Questões de Concurso
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Assinale a opção que apresenta as características cardinais da Doença de Parkinson associadas a uma acurácia diagnóstica superior a 90% na presença de assimetria motora e boa resposta à levodopa.
De acordo com as estratégias de prevenção e cuidados gerais com o paciente em medicina interna, o início do tratamento anti - hipertensivo para este paciente é classificado como prevenção
Assinale a opção que indica a sequência de alterações esperada na hipercalemia grave.
Assinale a opção que apresenta, corretamente, um desses efeitos adversos.
Durante um estudo sobre o ciclo da água em uma paisagem rural, uma equipe de pesquisadores analisou uma pequena bacia hidrográfica formada por um lago raso ligado a um rio que drena suas águas. As observações indicaram que a maior parte da água que entra nesse sistema provém da chuva que cai sobre a área da bacia e escoa até o lago, onde a água permanece armazenada por algum tempo antes de seguir adiante. A principal saída de água dessa bacia ocorre pelo rio, que conduz a água para regiões mais distantes.
Considerando a água doce superficial nesse sistema, quais elementos atuam, respectivamente, como reservatório, fonte e sumidouro?
Durante uma atividade em um laboratório de Química, uma equipe de estudantes analisou um bloco metálico retangular. Com uma balança digital, mediram a massa do bloco e obtiveram 2.500.000 miligramas. Em seguida, usaram um paquímetro para determinar as dimensões internas de uma caixa onde o bloco seria guardado, registrando comprimento de 20 cm, largura de 10 cm e altura de 5 cm. O professor solicitou que, no relatório, a massa do bloco, o volume interno da caixa e a área da face superior da caixa fossem registrados no Sistema Internacional de Unidades, em notação científica.
Quais os valores correspondentes à massa, ao volume e à área da face superior que os estudantes preencheram no relatório, respectivamente?
Durante décadas, redes de observatórios magnéticos em superfície, satélites e estudos paleomagnéticos em rochas permitiram caracterizar em detalhe o campo magnético terrestre. Os dados mostram que esse campo varia em intensidade, sofre inversões de polaridade e apresenta assimetrias regionais, mas mantém, em média, uma configuração aproximadamente dipolar alinhada ao eixo de rotação do planeta. Para explicar como esse campo é continuamente gerado e renovado ao longo de milhões de anos, modelos geofísicos levam em conta a estrutura interna da Terra, a presença de materiais condutores e o movimento de fluidos em profundidade. Esses modelos indicam que movimentos de um fluido condutor no interior do planeta podem induzir correntes elétricas capazes de sustentar o próprio campo que produzem, em um mecanismo análogo ao de um dínamo.
Nessas condições, a capacidade do planeta de sustentar tal propriedade física está relacionada
Ao longo das últimas décadas, programas de observação em cosmologia física utilizaram radiotelescópios terrestres e satélites dedicados para mapear um campo de radiação eletromagnética presente em todas as direções do céu. As medições mostram que essa radiação preenche o espaço cósmico de forma quase isotrópica, com temperatura efetiva próxima de 2,7 K, e apresenta um espectro extremamente bem ajustado ao de um corpo negro em equilíbrio térmico. Observações de alta precisão revelaram ainda anisotropias de baixa amplitude, descritas em termos de flutuações de intensidade e de temperatura em diferentes ângulos na esfera celeste. Esses mapas de toda a abóbada celeste, construídos em coordenadas adequadas à expansão cosmológica, permitem analisar a estatística dessas anisotropias, os modos angulares associados às flutuações e sua compatibilidade com modelos de universo homogêneo e isotrópico em grande escala. Em particular, a combinação entre o espectro de corpo negro, a temperatura extremamente baixa atualmente medida e a quase uniformidade angular do sinal constitui um conjunto de dados central na confrontação entre diferentes cenários de evolução cosmológica.
Esse conjunto de dados constitui evidência de que o Universo teve uma fase
Durante um estudo ecológico longitudinal conduzido ao longo de seis anos, uma equipe de pesquisadores investigou como a altura de uma planta herbácea do Cerrado influenciava sua vulnerabilidade à herbivoria. Para isso, registraram a altura de centenas de indivíduos adultos, distribuindo-os em faixas contínuas que variavam de 10 cm a 90 cm. Em cada faixa, quantificaram a porcentagem média de tecido foliar removido por dois grupos distintos de herbívoros: os que se alimentam rente ao solo e os que atacam folhas situadas alguns centímetros acima da superfície. Os pesquisadores destacam que a remoção de tecido foliar afeta diretamente a sobrevivência, a capacidade de completar o ciclo reprodutivo e a probabilidade de deixar descendentes férteis.
O gráfico a seguir apresenta duas curvas, cada uma representando o dano médio causado por um dos grupos de herbívoros ao longo do gradiente contínuo de altura das plantas.
Nessas condições, em que os herbívoros influenciam a sobrevivência e a reprodução das plantas, que mudança na composição fenotípica da população tende a ocorrer ao longo das gerações?
Em uma área de floresta, pesquisadores analisaram três grupos de consumidores que vivem associados às mesmas árvores produtoras: insetos herbívoros que se alimentam das folhas, aves que predam esses insetos e vespas parasitas que se desenvolvem dentro das larvas dos herbívoros. Embora as aves apresentem maior energia assimilada por indivíduo, e as vespas sejam muito mais numerosas, o grupo que responde pelo maior fluxo diário de energia entre os heterotróficos na área estudada é o dos insetos herbívoros.
Qual fenômeno ecológico explica esse resultado?
Nas altas latitudes do Hemisfério Norte, o aquecimento recente associado ao reforço do efeito estufa tem sido mais rápido do que a média global. No Ártico, o derretimento do gelo marinho e da cobertura de neve expõe áreas de oceano e de solo mais escuros, que absorvem mais energia solar do que as superfícies claras recobertas por gelo. Esse ganho adicional de energia favorece novas perdas de gelo. Em regiões de permafrost, o descongelamento do solo também libera dióxido de carbono e metano antes aprisionados, aumentando ainda mais a quantidade desses gases na atmosfera e reforçando o aquecimento inicial. Nesse mesmo contexto de aquecimento, estudos no Atlântico Norte indicam que o derretimento acelerado de geleiras e de mantos de gelo aumenta a entrada de água doce na superfície do oceano. Essa alteração na salinidade tende a enfraquecer a circulação oceânica de grande escala responsável por transportar calor das baixas para as altas latitudes. Com a circulação mais fraca, parte do aquecimento da superfície do mar nessa região é atenuada, mas esse enfraquecimento está associado a mudanças na distribuição de chuvas, na ocorrência de tempestades e em padrões de secas em diferentes áreas do planeta.
As duas respostas do sistema climático descritas para o Ártico e para o Atlântico Norte correspondem, respectivamente, a um feedback
Em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém (PA), o Ministério da Educação apresentou, em painel oficial, a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (PNEAE). De acordo com o MEC, essa política busca apoiar escolas e redes de ensino na implementação da Educação Ambiental, que há anos integra os currículos brasileiros como tema transversal e costuma aparecer em projetos e ações como hortas escolares, manejo de nascentes, atividades de reflorestamento e práticas de sustentabilidade no cotidiano da Escola. Nos documentos divulgados na conferência, o MEC relacionou a criação da PNEAE aos impactos recentes da crise climática sobre a educação, destacando que enchentes, secas e ondas de calor têm interrompido aulas, danificado escolas e atingido com maior intensidade estudantes de comunidades socialmente vulneráveis. A política passa a tratar esses efeitos como uma questão socioambiental e propõe incluir de forma sistemática a educação climática nos currículos, ampliar a formação de profissionais da educação em temas ambientais e climáticos e fortalecer a participação das redes de ensino na elaboração e implementação de ações coletivas de adaptação e resiliência, em articulação com diferentes esferas de governo.
Essa nova política pode ser caracterizada como uma Educação Ambiental que expressa uma orientação
Na Bacia Sedimentar do Amazonas, pesquisas compararam solos de terra firme e de várzea usados na agricultura familiar. Nessa região, o clima é quente e úmido na maior parte do ano, com chuvas frequentes.
Nos locais de terra firme, os solos formam perfis muito profundos, com vários horizontes bem definidos. Logo abaixo da camada superficial mais escura, aparece uma faixa espessa de solo avermelhado ou amarelado, de textura fina, estrutura bastante estável e quase sem fragmentos de rocha visíveis. Mesmo sendo espessos, esses solos têm baixa disponibilidade natural de nutrientes, o que leva os agricultores a usar grandes quantidades de corretivos e fertilizantes para manter a produção.
Nos solos de várzea, próximos a rios que transbordam periodicamente, o perfil é menos profundo e os horizontes são menos nítidos. A camada superficial é mais escura e rica em matéria orgânica e, logo abaixo, surgem sedimentos mais claros, com minerais pouco alterados. Nessas áreas, a fertilidade natural é maior e a produtividade costuma se manter com menor uso de insumos.
A diferença entre os solos de terra firme e de várzea nessa região está associada à predominância
Leia o texto a seguir.
Para calibrar um modelo numérico da variação anual da trajetória aparente do Sol no céu, uma equipe de astrônomos coletou dados em diferentes observatórios. Em cada local, registraram as coordenadas geográficas, a data da observação e os horários de nascer e pôr do Sol.

Os registros apresentados para as cidades I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a: