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Considere as afirmativas relacionadas às brincadeiras e aos jogos tradicionais no contexto da Educação Física escolar contemporânea, especialmente quanto às suas dimensões culturais, pedagógicas e formativas. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.
(__) As brincadeiras e jogos tradicionais configuram práticas da cultura corporal historicamente compartilhadas, podendo ser reinterpretadas no contexto escolar como conteúdos de ensino que articulam memória cultural, aprendizagem motora e construção coletiva de significados.
(__) A utilização pedagógica desses jogos favorece processos de socialização, negociação de regras e tomada de decisão, contribuindo para aprendizagens sociais e cognitivas associadas às experiências corporais vivenciadas em grupo.
(__) Por apresentarem regras flexíveis e variações socioculturais, as brincadeiras tradicionais demandam menor sistematização pedagógica, sendo mais adequadas a momentos de vivência espontânea do que a propostas estruturadas de ensino.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Leia o fragmento jornalístico a seguir:
"Os jogadores do Sport ficaram na bronca com os do Internacional e também com o árbitro do jogo desta tarde, na Ilha do Retiro, pela Série A. O atacante rubro-negro Barletta ficou no chão após disputar lance com Ronaldo e os atletas do Leão pediram que a bola fosse jogada pra fora, o que não aconteceu. Na sequência, o Colorado teve uma boa chance de gol."
(GE.GLOBO.COM. Jogadores do Sport reclamam de falta de fair play em lance de perigo do Internacional. 25 maio 2025. Disponível em: https://ge.globo.com)
Considerando as discussões contemporâneas acerca das regras, da ética e do fair play nas práticas corporais, bem como suas implicações pedagógicas no ensino da Educação Física escolar, assinale a alternativa CORRETA.
Durante uma aula de Educação Física voltada ao ensino de habilidades manipulativas, o professor observou que alguns estudantes apresentavam dificuldade em realizar o arremesso por cima do ombro, demonstrando baixa transferência de força entre segmentos corporais, movimento predominantemente realizado apenas com o braço e pouca participação do tronco e dos membros inferiores. Ao reorganizar a atividade, o docente passou a enfatizar a sequência coordenada dos segmentos corporais, explorando rotações do tronco, apoio dos pés e sincronização temporal do gesto.
À luz dos princípios da Cinesiologia aplicada à Educação Física escolar, assinale a alternativa CORRETA.
A organização territorial dos municípios brasileiros envolve aspectos administrativos, sociais e geográficos que contribuem para a gestão pública e para a distribuição de serviços à população. No caso de municípios do interior nordestino, essa organização inclui áreas urbanas, comunidades rurais e localidades que mantêm relações econômicas e sociais entre si. A compreensão dessas divisões territoriais auxilia no planejamento de políticas públicas e no entendimento da dinâmica espacial local. Sobre a organização territorial de municípios brasileiros, analise as afirmações a seguir.
I. A divisão territorial municipal pode incluir áreas urbanas e rurais.
II. O território municipal é delimitado por limites administrativos definidos oficialmente.
III. A organização territorial não possui relação com políticas públicas locais.
IV. O planejamento territorial pode contribuir para o desenvolvimento regional.
V. As divisões territoriais ajudam na administração municipal.
Está CORRETO o que se afirma em:
Conhecido como um dos principais rios brasileiros, o Rio São Francisco atravessa diferentes regiões do país e exerce papel relevante na história econômica e social do Nordeste. Cidades ribeirinhas desenvolveram-se ao longo de suas margens, beneficiando-se de atividades como transporte fluvial, pesca e agricultura irrigada. O município de Pão de Açúcar encontra-se inserido nesse contexto histórico e geográfico. Considerando a importância desse rio para diversas localidades nordestinas, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__) A presença do rio não possui qualquer influência na economia das cidades ribeirinhas.
(__) O Rio São Francisco contribuiu historicamente para o transporte e o comércio regional.
(__) O rio possui importância para o abastecimento de água em diversas localidades.
(__) Atividades pesqueiras podem ocorrer em áreas influenciadas pelo rio.
(__) A navegação fluvial não teve relevância histórica para o interior nordestino.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A formação social de diversas cidades do Nordeste brasileiro resultou do encontro entre diferentes grupos humanos ao longo do processo histórico de ocupação do território. No caso de Pão de Açúcar, influências indígenas, africanas e portuguesas contribuíram para moldar práticas culturais, tradições religiosas, culinária e formas de organização social presentes na vida cotidiana da população. Essas contribuições demonstram como o patrimônio cultural brasileiro é resultado de múltiplas matrizes históricas e culturais que se combinaram ao longo do tempo. Considerando esse contexto histórico e cultural, analise as afirmações a seguir.
I. A diversidade cultural local resultou da interação entre diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
II. A presença indígena antecedeu a ocupação colonial da região.
III. A influência africana contribuiu para manifestações culturais e religiosas no Brasil.
IV. A formação cultural regional ocorreu exclusivamente por influência europeia.
V. As tradições culturais locais podem refletir processos históricos de miscigenação.
Está CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada."
Levando em conta os aspectos fonológicos da língua, abrangendo a prosódia e a ortoepia, tanto dos vocábulos presentes no texto quanto de outros alheios a esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. Nos vocábulos 'entrevista' e 'projeto', nota-se que os segmentos iniciais concorrem para uma articulação mais fluente: no primeiro, em razão da ocorrência de um dígrafo vocálico; no segundo, pela justaposição imediata de duas consoantes inseparáveis.
II. A letra 'u', quando ocorre após 'g' ou 'q', pode assumir diferentes comportamentos fonéticos: em certos casos, realiza-se como vogal ou semivogal, sendo efetivamente pronunciada, como em 'quando'; em outros, integra um dígrafo, não se manifestando na cadeia sonora, como em 'equino'.
III. Determinadas formas admitidas pelo sistema ortográfico comportam variações na grafia em razão de diferentes realizações fonéticas, como ocorre com 'abrupto', que pode ser registrado tanto com hífen (ab-rupto) quanto sem hífen (abrupto), sendo ambas as formas consideradas corretas.
IV. A silabada configura um desvio de prosódia que consiste no deslocamento indevido do acento tônico de uma palavra. Em muitos casos, por desconhecer a sílaba tônica correta, o falante acaba por não a pronunciar de forma adequada. Desse modo, vocábulos como 'ureter' e 'sutil' são corretamente pronunciados com acento tônico na última sílaba, ao passo que 'rubrica' e 'avaro' são, por vezes, indevidamente articulados como proparoxítonos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada."
Regência é o processo sintático pelo qual uma palavra determinante subordina uma palavra determinada. Com base nisso, analise as afirmativas sobre a regência dos verbos presentes no trecho, bem como daqueles observados fora desse contexto.
I. O verbo 'levar', no trecho, atua como bitransitivo, apresentando um complemento direto e outro indireto.
II. O verbo 'poluir' é geralmente intransitivo, como apresentado no trecho, mas pode aparecer como bitransitivo, como na construção: 'O indivíduo tentou poluir a imagem do seu oponente'.
III. O verbo 'assistir', no sentido de 'ajudar', 'prestar socorro' ou 'assistência', 'servir' ou 'acompanhar', pode reger tanto objeto direto quanto objeto indireto. Assim, são aceitas, segundo a norma-padrão, as construções: 'O médico assistiu o doente' ou 'O médico assistiu ao doente'.
IV. O verbo 'adorar' exige objeto indireto, como nas construções 'Ela lhe adora muito' e 'Eu adoro a Deus'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material."
Com base na análise sintática, julgue as afirmativas a seguir:
I. A forma verbal 'foram' encontra-se no plural em razão de concordar com um termo essencial da oração, representado por dois núcleos, diferentemente da construção 'É bom resolver o problema', em que o sujeito não está determinado na frase.
II. O verbo 'haver' apresenta comportamento intransitivo, uma vez que integra uma locução verbal e, de forma isolada, não estabelece relação de transitividade, atuando apenas como verbo auxiliar do verbo 'desenvolver'.
III. O pronome relativo 'que' em 'que levaram...' exerce a mesma função sintática do pronome 'a', considerando o verbo 'falar', na construção 'Mandei-a falar com o responsável pela venda'.
IV. A expressão 'tecido' exerce a mesma função sintática do pronome 'que' na frase 'O livro que eu li é genial!'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.
Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.
Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.
Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.
Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.
O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.
Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.
Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.
Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.
O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.
Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.
De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.
Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade."
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir e marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.
(__) O vocábulo 'Goiás' recebe acento pela regra das palavras em que a vogal tônica forma hiato com a vogal anterior.
(__) O vocábulo 'pública' recebe acento de acordo com a mesma regra que acentua palavras como 'crisântemo', 'ávido' e 'ínterim', todas acentuadas corretamente por serem proparoxítonas.
(__) O acento na palavra 'cana-de-açúcar' está correto, assim como do vocábulo 'porta-jóia'.
(__) O vocábulo 'para', quando usado como forma verbal, perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico. A palavra 'agúo' também sofreu alteração: antes levava acento no 'u', e agora pode ser escrita sem acento no 'u' ('aguo') ou com acento no 'a' ('águo').
Identifique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.