Questões de Concurso Para eletrônica

Foram encontradas 2.369 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2810259 Engenharia Elétrica
A expressão lógica X.Y.Z + X .Y.Z + Y .Z + X.Z + Z está mais simplificada em
Alternativas
Q2810258 Engenharia Elétrica

Atenção: As questões de números 32 e 33 referem-se ao texto abaixo.

Um diodo Zener possui as especificações abaixo:

Vz = 9,1V @IZT = 14mA

PD = 400mW (máximo)

IZK = 0,5mA

O diodo Zener será utilizado como regulador de tensão de uma carga de 9V cujo consumo de corrente é desprezível (da ordem de 10µA). Para essa função, ele será ligado em série com um resistor R e esse circuito será alimentado por uma tensão de 24V. Para uma corrente IZ = 18mA, o valor nominal de R mais adequado é

Alternativas
Q2810257 Engenharia Elétrica

Atenção: As questões de números 32 e 33 referem-se ao texto abaixo.

Um diodo Zener possui as especificações abaixo:

Vz = 9,1V @IZT = 14mA

PD = 400mW (máximo)

IZK = 0,5mA

O valor aproximado de IZmáx. é

Alternativas
Q2810256 Engenharia Elétrica

Para projetar um multivibrador astável pode-se utilizar o circuito integrado linear LM555, pois ele é um

Alternativas
Q2810255 Engenharia Elétrica

Dos amplificadores transistorizados apresentados o mais adequado, por suas características de impedâncias de entrada, impedância de saída e ganho de tensão, para a função de pré-amplificador de áudio, é:

Alternativas
Q2810254 Engenharia Elétrica

Observe abaixo a malha de saída de um circuito regulador de tensão a transistor.


Imagem associada para resolução da questão



Nesse caso, a tensão VL na carga vale, aproximadamente, 

Alternativas
Q2810252 Engenharia Elétrica

O manual do fabricante do JFET fornece um parâmetro que corresponde à corrente de saturação entre dreno (drain) e fonte (source) quando a tensão de porta (gate) está em curto com o terminal de fonte. Trata-se de

Alternativas
Q2810251 Engenharia Elétrica

Dispositivo de dois terminais cuja resistência diminui com o aumento da luminosidade. Trata-se de

Alternativas
Q2810250 Engenharia Elétrica

Na freqüência de 1kHz, a reatância de um capacitor de 1µF vale, aproximadamente,

Alternativas
Q2810249 Engenharia Elétrica
Com uma fonte de alimentação CC de 9V deseja-se alimentar um circuito digital TTL, cuja tensão de alimentação é de 5V. Para satisfazer essa condição, pode-se utilizar um circuito integrado regulador de tensão, cujo código é
Alternativas
Q2810248 Engenharia Elétrica
not valid statement found

A fonte de alimentação E1 vale

Alternativas
Q2810247 Engenharia Elétrica
not valid statement found

A potência dissipada por R3 vale

Alternativas
Q2810246 Engenharia Elétrica
not valid statement found

O valor de R4 é

Alternativas
Q2810245 Direito Administrativo

É certo que, não está impedido de atuar nos processos administrativos da Administração Pública Federal o servidor ou autoridade que

Alternativas
Q2810244 Direito Administrativo

Amélia, servidora pública federal, foi deslocada, de ofício, no interesse da Administração, no âmbito do mesmo quadro, sem mudança de sede. Em outra situação, a junta médica oficial declarou insubsistentes os motivos que proporcionaram a aposentadoria por invalidez de Alzira, também servidora pública federal, que, portanto, retornou a atividade. As hipóteses acima descritas correspondem, respectivamente, aos institutos da

Alternativas
Q2810242 Direito Administrativo

A respeito dos elementos ou requisitos do ato administrativo, o efeito jurídico imediato e prático que se busca com a sua edição é conceito relativo ao requisito

Alternativas
Q2810230 Direito Constitucional

A idade mínima para candidatar-se ao cargo de Deputado Federal é de

Alternativas
Q2810135 Redação Oficial
        João Pessoa deixou de ser a singela capital política da Paraíba, aureolada com alguns lavores de cultura que a segurança e o ócio bem dosado do serviço público propiciavam. Já não é apenas a sede das funções centrais de governo e arcádia de um bacharelismo letrado que dividia os tédios da burocracia com os jogos amenos do espírito. Os poetas − e quase todos eram poetas – lhe deram o apelido de A Cidade das Acácias – tentativa ingênua de fixar-lhe uma cor e um bucólico destino.
         Para desgosto dos poetas, João Pessoa e seu aglomerado de cidades simbiônticas romperam com o desígnio poético para se transformarem no centro da economia paraibana. Com achegas populacionais que Espírito Santo, Mamanguape e Rio Tinto lhe emprestaram, mesmo à distância, João Pessoa e seu agregado urbano galgaram a marca do milhão de habitantes, para assim merecerem o estatuto legal de região metropolitana. A Cidade das Acácias está agora sepultada entre chaminés e arranha-céus; ficou reduzida a alguns recantos de saudade que uns poucos poetas insubmissos ainda cantam. [...]
         Ora, a Paraíba se distinguia na geografia econômica da região por ocupação bastante equilibrada do território. Campina Grande, mercantil e industriosa, exerceu papel muito importante nessa conformação relativamente homogênea da economia e da população no espaço – entreposto interno dos intercâmbios entre o vasto interior agropecuário e as fontes distantes dos bens industriais de que este precisava, Campina operou como uma espécie de barreira ao tropismo litorâneo que subjaz ao processo de interiorização da atividade econômica.
         A ação interiorizante de Campina Grande foi muito forte; todavia, por si só não bastaria para manter o balanço territorial da economia paraibana. Enquanto durou, esse balanço se deveu, basicamente, à natureza do sistema de produção que se organizou no Estado, desde o início da ocupação do território. Determinado de início pelas entradas do criatório, com a função de suprir os engenhos do litoral com carnes e animais de tiro, o sistema pecuário original, muito rarefeito, adensa-se e conso lida-se pela incorporação da cultura comercial do algodão.
        O algodão foi mesmo o fio que construiu o grande tecido econômico dos sertões – por sua amplitude geográfica, por sua versatilidade produtiva, por sua capacidade de gerar renda, mesmo em circunstâncias climáticas adversas − e, por sua associação feliz com a pecuária e com as lavouras de subsistência, o algodão foi de fato o grande colchão do sistema de economia que permitiu ao Semi-Árido elevadas taxas de crescimento demográfico e notável uniformidade na ocupação do território. [...] (Adaptado de Adalberto Barreto. http://jornal paraíba.globo. com/especial/jp2004ani/espec. − 6. html)

Considere o final de um documento dirigido ao Prefeito de um município pelo Presidente da Associação Agropecuária do Semi-Árido, solicitando a cessão de um local para o encontro anual de seus representantes.

Diante da relevância dos fatos apontados, vimos solicitar a ........., portanto, ......... especial atenção no atendimento ao nosso pleito.

Atenciosamente,

José do Campo Limpo

Presidente da Associação Agropecuária

A ......... Senhor Luís Chaves

Prefeitura do Município

Nesta

As lacunas do documento acima estarão corretamente preenchidas por

Alternativas
Q2810134 Português
        João Pessoa deixou de ser a singela capital política da Paraíba, aureolada com alguns lavores de cultura que a segurança e o ócio bem dosado do serviço público propiciavam. Já não é apenas a sede das funções centrais de governo e arcádia de um bacharelismo letrado que dividia os tédios da burocracia com os jogos amenos do espírito. Os poetas − e quase todos eram poetas – lhe deram o apelido de A Cidade das Acácias – tentativa ingênua de fixar-lhe uma cor e um bucólico destino.
         Para desgosto dos poetas, João Pessoa e seu aglomerado de cidades simbiônticas romperam com o desígnio poético para se transformarem no centro da economia paraibana. Com achegas populacionais que Espírito Santo, Mamanguape e Rio Tinto lhe emprestaram, mesmo à distância, João Pessoa e seu agregado urbano galgaram a marca do milhão de habitantes, para assim merecerem o estatuto legal de região metropolitana. A Cidade das Acácias está agora sepultada entre chaminés e arranha-céus; ficou reduzida a alguns recantos de saudade que uns poucos poetas insubmissos ainda cantam. [...]
         Ora, a Paraíba se distinguia na geografia econômica da região por ocupação bastante equilibrada do território. Campina Grande, mercantil e industriosa, exerceu papel muito importante nessa conformação relativamente homogênea da economia e da população no espaço – entreposto interno dos intercâmbios entre o vasto interior agropecuário e as fontes distantes dos bens industriais de que este precisava, Campina operou como uma espécie de barreira ao tropismo litorâneo que subjaz ao processo de interiorização da atividade econômica.
         A ação interiorizante de Campina Grande foi muito forte; todavia, por si só não bastaria para manter o balanço territorial da economia paraibana. Enquanto durou, esse balanço se deveu, basicamente, à natureza do sistema de produção que se organizou no Estado, desde o início da ocupação do território. Determinado de início pelas entradas do criatório, com a função de suprir os engenhos do litoral com carnes e animais de tiro, o sistema pecuário original, muito rarefeito, adensa-se e conso lida-se pela incorporação da cultura comercial do algodão.
        O algodão foi mesmo o fio que construiu o grande tecido econômico dos sertões – por sua amplitude geográfica, por sua versatilidade produtiva, por sua capacidade de gerar renda, mesmo em circunstâncias climáticas adversas − e, por sua associação feliz com a pecuária e com as lavouras de subsistência, o algodão foi de fato o grande colchão do sistema de economia que permitiu ao Semi-Árido elevadas taxas de crescimento demográfico e notável uniformidade na ocupação do território. [...] (Adaptado de Adalberto Barreto. http://jornal paraíba.globo. com/especial/jp2004ani/espec. − 6. html)

Considere as seguintes afirmativas, a respeito do último parágrafo do texto. Está INCORRETO o que se diz em:

Alternativas
Q2810130 Português
        João Pessoa deixou de ser a singela capital política da Paraíba, aureolada com alguns lavores de cultura que a segurança e o ócio bem dosado do serviço público propiciavam. Já não é apenas a sede das funções centrais de governo e arcádia de um bacharelismo letrado que dividia os tédios da burocracia com os jogos amenos do espírito. Os poetas − e quase todos eram poetas – lhe deram o apelido de A Cidade das Acácias – tentativa ingênua de fixar-lhe uma cor e um bucólico destino.
         Para desgosto dos poetas, João Pessoa e seu aglomerado de cidades simbiônticas romperam com o desígnio poético para se transformarem no centro da economia paraibana. Com achegas populacionais que Espírito Santo, Mamanguape e Rio Tinto lhe emprestaram, mesmo à distância, João Pessoa e seu agregado urbano galgaram a marca do milhão de habitantes, para assim merecerem o estatuto legal de região metropolitana. A Cidade das Acácias está agora sepultada entre chaminés e arranha-céus; ficou reduzida a alguns recantos de saudade que uns poucos poetas insubmissos ainda cantam. [...]
         Ora, a Paraíba se distinguia na geografia econômica da região por ocupação bastante equilibrada do território. Campina Grande, mercantil e industriosa, exerceu papel muito importante nessa conformação relativamente homogênea da economia e da população no espaço – entreposto interno dos intercâmbios entre o vasto interior agropecuário e as fontes distantes dos bens industriais de que este precisava, Campina operou como uma espécie de barreira ao tropismo litorâneo que subjaz ao processo de interiorização da atividade econômica.
         A ação interiorizante de Campina Grande foi muito forte; todavia, por si só não bastaria para manter o balanço territorial da economia paraibana. Enquanto durou, esse balanço se deveu, basicamente, à natureza do sistema de produção que se organizou no Estado, desde o início da ocupação do território. Determinado de início pelas entradas do criatório, com a função de suprir os engenhos do litoral com carnes e animais de tiro, o sistema pecuário original, muito rarefeito, adensa-se e conso lida-se pela incorporação da cultura comercial do algodão.
        O algodão foi mesmo o fio que construiu o grande tecido econômico dos sertões – por sua amplitude geográfica, por sua versatilidade produtiva, por sua capacidade de gerar renda, mesmo em circunstâncias climáticas adversas − e, por sua associação feliz com a pecuária e com as lavouras de subsistência, o algodão foi de fato o grande colchão do sistema de economia que permitiu ao Semi-Árido elevadas taxas de crescimento demográfico e notável uniformidade na ocupação do território. [...] (Adaptado de Adalberto Barreto. http://jornal paraíba.globo. com/especial/jp2004ani/espec. − 6. html)

Um título adequado para o texto apresentado é:

Alternativas
Respostas
2301: B
2302: D
2303: A
2304: C
2305: E
2306: A
2307: D
2308: C
2309: C
2310: E
2311: B
2312: A
2313: D
2314: D
2315: A
2316: E
2317: A
2318: E
2319: D
2320: C