. Entenda o conceito de ‘homem cordial’ na sociologia brasileira. 29 dez. 2025. Disponível em: https://enem.com.br/2025/12/29/homem-cordial/. Acesso em: 2 jun. 2026.
“Dentro de sua principal obra, ‘Raízes do Brasil’ (1936), Sérgio Buarque de Holanda, em um capítulo denominado ‘Homem Cordial’, defende a tese de que este seria o brasileiro: um ser que prioriza a cordialidade. […] Segundo a historiadora Lilia Schwarcz, essa afirmação teria assombrado Sérgio Buarque por toda sua vida, porque desvirtuou-se o conceito de ‘cordialidade’ ao afirmar que o brasileiro seria, portanto, amigável e bondoso. […] Nas décadas de 1930 e 1940, com o projeto nacionalista varguista em voga, esse conceito de cordialidade brasileira foi muito desvirtuado para algo positivo à brasilidade, mas que em nenhum momento Sérgio Buarque de Holanda teria afirmado isso em sua obra.”
Em um debate sobre cultura administrativa brasileira, um participante elogia o “homem cordial” como sinônimo de gentileza e cortesia no trato público. Uma analista discorda dessa leitura e remete a obra original para sustentar sua objeção, em diálogo com Raymundo Faoro. Considerado o sentido que Sérgio Buarque atribui ao termo em Raízes do Brasil, a correção da analista se justifica porque o “homem cordial”: