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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Analista Administrativo |
Q236769 Português
No segmento “combate a estas nefastas práticas”, a preposição A foi empregada por necessidade de regência do termo “combate”. A alternativa abaixo em que a preposição foi empregada de forma INCORRET é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235242 Português
Das alterações feitas na redação da frase “grandes trabalhos e infortúnios que por mim passaram”, aquelaem que oempregodo pronome relativo está em desacordo com as normas de regência prescritas na língua culta é:
Alternativas
Q220645 Português
Atenção: As questões de números 11 a 15 referem-se ao
texto abaixo.

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... algumas das 309 pessoas que perderam a vida no terremoto...

O verbo que também é empregado no texto com a mesma regência do grifado acima está em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PGE-RO Órgão: PGE-RO Prova: PGE-RO - 2011 - PGE-RO - Procurador do Estado |
Q214198 Português
Atenção: As questões de números 81 a 88 baseiam-se no texto abaixo.


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um direito que passa pela derrubada de ditadores e tiranos. (5º parágrafo)

O verbo de mesma regência que o verbo passar na frase acima está grifado na frase:
Alternativas
Q213397 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Assinale a alternativa em que a regência verbal NÃO siga o padrão culto de linguagem.
Alternativas
Q213393 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Assinale a alternativa que apresente análise coerente com o período “Digo QUE amo porque constato QUE amo”.
Alternativas
Q213289 Português
Texto para as questões de 1 a 4

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Assinale a opção correta com relação à estrutura morfossintática do texto.
Alternativas
Q213213 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões 13, 14 e 15.
Texto 2:

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De acordo com as regras para o uso do sinal indicativo da crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.

“O marido pediu ___ mulher que mentisse ao cobrador, mas ela não se rendeu ___ seus apelos e, ___ medida que ele falava, percebia que não ___ convenceria, pois a mulher não se mostrou favorável ___ atitude dele.
Alternativas
Q213212 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Texto 1:

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Todas as regências dos verbos destacados estão corretamente indicadas, EXCETO:
Alternativas
Q212145 Português
Considerando, na perspectiva da regência, as sequências:

I. O mendigo afrmou várias vezes de que seria acolhido pela senhora.

II. Respondi todas as suas perguntas ontem mesmo.

III Assisti ao flme pela televisão.

IV. Simpatizei-me com ela à primeira vista.

É CORRETO afrmar que:
Alternativas
Q210993 Português
Considere a passagem abaixo para responder a questão 7.

Em 2011, quando a Unesco celebra o Ano Internacional da Química, o Planeta Sustentável também dedica espaço a esta ciências a qual já trouxe inúmeras contribuições a humanidade. A Química ajudanos a buscar as formas de reduzir a destruição ambiental por produtos e processos, para que a natureza precise trabalhar o menos possível na absorção ou degradação dos resíduos que geramos.

Considerados os segmentos sublinhados, quantos deveriam ter sido grafados com o acento grave indicativo de crase?
Alternativas
Q210992 Português
As alternativas abaixo constituem um texto. Assinale aquela que não apresenta uma incorreção ou impropriedade vocabular.
Alternativas
Q210493 Português
Ainda que riqueza [...] à custa do trabalho escravo ... A sociedade colonial no Brasil [...] desenvolveu-se [...] à sombra das grandes plantações de açúcar ...
Do mesmo modo que nas frases acima, está correto o emprego da crase em:

Alternativas
Q210491 Português
... as casas de Portugal enviaram ramos para o ultramar ...
O verbo que também é empregado com a mesma regência do grifado acima está em:

Alternativas
Q209674 Português
... e deve-se contar com o sumiço de algumas subespécies. (1º parágrafo)
A mesma relação existente entre o verbo e seu complemento, grifados no segmento acima, está em:

Alternativas
Q209379 Português
Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto seguinte.

Entrou na cidade por acaso. Cidade não, cidadezinha, um ovo de codorna, porque era tão pequenina que dava dó. Cinco ruas, ou quatro, e uma incompleta, uma bodega, um bar, uma padaria e a agência do correio, onde o funcionário dormia o dia todo por falta de carta e telegrama. Quase ninguém sabia ler, pudera. Missa, uma vez por mês, quando o padre da paróquia vizinha aparecia e, assim mesmo, com pressa. A praça era tão miúda que a igreja lhe tomou toda a área. Na feira, qualquer carneiro que se abatesse, em lugar da vaca, daria para a população inteira e ainda se jogaria a sobra para os cachorros, que não eram tantos assim. Urubu não aparecia, porque a carniça era diminuta, não dando para satisfazer a um bando, sendo melhor parar e pairar em lugar maior. A prefeitura funcionava numa casa alugada, duas salas e o sanitário no fundo do quintal, que, por muito tempo, foi a única obra erguida no centro urbano, e, assim mesmo, porque o prefeito sofria de incontinência urinária. Mas o motorista sentiu alguma coisa o atraindo, uma força o puxando para dentro da cidade, talvez um recado para dar, algo velho, que por ali ainda existisse, para comprar, talvez encomenda de algum doutor da capital, e entrou, com seu Opala, carro de praça, ruas adentro, nenhuma calçada. Ninguém melhor para fazer favor que o pessoal do interior. Não sabia ao certo por que deixou a estrada e entrou. (Wladimir Souza Carvalho. Valor do cão da rapariga do cabo. In: Feijão de Cego. Curitiba: Juruá, 2010. p. 131)
Considere:
Na pequena cidade várias pessoas estavam paradas ...... frente de uma casa. O motorista, atento ...... condições da estrada, resolveu entrar. Pretendia pedir informações ...... algum morador.
As lacunas da frase acima devem ser corretamente preenchidas, respectivamente, por:
Alternativas
Q209176 Português
Os anônimos

   
 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses) 
Está correto o emprego do elemento sublinhado em:

Alternativas
Q208990 Português
Os anônimos

   
 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses) 
Para uma das pessoas do nosso grupo, a entrada do lenhador simbolizava a dificuldade de conseguir empregados obedientes.
Refaz-se a redação da frase acima, mantendo-se a correção, a clareza e a coerência em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Administrativo |
Q206379 Português
Indique a alternativa que apresenta erro gramatical:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Administrativo |
Q206376 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase está errado:
Alternativas
Respostas
5821: C
5822: D
5823: E
5824: B
5825: A
5826: D
5827: A
5828: C
5829: A
5830: C
5831: B
5832: E
5833: A
5834: D
5835: D
5836: E
5837: B
5838: B
5839: A
5840: A