Questões de Concurso
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Paciente com fratura diafisária de tíbia foi imobilizado com aparelho gessado inguinopodálico. Após 48 horas, refere dor intensa, edema e dificuldade para movimentar os dedos do pé. Qual é a complicação mais provável?
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser
motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que
(des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore,
encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de
rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo
que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo
substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer
como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se
fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não
é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto
que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si.
Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de
floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais,
especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do
sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de
“estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma
que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar
uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e
reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Leia, com atenção, o texto 02:

A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser
motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que
(des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore,
encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de
rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo
que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo
substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer
como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se
fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não
é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto
que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si.
Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de
floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais,
especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do
sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de
“estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma
que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar
uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e
reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Leia, com atenção, o texto 02:
Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02.
( ) Após remover equipamento de proteção individual (EPI). () Após remover as luvas. ( ) Antes de vestir as luvas. ( ) Quando as mãos estiverem visivelmente sujas. ( ) Após tocar superfícies contaminadas com mãos desprotegidas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as situações de cima pra baixo:
I- é o primeiro artigo constitucional que versa sobre o setor de saúde na história do país, inserindo a saúde na agenda política. II- garante que a saúde é direito de todos e dever do Estado, mediante políticas sociais e econômicas que visem à promoção, proteção e recuperação. III- estabelece que o direito de todos assegura a existência de pré-requisitos para se ter acesso ao sistema de saúde brasileiro. IV- determina, através de políticas públicas, a redução de riscos, agravos e doenças, e conceitua a saúde desconsiderando a sua relação com aspectos biopsicossociais.
Está CORRETO o que se afirma em
( ) Centralização. ( ) Regionalização. ( ) Gestão do trabalho. ( ) Educação em saúde. ( ) Financiamento da saúde.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as diretrizes elencadas de cima para baixo:
( ) Fio dental. ( ) Dentifrício com flúor. ( ) Escova dental extramacia. ( ) Bochechos com antissépticos. ( ) Visitas periódicas ao dentista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA sobre os fatores listados, no sentido de cima para baixo.