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Q4419094 Pedagogia
A inclusão das crianças de 6 anos no ensino fundamental, mediante o estabelecimento do ensino fundamental de 9 anos, ainda hoje é um processo desafiador, que deve respeitar a criança e a infância, considerando que: 
Alternativas
Q4419093 Matemática
Em uma disputa entre carros de corrida, um competidor estava a 2/7 de terminar a prova, quando sofreu um acidente e precisou abandoná-la. Sabendo que a competição foi realizada com 56 voltas completas no autódromo, em que volta o competidor foi retirado da pista? 
Alternativas
Q4419092 Português

O texto a seguir é referência para a questão.



Formação inicial de professores precisa se conectar à realidade escolar

Novas diretrizes para estágios propõem integrar teoria, prática e contexto no desenvolvimento dos futuros docentes 


    Ensinar é um dos trabalhos mais importantes e complexos que alguém pode escolher. Lidar com uma sala de aula repleta de alunos com histórias, ritmos e interesses diversos exige muito mais do que domínio de conteúdo, requer um profissional capaz de aplicar esse saber de forma flexível e se adaptar a diferentes realidades. 


    É preciso, portanto, que a formação inicial de professores articule conhecimento acadêmico, experiência em sala de aula e contexto educacional para preparar os futuros docentes para os desafios da profissão. Essa integração tem sido a base de uma abordagem cada vez mais valorizada internacionalmente: a formação centrada na prática. 


    Nesse cenário, o estágio supervisionado assume um papel essencial, funcionando como elo entre o que se aprende nos cursos de licenciatura e o que se vivencia nas escolas. É um momento em que se moldam valores, práticas e expectativas que acompanham o professor ao longo da sua trajetória profissional. 


    No Brasil, cerca de 250 mil estudantes concluem cursos de formação de professores todos os anos. A maioria desses profissionais ingressa na rede pública, que concentra 77% dos mais de 2 milhões de docentes da educação básica. Ou seja, investir na qualidade da formação prática desses futuros professores é uma forma direta de fortalecer a educação pública e, consequentemente, melhorar a aprendizagem de milhões de estudantes. 


    Apesar disso, ainda estamos longe de explorar todo o potencial do estágio na formação docente. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que ao menos 66% dos estudantes de licenciatura não cumprem as 400 horas de estágio obrigatório — carga considerada mínima para garantir uma vivência significativa. Na prática, isso significa que a maioria entra na carreira com pouca ou nenhuma experiência real em sala de aula. 


    Mais preocupante ainda é a qualidade dessas experiências. Com frequência, o estágio é reduzido à simples observação passiva de aulas, sem que o estudante tenha a oportunidade de refletir e discutir de maneira crítica e aprofundada junto aos professores mais experientes. Em outros casos, o estágio se torna, equivocadamente, a substituição do professor titular, sem momentos de planejamento, acompanhamento e orientação por parte de um professor supervisor. 


    Trata-se de uma oportunidade duplamente desperdiçada: tanto para quem está em formação quanto para as próprias escolas, que poderiam se beneficiar do diálogo com as universidades e da construção conjunta de soluções para seus desafios cotidianos. 


    Com o objetivo de enfrentar esses problemas, o Conselho Nacional de Educação (CNE) abriu, em março, uma consulta pública sobre a proposta de novas Diretrizes Nacionais para o planejamento e a realização do Estágio Curricular Supervisionado nos cursos de formação inicial de professores da educação básica.   


    A proposta representa um avanço importante ao apontar para cursos de formação mais conectados com a realidade das escolas. Ela propõe condições para que o estágio seja, de fato, uma experiência formativa — e não apenas uma exigência burocrática. Destaca ainda a valorização dos professores que atuam como orientadores de estágio, com critérios claros para sua seleção e formação, e a garantia de que todos os estudantes tenham acesso a vivências significativas, diversas e bem estruturadas. Essas experiências devem ser organizadas em atividades formativas com devolutivas qualificadas, que promovam o desenvolvimento das competências profissionais dos licenciandos e rompam com a lógica do estágio entendido como mera observação ou regência de aula.   


    Valorizar o estágio é reconhecer que ser professor começa muito antes da primeira aula. A nova proposta convida à superação de uma concepção fragmentada da formação docente. Em vez de etapas desconectadas, ela sugere um percurso integrado, no qual o estudante aprende não apenas sobre o ensino, mas com e a partir dele — numa construção coletiva de saberes que fortalece sua identidade profissional desde a graduação. 


    Se aprovada, a diretriz que aprimora o estágio em cursos de licenciatura poderá contribuir de forma decisiva para que os futuros educadores cheguem às salas de aula mais preparados, mais confiantes e mais comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. 


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. 

As seguintes palavras, retiradas do texto, são proparoxítonas: 
Alternativas
Q4419091 Português

O texto a seguir é referência para a questão.



Formação inicial de professores precisa se conectar à realidade escolar

Novas diretrizes para estágios propõem integrar teoria, prática e contexto no desenvolvimento dos futuros docentes 


    Ensinar é um dos trabalhos mais importantes e complexos que alguém pode escolher. Lidar com uma sala de aula repleta de alunos com histórias, ritmos e interesses diversos exige muito mais do que domínio de conteúdo, requer um profissional capaz de aplicar esse saber de forma flexível e se adaptar a diferentes realidades. 


    É preciso, portanto, que a formação inicial de professores articule conhecimento acadêmico, experiência em sala de aula e contexto educacional para preparar os futuros docentes para os desafios da profissão. Essa integração tem sido a base de uma abordagem cada vez mais valorizada internacionalmente: a formação centrada na prática. 


    Nesse cenário, o estágio supervisionado assume um papel essencial, funcionando como elo entre o que se aprende nos cursos de licenciatura e o que se vivencia nas escolas. É um momento em que se moldam valores, práticas e expectativas que acompanham o professor ao longo da sua trajetória profissional. 


    No Brasil, cerca de 250 mil estudantes concluem cursos de formação de professores todos os anos. A maioria desses profissionais ingressa na rede pública, que concentra 77% dos mais de 2 milhões de docentes da educação básica. Ou seja, investir na qualidade da formação prática desses futuros professores é uma forma direta de fortalecer a educação pública e, consequentemente, melhorar a aprendizagem de milhões de estudantes. 


    Apesar disso, ainda estamos longe de explorar todo o potencial do estágio na formação docente. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que ao menos 66% dos estudantes de licenciatura não cumprem as 400 horas de estágio obrigatório — carga considerada mínima para garantir uma vivência significativa. Na prática, isso significa que a maioria entra na carreira com pouca ou nenhuma experiência real em sala de aula. 


    Mais preocupante ainda é a qualidade dessas experiências. Com frequência, o estágio é reduzido à simples observação passiva de aulas, sem que o estudante tenha a oportunidade de refletir e discutir de maneira crítica e aprofundada junto aos professores mais experientes. Em outros casos, o estágio se torna, equivocadamente, a substituição do professor titular, sem momentos de planejamento, acompanhamento e orientação por parte de um professor supervisor. 


    Trata-se de uma oportunidade duplamente desperdiçada: tanto para quem está em formação quanto para as próprias escolas, que poderiam se beneficiar do diálogo com as universidades e da construção conjunta de soluções para seus desafios cotidianos. 


    Com o objetivo de enfrentar esses problemas, o Conselho Nacional de Educação (CNE) abriu, em março, uma consulta pública sobre a proposta de novas Diretrizes Nacionais para o planejamento e a realização do Estágio Curricular Supervisionado nos cursos de formação inicial de professores da educação básica.   


    A proposta representa um avanço importante ao apontar para cursos de formação mais conectados com a realidade das escolas. Ela propõe condições para que o estágio seja, de fato, uma experiência formativa — e não apenas uma exigência burocrática. Destaca ainda a valorização dos professores que atuam como orientadores de estágio, com critérios claros para sua seleção e formação, e a garantia de que todos os estudantes tenham acesso a vivências significativas, diversas e bem estruturadas. Essas experiências devem ser organizadas em atividades formativas com devolutivas qualificadas, que promovam o desenvolvimento das competências profissionais dos licenciandos e rompam com a lógica do estágio entendido como mera observação ou regência de aula.   


    Valorizar o estágio é reconhecer que ser professor começa muito antes da primeira aula. A nova proposta convida à superação de uma concepção fragmentada da formação docente. Em vez de etapas desconectadas, ela sugere um percurso integrado, no qual o estudante aprende não apenas sobre o ensino, mas com e a partir dele — numa construção coletiva de saberes que fortalece sua identidade profissional desde a graduação. 


    Se aprovada, a diretriz que aprimora o estágio em cursos de licenciatura poderá contribuir de forma decisiva para que os futuros educadores cheguem às salas de aula mais preparados, mais confiantes e mais comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. 


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. 

Esse tipo de texto é construído preponderantemente com:
Alternativas
Q4419090 Português

O texto a seguir é referência para a questão.



Formação inicial de professores precisa se conectar à realidade escolar

Novas diretrizes para estágios propõem integrar teoria, prática e contexto no desenvolvimento dos futuros docentes 


    Ensinar é um dos trabalhos mais importantes e complexos que alguém pode escolher. Lidar com uma sala de aula repleta de alunos com histórias, ritmos e interesses diversos exige muito mais do que domínio de conteúdo, requer um profissional capaz de aplicar esse saber de forma flexível e se adaptar a diferentes realidades. 


    É preciso, portanto, que a formação inicial de professores articule conhecimento acadêmico, experiência em sala de aula e contexto educacional para preparar os futuros docentes para os desafios da profissão. Essa integração tem sido a base de uma abordagem cada vez mais valorizada internacionalmente: a formação centrada na prática. 


    Nesse cenário, o estágio supervisionado assume um papel essencial, funcionando como elo entre o que se aprende nos cursos de licenciatura e o que se vivencia nas escolas. É um momento em que se moldam valores, práticas e expectativas que acompanham o professor ao longo da sua trajetória profissional. 


    No Brasil, cerca de 250 mil estudantes concluem cursos de formação de professores todos os anos. A maioria desses profissionais ingressa na rede pública, que concentra 77% dos mais de 2 milhões de docentes da educação básica. Ou seja, investir na qualidade da formação prática desses futuros professores é uma forma direta de fortalecer a educação pública e, consequentemente, melhorar a aprendizagem de milhões de estudantes. 


    Apesar disso, ainda estamos longe de explorar todo o potencial do estágio na formação docente. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que ao menos 66% dos estudantes de licenciatura não cumprem as 400 horas de estágio obrigatório — carga considerada mínima para garantir uma vivência significativa. Na prática, isso significa que a maioria entra na carreira com pouca ou nenhuma experiência real em sala de aula. 


    Mais preocupante ainda é a qualidade dessas experiências. Com frequência, o estágio é reduzido à simples observação passiva de aulas, sem que o estudante tenha a oportunidade de refletir e discutir de maneira crítica e aprofundada junto aos professores mais experientes. Em outros casos, o estágio se torna, equivocadamente, a substituição do professor titular, sem momentos de planejamento, acompanhamento e orientação por parte de um professor supervisor. 


    Trata-se de uma oportunidade duplamente desperdiçada: tanto para quem está em formação quanto para as próprias escolas, que poderiam se beneficiar do diálogo com as universidades e da construção conjunta de soluções para seus desafios cotidianos. 


    Com o objetivo de enfrentar esses problemas, o Conselho Nacional de Educação (CNE) abriu, em março, uma consulta pública sobre a proposta de novas Diretrizes Nacionais para o planejamento e a realização do Estágio Curricular Supervisionado nos cursos de formação inicial de professores da educação básica.   


    A proposta representa um avanço importante ao apontar para cursos de formação mais conectados com a realidade das escolas. Ela propõe condições para que o estágio seja, de fato, uma experiência formativa — e não apenas uma exigência burocrática. Destaca ainda a valorização dos professores que atuam como orientadores de estágio, com critérios claros para sua seleção e formação, e a garantia de que todos os estudantes tenham acesso a vivências significativas, diversas e bem estruturadas. Essas experiências devem ser organizadas em atividades formativas com devolutivas qualificadas, que promovam o desenvolvimento das competências profissionais dos licenciandos e rompam com a lógica do estágio entendido como mera observação ou regência de aula.   


    Valorizar o estágio é reconhecer que ser professor começa muito antes da primeira aula. A nova proposta convida à superação de uma concepção fragmentada da formação docente. Em vez de etapas desconectadas, ela sugere um percurso integrado, no qual o estudante aprende não apenas sobre o ensino, mas com e a partir dele — numa construção coletiva de saberes que fortalece sua identidade profissional desde a graduação. 


    Se aprovada, a diretriz que aprimora o estágio em cursos de licenciatura poderá contribuir de forma decisiva para que os futuros educadores cheguem às salas de aula mais preparados, mais confiantes e mais comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. 


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. 

A que gênero textual pertence o texto acima?
Alternativas
Q4419089 Pedagogia
A teoria de aprendizagem de Lev Vigotski é baseada: 
Alternativas
Q4419088 Pedagogia
A estrutura do ensino fundamental: 
Alternativas
Q4419087 Pedagogia
São campos de experiência na educação infantil (BNCC):
Alternativas
Q4419086 Pedagogia
Os processos de alfabetização e letramento, segundo Magda Soares, são:
Alternativas
Q4419085 Pedagogia
O educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) ficou mundialmente conhecido pelo método de alfabetização criado por ele, na década de 1950. O método é baseado em: 
Alternativas
Q4419084 Pedagogia
É característica da concepção de linguagem interacionista (construtivismo-sócio interacionismo):
Alternativas
Q4419083 Pedagogia
A pedagoga, linguista e psicóloga argentina Emília Ferreiro (1936-2023) é uma das autoras da obra Psicogênese da Língua Escrita, que mostrou como as crianças constroem conhecimento no seu processo de alfabetização. São fases evolutivas de construção da escrita alfabética: 
Alternativas
Q4419082 Pedagogia
No ano de 2006, foi instituído, pela Lei n.º 10.172, o ensino fundamental de 9 anos de duração, com a inclusão das crianças de 6 anos de idade. Essa lei é fundamentada por qual das seguintes orientações pedagógicas?
Alternativas
Q4418915 Pedagogia

Na teoria de Henri Wallon, o desenvolvimento humano é compreendido a partir da integração entre os domínios afetivo, cognitivo e motor, sem que um deles seja considerado a base explicativa dos demais isoladamente.


Assinale a alternativa CORRETA sobre essa concepção.

Alternativas
Q4418914 Pedagogia

A qualidade da relação estabelecida entre professor e estudante é apontada pela literatura em psicologia educacional como fator relevante para o engajamento, a motivação e o desempenho acadêmico, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade.


Assinale a alternativa CORRETA sobre a relação professor-aluno.

Alternativas
Q4418913 Pedagogia

Um professor observa que um estudante não resolve, sozinho, um problema de matemática, mas consegue fazê-lo com pequenas perguntas orientadoras do professor. Ele decide planejar as próximas atividades considerando essa margem de apoio.


Com base no conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vygotsky, assinale a alternativa CORRETA sobre a atuação desse professor.

Alternativas
Q4418912 Pedagogia

Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:


I. A psicologia do desenvolvimento estuda as mudanças psicológicas que ocorrem ao longo do ciclo vital do ser humano.


PORQUE


II. Os processos psicológicos passam por transformações desde a infância até a velhice, tornando necessário investigar o desenvolvimento para além das etapas iniciais da vida.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q4418911 Psiquiatria

Um estudante apresenta, há mais de seis meses e em diferentes contextos, um padrão frequente de humor irritável, discussões com figuras de autoridade, recusa deliberada em atender a solicitações e comportamento vingativo. A equipe escolar suspeita de Transtorno Opositivo Desafiador (TOD).


Assinale a alternativa CORRETA sobre esse transtorno. 

Alternativas
Q4418910 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Com base exclusivamente na Lei federal nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), especificamente no Art. 28, sem considerar jurisprudência ou doutrina, assinale a alternativa CORRETA sobre as obrigações do poder público relativas à educação inclusiva.
Alternativas
Q4418909 Pedagogia

Analise as sentenças abaixo sobre dificuldades e transtornos de aprendizagem:



I. As dificuldades de aprendizagem podem ter origem em fatores pedagógicos, socioeconômicos ou emocionais, sem indicar necessariamente uma condição neurobiológica. 


II. Os transtornos específicos de aprendizagem, como a dislexia e a discalculia, têm origem no neurodesenvolvimento e persistem mesmo diante de ensino adequado.


III. A intervenção pedagógica diante de uma dificuldade de aprendizagem deve ser idêntica à intervenção diante de um transtorno específico, já que os efeitos observados em sala de aula são semelhantes.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
621: A
622: C
623: A
624: B
625: E
626: C
627: B
628: E
629: C
630: A
631: D
632: A
633: C
634: D
635: C
636: D
637: B
638: D
639: A
640: C